Futebol
Atenção! Jogador do Sporting sofre recaída e tem resto da época em risco
20 Abr 2026 | 13:09
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06 Jul 2024 | 10:27 |
Sebastián Coates vai deixar o Sporting e regressar ao Nacional de Montevideu, clube no qual foi formado. O capitão dos leões reforça o emblema que o viu crescer com efeito imediato, não cumprindo a próxima temporada com a Listada verde e branca.
De acordo com informação avançada pelo jornal Ovación, segundo avança o Record, Seba rescindiu com os leões, uma vez que tinha assinado uma renovação contratual, até ao final de 2025. O diário desportivo uruguaio garante que a vontade do central em regressar a casa pesou bastante na decisão.
A imprensa nacional explica que tentou recolher informações junto de fonte oficial dos verdes e brancos, mas não obteve qualquer resposta. Certo é que noticias vindas do país natal do 'camisola 4' de Rúben Amorim deram conta de que existiam duas cláusulas: uma de renovação e outra de saída, e que o jogador escolheu a segunda - algo que vai de encontro ao noticiado pelo Record (saiba mais AQUI).
Na temporada que agora chegou ao fim (2023/24), Sebastián Coates – avaliado em 4 milhões de euros – somou 44 encontros: 29 na Liga Portugal Betclic, sete na Liga Europa, seis na Taça de Portugal e dois na Taça da Liga. Ao todo, 3.350 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o capitão do Sporting marcou seis golos e fez uma assistência.
Desde que chegou aos leões, em janeiro de 2016, oriundo do Sunderland, Sebastián Coates realizou 369 jogos de leão ao peito, tendo, ao todo, 37 golos, 10 assistências e oito títulos: dois Campeonatos Nacionais (2020/21 e 2023/24), uma Supertaça Cândido de Oliveira (2021/22), uma Taça de Portugal (2018/19) e quatro Taças da Liga (2017/18, 2018/19, 2020/21 e 2021/22).
Após a derrota no dérbi eterno, verdes e brancos regressaram aos trabalhos na Academia Cristiano Ronaldo, com foco na prova rainha
20 Abr 2026 | 15:40 |
Esta segunda-feira, dia 20 de abril, Sporting iniciou a preparação para o duelo com o Porto, referente à segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal, agendado para quarta-feira, às 20h45, no Estádio do Dragão. Após o desaire com o Benfica, os leões regressaram à Academia Cristiano Ronaldo.
Na mais recente sessão, os jogadores utilizados na derrota no dérbi eterno realizaram apenas trabalho de recuperação, enquanto os restantes elementos do plantel treinaram normalmente sob orientação do técnico Rui Borges.
No boletim clínico mantêm-se João Simões, Fotis Ioannidis, Nuno Santos, Iván Fresneda e Luís Guilherme, todos ainda entregues ao departamento médico. No caso do primeiro, a situação pode ser mais 'grave' que o inicialmente previsto e é possível que não volte a jogar esta temporada.
Para terça-feira está marcada nova sessão de treino à porta fechada, durante a manhã, com a habitual conferência de imprensa de antevisão a cargo de Rui Borges agendada para as 12h00. A viagem do Sporting para o Norte acontece ao final do dia.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo na próxima quarta-feira, dia 22 de abril, frente ao Porto. O encontro, a contar para segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal, diante da turma orientada por Francesco Farioli, jogar-se-á no Estádio do Dragão, pelas 20h45.
Redator e repórter principal do jornal Notícias ao Minuto abordou recente dérbi entre águias e leões, assim como as exibições da turma leonina
20 Abr 2026 | 15:11 |
Com base na recente eliminação da Liga dos Campeões e desaire frente ao Benfica, Carlos Pereira Fernandes acredita que a gestão de Frederico Varandas relativamente ao plantel "roça o 'criminoso'". Apesar do jornalista assumir certas decisões questionáveis tomadas por Rui Borges, este considera que "faltou um Danoninho" ao técnico leonino que o presidente verde e branco "lhe recusou dar".
Carlos Pereira Fernandes: "O Sporting corre sérios riscos de ver a temporada de 2025/26 ir cano abaixo no espaço de apenas uma semana"
"O Sporting corre sérios riscos de ver a temporada de 2025/26 ir cano abaixo no espaço de apenas uma semana. Depois do empate com o Arsenal (que funcionou como uma derrota, já que ditou a eliminação da Liga dos Campeões), surgiu o desaire com o Benfica, que quase mata a corrida pelo título de campeão nacional... e segue-se o Porto, para a Taça de Portugal", escreveu, no seu texto de opinião ao jornal Notícias ao Minuto.
