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Exclusivo Leonino - Avançado do Sporting recusou ir à Seleção por motivos pessoais
09 Out 2026 | 16:36
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Hóquei em patins
07 Nov 2020 | 13:07 | Por Redação
Ricardo do Carmo Oliveira, mais conhecido por Caio, representou o Sporting CP durante quatro temporadas, envergou o leão rampante mais de uma centena de vezes e marcou 58 golos. Pelos leões, conquistou uma Liga Europeia (2018/19), uma Taça Continental (2019) e um Campeonato Nacional (2017/18). Em entrevista exclusiva ao Leonino, o antigo jogador da equipa de hóquei em patins do Sporting CP faz um balanço muito positivo do período em que esteve no Clube e, apesar de não conseguir eleger o momento que guarda com mais carinho, afirma que “foram dos melhores quatro anos da minha vida”. Atualmente em Itália, ao serviço do GSH Trissino, Caio perspetiva ainda o duelo deste sábado entre leões e dragões. Leonino (L): Representaste o Sporting CP durante quatro temporadas, envergaste o leão rampante mais de uma centena de vezes, marcaste 58 golos e conquistaste diversos títulos. Qual o momento mais especial do período em que estiveste em Alvalade? Caio (C): Foram vários, felizmente (risos). É mais fácil contabilizar as alegrias pelos títulos. Para lá das conquistas, que são sempre o culminar de uma época, o que guardo destes quatro anos foi realmente o dia-a-dia que tive oportunidade de viver. Ia treinar e jogar com uma alegria incrível. Já o disse quando sai e não tenho ´vergonha´ em voltar a dizê-lo. O período em que estive no Sporting CP foram dos melhores quatro anos da minha vida. Guardo não só as recordações dos títulos, mas também de todos os momentos que passamos juntos. L: Queres deixar uma mensagem aos adeptos do Sporting CP e também aos teus antigos colegas? C: Neste momento, é pedir-lhes para terem paciência. Sei que, para os adeptos, é difícil não poder apoiar a equipa. Enquanto tive o prazer de jogar no Sporting CP, os adeptos foram incríveis. Esperar que continuem a apoiar o Clube. Aos meus antigos companheiros, queria desejar-lhes sorte e dizer-lhes para continuarem a fazer aquilo que tão bem sabem. No final de contas, a pandemia vai passar e vai tudo ficar bem: os adeptos vão voltar a encher os pavilhões e o jogo vai voltar a ser aquilo que era.
“Será um jogo decidido nos pormenores”Leonino (L): Este sábado, o Sporting CP defronta o FC Porto. Jogaste nos três grandes em Portugal. Como é viver estes grandes jogos? Caio (C): São encontros diferentes, não só pelo jogo em si, mas também pela semana que os antecede. Os treinos são diferentes. Há sempre aquele nervosismo na barriga, mas, a partir do momento em que o árbitro apita – ainda para mais sem público nas bancadas –, é mais um jogo. São jogos especiais porque se defrontam grandes equipas, com grandes jogadores e, como costumamos dizer, são jogos que gostamos de jogar. Antevejo um grande jogo. L: O Sporting CP vem de uma vitória importante, frente ao OC Barcelos, e teve um arranque de temporada mais positivo do que o FC Porto. Apesar de jogar num Pavilhão João Rocha vazio, consideras os leões favoritos? C: A ausência do público é desfavorável à equipa da casa. Neste caso, ´joga´ contra o Sporting CP. Considero um jogo de ´tripla´, até porque, nestes duelos, raramente existem favoritos. O Sporting CP vem embalado de uma senda de vitórias e, a meio da semana, teve um triunfo importante em Barcelos. O FC Porto não começou tão bem e pode tentar jogar esta cartada para dar a volta aos acontecimentos. Será um jogo decidido nos pormenores. L: Como analisas a equipa do Sporting CP? C: É uma equipa à imagem do treinador: pragmática, muito forte defensiva e fisicamente e que, no ataque, continua com grandes executantes. Tem a particularidade de ter um leque de opções mais alargado, o que permite manter uma alta intensidade durante todo o jogo.
