Futebol
Jesse Derry faz trabalho extra no Sporting, mas empréstimo corre o risco de acabar mais cedo
04 Nov 2026 | 15:56
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Futebol
29 Ago 2024 | 18:27 | Por Redação
Manchester City (casa), Leipzig (fora), Club Brugge (fora), Arsenal (casa), Lille (casa), PSV (fora), Bolonha (casa) e o Sturm Graz (fora). São estes os adversários do Sporting na fase liga da Champions, com o sorteio a ser simpático para a turma de Rúben Amorim.
Lembrar que, nesta fase de prova, os oito primeiros classificados seguem para os oitavos-de-final, enquanto os emblemas que ficarem entre o nono e o 24.º disputarão um play-off. As restantes equipas serão eliminadas da prova e ficarão afastadas das competições europeias.
Os jogos em concreto ainda não têm data definida, mas as jornadas já têm data predefinidas:
Jornada 1: 17–19 de Setembro de 2024
Jornada 2: 1/2 de Outubro de 2024
Jornada 3: 22/23 de Outubro de 2024
Jornada 4: 5/6 de Novembro de 2024
Jornada 5: 26/27 de Novembro de 2024
Jornada 6: 10/11 de Dezembro 2024
Jornada 7: 21/22 de Janeiro de 2025
Jornada 8: 29 de Janeiro de 2025
No próximo sábado, a UEFA revelará a calendarização da fase liga da Champions.
Na edição 2022/23, última em que o Sporting tinha marcado presença, a turma de Rúben Amorim terminou no terceiro lugar do grupo D, com sete pontos em seis encontros (duas vitórias, um empate e três derrotas). O Tottenham foi primeiro (11 pontos), o Eintracht Frankfurt segundo (10) e o Marselha quarto (6).
Treinador português assinou um contrato válido até 2030 e foi apresentado por Frederico Varandas nesta quarta-feira, dia 4 de novembro
04 Nov 2026 | 20:36 | Por Maria Pinto Jorge
Oficial! Paulo Fonseca é o novo treinador do Sporting e assinou um contrato válido até 2030. O sucessor de Rui Borges foi apresentado esta quarta-feira por Frederico Varandas e, nas suas primeiras palavras como técnico dos leões, afirmou que este é um concretizar de um sonho, deixando vários elogios ao plantel.
Paulo Fonseca: "Estou no momento certo de ser treinador do Sporting"
"Boa noite a todos. Em primeiro lugar, agradecer ao presidente e à estrutura pela confiança depositada em mim, na minha equipa técnica e no meu trabalho. Regresso a Portugal 10 anos depois. Após passar por grandes equipas, diferentes campeonatos... Como o Presidente disse, tive sempre a preocupação de estar no top'5, e nos últimos sete anos estive no top'5 na Europa. E isso deveu-se à minha preocupação com o meu crescimento. A verdade é que tive sempre em mente continuar nos melhores campeonatos, a defrontar os melhores treinadores, jogadores, por forma a chegar hoje aqui melhor preparado. E a verdade, confesso, é que acho que estou no momento certo de ser treinador do Sporting. É o momento em que me sinto melhor preparado para enfrentar este desafio".
Paulo Fonseca: "O meu sonho tornou-se realidade"
"Sou profissional, mas não posso deixar de dizer que este clube sempre foi especial para mim. Sou adepto desde criança. Cresci a vibrar com o Jordão, o Manuel Fernandes, depois com o Carlos Xavier, Litos, Mário Jorge, Balakov, Douglas... E obviamente que isso pesou imenso no momento em que o presidente me endereçou o convite. Há sonhos que se tornam realidade. E o meu sonho tornou-se realidade. Estou no clube do meu coração".
