Futebol
Com Ioannidis e Vagiannidis em campo, Grécia consegue a reviravolta na Liga das Nações
25 Set 2026 | 12:43
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21 Jan 2020 | 22:07 |
Foi com as bancadas algo despidas que a bola começou a rolar no Estádio Municipal de Braga. Os leões tinham boas memórias da cidade minhota. Na última vez que tinham pisado aquele mesmo relvado, bateram o FC Porto nas grandes penalidades e acabaram a levantar o troféu da Taça da Liga. O Campeão de Inverno tinha pela frente um SC Braga num excelente momento de forma, mas nem por isso o leão deixou de ser o rei da selva. Silas quis ganhar a batalha do meio-campo e lançou Rodrigo Battaglia no 11 inicial. Os bracarenses deram o primeiro sinal de perigo logo aos dois minutos. A bola sobrou para o homem-golo dos arsenalistas, Paulinho, que atirou ao lado. Luís Maximiano pareceu ter o lance controlado. A verdade é que os homens de Rúben Amorim entraram melhor e foi até com alguma naturalidade que Ricardo Horta inaugurou o marcador. Na tentativa de sair a jogar, o Sporting CP entregou a bola, que haveria de sobrar para o pé esquerdo do extremo português. Foi o 15.º golo de Ricardo Horta esta temporada e o terceiro na Taça da Liga. O leão parecia algo adormecido e nem o golo sofrido teve o condão de o acordar. A equipa não conseguia ligar uma jogada, a saída de bola era desorganizada e Luiz Phellype pouco ou nada tocava na bola e o SC Braga estava confortável no jogo. Já quase com 15 minutos decorridos, o primeiro sinal de vida dos homens de Silas. Bruno Fernandes tentou isolar Ristovski, mas Sequeira não deixou. O lateral jogou a bola com a mão e viu mesmo o cartão amarelo. Fica a dúvida se o macedónio não seguia isolado para a baliza. Finalmente, após uma entrada forte dos bracarenses, o Sporting CP parecia estar a querer reagir. Numa saída rápida, Ricardo Esgaio, jogador formado na Academia de Alcochete, carregou o capitão verde e branco em falta e viu o cartão amarelo. Decisão acertada do árbitro do encontro, Nuno Almeida. Apesar desta reação verde e branca, com mais de metade da primeira parte decorrida, o leão ainda não tinha sequer rematado à baliza defendida por Matheus. Isso viria mesmo a acontecer por intermédio do inevitável Bruno Fernandes. O (ainda) médio leonino visou a baliza do SC Braga de bem longe e o remate saiu um pouco ao lado, mas os adeptos arsenalistas não ganharam para o susto. Na resposta, João Novais tentou imitar o internacional português, mas Max respondeu afirmativamente e segurou com segurança. Os homens de Silas estavam melhor no jogo e haveriam de dispor de uma boa situação para igualar a partida. Aos 30 minutos, Rafael Camacho aproveitou um erro da defensiva bracarense e acabaria por chutar com algum perigo para defesa de Matheus. Pouco depois, na ressaca de um pontapé de canto, Idrissa Doumbia dominou com o peito e rematou um pouco por cima da baliza dos arsenalistas. Por esta altura, o leão estava por cima do jogo e remetia o SC Braga quase exclusivamente para o seu meio campo. Já em cima do intervalo, aos 44 minutos, os comandados de Rúben Amorim pareciam querer ir mais cedo para os balneários e o Sporting CP aproveitou. Bruno Fernandes marcou o livre de forma rápida e colocou Jérémy Mathieu na cara do guarda-redes arsenalista. O francês quis mostrar a Luiz Phellype como se faz e finalizou com classe. O central verde e branco fez o 1-1 e repôs alguma justiça no marcador. Terminavam assim os primeiros 45 minutos do encontro entre os leões e o SC Braga. No recomeço do encontro, Idrissa Doumbia deu o seu lugar a Yannick Bolasie. Silas parecia procurar mais verticalidade no jogo leonino. O primeiro sinal de perigo do