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Futebol

Gyokeres 'fora' da luta pela Bota de Ouro, mas não é por falta de golos do craque do Sporting

Avançado sueco de 26 anos tem mais golos do que Mohamed Salah, mas critérios prejudicam pupilo de Rui Borges na corrida pelo prémio

Leonino - Onde o Sporting é notícia
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06 Abr 2025 | 20:32 |

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Viktor Gyokeres bisou na visita do Sporting ao Estrela da Amadora (3-0) e subiu à terceira posição da tabela da Bota de Ouro. No entanto, o goleador sueco, que soma 30 golos, dificilmente ganhará o prémio, apesar de ter mais golos do que Mohamed Salah (primeiro classificado com 27).


A explicação é simples: a classificação do galardão é apurada mediante a multiplicação do número de golos que cada jogador marca pelo coeficiente atribuído pela UEFA à liga do país onde atua. Neste sentido, os golos marcados nos designados big-5 (Inglaterra, Itália, Espanha, França e Alemanha) são multiplicados por 2, enquanto, nos campeonatos dos países classificados entre o 6.º e o 22.º lugares – entre os quais, a primeira liga portuguesa -, o valor desce para 1,5. A partir da 22.ª posição, a multiplicação é feita por 1.


A aplicação desta regra leva a que nem sempre os atletas com mais golos surjam nos primeiros lugares do ranking da Bota de Ouro. E é por isso que, apesar de Gyokeres e Tamm serem os jogadores com mais golos marcados em termos absolutos, os dois primeiros nomes na corrida à Bota de Ouro sejam Mohamed Salah, avançado egípcio do Liverpool, com 27 golos e 54 pontos, e Robert Lewandowski, ponta-de-lança polaco do Barcelona, que totaliza 25 golos e 50 pontos. O pódio é fechado por Harry Kane, atacante inglês do Bayern Munique, com 23 golos e 46 pontos.


Viktor Gyokeres surge na quarta posição, com os já referidos 30 remate certeiros que são transformados em 45 pontos. Em pior posição está Alex Tamm – os seus 32 golos valem-lhe apenas 32 pontos e um modesto 15.º lugar na classificação da Bota de Ouro. Recorde-se que, na temporada passada, o goleador sueco dos leões terminou no 10.º lugar da classificação final da Bota de Ouro, com 29 tentos que se converteram em 43.5 pontos, numa edição do prémio que foi conquistada por Harry Kane.

Apesar dos muitos golos marcados, Gyokeres dicilmente conseguirá arrecadar o prestigiado galardão, repetindo o feito já alcançado por dois ex-históricos do Sporting. Em 1973/74, Hector Yazalde foi o vencedor, numa época em que faturou por 46 ocasiões no campeonato português - um recorde nacional. Já em 2001/02, foi a vez de Mário Jardel conquistar a Bota de Ouro, graças aos 42 tentos que apontou.


Confira alguns dos melhores momentos de Viktor Gyokeres:


Futebol

Futuro de Rui Borges em risco no Sporting: "Já foi expulso"

Comentador recorda que técnico tem vivido constantemente sob a comparação com Ruben Amorim, uma referência que considera difícil de igualar

Sérgio Krithinas considera que o futuro de Rui Borges no Sporting está em risco e que os adeptos já o expulsaram de Alvalade
Sérgio Krithinas considera que o futuro de Rui Borges no Sporting está em risco e que os adeptos já o expulsaram de Alvalade

26 Out 2026 | 09:57 |

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Sérgio Krithinas considera que o futuro de Rui Borges no Sporting está em risco, perante a contestação crescente dos adeptos leoninos. Numa análise ao momento da equipa, o comentador defende a importância da estabilidade nos clubes, mas entende que o técnico "já foi expulso" de Alvalade pelos próprios adeptos, após a derrota com o Académico (2-1).


