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Souleymane Faye vai ser reforço do Sporting! Conheça os detalhes do negócio
08 Jan 2026 | 16:13
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21 Jan 2020 | 22:07 |
Foi com as bancadas algo despidas que a bola começou a rolar no Estádio Municipal de Braga. Os leões tinham boas memórias da cidade minhota. Na última vez que tinham pisado aquele mesmo relvado, bateram o FC Porto nas grandes penalidades e acabaram a levantar o troféu da Taça da Liga. O Campeão de Inverno tinha pela frente um SC Braga num excelente momento de forma, mas nem por isso o leão deixou de ser o rei da selva. Silas quis ganhar a batalha do meio-campo e lançou Rodrigo Battaglia no 11 inicial. Os bracarenses deram o primeiro sinal de perigo logo aos dois minutos. A bola sobrou para o homem-golo dos arsenalistas, Paulinho, que atirou ao lado. Luís Maximiano pareceu ter o lance controlado. A verdade é que os homens de Rúben Amorim entraram melhor e foi até com alguma naturalidade que Ricardo Horta inaugurou o marcador. Na tentativa de sair a jogar, o Sporting CP entregou a bola, que haveria de sobrar para o pé esquerdo do extremo português. Foi o 15.º golo de Ricardo Horta esta temporada e o terceiro na Taça da Liga. O leão parecia algo adormecido e nem o golo sofrido teve o condão de o acordar. A equipa não conseguia ligar uma jogada, a saída de bola era desorganizada e Luiz Phellype pouco ou nada tocava na bola e o SC Braga estava confortável no jogo. Já quase com 15 minutos decorridos, o primeiro sinal de vida dos homens de Silas. Bruno Fernandes tentou isolar Ristovski, mas Sequeira não deixou. O lateral jogou a bola com a mão e viu mesmo o cartão amarelo. Fica a dúvida se o macedónio não seguia isolado para a baliza. Finalmente, após uma entrada forte dos bracarenses, o Sporting CP parecia estar a querer reagir. Numa saída rápida, Ricardo Esgaio, jogador formado na Academia de Alcochete, carregou o capitão verde e branco em falta e viu o cartão amarelo. Decisão acertada do árbitro do encontro, Nuno Almeida. Apesar desta reação verde e branca, com mais de metade da primeira parte decorrida, o leão ainda não tinha sequer rematado à baliza defendida por Matheus. Isso viria mesmo a acontecer por intermédio do inevitável Bruno Fernandes. O (ainda) médio leonino visou a baliza do SC Braga de bem longe e o remate saiu um pouco ao lado, mas os adeptos arsenalistas não ganharam para o susto. Na resposta, João Novais tentou imitar o internacional português, mas Max respondeu afirmativamente e segurou com segurança. Os homens de Silas estavam melhor no jogo e haveriam de dispor de uma boa situação para igualar a partida. Aos 30 minutos, Rafael Camacho aproveitou um erro da defensiva bracarense e acabaria por chutar com algum perigo para defesa de Matheus. Pouco depois, na ressaca de um pontapé de canto, Idrissa Doumbia dominou com o peito e rematou um pouco por cima da baliza dos arsenalistas. Por esta altura, o leão estava por cima do jogo e remetia o SC Braga quase exclusivamente para o seu meio campo. Já em cima do intervalo, aos 44 minutos, os comandados de Rúben Amorim pareciam querer ir mais cedo para os balneários e o Sporting CP aproveitou. Bruno Fernandes marcou o livre de forma rápida e colocou Jérémy Mathieu na cara do guarda-redes arsenalista. O francês quis mostrar a Luiz Phellype como se faz e finalizou com classe. O central verde e branco fez o 1-1 e repôs alguma justiça no marcador. Terminavam assim os primeiros 45 minutos do encontro entre os leões e o SC Braga. No recomeço do encontro, Idrissa Doumbia deu o seu lugar a Yannick Bolasie. Silas parecia procurar mais verticalidade no jogo leonino. O primeiro sinal de perigo do segundo tempo veio mesmo dos pés de Fransérgio. O brasileiro disparou forte, mas à figura de Max. No entanto, o leão parecia não querer abrandar e, após pontapé de canto batido por Bruno Fernandes, Rodrigo Battaglia cabeceou para defesa incrível de Matheus. Contudo, em cima da hora de jogo, Bolasie haveria de ver o cartão vermelho. Num lance divido com Sequeira, o congolês entrou de forma algo imprudente sobre o lateral bracarense e Nuno Almeida, depois de consultar o vídeoárbitro, decidiu mesmo expulsar o extremo verde e branco. Naturalmente, em superioridade numérica, o SC Braga voltou a estar por cima da partida e a conseguir criar algumas situações de perigo. Aos 70 minutos, de forma a equilibrar a equipa, Silas retirou Luiz Phellype e lançou Luís Neto. Todavia, talvez com os olhos postos nas grandes penalidades, o Sporting CP limitava-se, para já, a guardar a sua toca. O passado não ganha jogos, mas, certamente, que os arsenalistas tinham bem presente a decisão da marca dos 11 metros na época transata. Apesar de ter mais um jogador em campo, o SC Braga não estava a ser capaz de criar situações de perigo. Silas, com a entrada de Luís Neto, pareceu ter acertado na muche. No entanto, com alguma sorte à mistura e sem ter produzido o suficiente para tal, os bracarenses acabariam mesmo por chegar ao golo. Aos 90 minutos, Ricardo Esgaio cruzou e, ao segundo poste, Raul Silva assistiu Paulinho, que só teve de encostar. Até ao final da partida, pouco ou nada se jogou. Mathieu, de cabeça perdida, atingiu, sem bola, Ricardo Esgaio e viu o cartão vermelho direto. Na sequência deste lance, os jogadores e equipas técnicas de ambos os conjuntos envolveram-se em confrontos pouco bonitos. O resultado foram duas expulsões (Eduardo Henrique, do lado verde e branco e Eduardo, do SC Braga), dois amarelos (Acuña e Galeno) e algumas sanções para os bancos. Pouco depois, Nuno Almeida apitou para o final do encontro e confirmou a derrota do Sporting CP diante dos arsenalistas. Os leões falham, assim, a presença pelo terceiro ano consecutivo na final da Taça da Liga. Fica um sentimento algo amargo porque, até à expulsão de Bolasie, o Clube de Alvalade estava por cima do jogo e dispôs de algumas situações para se colocar em vantagem.
Fotografias de Sporting CP
Treinador português analisou ainda a vaga de lesões no Clube de Alvalade, destacando os principais problemas com que o técnico dos leões se depara de momento
08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
Antigo dirigente do Clube e Alvalade aponta as dificuldades atuais da equipa, ao justificar o desaire contra o Vitória SC na Taça da Liga
08 Jan 2026 | 16:44 |
Bruno Mascarenhas: “A equipa está desfalcada de jogadores que fazem muita falta”
Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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08 Jan 2026 | 16:13
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08 Jan 2026 | 15:26
Rui Borges vê-se obrigado a fazer a 15.ª alteração no Sporting esta época
08 Jan 2026 | 14:55