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Sporting mostra-se "tão grande como os maiores da Europa" e atinge feito inédito em Portugal
10 Abr 2026 | 17:52
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21 Jun 2023 | 10:27 |
Carlos Barbosa da Cruz deixou, esta quarta-feira, 21 de junho, algumas críticas à tomada de posição de Rui Costa sobre a centralização dos direitos televisivos. Porém, o comentador afeto ao Sporting acabou a dar razão ao presidente do Benfica.
“Rui Costa, ao dizer que o Benfica não cumpriria a lei da negociação centralizada dos direitos televisivos se a mesma prejudicasse o clube, cometeu a primeira grande calinada do seu mandato. A cultura sobranceirista que desde há décadas anima o Benfica (a tal dos 6 milhões de portugueses) pode acomodar muita coisa, mas nunca um apelo à amotinação cívica”, pode ler-se no artigo de opinião publicado no jornal ‘Record’.
“Numa coisa, porém, Rui Costa tem razão; este tema da centralização tem tudo para se tornar uma tempestade perfeita. A começar pela legislação que a impõe e cuja conformidade constitucional me suscita enormes dúvidas, configurando uma paternalística e desproporcionada intervenção estatal na esfera própria da iniciativa privada, mesmo com o pretexto de evitar distorções da concorrência nesse mercado”, refere Carlos Barbosa da Cruz.
Esta equação tem dois nós górdios. O primeiro consiste em haver acordo sobre a distribuição de verbas. O segundo em haver quem banque o negócio. Para que os grandes adiram à centralização, é preciso que o bolo aumente substancialmente; no fundo, Rui Costa disse alto (e desajeitadamente, convenhamos) o que muitos pensam baixinho. Neste negócio não há boleias e não estou a ver ninguém com espírito de sacrifício”, atirou o comentador leonino.
“Podemos, muito verosimilmente, chegar a 2028 sem acordo e sem investidor, com uma lei que, afinal, não serviu para nada. E o irónico é que a descida aos abismos do futebol português se deve à má performance na Liga Conferência, onde as equipas de segunda linha europeia são bem melhores do que as nossas, basicamente porque têm mais dinheiro, muito dele proveniente da centralização”, finalizou Carlos Barbosa da Cruz.
Confira o artigo completo de Carlos Barbosa da Cruz:
Rui Costa, ao dizer que o Benfica não cumpriria a lei da negociação centralizada dos direitos televisivos se a mesma prejudicasse o clube, cometeu a primeira grande calinada do seu mandato. A cultura sobranceirista que desde há décadas anima o Benfica (a tal dos 6 milhões de portugueses) pode acomodar muita coisa, mas nunca um apelo à amotinação cívica.
Numa coisa, porém, Rui Costa tem razão; este tema da centralização tem tudo para se tornar uma tempestade perfeita. A começar pela legislação que a impõe e cuja conformidade constitucional me suscita enormes dúvidas, configurando uma paternalística e desproporcionada intervenção estatal na esfera própria da iniciativa privada, mesmo com o pretexto de evitar distorções da concorrência nesse mercado.
Esta equação tem dois nós górdios. O primeiro consiste em haver acordo sobre a distribuição de verbas. O segundo em haver quem banque o negócio.
Para que os grandes adiram à centralização, é preciso que o bolo aumente substancialmente; no fundo, Rui Costa disse alto (e desajeitadamente, convenhamos) o que muitos pensam baixinho. Neste negócio não há boleias e não estou a ver ninguém com espírito de sacrifício.
Depois, tenho dúvidas que haja quem compre aos valores que se falam. Os tempos em que a CVC Capital Partners salvou a liga espanhola e francesa não me parecem repetíveis e o produto, por muito que se puxe o lustro, não é comparável.
Podemos, muito verosimilmente, chegar a 2028 sem acordo e sem investidor, com uma lei que, afinal, não serviu para nada. E o irónico é que a descida aos abismos do futebol português se deve à má performance na Liga Conferência, onde as equipas de segunda linha europeia são bem melhores do que as nossas, basicamente porque têm mais dinheiro, muito dele proveniente da centralização.
