Receba, em primeira mão, as principais notícias do Leonino no seu WhatsApp!

WhatsApp Seguir

Futebol

"TEM DE CONTRARIAR TENDÊNCIA PARA O ERRO GROSSEIRO": TOMÁS DA CUNHA APONTA DEDO A JOGADOR DO SPORTING

Jornalista crê que será necessário um 'crescimento' para que pupilo de Amorim se assuma em definitivo

Leonino - Onde o Sporting é notícia
Leonino - Onde o Sporting é notícia

10 Ago 2024 | 08:48 |

Icon Comentário0

Ousmane Diomande foi titular na vitória do Sporting, por 3-1, sobre o Rio Ave. O 'camisola 26' foi escolhido por Rúben Amorim para o centro da defesa, mostrando-se imperial no jogo aéreo. No entanto, houve alguns momentos de desconcentração e os especialistas não evitam uma comparação com Sebastián Coates.


"Trincão ganhou protagonismo na segunda parte e Quenda fez uma exibição completa. Saem duas notas individuais: Geny Catamo fica muito limitado à esquerda e Diomande (diferença notória para Debast) tem de contrariar a tendência para o erro grosseiro. A posição vive de consistência", disse Tomás da Cunha, nas suas redes sociais.


No final do encontro, Rúben Amorim explicou a utilização do costa-marfinense, que entrou para o onze em detrimento de Zeno Debast. O reforço dos leões teve uma partida muito pobre na Supertaça, mas o técnico esclareceu as opções que escolheu.


Ousmane Diomande - avaliado em 40 milhões de euros - chegou ao Sporting em janeiro de 2023, oriundo do Midtjylland, a troco de 7,5 milhões de euros, mais 5 por objetivos, sendo que o emblema dinamarquês ficou com 20% de uma futura venda. Nos primeiros seis meses em Alvalade, o central realizou 17 encontros e marcou um golo, diante do Benfica.

Esta temporada, o costa-marfinense leva dois encontros disputados, num total de 120 minutos dentro das quatro linhas. O central tem contrato válido com os verdes e brancos até junho de 2028 e uma cláusula de rescisão fixada nos 80 milhões de euros, segundo valor mais alto do plantel.


Confira a publicação:



Futebol

Nuno Santos deixa aviso sobre regresso ao Sporting: "Vão ter de..."

'Camisola 11' dos verdes e brancos foi lançado por Rui Borges na partida da Taça de Portugal, diante do AFS, e jogador já reagiu ao momento

Jogador voltou a competir pela equipa principal do Sporting mais de 460 depois e deixou uma mensagem nas redes sociais. Fotografia do Instagram de Nuno Santos
Jogador voltou a competir pela equipa principal do Sporting mais de 460 depois e deixou uma mensagem nas redes sociais. Fotografia do Instagram de Nuno Santos

07 Fev 2026 | 13:00 |

Icon Comentário0

O Sporting venceu o AFS por 3-2, na noite de quinta-feira, em encontro referente aos quartos de final da Taça de Portugal, assegurando a presença nas meias-finais da competição. O triunfo ficou ainda marcado pelo regresso de Nuno Santos à equipa principal, mais de 460 dias depois, que já fez questão de assinalar o momento.


"Ainda vão ter de levar comigo durante muitos anos"


Menos de 24 horas após voltar a competir pela formação principal, Nuno Santos recorreu às redes sociais para assinalar o momento vivido. "Muito feliz por voltar a fazer o que mais amo, a jogar futebol. Todos sonhamos por estes momentos, e passado estes anos todos de carreira, senti como se fosse o meu primeiro jogo, como se fosse a minha estreia profissional. Ainda vão ter de levar comigo durante muitos anos, cheio de fome de marcar, assistir, ajudar a equipa, o Sporting a ganhar títulos", escreveu o 'camisola 11' numa publicação no Instagram, que mereceu reações de atuais e antigos companheiros.


