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Rui Borges manda reforço de milhões para a equipa B do Sporting - Exclusivo confirmado
24 Out 2026 | 13:15
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28 Fev 2020 | 19:22 |
O Leonino fez as contas e chegou à conclusão de que os cinco treinadores que passaram no Sporting CP desde que Frederico Varandas está à frente dos destinos do Clube ganharam apenas cerca de 60% dos seus jogos. Apesar dos maus resultados, Jorge Silas, com 62,96%, é o timoneiro com melhor percentagem de vitórias. Logo de seguida, surge José Peseiro, com 60%. O último lugar do pódio é ocupado por Marcel Keizer, com 59,52%. No entanto, na temporada de 2018/2019, o treinador holandês venceu dois títulos – Taça da Liga e Taça de Portugal. Nesta lista, incluímos Tiago Fernandes (66,67% de vitórias) e Leonel Pontes (que não venceu qualquer encontro), mas não fazemos a comparação com os restantes, fruto de terem realizado apenas três e quatro jogos, respetivamente. Jorge Silas assumiu o comando dos leões no dia 30 de setembro de 2019. Nessa ocasião, num jogo disputado no norte do país diante do Desportivo das Aves, a turma de Alvalade venceu, por 1-0, com Bruno Fernandes a converter, com sucesso, uma grande penalidade já nos minutos finais. No jogo seguinte, novo triunfo. Desta vez no Estádio José de Alvalade, frente ao LASK Linz, os comandados de Silas venceram os austríacos, por 2-1. No entanto, no jogo seguinte, quando nada o fazia esperar, o Sporting CP foi eliminado na Taça de Portugal pelo Alverca, por 2-0. Desde então, a vida de Silas não tem sido fácil.
Até ao momento, nos 27 jogos em que liderou os leões, o treinador português registou 17 triunfos, um empate e nove derrotas, ou seja, uma média de 62,96% de vitórias. Exceção feita a Tiago Fernandes e Leonel Pontes, que estiveram poucos jogos à frente da equipa principal, Jorge Silas, por pequena margem, apresenta a melhor percentagem de vitórias dos três treinadores em análise. No entanto, também é verdade que, contrariamente, por exemplo, a Marcel Keizer, que conquistou dois títulos, Silas, pelo menos na presente temporada, já não vai celebrar a vitória em qualquer trofeu.
Peseiro resistiu dez jogos
O primeiro treinador que Frederico Varandas teve enquanto responsável máximo do Sporting CP foi José Peseiro. Embora tenha sido contratado pela Comissão de Gestão liderada por Artur Torres Pereira, com Sousa Cintra na SAD, o Presidente anunciou, em campanha eleitoral, que José Peseiro seria o seu treinador. No entanto, após uma dezena de jogos, o treinador foi despedido. Nas dez partidas em que esteve ao comando dos leões, Peseiro ganhou seis vezes e perdeu quatro.
A vitória mais gorda que conseguiu aconteceu a 28 de outubro de 2018, no Estádio José de Alvalade, frente ao Boavista. Nessa ocasião, Nani, por duas vezes, e Bruno Fernandes apontaram os golos do triunfo leonino, por 3-0. Todavia, na partida seguinte, Peseiro haveria de ser despedido. Em jogo relativo à fase de grupos da Taça da Liga, o Sporting CP foi derrotado, em casa, pelo Estoril Praia, por 2-1. Wendel até inaugurou o marcador aos oito minutos, mas, já na parte final, um golo de Sandro Lima e um autogolo de André Pinto ditaram o desaire verde e branco. Nessa mesma noite, a Direção comunicou a José Peseiro que já não contava com ele.
Nesta estatística, estão incluídos apenas os jogos que Peseiro fez enquanto treinador do Sporting CP com Frederico Varandas a Presidente do Clube. Desta forma, os triunfos diante do Moreirense, por 3-1, do Vitória de Setúbal, por 2-1, do Feirense, por 1-0, e ainda o empate com o SL Benfica, a uma bola, foram excluídos da lista em causa.
