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Penálti de Doumbia no Braga - Sporting? Coroado, Leirós e Azevedo dizem qual a decisão certa
10 Out 2026 | 11:46
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14 Mar 2024 | 15:57 |
Franco Israel; Jeremiah St. Juste, Ousmane Diomande e Gonçalo Inácio; Ricardo Esgaio, Morten Hjulmand, Daniel Bragança e Nuno Santos; Francisco Trincão, Pedro Gonçalves e Viktor Gyokeres. Este deverá ser, à partida, o onze do Sporting na visita ao terreno da Atalanta.
Franco Israel é o guardião dos leões, como tem vindo a acontecer desde a lesão de Antonio Adán. À sua frente, o uruguaio deverá ter Jeremiah St. Juste, Ousmane Diomande e Gonçalo Inácio, que regressa às escolhas iniciais de Rúben Amorim. Sebastián Coates deverá iniciar a partida no banco de suplentes, conforme confirmou o técnico, na antevisão ao duelo.
Ricardo Esgaio deverá ser lançado no corredor direito, no lugar de Geny Catamo que, desta forma, recupera energias para o duelo com o Boavista. Nuno Santos substitui Matheus Reis e assume pela esquerda, fechando as alas dos leões. Morten Hjulmand é o médio mais recuado, jogando como ‘6’ com Daniel Bragança mais à frente. Hidemasa Morita é baixa confirmada e está fora das contas.
O tridente ofensivo deverá contar com Pedro Gonçalves, Francisco Trincão e Viktor Gyokeres, os homens atacantes que apresentam uma melhor forma na equipa comandada por Rúben Amorim. Marcus Edwards e Paulinho são soluções vindas do banco.
Relembre-se que Sporting e Atalanta empataram a uma bola, na primeira mão dos oitavos de final da Liga Europa. Paulinho (17’) apontou o golo dos leões e Gianluca Scamacca (39’) fez o tento dos italianos. Agora, a eliminatória será decidida no reduto da turma de Gian Piero Gasperini, esta quinta-feira, às 20h00.
Esta temporada, a turma de Rúben Amorim já mediu forças com o emblema de Bérgamo por três ocasiões, não tendo, ainda, conseguido vencer - algo que terá obrigatoriamente de fazer se quiser seguir em frente na prova da UEFA. No jogo da fase de grupos da prova realizado em solo italiano, os leões empataram a uma bola.
Confira aqui a grande temporada que Francisco Trincão está a fazer até ao momento:
Apesar do triunfo na Pedreira, comentador desportivo lembrou os problemas que têm marcado atual época dos verdes e brancos
10 Out 2026 | 12:54 |
Bernardo Ribeiro destacou o "show" de Rodrigo Zalazar na vitória do Sporting por 3-1 frente ao Braga, mas não poupou críticas à temporada dos leões. O comentador elogiou a influência do médio uruguaio e a intervenção de Rui Borges na reviravolta.
Apesar do triunfo na Pedreira, o diretor do jornal 'Record' lembrou os problemas que têm marcado a época dos verdes e brancos. "Apesar da muita incompetência já demonstrada pelo Sporting na presente temporada, eis que em Braga o leão muda o chip, sofre primeiro e faz a reviravolta ao contrário do que vinha sucedendo até aqui".
O comentador considerou que o resultado pode representar um impulso importante para Rui Borges: "Boas notícias para os sportinguistas e Frederico Varandas, melhores ainda para Rui Borges. O técnico percebeu que a equipa ainda está com ele, algo essencial para que se mantenha ao leme em Alvalade quando tantos lhe pedem a cabeça".
B. Ribeiro: "O uruguaio deu show e nem precisou de muito tempo"
Na análise individual, Bernardo Ribeiro apontou Zalazar como uma das figuras da partida: "Um jogo emotivo na Pedreira onde um homem fez muita diferença. Não foram precisos três Zalazares para dar a volta ao jogo. O médio ofensivo inventou o segundo e marcou sozinho o terceiro. Depois de Suarez ter entrado e mostrado o que é boa relação com o golo, o uruguaio deu show e nem precisou de muito tempo. Esse, aliás, não tinha que as pernas deram de si e teve de sair".
Por fim, deixou uma condição para que Rui Borges possa afirmar-se ao comando de um clube com a dimensão do Sporting: "Introduziu algumas nuances táticas interessantes em Braga. Houve mesmo dedo de treinador na reviravolta. Se perceber que o plantel faz todo falta estará mais próximo de ser bom treinador para um grande", escreveu.