Acho que o assunto é crucial para a competitividade dos clubes e da sua liga e tem de ser abordado em todas as suas vertentes, com pragmatismo e lucidez. As bravatas para consumo do adepto não ajudam porque, mesmo no mundo do futebol, ficamos sempre reféns das nossas palavras.
Leões voltaram a aparecer ligados a um processo disciplinar que também envolve o sócio do Benfica e o presidente do Porto
14 Abr 2026 | 16:37 |
O Conselho de Disciplina da FPF decidiu avançar com a junção de dois processos disciplinares que envolvem o presidente do Porto, André Villas-Boas, após queixas apresentadas em momentos distintos. O caso passou agora para análise conjunta na Comissão de Instrutores, devido à ligação entre as participações.
De um lado está uma participação disciplinar apresentada pelo Sporting, que motivou a abertura de um processo inicial por parte da Secção Profissional do Conselho de Disciplina. Do outro, surge a queixa de João Diogo Manteigas, candidato à presidência do Benfica, que também contestou declarações feitas pelo líder portista na revista Dragões, considerando-as lesivas da sua honra.
A decisão do Conselho de Disciplina foi juntar ambos os processos por existirem factos e conteúdos relacionados entre si. Esta acumulação visa permitir uma análise mais uniforme e coerente das queixas apresentadas contra André Villas-Boas. O dirigente será agora notificado e chamado a prestar esclarecimentos formais no âmbito do procedimento.
Em causa estão declarações proferidas pelo presidente do Porto em contexto público, incluindo passagens polémicas publicadas na Revista Dragões, que motivaram reações por parte dos queixosos. O processo segue agora para a fase de instrução, onde serão avaliadas todas as provas e argumentos apresentados pelas partes envolvidas.
Vale lembrar que o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol instaurou um processo disciplinar Alberto Costa, jogador do Porto, também após uma queixa do Sporting. Em causa está um incidente ocorrido durante o jogo contra o Famalicão, que terminou empatado a duas bolas, onde supostamente o lateral dos dragões terá cuspido no avançado Sorriso.
Presente na primeira edição do Torneio Aurélio Pereira, este domingo, Presidente leonino falou sobre a atualidade verde e branca
12 Abr 2026 | 16:11 |
Presente no I Torneio Aurélio Pereira, Frederico Varandas considera que o Sporting vive um dos melhores momentos da história. O líder leonino destacou as campanhas europeias de diferentes modalidades leoninas para sustentar a ideia de um momento de pujança.
Frederico Varandas: "Vive-se um dos melhores momentos na história do Sporting"
"Eu acho que é dos melhores momentos da história do Clube. Tem três equipas nos quartos de final da Champions League, em futebol, andebol e hóquei. Temos ainda o futsal nas meias-finais. Isto mostra a consolidação de um projeto desportivo e mostra, inequivocamente, que é um dos melhores momentos da história. Está num momento pujante. Promove não só o desporto, mas também os valores do Sporting", começou por dizer o presidente leonino.
"Queremos estar na decisão das competições. É um orgulho a campanha europeia que fizemos, estamos entre as oito melhores equipas, e a responsabilidade está toda do lado de lá", acrescentou ainda Frederico Varandas, atirando a pressão para o lado do Arsenal, antes da segunda mão dos quartos de final da Liga dos Campeões, depois da vitória inglesa em Alvalade, por 1-0.
Frederico Varandas: "Aurélio Pereira ficará na história do Sporting como uma das pessoas mais queridas e importantes da história do futebol"
O presidente do Sporting falou aos jornalistas após a final da primeira edição do Torneio Aurélio Pereira, no escalão sub-13. O Real Betis conquistou a prova, ao vencer os leões por 4-2. "É a melhor maneira de o homenagear, nestes moldes, com um torneio de referência. Ficará na história do Sporting como uma das pessoas mais queridas e mais importantes da história do futebol. Já agora parabéns ao Betis. Foi a primeira edição do torneio e vamos continuar", garantiu.
Acompanhado pelos embaixadores do torneio, Rui Patrício e Adrien Silva, Frederico Varandas entregou à família de Aurélio Pereira um quadro assinado por todos os jogadores que participaram nesta primeira edição. Um presente recebido pelo irmão do homenageado, Carlos Pereira, pelas filhas Mafalda e Rute, e também pelos netos Tomás e Filipe.
