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Após queixa do Porto em relação a Varandas, Presidente do Sporting é absolvido pela FPF
13 Fev 2026 | 11:28
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25 Set 2020 | 18:03 |
Hélder Amaral não tem dúvidas de que a decisão mais sensata seria “adiar a Assembleia Geral”. Em declarações exclusivas ao Leonino, o ex-deputado da Assembleia da República aponta o dedo a Rogério Alves e mostra-se preocupado com o que considera serem constantes atropelos aos direitos do Sócios do Sporting CP.
“A defesa da saúde pública deve ser sempre prioridade de todos, mas há espaço para adaptação sem pôr em causa a legalidade ou uma restrição de direitos. Dito isto, e tendo a MAG procurado junto da DGS uma solução que não pusesse em causa a saúde pública, o mais sensato seria adiar a AG para que um dos momentos mais importantes na vida do Clube não seja reduzido a uma mera formalidade”, começou por referir Hélder Amaral.
“Não é possível atropelar, limitar e sonegar o direito de participação dos Sócios”
O ex-deputado considera que “não é possível, a coberto da pandemia ou outro pretexto qualquer, atropelar, limitar e sonegar o direito de participação dos sócios, ou o direito de resposta de quem tem o dever de a dar de viva voz”.
De acordo com este cenário, Hélder Amaral defende que “a forma proposta confirma a opacidade e a reiterada falta de esclarecimento aos Sócios, ou seja, não há um normal funcionamento das instituições, e a responsabilidade não pode ser assacada à pandemia. Não foi declarado o estado de emergência, nem foram suspensos os estatutos e regulamentos do Sporting CP. Não é suficiente a simples discordância ou oposição a uma ou outra norma, como argumenta o presidente da MAG”.
Relativamente ao envio dos cartões de Sócio, Hélder Amaral afirmou que “é mais um problema que justificaria o adiamento da AG. Por exemplo, no meu caso aguardo ainda o envio do cartão provisório”. Neste sentido, o ex deputado da Assembleia da República, defende que “quando há conflitos, a primeira baixa é normalmente a verdade. O cumprimento escrupuloso dos estatutos, o reforço da comunicação com os Sócios, antecipar e reforçar a explicação aos Sócios da real situação do Clube e das soluções encontradas, ajudavam a perceber melhor o exercício deste mandato”.
“É preciso garantir que o resultado final corresponda à vontade expressa dos Sócios”
No que diz respeito ao apuramento dos resultados, Hélder Amaral salienta a importância da transparência na contagem dos votos: “Se, porventura, permitirmos que se instale a dúvida e a falta de confiança nos resultados, abriremos outra ferida. Qualquer incerteza sobre a segurança, transparência e acreditação colocará em causa a votação. Em suma, é preciso garantir que o resultado final corresponda à vontade expressa dos sócios, e não a outra coisa qualquer”.
“Fica em causa a independência dos restantes órgãos”
Hélder Amaral indicou que “podemos discordar e propor alterações no momento próprio, mas não pode, em particular um PMAG, exercer de forma autocrata o seu poder, e não pode deixar de merecer reparo essa atitude. Fica em causa a independência dos restantes órgãos, e não consigo perceber o silêncio cúmplice de tantos Sócios que, com base na sua capacidade académica e méritos profissionais, no passado recente exigiram mudanças”.
“Seria normal esperar uma convocatória com mais assuntos”
Já sobre os temas da AG, o conhecido Sportinguista indicou que “há claramente um clamor e uma profunda angústia no comum dos Sócios, que de forma espontânea tem sido visível em manifestações e requerimentos, utilizando as redes sociais, uns mais organizados que outros, mas que apenas querem normalidade e, se possível, festejar vitórias”.
Como tal, “seria normal esperar uma convocatória com mais assuntos neste momento, desde logo porque parece que para estes órgãos diretivos os problemas do clube – desportivos, financeiros ou outros – serão resolvidos com o i-Voting, mas o que parecia inadiável foi adiado”.
O Sporting CP convocou uma AG para amanhã, 26 de setembro. Com dois temas únicos – "Votar o Orçamento dos Rendimentos, Gastos e Investimentos do Sporting CP, para o exercício de 1 de julho de 2020 a 30 de junho de 2021" e "Deliberar sobre o Relatório de Gestão e as Contas do Sporting CP, respeitantes ao exercício de 1 de julho de 2019 a 30 de junho de 2020" –, os Sócios leoninos votarão, mas “sem que haja lugar a discussão prévia", conforme foi indicado em comunicado oficial do Clube.
Eleições do emblema verde e branco terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março
16 Fev 2026 | 14:28 |
A candidatura de Bruno Sorreluz, mais conhecido por Bruno ‘Sá’, foi oficialmente validada, cumprindo todos os pressupostos exigidos pelos estatutos do Sporting. O empresário, de 45 anos, entregou a lista no dia 12 de fevereiro e vai agora concorrer contra Frederico Varandas.