"A estabilidade é a melhor conselheira dos clubes mas as bancadas são "bichos" difíceis de domar", começou por escrever no jornal 'Record', recordando que Rui Borges tem vivido constantemente sob a comparação com Ruben Amorim, uma referência que considera difícil de igualar.


"Rui Borges sempre viveu sob o signo da comparação com Amorim, com quem poucos saem a ganhar, e nunca foi amado pelos adeptos, nem com uma dobradinha a salvar uma temporada que chegou a parecer perdida e a melhor performance de sempre do clube na Liga dos Campeões", sublinhou, considerando que a contestação poderá estar perto de ter consequências para o treinador.


"Nesta altura, parece uma questão de tempo até que o chicote estale em Alvalade, estádio onde o treinador será já amanhã submetido a novo julgamento (diante do Marítimo, para a Allianz Cup), perante dezenas de milhar de advogados de acusação e nenhum advogado de defesa".

S. Krithinas: "Rui Borges já foi expulso de casa pelos adeptos"


Sérgio Krithinas recordou ainda as palavras de Frederico Varandas, que há cerca de um mês garantiu que não tomava decisões em função da contestação: "O presidente do Sporting já tem experiência suficiente para perceber que a contestação de um estádio inteiro é uma chama que nem o bombeiro mais experiente apaga com facilidade. Rui Borges já foi expulso de casa pelos adeptos; resta saber se o senhorio vai resistir à tentação de o meter na rua".


Futebol

Rui Borges pode sair do Sporting esta segunda-feira; Saiba tudo

Com a segunda derrota consecutiva na época, o técnico leonino está em risco de sair do Clube, onde chegou em dezembro de 2024

Esta segunda-feira, irá acontecer uma reunião em Alcochete para definir o futuro de Rui Borges no Sporting
Esta segunda-feira, irá acontecer uma reunião em Alcochete para definir o futuro de Rui Borges no Sporting

26 Out 2026 | 09:47 |

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A continuidade de Rui Borges no comando técnico do Sporting encontra-se seriamente ameaçada, estando o treinador sob forte contestação após a derrota caseira por 2-1 frente ao Académico de Viseu. O futuro do técnico será desenhado muito brevemente.


Esta segunda-feira, a Academia Cristiano Ronaldo será o palco, esta segunda-feira, de uma reunião crucial entre o presidente leonino, Frederico Varandas, e Rui Borges. Em cima da mesa estará a discussão em torno do futuro do comando técnico e a definição da continuidade do treinador em Alvalade.


Após o encontro com o Académico de Viseu, Rui Borges não procurou desvalorizar a reação dos adeptos, reconhecendo que a pressão faz parte da realidade de um clube como o Sporting. "É natural, compreendo-a (insatisfação), mas lido bem com ela. Mau era se não houvesse insatisfação", disse, na sala de imprensa.


Embora admita legitimidade no desagrado, o técnico evitou alimentar a discussão sobre a sua continuidade. Questionado diretamente sobre se ainda sente ter condições para permanecer no comando técnico, voltou a apontar ao trabalho imediato. "Estou focado no treino de amanhã (hoje) porque tenho jogo com o Marítimo", respondeu, focando-se na partida da Taça da Liga.

À pergunta direta sobre se colocaria o seu lugar à disposição, o treinador, que recusa sair pelo próprio pé, foi igualmente evasivo: "Vou treinar às 11h30 porque há jogo na terça-feira (amanhã). E acredito sempre. Por isso é que cheguei ao Sporting", falou.