Paulo Fonseca: "Quero construir uma equipa que jogue um futebol que orgulhe todos os Sportinguistas"
"Depois, uma coisa que me atraiu e motivou bastante é a qualidade deste jovem plantel. Estou extremamente motivado para trabalhar com jovens de qualidade em quem acredito imenso. Tenho a certeza de que vamos construir coisas especiais para o Sporting todos juntos. Estou plenamente consciente que é um momento importante para o Sporting. Aquilo que posso dizer é que estou extremamente empenhado e motivado em representar este enorme clube, com uma enorme história, onde os nossos adeptos revelam uma paixão única. Num clube diferente. Sim, o Sporting é um clube diferente. Tenho a noção de que tenho uma tarefa que é extremamente motivadora. Construir uma equipa que jogue um futebol que orgulhe todos os sportinguistas. Sou um adepto do bom futebol e aquilo que prometo é grande dedicação, muito trabalho. Para sempre que os sportinguistas observem a nossa equipa se sintam orgulhosos. E com a consciência de que fizemos sempre tudo para ganhar. Por último, deixar uma palavra de apreço e grande admiração ao mister Rui Borges e ao seu trabalho efetuado aqui no Sporting".
Paulo Fonseca passa às perguntas dos jornalistas
É um grande desafio? Depois de Zorro e Peaky Blinders, qual será o estilo?
"Como disse, estou consciente do momento [do clube]. A minha preocupação neste momento é conhecer a fundo os jogadores. Uma coisa é o que vemos, outra é trabalhar diariamente com eles. E grande preocupação em progredir a equipa, melhorar. Obviamente com as minhas ideias. E não estou a dizer que são melhores ou piores do que as do mister Rui Borges, são diferentes. Estou totalmente empenhado em fazer perceber aos jogadores aquilo que quero que eles executem. Acredito que isso vai levar-nos a ser uma equipa mais forte. E que possa entrar em todos os jogos com um único objetivo: vencer"
Porque considera este o momento certo para assumir o Sporting?
"Primeiro, é difícil dizer que não quando temos a possibilidade de concretizar um sonho. E eu senti, como já disse, que este era o momento ideal. É o momento em que me sinto mais preparado para estar à altura das exigências de um clube como o Sporting. Naturalmente, as pessoas em Portugal recordam-se muito daquilo que foi o meu trajeto cá. Saí para o estrangeiro com a clara ambição de progredir e evoluir. Tive a preocupação de estar nos melhores campeonatos, embora, e confesso, tenha tido muitos convites para a Arábia, para o Brasil... Mas o meu objetivo sempre foi continuar no top'5 para me preparar para este momento. E a verdade é que, naturalmente, sei que nem toda a gente acompanha os campeonatos lá fora. Provavelmente, as pessoas não conhecem o Paulo Fonseca de hoje. Conhecem o que esteve há 10 anos em Portugal. E este é diferente, penso eu para melhor. Em função das minhas vivências, da forma como me preparei para este momento"
Consegue tirar o melhor deste plantel?
"Se não acreditasse, não estava aqui. E uma das coisas que me motivou foi a qualidade jovem deste plantel. Acho que temos um futuro brilhante pela frente. Vai exigir muita dedicação, mas acredito plenamente no plantel. Hoje já tive a oportunidade de realizar o primeiro treino. E se já estava entusiasmado, hoje fiquei muito mais. Acredito plenamente que vamos ser mais fortes. Muitos deles são jovens, há muitos que estão pela primeira vez em Portugal... E esta mudança não é fácil. Vêm de outros contextos. Mas o tempo vai demonstrar que as escolhas foram acertadas e que este plantel dá garantias para o futuro do nosso clube"
Ano zero? Vai trazer alguém de fora? Capitães?
"Vou começar pela última. Naturalmente, sou um treinador que acredita que os líderes devem ser referências nos plantéis. E eu acho que preciso de tempo para perceber e conhecer os jogadores para decidir, em função desse conhecimento, se há essa necessidade ou não. Trazer alguém de fora? Não, a equipa técnica está constituída neste momento e vamos avançar todos juntos. Ano zero? A exigência no Sporting é sempre máxima. São 9 pontos, mas acredito que no futebol não há impossíveis. Mas devo dizer que estou muito mais focado no processo, na evolução da equipa e nas respostas às nossas ideias e propostas. E dizer também que o tempo não é muito. O tempo para treinar, preparar... Vamos tentar preparar da melhor forma a equipa, para sermos muito ambiciosos no próximo sábado"
O que mais mudou em Paulo Fonseca nestes anos?