segundo tempo veio mesmo dos pés de Fransérgio. O brasileiro disparou forte, mas à figura de Max. No entanto, o leão parecia não querer abrandar e, após pontapé de canto batido por Bruno Fernandes, Rodrigo Battaglia cabeceou para defesa incrível de Matheus. Contudo, em cima da hora de jogo, Bolasie haveria de ver o cartão vermelho. Num lance divido com Sequeira, o congolês entrou de forma algo imprudente sobre o lateral bracarense e Nuno Almeida, depois de consultar o vídeoárbitro, decidiu mesmo expulsar o extremo verde e branco. Naturalmente, em superioridade numérica, o SC Braga voltou a estar por cima da partida e a conseguir criar algumas situações de perigo. Aos 70 minutos, de forma a equilibrar a equipa, Silas retirou Luiz Phellype e lançou Luís Neto. Todavia, talvez com os olhos postos nas grandes penalidades, o Sporting CP limitava-se, para já, a guardar a sua toca. O passado não ganha jogos, mas, certamente, que os arsenalistas tinham bem presente a decisão da marca dos 11 metros na época transata. Apesar de ter mais um jogador em campo, o SC Braga não estava a ser capaz de criar situações de perigo. Silas, com a entrada de Luís Neto, pareceu ter acertado na muche. No entanto, com alguma sorte à mistura e sem ter produzido o suficiente para tal, os bracarenses acabariam mesmo por chegar ao golo. Aos 90 minutos, Ricardo Esgaio cruzou e, ao segundo poste, Raul Silva assistiu Paulinho, que só teve de encostar. Até ao final da partida, pouco ou nada se jogou. Mathieu, de cabeça perdida, atingiu, sem bola, Ricardo Esgaio e viu o cartão vermelho direto. Na sequência deste lance, os jogadores e equipas técnicas de ambos os conjuntos envolveram-se em confrontos pouco bonitos. O resultado foram duas expulsões (Eduardo Henrique, do lado verde e branco e Eduardo, do SC Braga), dois amarelos (Acuña e Galeno) e algumas sanções para os bancos. Pouco depois, Nuno Almeida apitou para o final do encontro e confirmou a derrota do Sporting CP diante dos arsenalistas. Os leões falham, assim, a presença pelo terceiro ano consecutivo na final da Taça da Liga. Fica um sentimento algo amargo porque, até à expulsão de Bolasie, o Clube de Alvalade estava por cima do jogo e dispôs de algumas situações para se colocar em vantagem.
Fotografias de Sporting CP
Em primeiro lugar no campeonato e depois de estar envolto na polémica do Clássico, o presidente dos azuis e brancos voltou a criticar os leões
25 Set 2026 | 17:34 |
André Villas-Boas tem sido persistente na narrativa de que Sporting e Benfica formam uma aliança contra o Porto. Após o clássico no Dragão, entre Porto e Benfica, que acabou em grande polémica, este discurso acentuou-se, tendo sido abordado na Portugal Football Summit 2026 pelo presidente dos azuis e brancos.
Mário Figueiredo: "Sinceramente, não consigo ver nenhuma santa aliança"
Mário Figueiredo, analisou no Mercado NOW, esta quinta-feira, a estratégia de comunicação de André Villas-Boas - que tem visado o presidente dos leões. “Eu, sinceramente, não consigo ver nenhuma santa aliança entre Benfica e Sporting. Mais, não consigo ver Frederico Varandas a almoçar, por exemplo, com Rui Costa ou, vice-versa. O ano passado era o manto verde e, afinal, o que é que o Sporting ganhou? Bola. Agora, há um manto marrom e o que é que eles estão a ganhar os dois? Bola. O Porto é que continua em frente".
“Continua a cavalgar uma onda que lhe dá cinco pontos de vantagem para o Benfica e seis para o Sporting. O Porto é líder, saiu numa posição confortável do clássico e, acima de tudo, continua como gosta. Sete jogos, sete vitórias, imbatível. Continua a respirar saúde e o Presidente entende que este jogo dos bastidores é que lhe interessa”, comentou.