"Foram todos muito importantes para que voltasse mais forte do que nunca"

Na mesma mensagem, o jogador destacou o impacto pessoal do processo de recuperação: "Estas fases da minha vida só me tornam mais forte, mais Homem, e acima de tudo fico feliz que os meus filhos, a minha esposa, a minha família, os meus amigos me tenham visto a ultrapassar esta lesão como um guerreiro, cheio de resiliência e superação. Obrigado a todos pelo apoio neste quase ano e meio, foram todos muito importantes para que voltasse mais forte do que nunca".


Recorde-se que Nuno Santos sofreu uma lesão no tendão rotuliano do joelho esquerdo a 26 de outubro de 2024, na vitória frente ao Famalicão (3-0). Após mais de 460 dias afastado dos relvados, regressou à competição a 1 de fevereiro, na vitória do Sporting B sobre a Oliveirense (2-0).

Nuno Santos – avaliado em 5 milhões de euros – chegou ao Sporting em 2020, oriundo do Rio Ave, a troco de 4,15 milhões de euros (dados Transfermarkt). Desde então, o ala de 30 anos contabiliza 197 encontros, 34 golos, 42 assistências e sete títulos conquistados (três Campeonatos Nacionais, uma Supertaça Cândido de Oliveira, uma Taça de Portugal e duas Taças da Liga).

Confira a publicação:


Futebol

Tudo o que disse Bruno Sá, que enfrenta Frederico Varandas nas Eleições do Sporting

Empresário pondera avançar com candidatura ao ato eleitoral agendado para 14 de março e desafiar atual liderança do Clube de Alvalade

Gestor prepara-se para enfrentar Frederico Varandas nas eleições do Sporting e explicou os seus motivos em longa entrevista. Fotografia do Instagram de Bruno Sá
Gestor prepara-se para enfrentar Frederico Varandas nas eleições do Sporting e explicou os seus motivos em longa entrevista. Fotografia do Instagram de Bruno Sá

07 Fev 2026 | 12:14 |

Icon Comentário0

O empresário e Sócio do Sporting, Bruno Sá, deixou clara a sua intenção de se candidatar à Presidência no Sporting contra Frederico Varandas. Numa extensa entrevista ao jornal A Bola, o responsável pelo restaurante “O Cantinho do Sá” explicou os seus motivos para avançar para o ato eleitoral de 14 de março. Confira tudo o que disse.


O que o faz avançar para a presidência do Sporting?


"Antes de mais quero esclarecer que esta não é uma candidatura contra alguém. Mas o Sporting é um universo muito grande, são 3 milhões de pessoas, 150 mil sócios, e acho muito importante haver aqui uma democracia e uma ideia de clube diferente da que está a ser trilhada por esta Direção, muito no caminho dos clientes, de empresa. Acho que estamos a afastar-nos da essência do Sporting. Identifico dois pontos fundamentais: venho em representação das pessoas que aos poucos se afastaram do clube com esta ideia de clientes, e para alertar de algumas coisas que eu, como vivo o dia-a-dia do Sporting, acho que podem acontecer e sinto que podem estar a hipotecar um pouco o futuro, principalmente a retoma da política desportiva pré-Ruben Amorim, que sinto estar a acontecer no pós-Amorim; o outro ponto fundamental é a relação com os sócios, que tem sido muito complicada".


O que é preciso mudar no Sporting?

"Estamos a desligar-nos da essência do clube, que são os sócios. Descalçar os sócios à entrada dos jogos, abandonar os núcleos, as assembleias gerais sem pessoas... nota-se mesmo isso, apesar de o Sporting ter vindo a ser um clube vitorioso, algo que agradeço muito ao presidente Frederico Varandas. Mas nota-se que o estádio raramente está cheio, o pavilhão está quase sempre vazio, apesar de os títulos terem acontecido. Noto tudo muito corporate, muito empresa, e o sócio do Sporting gosta da ligação ao clube e da emoção. Isso tem sido cortado, naquilo que eu penso ser um caminho perigoso de distanciamento do sócio, distanciamento dos núcleos, dos próprios GOA [grupos organizados de adeptos] que foram afastados, destas polémicas todas que houve com os Lugares de Leão, com os Vitalícios... Que caminho é este dos clientes que o Sporting quer trilhar? Será que é possível a venda de uma parte da SAD, da maioria da SAD?".