Tiago Fernandes não perdeu e empatou em Londres
Na sequência do despedimento de Peseiro, Tiago Fernandes foi convidado para treinador interino. O filho de Manuel Fernandes liderou os destinos da equipa principal do Sporting CP apenas por três jogos. No entanto, não registou qualquer derrota, tendo, inclusive, empatado, a zero, no Emirates Stadium, com o Arsenal. De resto, o ex-treinador do Estoril Praia estreou-se com uma vitória nos Açores, por 2-1, frente ao Santa Clara.
Naquele que viria a ser o seu último jogo como técnico dos leões e o único no Estádio José de Alvalade, Tiago Fernandes triunfou, também por 2-1, sobre o Desportivo de Chaves. Bas Dost, por duas vezes, apontou os golos da vitória verde e branca.
Dois títulos para Marcel Keizer
O terceiro treinador contratado por Frederico Varandas, e o primeiro escolhido por si, foi Marcel Keizer. O treinador holandês chegou proveniente do Al Jazira e teve um começo implacável, somando sete vitórias consecutivas e contabilizando um total de 30 golos marcados e oito sofridos. A primeira derrota aconteceu frente ao Vitória de Guimarães no Afonso Henriques, por 1-0, no dia 23 de dezembro de 2018.
Em 42 jogos, Keizer venceu 25, empatou nove e perdeu oito, perfazendo uma percentagem de vitórias de 59,52%. Todavia, e apesar de, por exemplo, registar valores inferiores aos de José Peseiro e Jorge Silas, o treinador holandês conquistou dois títulos – Taça da Liga e Taça de Portugal –, curiosamente sempre frente ao FC Porto e sempre nas grandes penalidades. Nesta estatística, esses dois encontros, bem como o empate nos 90 minutos nas meias finais da Taça da Liga frente ao SC Braga, foram contabilizados como empates, apesar de, no fim das contas, os leões terem saído vencedores. Se fossem contabilizados como vitórias, Keizer subiria para 62,22% de vitórias.
No início da presente temporada, o Sporting CP foi goleado, por 5-0, pelo SL Benfica, empatou no Estádio dos Barreiros, a uma bola, com o Marítimo e foi ainda derrotado, em casa, por 3-2, pelo Rio Ave. Fruto destes maus resultados, Frederico Varandas entendeu que o treinador holandês já não servia mais os interesses do Clube e decidiu despedir Marcel Keizer. Seguiu-se Leonel Pontes.
Leonel Pontes nunca venceu
No curto período de tempo em que esteve como treinador interino do Sporting CP, Leonel Pontes não foi capaz de somar qualquer vitória. Em quatro jogos, o técnico dos sub-23 verdes e brancos registou três derrotas e um empate. Na estreia, o antigo treinador adjunto de Paulo Bento foi empatar, a uma bola, ao Estádio do Bessa, com o Boavista. A ‘gota de água’ viria a ser a derrota caseira diante do Rio Ave, por 2-1, em jogo a contar para a primeira jornada da fase de grupos da Taça da Liga. Pelo meio, desaires frente ao PSV (3-2) e também diante do Famalicão FC (2-1).
Desta forma, se ainda tinha algumas hipóteses de continuar como treinador principal do Clube de Alvalade, as mesmas desvaneceram-se. A seguir, o Presidente do Sporting CP escolheu Jorge Silas para sucessor.
Clube de Alvalade até entrou melhor e chegou à vantagem no marcador, mas não conseguiu travar reação do emblema encarnado
24 Out 2026 | 17:28 |
O Sporting foi derrotado pelo Benfica, por 4-1, no dérbi de futebol feminino disputado no Estádio da Luz e caiu para o segundo lugar da Liga BPI. As leoas - que foram provocadas na antevisão - até entraram melhor e chegaram à vantagem, mas não conseguiram travar a reação encarnada.
A equipa orientada por Micael Sequeira começou da melhor forma, com Ana Dias a inaugurar o marcador logo aos cinco minutos. A atacante aproveitou um passe de Carla Armengol e finalizou com qualidade, dando esperança ao conjunto leonino. No entanto, a vantagem durou apenas seis minutos, já que Nycole Raysla restabeleceu a igualdade aos 11 minutos, após uma transição rápida.