No entanto, considera que esta estratégia tem o intuito de passar um “atestado de incompetência aos adeptos dos dragões. “Quem acha que Sporting e Benfica, neste momento, podem estar juntos para qualquer coisa, estão muito enganados. Não existe essa possibilidade, até porque as duas casas têm passado alguns momentos de confusão e de atrito".
Considera ainda que a conversa do presidente dos azuis e brancos é uma tentativa de “regresso ao passado”: “Interessa ter sempre uns alvos externos que ajudem a motivar a equipa dentro. Ou seja, Sporting e Benfica. Na forma como André Villas-Boas fala, na semana anterior, ao Sporting, não lhe tinha sido assinalado uma grande penalidade a seu favor, aos sete minutos".
Leões só voltam ao trabalho na próxima terça-feira, numa altura em que o treinador continua privado de grande parte dos jogadores
25 Set 2026 | 17:33 |
O Sporting realizou esta sexta-feira, em Alcochete, o último treino da semana, antes de Rui Borges conceder três dias de descanso. Os leões só voltam ao trabalho na próxima terça-feira, numa altura em que o treinador continua privado de grande parte dos jogadores devido aos compromissos das seleções.
Com apenas um grupo reduzido às suas ordens, Rui Borges voltou a recorrer a jogadores da equipa B para completar os trabalhos. Entre os elementos do plantel principal estiveram os guarda-redes Kaique, Diego Callai e Francisco Silva, Eduardo Quaresma, Altimira, João Simões, Pedro Lima e Luís Guilherme.
Bidu foi uma das caras novas chamadas pelo treinador leonino. O avançado de 19 anos, que passou pelo Flamengo (Saiba mais AQUI), voltou a integrar uma sessão da equipa principal, depois de já ter sido chamado aos trabalhos no dia anterior.
Além do jovem brasileiro, contou novamente com Lucas Taibo, Rodrigo Dias, Samuel Justo, Paulo Cardoso e Mauro Couto, todos provenientes da formação. A utilização destes jogadores surge num contexto particularmente condicionado, uma vez que 17 elementos do plantel estão atualmente ao serviço das respetivas seleções.
No grupo que continua entregue ao departamento médico permanecem Ibrahima Ba, que recupera de um problema no joelho direito, e os alas esquerdos Moncef Zekri e Nuno Santos, ambos afastados devido a problemas musculares. O Sporting regressa ao trabalho na terça-feira, depois da pausa concedida por Rui Borges.
Jogador que chegou recentemente aos verdes e brancos vai colhendo várias palavras positivas fruto da sua recente evolução em Alvalade
25 Set 2026 | 17:11 |
Issa Doumbia vive uma semana especial depois de ter sido convocado pela primeira vez para a seleção principal de Itália. O médio do Sporting viu agora a evolução apresentada nos últimos tempos ser destacada por Antonio Obbedio, diretor desportivo do Venezia.
Em declarações à ‘Mediaset’, o responsável do antigo clube do jogador salientou a transformação sofrida pelo 'camisola 77'. “Doumbia tornou-se um médio moderno, que atua em todo o campo, era um jogador que pecava na finalização e agora também finaliza e marca golos”, afirmou.
O internacional italiano chegou ao Sporting no último mercado de verão, precisamente proveniente do Venezia, e rapidamente assumiu um papel importante nas opções de Rui Borges para o meio-campo leonino, fazendo dupla com Sergi Altimira.
Issa Doumbia soma atualmente oito partidas oficiais com a camisola do Sporting, nas quais registou uma assistência. O jogador continua ainda em processo de adaptação às exigências e às ideias da equipa técnica verde e branca.
O Sporting blindou Issa Doumbia até 2031, com uma cláusula de rescisão fixada nos 80 milhões de euros. Aos poucos, o médio vai assumindo maior protagonismo em Alvalade e chega agora ao patamar internacional pela seleção principal italiana.
Com Ioannidis e Vagiannidis em campo, Grécia consegue a reviravolta na Liga das Nações
25 Set 2026 | 12:43
Carlo Ancelotti fica maluco com pérola do Sporting: "Tem muito talento"
25 Set 2026 | 16:45
Geny Catamo solta bomba de fora da área; Jogador do Sporting brilha por Moçambique (vídeo)
25 Set 2026 | 16:40