"Se, contra o Arsenal, ficou a sensação de que era mesmo possível o leão ter sido feliz, contra o Benfica, não foi muito diferente. É caso para dizer que, em ambos os casos, faltou a Rui Borges um Danoninho, que está à vista de todos já desde a última época, mas que Frederico Varandas lhe recusou dar, com os resultados que estão à vista", destacou.
Carlos Pereira Fernandes: "A gestão de Frederico Varandas face ao plantel roça o 'criminosa'"
"Rui Borges tem decisões questionáveis, é verdade. Entre elas, a de insistir num Pedro Gonçalves preso por arames, que só a espaços vai fazendo lembrar o jogador que chegou a ser. No entanto, a gestão por parte do presidente em relação ao plantel roça o 'criminosa', especialmente, numa temporada em que poderia ter alcançado a hegemonia do futebol português", atirou, no que ao plantel e gestão do mesmo diz respeito.
"O exercício é muito simples de fazer. Em 2025/26, o Sporting gastou quase 100 milhões de euros em reforços, mas só um (Luis Suárez) entrou de caras no onze. Todos os outros, ou desiludiram, ou passaram mais tempo de fora do que em campo, pelo que custa apontar o dedo a Rui Borges por um 'pesadelo' que vai parecendo cada vez mais inevitável", atirou ainda.
Carlos Pereira Fernandes: "Rui Borges pode passar de herói a vítima"
"Dito isto, Rui Borges pode passar de herói a vítima do 'síndrome José Peseiro', ficando conhecido como o treinador que tinha tudo na mão, e tudo deixou passar. Mas a verdade é que a única coisa que pedia a Frederico Varandas era um Danoninho contra o descalabro de 2024/25 (que, miraculosamente, resolveu), mas esse nunca chegou", concluiu.
Antigo árbitro internacional espanhol deixou a sua opinião sobre o lance mais polémico do dérbi da 30.ª jornada da Liga Portugal Betclic
20 Abr 2026 | 14:25 |
O penálti falhado por Luis Suárez, defendido por Anatoliy Trubin, continua a gerar polémica após o dérbi entre Sporting e Benfica (2-1). Em causa está a intervenção de Andreas Schjelderup, que entrou na área antes do remate e acabou por afastar a bola, num lance que levanta dúvidas quanto à legalidade da jogada.
Iturralde: "O simples facto de entrar antes do remate é uma sanção"
Para Iturralde González, antigo árbitro internacional espanhol, não há margem para dúvidas: o castigo máximo deveria ter sido repetido. ”Esta jogada é sobre a interpretação da regra. Houve um lance semelhante em Espanha em que o penálti não foi repetido. Pedi um esclarecimento e disseram-me que não repetiram porque não houve disputa de bola. Por outras palavras, o defensor entra, mas o atacante não vai disputar a bola. Mas não concordo de todo com essa resposta. Porquê? Porque a regra diz ‘que entre ou dispute a bola’, não significa que tenha de disputar a 100%. O simples facto de entrar antes do remate é uma sanção".
Iturralde: "Para mim, tinha de ter repetido o penálti”
"Tinha de ser repetido o penálti. A regra é o que é. Não podemos retorcer o dicionário e o vocabulário para nos dar razão. A regra não diz que, se o defensor entra, o avançado tem de entrar e disputar a bola. Diz que, se o defensor entrar antes de tempo, já é sanção. Para mim, tinha de ter repetido o penálti”, afirmou, em declarações ao jornal Record.
O ex-juiz reforçou a ideia após procurar esclarecimentos junto de fonte da UEFA, apontando também o dedo ao VAR. "O jogador que entra [na área] interfere na jogada. Influencia a jogada porque é ele que limpa. Não é preciso estar sob pressão de um adversário. Entra, limpa a bola, está a interferir, a influenciar a jogada e tira benefício da jogada. Por conseguinte, há que repetir. O árbitro no relvado pode ter falhado, mas o que não se pode permitir é que escape ao VAR que, estando calmamente a ver o jogo, tem de avisar o árbitro para repetir o penálti".
Na análise à regra, Iturralde González garante que as alterações recentes não mudam o enquadramento deste lance. "A mudança de regra não afeta o facto de um companheiro de equipa do rematador do penálti, entrar e beneficiar dessa entrada indevida. Isso não se alterou. Alterou a regra para outro tipo. Por outras palavras, o VAR só entra em ação quando aqueles que entram fazem parte da ação. E aqui aquele que entra faz parte da ação. Ou seja, é o que limpa. A alteração da regra não tem nada a ver com isto. O penálti tinha de ser repetido e o VAR é que deveria ter dito. Desculpamos o árbitro porque podia estar a ver outras coisas, mas não faz sentido que o VAR não entre em ação", concluiu, classificando o lance como "um erro técnico muito grande".