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Sai ou não, lenços brancos e luta pelo título; Tudo o que disse Rui Borges após Sporting - Académico

Treinador reconheceu que a equipa não está satisfeita por estar a nove pontos da liderança da Liga e compreendeu assobios dos adeptos

Rui Borges atribuiu a derrota do Sporting frente ao Académico de Viseu (2-1) à intranquilidade e à falta de capacidade de finalização
Rui Borges atribuiu a derrota do Sporting frente ao Académico de Viseu (2-1) à intranquilidade e à falta de capacidade de finalização

26 Out 2026 | 09:25 |

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Rui Borges atribuiu a derrota do Sporting frente ao Académico de Viseu (2-1) à intranquilidade e à falta de capacidade de finalização. O treinador reconheceu que a equipa não está satisfeita por estar a nove pontos da liderança da Liga e compreendeu os assobios e os lenços brancos dos adeptos. Apesar da pressão e dos resultados negativos, garantiu estar focado no próximo encontro.


Foi um daqueles jogos em que tudo o que podia correr mal correu. O que podia ter sido diferente?


"A intranquilidade, acima de tudo. Entrámos num jogo em que o Académico vinha defender. Sabíamos que era perigoso em bolas longas, segundas bolas e em ser eficaz com os três homens da frente. Na única aproximação que tiveram, acabaram por fazer o 1-0 e a equipa ficou um pouco intranquila, naturalmente. Porque vínhamos de um jogo menos conseguido na Liga dos Campeões, porque no último jogo em casa empatámos... Dois resultados não positivos em Alvalade, o que acabou por criar alguma desconfiança nas tomadas de decisão, principalmente no último terço. Mesmo assim, a equipa foi tentando, foi abusando dos corredores laterais, porque sabíamos que em zonas centrais eles iam estar bastante fechados. Fomos tentando várias aproximações, às vezes com mérito do adversário em conseguir tapar e defender a baliza, outras vezes com demérito nosso, que não finalizamos da melhor forma e saímos penalizados. Na segunda parte, o Académico volta à única aproximação que tem a fazer o 2-1, e é natural que haja intranquilidade. Mas não posso apontar falta de vontade à equipa, mas infelizmente não foi possível".


Sporting já está a nove pontos da liderança, está a chegar ao final da linha no Sporting?

"Estou aqui para falar do jogo, que não foi muito bem conseguido. Não foi por falta de energia, foi por falta de capacidade de finalização. Infelizmente, estamos a nove pontos, não queríamos estar, mas estamos. Não temos sido capazes, em alguns jogos, de sair vitoriosos, que é isso que queremos. E uma equipa como o Sporting, obviamente, não está satisfeita por estar a nove pontos do líder do campeonato".


Depois do resultado, dos assobios e dos lenços brancos, sente que os adeptos mereciam um pedido de desculpas?

"A insatisfação dos adeptos é natural. Estamos num grande clube. Perdemos em casa e há três jogos que não vencemos em Alvalade. A insatisfação faz parte".

Continua a sentir que tem forças e condições para continuar?

"Estou focado no treino de amanhã já, porque tenho jogo terça-feira. A insatisfação é natural, compreendo-a, mas vivo bem com ela".

Vai colocar o seu lugar à disposição? Acredita, ainda, que o Sporting pode ser campeão?

"Vou treinar às 11h30 da manhã, porque temos jogo na terça-feira. Em relação à segunda parte, acredito sempre. Por isso é que cheguei ao Sporting".

Dois jogos seguidos em que o Sporting era favorito à vitória e não vence. Entende que a equipa possa ter subestimado os adversários?

"Não. Hoje, não foi esse o caso. Foi alguma intranquilidade, é compreensível. Enquanto treinador, o que posso fazer é passar e tentar ao máximo passar tranquilidade. É o que tentamos fazer. É natural que com o desenrolar do jogo, com golos que não estávamos à espera quando estávamos por cima do jogo, com os resultados menos positivos que tivemos em Alvalade nos últimos dois jogos, essa intranquilidade fosse aparecendo e nos levasse a tomar as piores decisões".

Ainda se sente solução e porquê?

"Estou focado no próximo jogo, em trabalhar, que é isso que eu faço. Foi isso que me trouxe até ao Sporting, o meu trabalho, e é nisso que me foco. Vai haver fases boas, vai haver fases menos boas. Faz parte da vida".


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