“Mais do que estar bem agora, é importante estar bem no play-off”L: Este ano, o campeonato voltará a ser decidido nos play-offs. Achas que esse fator retira pressão às equipas nesta fase? C: O regresso aos play-offs acaba por ´permitir´ que as equipas percam pontos nesta fase porque o campeonato vai ser decidido em jogos a eliminar. Acho que é importante tentar a melhor classificação na fase de regular, até para ter o fator casa nos play-offs. Acredito que a alteração do modelo competitivo vai ser positiva para o hóquei em patins porque vai permitir que se vivam grandes emoções na fase final. Mais do que estar bem agora, é importante estar bem no play-off. L: Alguns analistas defendem que este modelo favorece as características da equipa do Sporting CP. Concordas? C: Os jogadores do Sporting CP gostam de jogar estes jogos. Digo isto porque era o que sentíamos no balneário. Nestes encontros, não chega só ter qualidade. É preciso algo mais. Talvez por isso tenhamos sempre conseguido grandes vitórias. Acho que o dragão foi o único terreno onde não conseguimos ganhar. Acredito que essa tendência se mantenha e, até agora, os resultados demonstram isso mesmo.
“Mais do que os títulos, guardo o carinho que as pessoas têm por mim”L: Atualmente, está em Itália, ao serviço GSH Trissino. Como está a correr a experiência até tendo em conta o contexto de pandemia que o mundo está a viver? C: Tem havido alguns avanços e recuos. Quando começámos a jogar, era permitido público nas bancadas, mas agora voltou a ser proibido. Tem sido uma experiência gratificante para mim. Um campeonato e uma realidade diferente. Estou a aprender coisas novas, sobretudo no aspeto tático. Para já, estou a gostar bastante. L: És um dos jogadores mais titulados do hóquei português. Sentes que sempre te foi dado esse ´crédito´? C: Acredito que sim. Para mim, era fácil resguardar-me nos títulos que conquistei até porque são números e normalmente não mentem. Mas, mais do que os títulos, o que guardo é o carinho e respeito que as pessoas – treinadores e jogadores – têm por mim. Sei que olham para mim como um exemplo, apesar de pouco ortodoxo. Joguei nos três grandes e consegui ganhar títulos em todos eles. É algo que não é muito habitual e deixa-me muito orgulhoso. Sinto que ganhei o respeito das pessoas, enquanto jogador e, acima de tudo, como pessoa.
Fotografia de Sporting CP
Antigo técnico do Clube de Alvalade desabafou após vitória em prova internacional e adiciona mais um título na sua experiente carreira
19 Out 2026 | 15:53 | Por Redação
Nuno Lopes conduziu a França ao primeiro título mundial da sua história no hóquei em patins, após ter derrotado a Argentina na final, nos penáltis. Após o triunfo em Assunção, o técnico português, visivelmente emocionado, descreveu o último domingo como "histórico".
N. Lopes: "É um sonho de uma vida"
"Felizmente aconteceu, é um sonho de uma vida. Eu ganhei uma Taça de Portugal pelo Sporting de Tomar e dizia: não sei o que é ser campeão do mundo, mas será uma coisa semelhante. Hoje digo que é semelhante, mas é uma coisa estratosférica. Campeão do mundo com a França, com o Pedro Chambell na baliza e a jogar com 5... Para que todos saibam que é tudo possível, assim o grupo o permita fazer. Não há chavões e não há coisas feitas antes do tempo", afirmou, em declarações à imprensa portuguesa.
O antigo técnico do Sporting defende que foi uma vitória conquistada pela alma gaulesa. "Não quero chorar porque não tenho energia para chorar. Mas acho que foi a vitória do sofrimento, a vitória do trabalho. Trabalhámos muito para isto, queríamos muito", falou.
N. Lopes: "É um dia para ficar para a história"
Nuno Lopes queria dar o Campeonato do Mundo - onde Eloi Cervera destacou-se - inédito à França. "Terminou no stick do Carlo (di Benedetto), terminou na mão do Chambell. Acho que era importante viver este momento, devolver o hóquei a mais um país. É um dia para ficar para a história, já tínhamos feito história e fizemos outra vez", concluiu.
Na capital do Paraguai, o técnico de 54 anos ergue o maior troféu da sua carreira, depois de já ter vencido uma Taça de Portugal (2022/23) pelo Sp. Tomar (o seu atual clube), uma Supertaça de Portugal (2015/16) e uma Taça CERS, ambas pelo Sporting.
Defesa do Barcelona, que está na mira do emblema verde e branco, abriu o marcador logo aos 6 minutos e deu início à vitória espanhola
14 Out 2026 | 15:40 | Por Redação
Portugal sofreu a primeira derrota no Campeonato do Mundo de hóquei em patins, ao perder por 4-2 frente à Espanha, na segunda jornada do Grupo A. Depois da goleada por 10-0 diante da Suíça, a Seleção Nacional sofreu o primeiro desaire na prova. Eloi Cervera, defesa do Barcelona que está na mira do Sporting, marcou o primeiro para 'La Roja'.