A novidade foi anunciada pelo próprio Bruno Sá, proprietário do restaurante ‘Cantinho do Sá’, localizado nas imediações do Estádio José Alvalade. O candidato recorreu às redes sociais para partilhar a notícia e agradecer tanto aos apoiantes como àqueles que duvidaram da capacidade da sua equipa em reunir os requisitos necessários.
B. Sorreluz: “É oficial! Vamos a votos"
“É oficial! Vamos a votos. Obrigado a todos os que acreditaram e tornaram possível esta missão, mas um agradecimento também a quem não acreditou e colocou em causa a capacidade da fantástica equipa que me acompanha”.
O empresário - que criticou recentemente Frederico Varandas - sublinhou ainda a preparação da sua equipa para enfrentar a campanha eleitoral: “Conseguir, em tão pouco tempo, os requisitos legais para formalizar a candidatura, mostra que estamos preparados para tudo. Vamos à campanha”, escreveu.
As eleições do Sporting terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março. Esta calendarização decisiva foi anunciada formalmente pelo órgão da Mesa da Assembleia Geral, através do jornal oficial do Clube.
Candidato às próximas eleições do Clube de Alvalade deixou uma mensagem nas redes sociais após a formalização da sua intenção
13 Fev 2026 | 14:36 |
Bruno Sá entregou esta quinta-feira as assinaturas para a oficialização da sua candidatura à presidência do Sporting. E se inicialmente evitou revelar os nomes que integram a sua lista acabou por deixar críticas pelo facto de estes terem sido tornados públicos. Numa mensagem nas redes sociais da sua candidatura intitulada "há momentos na vida em que o silêncio deixa de ser opção", o candidato não se deixou ficar.
"Minutos depois [de falar aos jornalistas], os nomes que integram as listas da minha candidatura já circulavam em grupos de WhatsApp e, de seguida, na Imprensa, quando estavam apenas na posse de quem os recebeu oficial e confidencialmente", frisou, garantindo: "Já manifestei, por telefone, o meu profundo desagrado ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Dr. João Palma."
"Como pode um candidato sentir confiança?"
"Como pode um candidato sentir confiança num processo em que informação sensível é exposta desta forma? Que garantias existem? Situações destas podem configurar uma violação grave dos deveres institucionais de reserva, confidencialidade e proteção de dados pessoais", escreve.
"A verdade é que este episódio não surge isolado. Tenho aguentado, em nome da elevação e do respeito pelo Sporting, um conjunto de situações que preferi não expor publicamente. Mas o que aconteceu hoje ultrapassa todos os limites", lançou, considerando que o episódio, que "ultrapassa todos os limites, não surge isolado", atirando: "Qual é o receio de eu ir a votos?", questionou Bruno Sá.
As eleições do Sporting terão lugar no Pavilhão João Rocha, entre as 09h00 e as 20h00, no próximo dia 14 de março. Esta calendarização decisiva foi anunciada formalmente pelo órgão da Mesa da Assembleia Geral, através do jornal oficial do Clube.
Confira a publicação:
Antigo administrador da SAD leonina, entre 2016 e 2022, anuncia razões de não ser adversário de Frederico Varandas no ato eleitoral do Clube
13 Fev 2026 | 13:10 |
O prazo para a entrega de candidaturas no Sporting esgotou-se esta quinta-feira e o Clube vai a votos no próximo dia 14 de março para escolher entre os projetos de Frederico Varandas e Bruno Sá - que explicou recentemente a intenção da sua candidatura. Após ponderação, Nuno Correia da Silva decidiu não entrar na corrida eleitoral em 2026 mas admite que gostava de ver uma estrutura “mais participado pelos Sócios".
"O Sporting tem imensos sócios e adeptos que não estão a ser aproveitados"
“O propósito da candidatura seria de mobilizar os adeptos para a adesão a um modelo de gestão mais participado pelos Sócios. Considero o atual modelo muito centralizado e distante. O Sporting tem um imenso capital humano, os seus Sócios e adeptos, que não estão a ser aproveitados", revelou, em declarações ao jornal Record.
"Das consultas que fiz, a maioria das pessoas reveem-se neste propósito, mas entendem que não é o timing certo para avançar. Respeito, não é a minha opinião, mas só faria sentido avançar em equipa. Pessoalmente, há razões de saúde que aconselham a não avançar”, declarou.
"O propósito não está prejudicado. Mas só o futuro ditará a oportunidade"
Administrador da SAD entre 2016 e 2022, não exclui a possibilidade de avançar noutro momento: “O propósito não está prejudicado. Mas só o futuro ditará a oportunidade”, observou, esperançado em ver, no próximo mandato presidencial até 2030, “um Sporting que vende [jogadores] por ajustamentos de plantel e não por razões de tesouraria".
Ao concluir, Nuno Correia da Silva apontou o fundamental: "O importante é gerar receitas alternativas que possam sustentar a manutenção dos melhores no seu melhor período. Isso é possível com a internacionalização da marca e com o recurso a múltiplas fontes de receitas. Os maiores clubes europeus têm como maior fonte de receita, mais de 50%, as receitas comerciais, decorrentes da sua internacionalização, esse deve ser o caminho".