Pode explicar melhor a ideia do pré e do pós-Amorim?

"O Presidente, num cenário em que era vaiado, ouvia «ó Varandas o que fazes aqui», via lenços brancos e tinha os carros da Direção apedrejados, decidiu entregar o clube ao Ruben Amorim tipo chave na mão. Entregámos o clube a um treinador. Não é essa a ideia que eu defendo. Defendo uma estrutura-base no clube, que passe de presidente para presidente, esquecendo aquela prática consecutiva de quem vem a seguir dizer mal de quem vem antes. Estamos todos a trabalhar em função do Sporting. Tendo entregado o clube a um treinador, temos este problema: vamos sofrer algumas oscilações. O Rui Borges, apesar de ser uma pessoa com grande carácter e um bom homem, não tem tido a autonomia que o Sporting deu ao Ruben Amorim".

Tem noção de que é um outsider nesta corrida, perante uma onda muito forte do Presidente mais titulado da história?

"Tenho essa noção. Agradeço muito os títulos que o Frederico Varandas nos deu, as alegrias que nos deu. Agora, a minha missão aqui é um pouco voltar à essência do Sporting, reunir a família leonina. Representar os que não se reveem nesta Direção e alertar os outros, que não estão a ver além dos resultados e não percebem os problemas estruturais, a falta de um projeto desportivo. Quero mostrar que é possível ganhar, mas tratar bem as pessoas: tratar bem os núcleos, os GOA, os Vitalícios, os Lugares de Leão..."

O que pode vir a considerar como um bom resultado?

"Não sei. Para mim o importante, agora, é representar estas pessoas de que falei. Não consigo prever qual será o meu resultado. Os Sócios decidirão".

Está a posicionar-se para umas futuras eleições, numa era pós-Frederico Varandas?

"Não. Tive uma série de reuniões, ouvi muita gente. Tenho lidado diariamente com Sportinguistas, desde os Stromp aos cinquentenários, ligados às claques, ligados a vários ex-presidentes, ex-candidatos. Acho que este é o momento de avisar sobre o que pode acontecer. Não me sentia bem a esperar, como outros estão a fazer, por 2030. Tenho notado muita política neste Sporting, muitos grupos que pensam entrar aqui de uma forma política, apontando para a altura em que o Frederico Varandas sair. Avanço agora porque em 2030 pode ser tarde".

Que riscos corre o Sporting até 2030?

"O Sporting caminha numa ideia empresarial, de distanciamento dos sócios, da base, da essência do clube. A minha grande pergunta aqui: qual é o objetivo disto? Houve uma série de negócios com o Chelsea, o Essugo, o Quenda... Parece que o Sporting está recetivo a uma entrada de capital na SAD, mas não esclarece bem qual é a intenção: vender uma parte da SAD, a maioria da SAD? Mais uma vez voltarmos a um pré-Amorim, em que o Sporting vai ficar alheado de resultados? Sinto também um pouco receio do final de ciclo. Defendo muito a ideia de que «em equipa que ganha não se mexe» e noto que o Sporting já teve grandes dificuldades para ganhar no ano passado. Acho que estamos a viver muito do passado recente e a não olhar para a frente".

Que ligação tem ou teve às claques do Sporting?

" Fui atleta do Sporting. A minha vida era passada do pavilhão B para a porta 10A, a partir da qual acompanhávamos os jogadores até lá acima. Já conhecia muitas pessoas. O meu irmão na altura era da claque, eu conhecia alguns membros e depois integrei-a também durante algum tempo. Continuei como atleta do Sporting no basquetebol até fechar a secção. Entretanto abri ali o, como eu lhe chamo, confessionário do Sporting... [referindo-se ao restaurante do qual é proprietário, muito perto do estádio]".