Líder máximo dos verdes e brancos endereçou as recentes palavras do homólogo portista, à margem do Torneio Aurélio Pereira, este domingo
12 Abr 2026 | 14:25 |
Frederico Varandas respondeu às declarações de André Villas-Boas, revelando também um episódio ocorrido na reunião na Federação Portuguesa de Futebol, depois de o dirigente portista ter mencionado um pedido de desculpas do líder leonino. As palavras surgiram no Estádio Universitário de Lisboa, após a final sub-13 do Torneio Aurélio Pereira, onde o Real Betis venceu o Sporting por 4-2. Confira tudo o que disse.
"Villas-Boas também vai dizer publicamente que o Apito Dourado é uma vergonha?"
"Há um ano, estávamos em eleições para a Liga, e os quatro presidentes de Sporting, Benfica, Porto e Braga estiveram com um acompanhante cada - eu, com Salgado Zenha; Rui Costa com Nuno Catarino; Villas-Boas com Pereira da Costa e António Salvador com André Viana - numa reunião num hotel em Gaia, para entrevistarmos os candidatos à presidência, João Fonseca e Reinaldo Teixeira. Quando entrevistámos o agora presidente, Reinaldo Teixeira, Villas-Boas disse: "Uma coisa extremamente importante para nós, Porto, é a verdade desportiva e os casos de justiça. O presidente da Liga tem de ter mão de ferro". Villas-Boas virou-se para Rui Costa e disse: "Isto afeta os dois. Não tenho problemas em dizer que o Apito Dourado e o caso dos e-mails são uma vergonha, por isso queria que o presidente da Liga dissesse que isto não pode voltar a acontecer". Eu agora pergunto: Villas-Boas também vai dizer publicamente que o Apito Dourado é uma vergonha?"
"Mas isso foi antes da visita do Sporting ao Dragão e antes da visita do andebol"
"Houve uma reunião promovida por Pedro Proença com os presidentes de Sporting, Porto, Benfica e Braga. Foi uma reunião positiva, construtiva, para falar de reformas. Proença apelou também aos clubes para que tivessem responsabilidade. Na despedida até pedi desculpa por alguns excessos no passado, nomeadamente com o presidente do Porto. Mas isso foi antes da visita do Sporting ao Dragão e antes da visita do andebol"
"Não vi nenhuma pergunta respondida"
"Ouvi com grande interesse as declarações do presidente do Porto após a reunião com a Ministra. Não vi nenhuma pergunta respondida. Vi um argumento um pouco ridículo, que é comparar o comportamento de um adepto, com comportamentos de uma estrutura profissional. Vi um grave atentado à liberdade de expressão, com condicionamento a comentadores e jornalista, pedia que enviasse para o presidente da associação de jornalistas de desporto, Manuel Queiroz, que estava de férias da Pascoa e não assistiu. E vejo ainda pior, talvez: ainda gozou com o estado clínico do treinador, com a delegada e com um jogador. Não vi nenhuma situação esclarecida"
"E o Sporting vai ficar calado? Então quem defende o Sporting?"
"Reparei que muitas pessoas, até a dizerem que isto já chega para Sporting e Porto. O Sporting não começou nada. Um clube agrediu e outro foi agredido. O Sporting recebe bem as equipas, não passa vídeos nos balneários dos árbitros. Não tem adversários que se sentem mal no Pavilhão João Rocha. Sinto silêncio e inação de quem dirige o desporto. E o Sporting vai ficar calado? Então quem defende o Sporting?".
Confira as declarações na íntegra:
Sporting mostra-se "tão grande como os maiores da Europa" e atinge feito inédito em Portugal
10 Abr 2026 | 17:52
Os "cinco casos" que Varandas levou à Ministra para serem respondidos na polémica Porto - Sporting
02 Abr 2026 | 09:05
Villas-Boas diz que Varandas foi fazer "figurinhas" e ironiza postura do Presidente do Sporting
01 Abr 2026 | 18:47