Vitória por 3-1 frente ao Braga, na 8.ª jornada da Liga Betclic, deixou os adeptos leoninos satisfeitos, mas também trouxe críticas e alertas
10 Out 2026 | 12:40 |
A vitória do Sporting por 3-1 frente ao Braga, na 8.ª jornada da Liga Betclic, deixou os adeptos leoninos satisfeitos, mas também trouxe críticas e alertas para o que ainda falta melhorar. Francisco Rodrigues dos Santos, Carlos Xavier e Rita Garcia Pereira analisaram o triunfo dos verdes e brancos.
Francisco Rodrigues dos Santos destacou a capacidade de reação da equipa de Rui Borges, recorrendo a uma metáfora musical para descrever a transformação do jogo. "Foi uma reviravolta com alma de leão. Com os melhores músicos, a orquestra mudou de tom", afirmou ao jornal 'Record'.
F. Rodrigues dos Santos: "O Sporting pode prometer muitas alegrias, mas precisa que o Natal traga um guarda-redes à medida da nossa ambição"
Apesar dos elogios à vitória, o adepto leonino deixou um aviso sobre uma posição que considera precisar de reforço. "O Sporting pode prometer muitas alegrias, mas precisa que o Natal traga um guarda-redes à medida da nossa ambição", alertou.
Carlos Xavier também considerou o resultado expressivo, mas lembrou que a primeira parte ficou aquém do esperado: "É uma vitória categórica. O Sporting teve uma 1ª parte menos conseguida, mas quando entraram os melhores viu-se logo uma diferença na forma de jogar. Para os jogos futuros precisamos de rematar muito mais à baliza".
Já Rita Garcia Pereira valorizou a entrega demonstrada pela equipa perante as dificuldades: "Apesar das dificuldades impostas pelo Braga, é importante destacar a atitude e a determinação dos jogadores. Como adepta do Sporting, é um orgulho ver que a equipa lutou até ao fim".
Na análise, comentador destacou mudanças promovidas pelo treinador leonino, que permitiram dar a volta às dificuldades táticas sentidas durante o encontro
10 Out 2026 | 12:13 |
Luís Freitas Lobo elogiou a intervenção de Rui Borges na vitória do Sporting frente ao Braga, mas também deixou uma descrição curiosa de Nestory Irakunda, que considerou ter sido um verdadeiro "diabo à solta". Na análise, o comentador destacou as mudanças promovidas pelo treinador leonino, que permitiram dar a volta às dificuldades táticas sentidas durante o encontro.
"Tudo começou com a tentativa de dividir o relvado como se fosse papel quadriculado, nas marcações "homem a homem" que o Sporting fez pelo campo todo, mas que implicaram a perda de autodeterminação dos seus médios, que, em vez de correrem, por onde podiam criar espaços, corriam por onde estavam os jogadores do Braga, marcando-os: Altimira com Pau Víctor (até fazer uma linha de cinco entre os centrais, em organização defensiva), Anderson com Moutinho e Doumbia a olhar para Gorby".
O comentador do jornal 'O Jogo' identificou ainda Huseinbasic como uma das peças que permitiram ao Braga explorar as fragilidades do encaixe tático leonino: "Feito o encaixe do 4-3-3 leonino no 3-4-3 do Braga com bola, esse "jogo de pares" foi desfeito quando um falso segundo avançado, na meia-direita, Huseinbasic, recuava/fletia para ser o terceiro médio "por dentro". Nesse momento, ele era o único jogador... "sem par"! Só dessa forma seria possível estar liberto naquele espaço interior no momento do remate para o 1-0".
L. Freitas Lobo: "Maxi Araújo redimensionou a largura e as subidas pela esquerda, onde Irakunda soube ser "diabo" à solta"
A reação de Rui Borges chegou a partir dos 60 minutos: "A solução verde surgiu na meia hora final, em que Rui Borges mudou a face criativa do 4-3-3, com outro tipo de médio, Zalazar, no lugar de Anderson, mais vocacionado para a contenção. Passou a ter o setor que lhe faltava na ligação desde trás, combinando o jogo até chegar à área bracarense. Suárez deu outro aroma à zona de finalização (à área, em vez da mobilidade agressiva de Ioannidis), e Maxi Araújo redimensionou a largura e as subidas pela esquerda, onde Irakunda soube ser "diabo" à solta".
Na conclusão, o analista considerou que a capacidade de intervenção do treinador foi determinante: "O treinador tinha sido o melhor a intervir no jogo. Existia um condicionalismo físico na utilização dos jogadores regressados das seleções, mas, além disso, existia um plano de marcações que estava a amarrar a equipa. Zalazar (e as alterações nas dinâmicas ofensivas que provocou) rasgaram todos os papéis aos quadradinhos dos "jogos de pares" e escreveram numa longa página verde (cor do relvado e da equipa) a mudança do jogo e do resultado".
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10 Out 2026 | 11:46
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10 Out 2026 | 11:32
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10 Out 2026 | 11:11