Fala da Juventude Leonina?

"Sim. Foi uma passagem curta. O meu irmão é que era membro da claque. Eu tive alguma ligação. E hoje em dia tenho o restaurante aberto junto ao estádio e lido com toda a gente, de todos os grupos".

Essa ligação próxima com pessoas das claques pode prejudicá-lo, de alguma maneira, ou até beneficiá-lo?

"Acho que é bom termos passado pelos vários setores do clube. Lido com toda a gente do clube, acho que nas claques há pessoas boas e pessoas más, como em todos os grupos. Se me permitem recordar, um dos lemas da campanha do Frederico Varandas era que tinha pertencido à JL da Avenida de Roma. A minha passagem foi muito curta, como disse, e respeito os GOA, respeito todos os grupos do Sporting".

Admite conversar com os GOA se for Presidente?

"Gostava que fizessem uma pergunta a todos os capitães do Sporting: preferem jogar com claques ou sem claques? Qual é o ambiente para as equipas estarem mais próximas da vitória? Penso que é com claques. Obviamente vou abrir o diálogo, dentro das regras impostas pelo clube. Uma delas, e principal: todos têm de ser sócios. A minha visão é de responsabilização e abertura para o diálogo".

Preocupa-o a relação, provada ao longo dos anos, das claques com movimentos de extrema-direita que ultrapassam o âmbito do desporto?

"As claques têm sempre pessoas boas e pessoas más. É como em tudo na vida. Nós não controlamos tudo, só temos de garantir que os GOA cumprem as regras".

Que apoios à sua candidatura já pode anunciar publicamente?

"Tenho o apoio de muitos Sportinguistas. É algo que ao longo da campanha iremos mostrar. Há muitas pessoas que não querem dar o nome nesta fase. Essa foi uma das coisas que notei! As pessoas querem ligar-se a vitórias, esperam o momento certo para a entrada depois da saída do Frederico Varandas, um pouco como na política. Eu como de político não tenho muito prefiro avançar já".

Tem as listas prontas para todos os órgãos?

"Todas prontas".

Pode revelar nomes?

"Por enquanto não".

O que considera ter sido bem feito, menos bem feito ou mal feito por Frederico Varandas ao longo dos últimos oito anos?

"Obviamente houve muitas coisas bem feitas, que deram sucesso desportivo. Mas não me esqueço da tal entrega da autonomia a Ruben Amorim, por exemplo. E agora o que me preocupa é este caminho que estamos a trilhar de afastamento da essência do clube, dos sócios, um caminho dos clientes, empresarial".

Isso não pode ser benéfico para o Sporting do ponto de vista financeiro?

"Há algumas coisas que me preocupam, nomeadamente o grande aumento da dívida do clube à SAD, que mais uma vez faz-nos desconfiar aqui de uma entrada de capital externo. Quero que esclareçam se isto é ligado ao Chelsea, e se a ideia é vender uma parte ou a maioria da SAD. Algo que também aumentou muito foi a dívida a fornecedores. Neste momento a dívida é quase mais do que o dobro de quando entraram. O passivo não tem diminuído. Realmente temos tido saldos positivos semestralmente, mas é importante saber isto: sempre que há lucro semestral, os administradores são premiados. Talvez isso justifique muito a decisão de há um ano e meio vendermos o Essugo e o Quenda ao Chelsea, favorecendo quem lidera os órgãos sociais porque recebem um prémio".

Acha que há um exercício das funções previsto ao semestre, no sentido de poder haver os tais prémios?

"Acho que há uma relação. Uma das bandeiras desta direção é que o Sporting pertence 90% aos sócios. Os administradores, no ano passado, autopremiaram-se em cerca de 300 mil euros; o presidente auto-aumentou-se seis vezes. Acho que há aqui uma gigajoga entre a política desportiva e o benefício próprio. E por mim esse nunca será o caminho do Sporting".

Seja o Chelsea ou qualquer outro parceiro, vê como benéfica a entrada de capital externo na SAD? Traça uma linha nos 50% mais um para o clube ou admite outro cenário?

