Futebol
Sporting é rei dos milhões na UEFA e dá baile esmagador a Benfica e Porto
07 Nov 2026 | 17:29
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Futebol
07 Mai 2026 | 13:29 | Por Redação
Geny Catamo está a viver a melhor fase da sua carreira e isso não passou despercebido ao mercado europeu. O extremo moçambicano do Sporting é agora seguido de perto por vários clubes de topo, com especial destaque para a Fiorentina, que se juntou recentemente à lista de interessados no jogador.
Em Itália, além dos viola, também Nápoles e Atalanta já vinham a acompanhar a evolução do camisola 10 leonino. Segundo Nicolò Schira, o clube de Florença vê no atleta uma solução para reforçar o setor ofensivo e dar maior dinamismo ao plantel, sobretudo depois de uma época mais irregular na Serie A.
Fora de Itália, a Premier League também surge como destino possível, com clubes como o Aston Villa, o Fulham e o Burnley a terem observado o jogador. Apesar do interesse inglês, a descida afasta-os da corrida, mas os restantes mantêm-se atentos.
O Sporting, por sua vez, renovou recentemente o contrato com o canhoto até 2029 e elevou o seu salário, mantendo a cláusula de rescisão nos 60 milhões de euros. O atleta poderá voltar a ser um dos nomes mais falados do mercado de verão. Tal como o nosso Jornal adiantou, o Clube não admite negociar por menos de 25M
Esta temporada, com a camisola do Sporting, Geny Catamo - avaliado em 20 milhões de euros - soma 44 partidas: 27 na Liga Portugal Betclic, 11 na Liga dos Campeões, cinco na Taça de Portugal e um na Supertaça. Nos 2.954 minutos que esteve dentro das quatro linhas, conta com oito golos e quatro assistências.
Comentador destacou dificuldades dos leões em criar situação claras de golo, apesar das várias oportunidades criadas na etapa inicial
08 Nov 2026 | 10:23 | Por Redação
Vítor Pinto já identificou um problema do Sporting de Paulo Fonseca: o défice no jogo interior. Na análise à vitória frente ao Moreirense (1-0), o comentador destacou as dificuldades dos leões em encontrar soluções pelo corredor central, apesar das várias oportunidades criadas na etapa inicial.
"O Sporting alcançou frente ao Moreirense a quarta vitória consecutiva. Paulo Fonseca cumpriu o objetivo primordial com um golo bombástico de Luis Suárez. A fasquia estava alta depois do que Tiago Fernandes tinha conseguido em Londres apenas com um dia de treino, mas apesar de várias nuances, por exemplo na pressão, o desafio de implementar uma nova identidade exige tempo, trabalho e sobretudo adequação de recursos que nem sempre parecem ajustados", começou por escrever no jornal 'Record'.
V. Pinto: "Os leões criaram várias oportunidades claras, mas estabelecendo o recorde da temporada em cruzamentos (22) e tornando-se evidente o défice no jogo interior"
Um dos aspetos que mais sobressaiu no encontro foi a dificuldade em criar perigo através do corredor central. O comentador sublinhou que, apesar das ocasiões construídas antes do intervalo, a equipa leonina bateu o máximo de cruzamentos da temporada: "Na etapa inicial, os leões criaram várias oportunidades claras, mas estabelecendo o recorde da temporada em cruzamentos (22) e tornando-se evidente o défice no jogo interior".
O golo de Luis Suárez acabou por desbloquear uma partida em que o Sporting sentiu dificuldades para transformar o domínio em golo: "Custou chegar à vantagem, emanando de uma transição rápida a fazer lembrar outra era, mas a partir daí o Sporting não conseguiu voltar a criar perigo e durante alguns minutos até voltou a recuar para exasperação dos adeptos mais suscetíveis".
A paragem para os compromissos das seleções representa agora mais um desafio para Paulo Fonseca, que ficará privado de uma parte significativa do plantel. O treinador terá de preparar os próximos encontros com os jogadores disponíveis: "Com as seleções a levarem 17 jogadores, Paulo Fonseca terá de partir pedra até chegar o momento de defrontar União da Serra, Man. United e encarar a verdadeira final contra o Porto", escreveu Vítor Pinto.
