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Futebol

Resposta a Farioli, renovação e equipa esgotada: Tudo o que disse Rui Borges após Porto - Sporting

Verdes e brancos foram até ao Dragão empatar numa partida sem golos e carimbaram passaporte para a final da Taça de Portugal

Rui Borges fez o rescaldo do Porto - Sporting e comentou novamente a renovação de contrato, as palavras de Farioli e a situação física da sua equipa
Rui Borges fez o rescaldo do Porto - Sporting e comentou novamente a renovação de contrato, as palavras de Farioli e a situação física da sua equipa

23 Abr 2026 | 09:01 |

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Após o empate do Sporting com o Porto (0-0), que garantiu a passagem dos leões à final da Taça de Portugal, Rui Borges falou aos jornalistas em conferência de imprensa, onde analisou a exibição. O técnico foi questionado sobre a renovação de contrato, as lesões no decorrer do encontro e as 'queixas' de Francesco Farioli. Confira tudo o que disse.


Defesa de Rui Silva no final


"Isso espelha aquilo que é a força, a amizade e a família que é este grupo. Por isso, é muito por aí. É uma época em que nos têm acontecido alguns infortúnios em termos de lesões, o que nos condiciona de alguma forma e, principalmente, nesta reta final, pela exigência dos jogos que temos tido. Mas, mesmo assim, a equipa deu uma resposta fantástica. Uma primeira parte boa da nossa parte, melhor que o Porto. E uma segunda parte melhor do Porto do que do Sporting. Soubemos sofrer em alguns momentos naquilo que é a parte defensiva, sempre muito bem organizados, coesos, competitivos, com muita entreajuda e muita comunicação. E soubemos defender bem na segunda parte, após uma primeira parte em que controlámos o jogo com bola e penso que acabámos por ser melhores. É uma grande defesa do Rui, mas antes disso há uma grande defesa do Diogo Costa. Por isso, são dois grandes guarda-redes"


Perde Gonçalo Inácio e Morten Hjulmand

"São jogadores importantíssimos, dois líderes dentro e fora de campo. Dois jogadores importantes naquilo que é a dinâmica que dão ao coletivo, jogadores que marcam a sua presença dentro de campo, cada um à sua maneira. Mas, volto a dizer, a malta que joga, a malta que entra... Já ganhámos com toda a gente e já ganhámos sem toda a gente, entre aspas. Porque já jogámos sem o Morten, já jogámos sem o Inácio, já jogámos sem o Luís [Suárez] e ganhámos na mesma, com maior ou menor dificuldade. Perdem-se algumas coisas, ganham-se outras. É o futebol. Por isso é que digo sempre que nunca me lamento, porque eles vão cumprir e vão fazer. E depois acreditam muito uns nos outros, não há egos. Aqui toda a gente respeita toda a gente e toda a gente reconhece o valor de todos, e isso é a força deste grupo. É o respeito e a amizade que têm uns pelos outros e o reconhecimento, acima de tudo, da qualidade uns dos outros. Por isso, a equipa tem demonstrado essa maturidade ao longo de toda a época. E isso deixa-me feliz, porque, volto a dizer, demonstra bem aquilo que é a força deste grupo e, por algum motivo, são campeões nacionais"


Jamor é tábua de salvação? Renovação?

"Tenho contrato até 2027. Sou muito feliz no Sporting. O reconhecimento e a confiança existem desde o primeiro dia. Percebo o vosso lado, mas isso passa-me completamente ao lado. Estou muito feliz no Sporting, continuarei feliz no Sporting, por isso, muito tranquilo nesse sentido. Já disse que a Taça não era nenhuma salvação. Oriento-me para aquilo que é a grandeza do clube que represento e para a felicidade que tenho em representá-lo. E foco-me muito naquilo que é o meu trabalho. O primeiro objetivo de um grande clube é estar presente nas disputas finais dos troféus. O campeonato está mais difícil, mas ainda estamos nele matematicamente. É possível e jamais me dou por vencido. Vamos à luta dentro daquilo que é possível. Estamos nessa disputa final. Na Taça, estamos na final. Fizemos uma grande Champions. A única mágoa é a meia-final da Taça da Liga, também com todas as contingências que nos aconteceram até então em termos de lesões. Não são os troféus que vão definir aquilo que é a qualidade do processo. O processo é muito bom e isso é reconhecido diariamente por todos. Claro que depois queremos acrescentar troféus, os grandes clubes querem ganhar. Mas o primeiro objetivo é estar lá. Por isso, não tem a ver com salvação, tem sim com um objetivo: estar numa final onde o troféu é nosso. Até ver, ainda é nosso e queremos muito continuar com ele. Por isso, conseguimos um primeiro objetivo, estar na final, e ainda temos mais um jogo pela frente"

Mais difícil está feito? Chegada ao Dragão?