"Acho que tem de haver clareza na comunicação e dizer o que é que se está a pensar fazer. Na questão da SAD como neste novo empréstimo de 250 milhões. E acho que não há uma comunicação clara. Há um aproveitamento dos bons resultados para deixarmos passar as coisas todas. Defendendo eu a origem do Clube e a essência do clube e os sócios, nunca colocarei a hipótese de vender a maioria da SAD".

O que teria feito de diferente no mercado de inverno da equipa profissional?

"Mais que o mercado de inverno em si, gostava de questionar algo que se tem observado: nenhum jogador sai do Sporting a bem. O Gyokeres não apareceu para treinar no verão, agora o capitão exige sair... Há uma política de renovação e de promessa de saída que vai ser prejudicial ao Sporting. No final da época vão sair quatro titulares. E nota-se aqui uma ausência de planeamento, de estratégia, porque ainda não chegou nenhum substituto. Quatro titulares: Diomande, que renovou mas tem essa promessa de saída, Hjulmand, Morita e Quenda".

Tem falado em pré e pós-Amorim. Mas fala apenas do ex-treinador ou também de Hugo Viana?

"Nota-se que agora não há uma estrutura bem definida no Sporting. Parece que ninguém tem a autonomia que tinham o Hugo Viana e o Ruben Amorim".

Tem pessoas escolhidas para essa funções?

"Sim, essas pessoas já estão escolhidas. Obviamente as melhores estão todas a trabalhar em clubes. Se lá chegar, se for essa a decisão dos sócios, apresentarei as pessoas".

Falando das modalidades antigamente ditas amadoras, há uma proximidade grande das equipas de hóquei em patins, voleibol, andebol, futsal, basquetebol ao Bruno, até por força do restaurante perto do estádio. Acha pode ir buscar, aqui, alguns apoios?

"Além da política desportiva e da relação com os sócios, essa é outra questão: noto algum desinvestimento nas modalidades. No nosso modelo de gestão, o presidente lidera a SAD e o clube. E deve liderar pelo exemplo e pela presença. Acho que o nosso presidente não é muito próximo das modalidades. Temos conseguido alguns títulos (queria dar aqui um louvor também ao Miguel Afonso pelo excelente trabalho que faz, de conseguir títulos com menos recursos do que os adversários diretos). Mas acho mesmo que a liderança tem de exercer-se pelo exemplo. O Sporting está num patamar alto no andebol, por exemplo, podia dar um salto qualitativo quase para ganhar uma Champions League, como já ganhou no futsal. Mas tem havido um desinvestimento claro. Noto também que devia haver um departamento comercial mais forte, devia haver um merchandising de modalidades. As modalidades são o coração do clube e este presidente não é uma pessoa que conheça os atletas, que viva as modalidades. Isso acaba por ser prejudicial para eles. O que sentirá um atleta das modalidades que está a discutir 100 euros para renovar e depois vê o presidente e os órgãos sociais autopremiarem-se em 300 mil euros anuais por ganharem títulos? Os atletas campeões das modalidades do Sporting não recebem prémios. Isso é uma situação que terá de ser vista e revista, porque para mim não há diferença. Eu noto que o Frederico Varandas é um presidente só da SAD. Eu serei um presidente do clube e da SAD".


Futebol

Jefferson analisa clássico frente ao Porto e atira: "Se o Sporting perder..."

Antigo jogador dos verdes e brancos fez a sua antevisão à partida válida para a 21.ª jornada da Liga Portugal Betclic, entre leões e dragões

Jefferson, antigo lateral esquerdo do Sporting, acredita que os leões podem vencer no reduto do Porto, mas deixou um aviso em caso de derrota
Jefferson, antigo lateral esquerdo do Sporting, acredita que os leões podem vencer no reduto do Porto, mas deixou um aviso em caso de derrota

07 Fev 2026 | 11:44 |

Icon Comentário0

Jefferson, antigo lateral esquerdo do Sporting, acredita que o clássico no Estádio do Dragão pode ser determinante na luta pelo título e mostra-se confiante numa vitória dos leões. Para o brasileiro, que representou o Clube de Alvalade entre 2013 e 2019, o conjunto orientado por Rui Borges tem demonstrado crescimento e maturidade competitiva, apesar das dificuldades inerentes a jogar no reduto portista.