"As vivências fazem-nos evoluir. O jogo também mudou muito. Nos últimos anos, houve grandes transformações no jogo em si. Eu passei por campeonatos que me obrigaram a mudar um pouco a minha visão do que é o jogo, do que é o treino. E, por isso, devido às diferentes experiências nos diferentes campeonatos e contextos, senti que nesse nível mudei imenso. A nível pessoal... Hoje tenho mais dois filhos do que na altura, já tenho quatro. E isso também nos obriga a ter mais responsabilidade. O tempo também nos muda, a idade... Nós amadurecemos. E estamos mais abertos a aprender, a ouvir, a observar. Quando começamos as nossas carreiras achamos que sabemos tudo. E a verdade é que um treinador é um processo inacabado. Temos de ter a preocupação de estar em constante atualização e evolução"
Sistema de 3 centrais?
"Há tanto a dizer sobre isso... Fala-se muito em sistemas, mas acredito mais em estruturas. E as equipas hoje apresentam uma flexibilidade que é exigida. Para mim, neste momento, não estou muito preocupado com a estrutura. Até porque isso muda em função do momento do jogo, do espaço... Estou mais preocupado com outras coisas. Com o ensinamento dos nossos princípios de jogo. E é nisso que me vou focar. Mas não acho que possa, neste momento, ser uma opção dar continuidade àquilo que foi o último jogo. Não sou naturalmente um grande adepto da linha a cinco. Mas, em determinados momentos do jogo, posso tê-la. Com diferentes jogadores..."
Falou com Rui Borges?
"Já sei o que vai perguntar. Claro que houve um telefonema. Foi na altura em que começaram a sair essas notícias de que o Rui tinha recusado o meu telefonema. Ontem tive o prazer de falar com ele. Uma conversa muito aberta e honesta, entre dois treinadores que entendem, sem qualquer tipo de hipocrisia, estes momentos. E a verdade é que estive bastante tempo à conversa com o Rui. Uma conversa super agradável, de respeito, grande admiração - como já confessei noutras alturas. Não falei só com o Rui, falei com o Tiago, adjunto dele e que já conheço há muito tempo. Repare: às vezes, criam-se problemas onde as coisas são perfeitamente normais. Até lhe posso contar uma história. Eu estava no Milan e estava a disputar um jogo com a Roma, e o treinador que me veio suceder já estava contratado. Tive de tirar as minhas coisas à pressa no dia a seguir porque o novo treinador queria entrar. E a verdade é que não recebi nenhum telefonema a seguir a isso... Mas acreditem que nem tinha de o fazer. As coisas são assim. Eu não levei a mal. As coisas são assim. E nós devemos, sem qualquer tipo de hipocrisia, perceber que este tipo de processos é assim. É natural".
Presidente dos verdes e brancos foi o primeiro a tomar a palavra na apresentação do novo treinador: justificou a escolha e também a saída do antecessor
04 Nov 2026 | 20:15 | Por Maria Pinto Jorge
Frederico Varandas falou aos jornalistas em conferência de imprensa dedicada à apresentação de Paulo Fonseca como o novo treinador do Sporting. Além de explicar a escolha do novo técnico, o Presidente dos leões deixou uma forte mensagem a Rui Borges e justificou a sua saída nesta fase da temporada.