Técnico considerou especial a estreia em Alvalade e destacou domínio dos leões frente aos cónegos (1-0), lamentando a falta de eficácia
08 Nov 2026 | 09:47 | Por Diogo Nóbrega
Paulo Fonseca considerou especial a estreia em Alvalade e destacou o domínio do Sporting frente ao Moreirense (1-0), lamentando a falta de eficácia. O técnico defendeu os centrais perante os assobios, elogiou Luis Suárez e referiu que o adversário "não existiu".
Primeiro jogo em Alvalade
"Sendo Sportinguista, foi um momento especial, subir ao relvado com os nossos adeptos, com este ambiente fantástico, foi magnífico. Era difícil de imaginar que um dia isto poderia acontecer. Foi especial. Relativamente ao jogo, merecíamos muito mais. Fomos quase sufocantes na nossa pressão e a equipa esteve muito agressiva. Estivemos muito fortes na reação à perda da bola, a equipa esteve mais junta, o que permitiu que a pudéssemos recuperar. Faltou fazer dois ou três golos na primeira parte, e, se virmos os números do jogo, pode confirmar-se isso. Na segunda parte, não fomos tão consistentes, apesar de continuarmos a pressionar sobre a primeira linha, mas fomos perdendo um pouco o nosso domínio com bola, talvez fruto do momento da equipa. Mas gostei muito. A equipa correspondeu àquilo que lhes pedi. Agora, podemos fazer ainda melhor".
Sente que Pedro Lima pode estar abalado, por não ter sido titular, depois de um momento em que se estava a afirmar? Que análise faz da organização defensiva da equipa?
"Penso que não. O Pedro estava no banco. Foi uma opção. Só podem jogar 11 e eu tenho que fazer as minhas opções. O Pedro é um jogador de grande valor e de grande futuro, com o qual nós contamos. Sobre a nossa organização defensiva, foi uma das preocupações. Naturalmente, em dois dias nós não temos muito tempo, mas uma das preocupações foi tornar a equipa mais curta, mais próxima, sermos mais agressivos na questão do pressing, e aí a equipa esteve realmente bem. Reparei que os nossos centrais estiveram sob grande pressão, às vezes com alguns assobios. As pessoas têm que entender que faz parte do jogo. O facto de eles terem mais tempo a bola, de serem eles a provocar uma reação no adversário, são coisas que eu peço e eles estiveram bem, demonstraram caráter, fizeram aquilo que eu lhes tinha pedido".
Falta de oportunidades de golo do Sporting é uma preocupação?
"Não, se compreendermos aquilo que é o jogo, percebemos o porquê. Este é o contexto mais difícil num jogo de futebol: equipas em bloco baixo, muito compactas. Nós temos que ter um jogo posicional quase perfeito para conseguirmos criar ocasiões. Ainda assim, a equipa tentou e na primeira parte poderíamos ter ido perfeitamente a vencer por 2-0 ou 3-0".
A pausa para seleções preocupa-o, tendo em conta que vai ficar com menos jogadores para trabalhar? E em relação à baliza, optou por Kaique: qual o motivo?
"Opção nossa. Falei com o meu treinador de guarda-redes e optámos. O Rui tinha jogado o último jogo, neste jogo decidimos pelo Kaique, mas foi só uma questão de opção para este jogo. Vamos ver o que é que nos reserva. Gostei muito do Kaique. Em relação a haver preocupação, preocupação se calhar não é a palavra exata. Gostaria de ter mais tempo, ter mais jogadores. É trabalharmos com os que temos e esperar pelos outros para podermos continuar a tentar implementar aquilo que queremos".
O que é que disse aos jogadores ao intervalo, até porque já se ouviam assobios à equipa?
"Sinceramente, não ouvi. Ouvi na segunda parte, na parte final. Disse-lhes que tínhamos que continuar, que gostei muito da primeira parte e que tínhamos que continuar a ser pressionantes, a ter a bola, a circular a bola para encontrar os espaços que nós queríamos".