"Se perder, por aquilo que o rival está a fazer, ficaria muito difícil"


Na análise ao momento das duas equipas, Jefferson sublinhou que uma eventual derrota do Sporting teria consequências pesadas, tendo em conta o rendimento do rival, mas destacou a resposta recente dos leões: “Quando perdes, tentas ir buscar mais forças para a próxima partida e sendo um clássico, dá mais motivação ao Porto. O Sporting tem vindo a crescer, a vencer sempre nos últimos minutos, o que também dá confiança à equipa. Mas se perder, por aquilo que o rival está a fazer, ficaria muito difícil”.


Apesar de considerar o Sporting favorito ao título, o ex-jogador reconheceu o grau de dificuldade do desafio no Dragão, lembrando o histórico recente desfavorável aos leões naquele palco: “É muito difícil jogar lá pelo ambiente, pela equipa, mas é mais um motivo para os jogadores chegarem e tirarem esse peso extra”. Jefferson alertou ainda para o papel do Benfica na corrida pelos lugares cimeiros, referindo que “ainda faltam muitos jogos...”.

“Basta 1-0 e pode ser o Luis Suárez"


O antigo lateral destacou igualmente o coletivo leonino e a qualidade individual do plantel, apontando possíveis protagonistas para o jogo decisivo: “O Sporting tem jogadores de seleção como o Trincão, o Pote, o Maxi, o Geny, e, claro, o Suárez que tem faturado bastante”. Convicto num triunfo dos leões, antecipou um desfecho curto: “Basta 1-0 e pode ser o Luis Suárez, que tem marcado vários golos no final do encontro, deixando o coração dos adeptos acelerado. Mas pode ser aos 90’, 90’+5, ou logo no primeiro minuto, para dar emoção à partida e dar aquela vontade típica de um clássico”.

"Vai ser um jogo difícil"

Do lado portista, Albertino, antigo avançado do Porto entre 1979 e 1982, considera que uma vitória dos dragões poderá praticamente decidir o campeonato. Em declarações ao jornal Record, o ex-internacional português, de 76 anos, apontou o favoritismo da equipa da casa: “Penso que fica arrumado. O favoritismo será sempre do Porto e, em casa, com o apoio dos adeptos, se jogar aquilo que nos têm habituado, penso que irá vencer. Mas vai ser um jogo difícil”.

Ainda assim, Albertino deixou um alerta para o impacto que um eventual desaire poderia ter nos azuis e brancos, lembrando a sequência recente de resultados: “Seriam duas seguidas...”. O antigo jogador relativizou também o peso dos clássicos na decisão final da prova, defendendo que os campeonatos se constroem sobretudo noutros jogos: “É sempre melhor jogar um clássico do que contra clubes pequenos. Mas o campeonato não é só clássicos e, normalmente, é contra os pequenos que se ganham títulos”.


envelope SUBSCREVER NEWSLETTER

envelopeSUBSCREVER NEWSLETTER


Chelsea 'avisa' Sporting sobre condição de Geovany Quenda
Futebol

Chelsea 'avisa' Sporting sobre condição de Geovany Quenda

07 Fev 2026 | 11:13

Icon Comentário0
Com renovação em suspenso no Sporting, Geny Catamo aumenta interesse em 5 ligas
Futebol

Com renovação em suspenso no Sporting, Geny Catamo aumenta interesse em 5 ligas

07 Fev 2026 | 10:30

Icon Comentário0
Rui Borges tem convocatória muito esperada para o Porto - Sporting
Futebol

Rui Borges tem convocatória muito esperada para o Porto - Sporting

07 Fev 2026 | 10:13

Icon Comentário0