Depois de um início equilibrado, o Sporting começou a perder controlo e permitiu que o rival ganhasse espaço e confiança. Aos 31 minutos, Anna Csiki completou a reviravolta, colocando o Benfica em vantagem. Perto do intervalo, Nycole Raysla voltou a marcar, desta vez de cabeça, na sequência de um canto, deixando as leoas em desvantagem por 3-1 ao descanso.
Na segunda parte, o Sporting ainda procurou reagir e teve algumas aproximações perigosas, incluindo uma tentativa de Beatriz Cameirão que quase surpreendeu Lena Pauels. Porém, as leoas não conseguiram reduzir a diferença e o Benfica continuou a criar oportunidades.
Já aos 88 minutos, Andreia Norton fixou o resultado em 4-1, após cruzamento de Diana Gomes. Com este desaire, o Benfica (12) ultrapassou o Sporting (10) assumiu a liderança, ficando com mais dois pontos e ainda um jogo em atraso. O próximo jogo das leoas está marcado para domingo, dia 1 de novembro, às 17h30, na receção ao Valadares Gaia. A última vitória do Clube de Alvalade diante das encarnadas aconteceu em agosto de 2024.
Técnico português, que é visto como eventual sucessor de Rui Borges em Alvalade, é visto como um dos principais responsáveis pelo desaire
24 Out 2026 | 15:11 |
Leonardo Jardim está a ser alvo de duras críticas, depois de o Flamengo ter sido eliminado pelo Estudiantes nas meias-finais da Taça Libertadores. O treinador português, que é apontado ao lugar de Rui Borges no Sporting, é visto como um dos principais responsáveis pelo desaire.
Venê Casagrande, jornalista brasileiro, não poupou o técnico luso na análise à eliminação do emblema do Rio de Janeiro da competição, responsabilizando-o diretamente pelo resultado e questionando as suas opções durante o encontro.
V. Casagrande: "Leonardo Jardim foi cobarde e medroso"
"Leonardo Jardim foi cobarde e medroso. É o principal culpado na eliminação do Flamengo para o Estudiantes na Libertadores. Agora, ele está ali porque foi escolhido pela estrutura (José Boto), outro que precisa de dar explicações. Bap, presidente do Flamengo, cometerá um grande erro se manter Jardim em 2027. O português tem uma leitura de futebol que não encaixa com a cultura do Flamengo. Dito isso: o Brasileirão tornou-se obrigação", afirmou.
As declarações colocam ainda em causa a continuidade no comando técnico. Venê Casagrande considera que a direção deverá ponderar a permanência do treinador e defende que José Boto, responsável pela escolha do português, também deve prestar esclarecimentos.
Leonardo Jardim chegou ao Flamengo para suceder a Filipe Luís e soma, nesta temporada, 26 vitórias em 42 jogos. Apesar dos números, a eliminação continental intensificou a contestação em torno do técnico, numa altura em que, segundo o jornalista, a conquista do Brasileirão passou a ser uma obrigação.
Técnico marcou presença na conferência de imprensa de antevisão ao encontro da nona jornada da Liga, abordando a reação ao desaire europeu
24 Out 2026 | 14:03 |
Após a derrota por 3-2 frente ao LASK Linz, em Alvalade, Rui Borges marcou presença na conferência de imprensa de antevisão ao encontro com o Académico de Viseu, abordando a reação ao desaire europeu, as opções táticas e a condição de vários jogadores.
Este é um jogo perigoso?
"Os jogos são todos perigosos, independentemente do adversário. Agora, com todo o mérito do seu treinador, da sua equipa, do seu trabalho, o Académico está a fazer um excelente início de época. Como tu disseste e bem, é uma equipa já madura, uma equipa que se conhece muito bem, apesar de terem mudado de treinador, com ideias muito boas, particularmente conheço já alguns anos, de enfrentar. Não mudou muito nesse sentido, por isso é uma equipa que está motivada, como tu disseste e bem, vem de quatro vitórias seguidas. Independentemente do jogo da taça, são jogos diferentes, competição diferente, competição diferente, mudou praticamente os onze jogadores e a taça acaba por acontecer muitas vezes essa surpresa. Por isso, não acredito que isso lhes a belisque em nada, o que vai beliscar em alguma coisa, aquilo que é a confiança que têm enquanto equipa, enquanto aquilo que estão a conseguir construir ao longo deste início de época, com todo o mérito. E isso deixa-nos a nós em alerta, porque estão em quinto, estão em quinto com muita qualidade, com muito mérito e nós temos que olhar para eles nesse sentido, independentemente de ser uma equipa que acabou de subir à primeira liga, tem a sua qualidade individual e coletiva e nós esperamos estar preparados para aquilo que iremos encontrar amanhã".