"Sinceramente, nem me apercebi, nem vou estar focado nisso, no que se passou ali. Em relação à primeira parte da pergunta: não sei quem será, mas, independentemente disso, tenho um respeito enorme, porque já estive do outro lado, sei de onde vim, volto a dizer, e o quanto sonhava disputar uma final da Taça de Portugal, e o quanto as equipas de escalões inferiores se engrandecem perante as equipas da I Liga, principalmente equipas grandes. Sei bem das dificuldades que vamos ter. Lembro-me bem de que o primeiro jogo que tivemos este ano ganhámos no prolongamento ao Paços de Ferreira, que é uma equipa da Liga 2 e que está a lutar pela sobrevivência. Por isso, sei muito bem das dificuldades. É um jogo de final da Taça, onde vão estar duas equipas merecedoras de lá estar, e vai ser disputado. E não tenho dúvidas nenhumas de que vai ser muito bem disputado pelas duas equipas"

Tensão e paragens de Rui Silva

"Teve a ver com o Rui Silva, que acabou o jogo com problemas físicos. Tão simples quanto isso. Em relação ao banco, é natural a tensão. São duas grandes equipas a disputar um acesso à final. O público a jogar em sua casa. É natural que exista tensão, que exista esta intensidade vivida de parte a parte. Por isso, acho que são coisas naturais do jogo, desde que não ultrapassem os limites do razoável, digamos"

Substituições e esgotamento dos jogadores

"Eu queria ganhar. E a primeira parte foi demonstrativa disso. Agora, é natural que fôssemos caindo em termos físicos um bocadinho na segunda parte. Em relação às substituições, ficámos ali um bocadinho presos também com as duas paragens obrigatórias que tivemos de fazer... digo que não foi obrigatório, mas, sim, obrigatório por algumas lesões, infelizmente, do Inácio e do Morten. Só já tinha mais uma paragem para três substituições. Estava o Luís esgotado, estava o Trincão esgotado, estava o Maxi esgotado, estava o Quaresma esgotado e só podia meter três. Por isso, falei com o Luís e ele disse que ia até ao fim e foi. E muito bem: lutou como ninguém também pela equipa, pelo grupo, e deu tudo em campo"

Quenda de regresso ao onze

"Sinceramente, acho que até surpreendeu. Esteve a um nível muito bom, fez um bom jogo, um belíssimo jogo com e sem bola. Era até expectável jogar menos tempo, só que a energia dele ainda estava bastante razoável e boa, e mantivemo-lo mais alguns minutos. Esteve até acima do expectável"

Farioli diz que Sporting perdeu tempo

"Foi no Porto Canal? São opiniões. Não tenho nada a dizer, apenas disse que foi uma primeira parte boa do Sporting com bola, uma segunda parte melhor do Porto com bola e um jogo bastante competitivo. Quanto ao tempo, deve ter-se esquecido das bolas e das toalhas"

Outra meia-final

"Vou descansar e focar-me no Aves SAD. Com todo o respeito pelo Torreense e pelo Fafe, acho que qualquer uma que ganhe é merecedora de estar na final e estarei muito mais focado naquilo que é o meu trabalho e naquilo que é o próximo jogo do campeonato, porque queremos muito vencer e temos tido grandes contrariedades"


Futebol

Ioannidis, Virgínia e saídas; Tudo o que disse Rui Borges antes do Sporting - Torreense

Técnico do Clube de Alvalade realizou habitual conferência de imprensa de antevisão ao jogo a contar para a final da Taça de Portugal

Rui Borges, técnico do Sporting, realizou a habitual conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Torreense
Rui Borges, técnico do Sporting, realizou a habitual conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Torreense

23 Mai 2026 | 14:11 |

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Rui Borges, técnico do Sporting, realizou a habitual conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Torreense, que se encontra agendado para as 17h15 deste domingo, dia 24 de maio. O treinador mostrou-se confiante para a final da Taça de Portugal.


Seria justo terminar esta época com um troféu?