Primeiras palavras para Rui Borges
"Primeiro, a minha primeira palavra vai para Rui Borges. E À sua equipa técnica, quero agradecer estes quase dois anos pelo um excelente trabalho em prol do clube. Antes de apresentar o nosso novo treinador, é de inteira justiça falar um pouco mais de Rui Borges e também o porquê da decisão. E Rui Borges e sua equipa técnica não foram medíocres, não foram satisfatórios, não foram bons. Foram muito bons"
Feitos de Rui Borges e a sua equipa técnica
"Rui Borges e a sua equipa técnica foram muito bons porque em quase 2 anos conseguiram a conquista de um bicampeonato que fugia a este clube há 71 anos. Conseguiram uma dobradinha que fugia a este clube há 23 anos. Conseguiu a melhor campanha da história na Liga dos Campeões deste clube. Conseguiu ser o segundo treinador com maior média de pontuação na Liga Portuguesa na história do Sporting a seguir a Ruben Amorim e à frente de Jorge Jesus. Mas parte também um treinador que além com estes feitos que fica na história na história das melhores histórias do Sporting Clube de Portugal, fica também um grande homem. E também justo dizer, rodeado também de grandes homens, os seus adjuntos, homens humildes, homens sérios, homens bons», continua Varandas"
Justificação o timing
"Percebo que se questione o porquê da decisão agora, e não há um ou três meses. Há cerca de um mês, no final de setembro, num evento organizado pela Associação Portuguesa de Futebol, perguntaram-me porque não despedia o treinador perante três empates e a perda de seis pontos. A nossa análise era simples: não tomamos decisões exclusivamente pelos resultados; não são os resultados em si que ditam o rumo. Esse início de campeonato e essa perda de pontos deveram-se a fatores extraordinários, autogolos e elementos que não controlávamos. Sobretudo, houve um denominador comum nesses encontros: o Sporting foi superior a todos os adversários, foi uma equipa grande e merecia ter vencido futebolisticamente"
Motivos para a escolha de Paulo Fonseca
"Conheço-o há mais de um ano, fomos falando sobre o que é futebol e há, entre nós, uma conexão, na forma de estar e de ser. Também posso revelar que tinha o sonho de trabalhar com ele. Mas ele sempre foi claro - não queria voltar a Portugal. Ficou sempre muito claro que queria continuar no top-5. Nunca mostrou a mínima abertura de voltar. Após o jogo com o Ac. Viseu, no dia seguinte, falei com ele com um conteúdo diferente. Lancei o desafio de assumir a liderança e, nos dias seguintes, percebi uma abertura por parte de Paulo Fonseca, mesmo que embrionária. Tendo tomado a decisão, após o Ac. Viseu, jamais a tomaria sem ter a certeza de que teria um treinador desta valia. É um treinador cujo currículo fala por isso. Tem craveira e dimensão europeia, ganhou vários títulos e é um orgulho podermos atrair um treinador como ele"
Ronda de perguntas dos jornalistas a Frederico Varandas
Mercado foi a pensar em Rui Borges?
"O que foi feito, foi 100% em consonância com eles. Por eles, aliás, tinha sido maior. Não que concordemos, mas que não foi possível por questões de mercado. A saída dos jogadores, a tal revolução, não foi opcional. Era sim ou sim. Estamos a falar de um leque de jogadores com 6, 5, 4 anos de Sporting, Ligas, Champions... Chega a um momento - e eu percebo o lado romântico - em que é impossível reter determinados jogadores. Quando têm o desejo de ir embora, com contratos melhores do que têm aqui... Vou dizer que não, que vão ficar? Não iam render o mesmo. Não me desgasto com o que não posso mudar. Tivemos um grande sucesso com esse ciclo e agora temos um plantel com grande potencial. Tornámos este clube habituado a vencer. Tivemos um ciclo vitorioso com Amorim, vitorioso com Rui Borges e vamos ter um ciclo muito vitorioso com Paulo Fonseca"
Disse em algum momento a Rui Borges que estaria em risco ou que procurava opções?
"Sei que Rui Borges sabe disto: não vai passar por um clube que o tratou com a dignidade que o tratámos aqui. A seguir ao jogo do Casa Pia disse-lhe tudo. É uma pessoa perspicaz. Percebeu, a seguir ao jogo com o Ac. Viseu, mesmo sem falarmos, que algo se ia passar"
Confiança foi frágil?
"Não. Durante ano e meio era questionado por que o mantinha e agora perguntam-me porque é que o despedi. O Sporting de Rui Borges sempre foi dominador, superior aos seus adversários. Numa semana, tivemos dois jogos onde não fomos e a gestão interna foi determinante na minha decisão. Pormenores ficam entre mim e o míster Rui Borges"
Não seria melhor comunicar antes do Casa Pia - Sporting?