Sobre Luis Suárez: como é que descreve o golo visto do banco? E a saída do colombiano foi por gestão, tendo em conta a acumulação de amarelos que podia colocar em causa o clássico?
"Foi sobretudo pelo cansaço. O Suárez trabalhou muito defensivamente, correu muito para pressionar aquela linha defensiva e estava extremamente cansado. Naturalmente, não vou mentir, também pensei na questão do cartão amarelo e foi por isso que saiu. Relativamente ao golo, foi um grande golo, de um jogador fantástico, é um grande avançado".
Tendo dito que a organização defensiva era uma prioridade e, tendo falado da ineficácia, a finalização passa a ser também uma prioridade? E em relação à parte final da partida, sentiu intranquilidade na equipa?
"É sempre uma prioridade. Todos os momentos do jogo são prioridades. Deixe-me dizer uma coisa: o Moreirense não existiu hoje. O Moreirense não teve uma oportunidade clara de golo. Esteve bem defensivamente, mas nós estivemos melhor a gerir com bola. Tivemos 70 e tal por cento de posse de bola. Essa foi a melhor forma de defender. O Moreirense não nos criou qualquer tipo de perigo hoje e acho que a equipa esteve bem defensivamente. Aquilo que senti não foi por momentos de aflição que tenhamos tido. Os assobios que existiram têm a ver com uma coisa que eu peço, que é aos nossos centrais, quando temos blocos baixos, terem de fixar o adversário, obrigá-los a tomar decisões. Às vezes isso não é muito rápido, mas é uma forma de nós arranjarmos linhas de passe e provocarmos. Eu só senti isso nesse momento. As pessoas não estão habituadas a este tipo de jogo, mas é uma coisa que é essencial para nós e vai fazer parte do nosso jogo".
Num encontro em que os leões tiveram maior controlo da partida, avançado colombiano resolveu a questão com um remate certeiro aos 62 minutos
07 Nov 2026 | 22:24 | Por Diogo Nóbrega
O Sporting iniciou a era de Paulo Fonseca com um triunfo diante do Moreirense, por 1-0, em Alvalade, na 11.ª jornada da Liga. Num encontro em que os leões sentiram dificuldades para encontrar soluções no último terço, Luis Suárez resolveu a questão aos 62 minutos, com um remate de grande qualidade.
Os verdes e brancos assumiram a iniciativa desde cedo e criaram perigo junto da baliza de André Ferreira. Maxi Araújo esteve perto de marcar aos oito minutos e, pouco depois, Dinis Pinto impediu que uma bola que seguia na direção da baliza terminasse no fundo das redes.
O Moreirense também conseguiu criar situações de perigo, com destaque para um remate de Manuel Mendonça que obrigou Kaique a uma defesa complicada. Apesar de ter terminado a primeira parte com mais de 70% de posse de bola, o Sporting não conseguiu desfazer o nulo.
O segundo tempo começou com um lance polémico na área dos minhotos, após uma queda de Nestory Irankunda, mas o árbitro e o VAR não assinalaram qualquer grande penalidade. Pouco depois, o australiano ainda festejou um golo, que acabou invalidado por fora de jogo de Silas Anderson. Quando a equipa parecia ter perdido a capacidade para criar oportunidades, surgiu Luis Suárez: aos 62 minutos, o avançado recebeu de Doumbia, ganhou o duelo com Gilberto Batista, puxou a bola para o pé esquerdo e disparou para o único golo do jogo.
Neste momento, o Clube de Alvalade segue no terceiro lugar agora 24 pontos somados, ficando provisoriamente a um do Benfica (25, mas menos um jogo) e a seis do Porto (30 e também menos uma partifa disputada.
O emblema leonino volta a entrar em campo no sábado, dia 21 de novembro, frente ao União da Serra. O encontro, a contar para a quarta eliminatória da Taça de Portugal, diante da turma do Campeonato de Portugal, jogar-se-á às 18h00, no Estádio José Alvalade.
Sporting é rei dos milhões na UEFA e dá baile esmagador a Benfica e Porto
07 Nov 2026 | 17:29
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07 Nov 2026 | 15:40
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07 Nov 2026 | 13:27