"A justiça é relativa. Acho que o grupo é merecedor de estar nesta final, de lutar pelo troféu e vencê-lo, mas temos de fazer muito para vencê-lo, temos de demonstrar em campo. Teremos pela frente um adversário que vai dar a vida. Temos de estar preparados para a dificuldade, tudo bem que é contra um adversário da segunda divisão, mas que ainda esta semana deixou em dificuldades uma equipa da primeira liga. A nossa época foi fantástica, em termos de qualidade, das competições em que estivemos inseridos. É certo que não fomos tricampeões, que era o que queríamos. Mas queremos conquistar o segundo troféu mais importante do nosso calendário desportivo".


Ioannidis fora da final

"O Fotis não estará para o jogo. Eu poderia dizer que está se calhar 100% recuperado, mas ainda não integrou o treino totalmente connosco e por tudo o que foi a paragem, creio que o melhor foi não ativar a utilização dele. Acredito, e tenho toda a certeza, que arrancará a época a 100% e isso também será importante para ele e para nós também. Mercado? Fala-se muito, o único que podemos falar é do Zalazar. De resto, é a vossa parte. O mercado é todos os dias e faz parte do futebol. Temos de estar cientes do que se passa. Tudo aqui é feito com rigor, com muita comunicação, e estamos perfeitamente identificados com aquilo que queremos para a próxima época e o clube está a ser fantástico".


Possibilidades de Trincão e Maxi saírem no próximo mercado...

"Eu gostava de ter todos, gostava que o Morita não fosse, que o Quenda não fosse. Fico feliz por vê-los ligados aos grandes clubes, não só o Hjulmand como o Maxi. É sinal de valorização ao longo de toda a época. Faz parte do futebol. Não mexe em nada, eu gosto muito de todos eles e não gostava de perder nenhum, mas sou muito frio nesse aspeto: para saírem uns têm de entrar outros. Estamos num grande clube e, com toda a certeza, os jogadores passam, os treinadores passam e o Sporting será sempre o Sporting. Estou muito focado no jogo de amanhã. Depois, descansar, que preciso, e depois analisaremos o mercado. Os jogadores têm cláusulas e é muito dentro dessas perspetivas".

Possível saída de Hjulmand e a decisão sobre quem será o titular na baliza na final da Taça.

"Poderia dizer que já decidi ou não decidi. Eles ainda não sabem, portanto seria ingrato da minha parte estar aqui a dizer quem jogava. Em relação ao Morten, é um jogador que tem contrato com o clube, estava a chatear-me para se apresentar dois dias antes, até porque a seleção também joga nesta reta final. Ficarei muito feliz se ele continuar, mas se não ficar é o futebol. Gosto muito dele, é o nosso líder, deu sempre a cara pelo grupo e isso é muito importante. Precisamos cada vez mais de líderes assim."

Se estivesse na posição de Luís Tralhão, priorizava a subida de divisão ou a Taça?

"De alguma forma, valoriza também o trabalho do Sporting não só com o Rui Borges mas nos últimos anos, na valorização do futebol português e do jogador português. Trabalharemos para dar sequência. Fico feliz, mas triste porque gostaria de ter mais gente. O Pote merecia, o Edu também é um jogador que tem de estar em avaliação para o futuro da Seleção. O Mangas também apareceu muito bem numa primeira fase da época. Mas fico feliz com a valorização do futebol português e sobretudo dos jogadores do Sporting. Em relação ao Torreense, eu metia os melhores jogadores. Têm 3-4 dias para respirar. Acredito que no início da época se mostrassem uma folha aos jogadores do Torreense entre disputar o acesso ao playoff ou a final da Taça de Portugal, eles assinavam [a final da Taça] com toda a certeza. Acho que querem disputar o jogo no seu máximo. Independentemente de quem jogar amanhã no Torreense, tenho a certeza que terá uma motivação fora do normal. É uma equipa que não perdeu nos últimos sete jogos, com cinco 'clean sheets'. Temos de estar muito concentrados e focados nos nossos comportamentos individuais e coletivos".