"Na segunda-feira, após o Académico, lancei o convite a Paulo Fonseca. A seguir ao jogo do Casa Pia não tinha o treinador fechado. O Sporting está acima de tudo e achei que manter Rui Borges era o melhor para vencer o Casa Pia"
Frederico Varandas é o principal responsável pela situação desportiva do Sporting?
"O Presidente do Sporting é responsável por tudo o que se passou aqui desde 2018. Agora avalie o que era o Sporting antes e agora"
Rui Borges sentiu-se traído? Foi convidado para ir a Londres?
"Li sobre faltas de respeito... O único sítio, ou melhor, as únicas pessoas que o trataram com respeito, desde 2024, fomos nós. A começar pela imprensa. Chega a ser caricato ouvir que ele foi tratado com falta de respeito. O único local onde ele foi tratado com respeito e dignidade foi aqui. Rui Borges, hoje, está triste, mas não está revoltado nem magoado com o presidente do Sporting. Defendi-o como nunca ninguém o fez"
Conversa com Rui Borges
"Coloquei em cima da mesa dois cenários: 'quer interromper o ciclo ou quer ir a Londres?' Eu queria muito que fosse, porque queria que tivesse mais uma página de ouro no Sporting, o treinador do Sporting com mais vitórias na Champions. Desafiei-o. Não declinou. Disse que não estava para aí virado, pensou umas horas e disse que não"
Desafio para Paulo Fonseca
"A verdade é uma: temos 9 pontos de atraso para o Porto, 4 para o Benfica, obviamente que estamos a falar de uma luta a três. É fácil a missão? Não. Mas faltam muitas jornadas. Sabemos bem a qualidade daquele plantel, o que quer e temos muita, muita confiança na qualidade técnica desta equipa"
Direção cai se Paulo Fonseca cair?
"Há uma coisa que demorou muito a construir... Não é fácil caírem treinadores com esta direção, esse tempo já lá vai. E direções caírem por treinadores - isso, meu amigo, já nem me lembro deste tempo. A minha missão é dirigir, a missão destes senhores é treinar. Ficaria muito surpreendido se não o tivesse até final do mandato".
Verdes e brancos venceram três das quatro partidas que já disputaram na Liga dos Campeões, o que lhes permitiu somar o total de nove pontos
04 Nov 2026 | 17:32 | Por Redação
O Sporting somou a terceira vitória em quatro jornadas da fase de liga da Champions ao bater o Shakhtar Donetsk, por 1-0, em Londres. O resultado deixou os verdes e brancos com nove pontos e reforçou a confiança dos adeptos, que destacaram sobretudo a solidez apresentada pela equipa.
André Santos: "Há que dar os parabéns ao Tiago"
Em declarações ao jornal Record, André Santos, antigo jogador dos leões, elogiou o trabalho de Tiago Fernandes. “Foi uma exibição muito bem conseguida e há que dar os parabéns ao Tiago, que conseguiu alterar o sistema e os jogadores de forma a que a equipa ficasse mais consistente e mais sólida defensivamente".
Francisco Rodrigues dos Santos: "Dificuldades começaram fora de campo e continuaram lá"
Francisco Rodrigues dos Santos também valorizou a capacidade de sofrimento do Sporting e a resposta dada num encontro exigente. “Para vencer, foi preciso sofrer. As dificuldades começaram fora de campo e continuaram lá dentro. Respondemos com caráter e cabeça tática. São 9 pontos e uma vitória importante para a classificação e para o coração".
Vanessa Oliveira: "Mais três pontos e agora vamos para os jogos piores"
Vanessa Oliveira, por sua vez, considerou que o encontro não foi particularmente entusiasmante, mas salientou a importância do resultado. “Jogo morno. Na primeira parte não houve ocasiões, mas meio golo já vale! Mais três pontos e agora vamos para os jogos piores. Mas estou confiante, até porque a esperança é a última a morrer".
O triunfo frente ao Shakhtar permitiu ao Sporting chegar aos nove pontos em quatro jornadas e consolidar uma posição muito favorável na luta pelo apuramento. Agora, o trabalho será de Paulo Fonseca: o treinador irá assumir o comando técnico dos leões e, no que diz respeito à prova milionária, segue-se o Manchester United.