Debast está fora? Pode haver alterações?
"Podem acontecer alterações. O Zeno não está para este jogo, não estará para este jogo nem para o jogo de terça-feira. Por isso, é uma baixa para a nossa equipa. Dentro daquilo que são as nossas soluções, iremos apresentar o melhor onze amanhã para defrontar o Académico e sermos fortes em nossa casa, voltar às vitórias, que é importante. Mas sim, pode haver uma ou outra alteração".
Sergi Altimira mais recuado
"Bem, eu já estou aqui vai fazer quase dois anos, e acho que deviam conhecer-me. Não é olhar para o jogo e o Altimira, o Geny... Ou seja, deviam perceber aquilo que é a ideia do treinador e de que forma estratégica aborda os jogos dentro daquilo que é o adversário. Nós não fugimos à nossa ideia de jogo. Independentemente do adversário, tentamos de forma estratégica adaptar-nos àquilo em termos defensivos, desde que o Rui Borges chegou ao Sporting, desde que esta equipa técnica chegou aqui. Mas relativamente à época passada e ao início desta, nós, quando as equipas constroem a três, ajustamo-nos para fazer pressão homem a homem, principalmente em nossa casa até para ir buscar referências. Defendemos a cinco, como sempre fizemos, a única diferença é que antes em alguns jogos fizemos com o Geny, e nestes três jogos optámos pelo Sergi, mas não mudou nada aquilo que é a estratégia de jogo ofensiva do Sporting. Mas porque é que fica mais vazio? Não, por isso é que eu estou a dizer, vocês fazem as perguntas, mas têm que saber o porquê das coisas. Eu gostava que vocês tivessem essa capacidade de leitura, de perceber o porquê das perguntas e a parte tática. Eu estou a explicar, por isso basta olhar para aquilo, nós defendíamos a cinco contra equipas que constroem a três, com dois ficamos 5-2-3, defendemos com dois médios, o Sergi baixou para cinco, não defendemos com dois médios? Defendemos igual, ou não? Defendemos igual. Estou a perguntar, vocês viram o jogo, vocês estavam a fazer uma pergunta derivada daquilo que foi o jogo e eu estou vos a questionar, porque vocês têm que entender o porquê das coisas e o porquê das perguntas, só assim é que faz lógica para mim, não é? E eu respondo com todo o gosto, estou a explicar e estou a explicar, e gosto que essas perguntas tenham a ver com a parte tática e estratégica do jogo, por isso, não tem a ver com o Sergi ou não baixar e o meio-campo não muda nada. Nós sempre defendemos equipas que constroem a três em 5-2-3 ou em 5-4-1, um bloco mais baixo depois. Por isso, não muda nada, muda o jogador que quer defender, em vez de estar no meio está atrás, mas temos dois médios na mesma e outros jogos está o Geny atrás e está o Sergi, mas são só dois médios, com o nosso terceiro médio bem defender à direita. Por isso, de forma estratégica não mudou absolutamente nada, com bola o Sporting exatamente a construir como qualquer outro jogo, com seis, dois interiores agora, dois médios, numa fase inicial de época andávamos com dois médios, época passada andávamos com dois médios, derivada daquilo que as características, por isso a questão do Sergi é uma não questão para mim, tem a ver muito com aquilo que é a estratégia e não perdemos porque o Sergi encaixou a cinco, quer dizer, nos outros dois jogos e o Sergi foi espetacular, grande estratégia, agora perdemos e questionam por que é que o Sergi continuou a cinco? É simples, basta olhar que defrontámos três equipas que construíram a três e nós defendemos a cinco, quando assim é, é para bater homem a homem".