O alvo dos leões inaugurou o marcador aos seis minutos, com um remate de longe, e Nil Roca ampliou a vantagem aos oito, após assistência de Pau Bargalló. Portugal tentou reagir, mas encontrou em Càndid Ballart um obstáculo difícil de ultrapassar.
O início da segunda parte voltou a complicar a missão portuguesa. Aos 27 minutos, Marc Grau fez o 3-0, novamente com Pau Bargalló a assumir o papel de assistente. A equipa orientada por Reinaldo Ventura procurou reduzir a diferença e esteve perto de marcar, mas Zé Miranda acertou no poste.
A reação portuguesa chegou aos 40 minutos, quando Miguel Rocha disparou de longe para fazer o 3-1. A esperança cresceu nos instantes finais, sobretudo depois de Marc Grau ter visto cartão azul. Em superioridade numérica, Gonçalo Alves reduziu para 3-2 a pouco mais de 50 segundos do fim, mas a Espanha aproveitou a baliza portuguesa deserta para fechar o resultado em 4-2, por intermédio de Pol Manrubia.
A Seleção Nacional fica em desvantagem na luta pelo melhor posicionamento no Grupo A, mas continua com margem para recuperar nas próximas partidas. A derrota frente ao rival ibérico serve de alerta para uma equipa que terá de evitar novas entradas em falso.
Jogador do Clube de Alvalade deixou a sua opinião sobre o que faltou aos leões para fazer frente aos encarnados e ainda abordou o futuro
12 Out 2026 | 15:44 | Por Redação
Xano Edo acredita que o Sporting tem condições para lutar por todos os títulos esta temporada. O guarda-redes dos leões reconheceu que a última época terminou com algum sabor amargo, mas destacou o crescimento de uma equipa que passou por muitas alterações e mesmo assim conquistou três troféus.
Xano Edo: "Talvez não tenhamos sido tão consistentes como o Benfica"
Em entrevista ao ‘Flashscore’, o internacional português admitiu que faltou consistência ao conjunto verde e branco nos momentos decisivos. “Olhando para trás e comparando as duas equipas, talvez não tenhamos sido tão consistentes como o Benfica. Uma equipa que não perde qualquer jogo ao longo de toda a época e acaba por ser campeã merece esse reconhecimento. Nesse sentido, talvez tenha sido o desfecho mais justo".
O guardião recordou que o Sporting viveu praticamente um “ano zero”, com várias mudanças no plantel, e considera que essa adaptação acabou por pesar na fase decisiva. “Na Liga dos Campeões existia ainda uma regra que nos impedia de utilizar todos os jogadores e isso acabou por nos afetar bastante. Penso que essa limitação já não existirá na próxima temporada. No campeonato, vínhamos de uma meia-final em que vencemos o Porto por 3-0 e jogámos muito bem. Depois, perder a final por 3-0 foi uma facada".
Xano Edo: "Jogadores que chegam vêm acrescentar qualidade"
Para a nova temporada, Xano Edo valoriza precisamente a continuidade da base da equipa e as chegadas de Nil Cervera e António Marante. “Acima de tudo, já trazemos as dinâmicas da época passada. Os jogadores que chegam vêm acrescentar qualidade e ajudar-nos a melhorar pequenos detalhes que nos faltaram.” O guarda-redes acredita que uma maior estabilidade poderá permitir ao Sporting apresentar maior regularidade.
A ambição, essa, não podia ser mais clara. “Queremos conquistar a Liga dos Campeões e o campeonato, naturalmente, mas também não queremos conquistar menos de três títulos. Sabemos que é um objetivo muito difícil, mas também sabemos que é possível. Se conseguimos três títulos na última época, temos condições para voltar a fazê-lo. Estamos confiantes".
Xano Edo deixou ainda claro que não pensa numa saída de Alvalade. “Tenho um contrato longo, de três anos, e estou muito bem no Sporting. Como disse, estou a gostar de viver em Lisboa e a minha namorada também está muito feliz aqui. Prefiro olhar para a carreira época a época. Foi assim que tenho feito até agora e sinto que me tem ajudado bastante. Se estou bem, feliz e realizado, isso acaba por ser o mais importante".
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09 Out 2026 | 16:36
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09 Set 2026 | 16:31
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07 Ago 2026 | 15:00