Em jogos que correram mal, Arouca, Guimarães, Famalicão chegou a falar em falta de atitude competitiva. Agora falou em falta de energia
"Eu não me justifiquei com isso. São histórias todas diferentes. O único jogo que claramente não estivemos à altura foi a segunda parte com o Vitória. Foi má. Podia ter feito outras coisas enquanto treinador. Depois de abrir o melão é que sabemos. No momento fiz o que achei melhor. São jogos diferentes. Famalicão é um momento. Com o Estrela foram momentos individuais. Com o Arouca estávamos com 10. A falta de energia são sensações. Vejo e reparo que a equipa não está no mesmo patamar. Às vezes não é por quererem. É porque o corpo não responde. A falta de maturidade nesses momentos em que temos menos energia falta-nos maturidade para quebrarmos isso, esse excesso de passes falhados. Temos que respirar. Não é nenhuma justificação. A culpa é sempre aqui do treinador. Podemos fazer melhor. O nosso propósito é ganhar e tirar rendimento".
Kaique na baliza. Essa opção vai manter-se?
"Opção técnica. Amanhã têm que ver quem joga. O Zeno não está para estes dois jogos e o Zalazar também não".
Encontra alguma explicação para o facto do Sporting sofrer o dobro dos golos em casa?
"A crítica faz parte e existe desde o primeiro dia que cheguei ao Sporting. Entendo-a e compreendo-a, desde que seja com respeito. Temos sofrido mais golos do que desejávamos. É um conhecimento mútuo e estamos em busca de sermos melhores. O facto de estarmos mais vezes expostos a momentos de transição... é algo em que temos que crescer. Tentamos melhorar e diminuir esse aspeto. Sabemos isso. Está identificado".
Voltando ao jogo com o LASK Linz. Disse que seria necessário o jogo de cabeça fria. Como explica que o Sporting tenha tido menos energia com semana limpa?
"Digo falta de energia e isso não é justificação. Tínhamos obrigação de ter feito mais, outro resultado, mesmo perante este adversário e a boa estratégia do adversário. Em alguns momentos em que falhámos mais passes, houve um acumular de coisas que fugiu do normal. Se tivéssemos conseguido igualar a intensidade, o erro da tática ou posse conseguíamos superar. Não senti a intensidade do jogo do Lens ou Braga. Foi coletiva, não foi individual. Já vi grandes treinadores a fazerem uma substituição e não ganharem. Já vi o Guardiola. O futebol é bonito por causa disso. Toda a gente percebe de futebol, faz equipas... Jogámos com 11, o Altimira defendeu como defendemos sempre. Às vezes, até digo aos jogadores, que ludibriar muito os adversários depende da cara dos jogadores".
A atacar mudou alguma coisa?
"Posso responder à sua pergunta como uma pergunta? Quando faz a pergunta tática tem que perceber o porquê da tática, não é só porque o outro diz para fazermos e nós fazemos. O Geny defendia a 5 e os médios que ficavam era o Sergi e o Doumbia... Tínhamos algum médio cerebral? Não, ia defender à direita. Ganhámos mais em termos defensivos. Temos o Geny mais perto para acelerações. É rápido. A parte do médio mais cerebral depende dos momentos do jogo. Mais decisões táticas minhas e na tentativa de buscar o melhor de cada um".
Sobre o Ba, foi para o banco em Braga e ainda não entrou. O que se passa?
"É solução para amanhã. Tem mais treino e é uma opção como qualquer outro colega".
O que falta a Flávio Gonçalves?
"Não perdeu nada. Teve muito a ver com estratégia. Em termos de características individuais, do adversário. Dentro da estratégia deste jogo, o Sergi baixava para cinco e o Geny ficava por fora. Neste caso tinham que ser dois médios a fazer a linha do 5x2x3. O Flávio é um criativo e para dar aquele equilíbrio, acabou por perder por estratégia de jogo e não pelo Flávio. Acreditamos muito nele. Teve a ver com estratégia, mais do que tudo o resto. Amanhã? Pode fazer sentido, é um adversário diferente".
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