Conquista da Taça de Portugal de forma consecutiva que escapa desde 2007 e 2008

"Muito honestamente, não tenho estado focado nesse aspeto. Eles são jogadores profissionais e sabem o que é andar nisto. Todos os outros jogadores têm contrato com o Sporting e nenhum deles deve estar muito nostálgico porque têm contrato com o Sporting. Sinto-os felizes e motivados para acrescentar mais uma conquista para o Sporting. Acho que a felicidade deles e a parte da motivação deles está no auge e não preciso de estar muito preocupado nesse sentido, com a parte nostálgica do jogo. Querem saber sim se o míster vai colocá-los a jogar porque estão ansiosos para jogar. Acho que tudo o que fizemos esta época foi muito bom. Não conseguimos ser campeões, é certo. Disse-lhes que não chegava sermos iguais à época passada para sermos campeões novamente, até porque fomos praticamente idênticos à época passada, e não fomos campeões. Mas isso não apaga o que fizeram. A equipa demonstrou qualidade durante toda a época, de forma consistente, e em todas as competições também. Temos de mostrar dentro de campo que merecemos terminar a época com um troféu".

O que mais impressionou na análise à equipa do Torreense?

"A controlar: as bolas paradas; têm dois centrais que são muito fortes no jogo aéreo. Contra-ataque e ataque rápido: têm jogadores muito rápidos e temos de estar muito preparados para essas transições. Temos de estar muito equilibrados, a nossa linha defensiva e intermédia. A equipa tem de ser muito competitiva. Ainda agora dei o exemplo de estarem sem perder há sete jogos e com cinco clean sheets. Vamos ter dificuldades e teremos de estar no nosso melhor para vencer o Torreense. Tivemos dificuldades com o Paços no primeiro jogo da Taça de Portugal e o Paços desceu à Liga 3. O Torreense recentemente colocou dificuldades ao Casa Pia e até terminou com mais remates à baliza do que o Casa Pia. Temos de estar atentos."

Respeito pelo Torreense é uma forma de afastar a pressão?

"É sermos sérios e não entrarmos em facilitismos. A pressão neste clube é diária, é a pressão de querer ganhar. É uma pressão positiva. Favoritismos? Para estar numa final, uma equipa tem de ser os seus méritos. Passei por todos os escalões. Sei bem o que significa estar numa final do Jamor e as dificuldades que as equipas colocam às equipas ditas favoritas. Não olho para o Torreense como uma equipa que está num escalão inferior, até porque está a lutar para subir à 1.ª Liga. Para mim, é respeito máximo. E é só não deixar entrar em facilitismos, até porque é uma festa muito bonita e que assim seja por muitos anos. Ainda não ganhámos nada."

João Virgínia pode estar de saída e isso é mais um fator que o leva a ter dúvidas na baliza?

"O Virgínia tem contrato com o Sporting. Vocês colocam mais de meia equipa de fora do Sporting e a outra metade dentro! Esqueçam isso. É apenas mais uma decisão minha, como muitas outras que tive ao longo da época. Difícil era eu estar em casa e a ver na televisão. Estou feliz por disputar mais uma final e com a maior das seriedades. Muito sério na abordagem ao jogo, no que representa. O favoritismo eu percebo da vossa parte. Mas é só olhar para o nosso campeonato e o primeiro jogo da Taça de Portugal. Perdemos pontos contra equipas que desceram. Se voltarem atrás, os jogos que mais me stressam são os da Taça de Portugal porque sei o quão difícil é defrontar equipas de escalões inferiores e ganhar esses jogos".

Final inserida no meio do playoff de subida faz sentido?

"Para mim, o Torreense chega nas mesmas condições. Quando querem estar entre os melhores... É o que é. É o futebol. Se perguntassem ao míster Tralhão e mostrassem, com o calendário definido, que iam disputar o playoff de subida mas que também iam a uma final da Taça de Portugal, acho que ele assinava na hora. Não tenho dúvidas algumas. Não é por aí que o Torreense vai deixar de ser menos competitivo na final da Taça de Portugal ou no segundo jogo do playoff. As equipas que querem andar entre os melhores têm de saber lidar com isso, como nós também temos quando estamos na Liga dos Campeões".

Saber ao intervalo se entra ou não diretamente na Champions...

"Não. Acredito que hoje em dia é difícil em termos de comunicação conseguirmos abafar ou não. Mas acredito que a equipa não estará preocupada com o acesso direto, mas sim focados no jogo que vamos disputar. O foco deles é terminar a época com um troféu que é nosso. No final sim, a informação poderá passar de forma mais limpa".

Um abraço 'coletivo'

"Deixar aqui um abraço a todas as pessoas das Modalidades. São muitas conquistas. A mim, enquanto treinador de futebol da primeira equipa masculina, deixa-me muito feliz. Muitos parabéns a todas elas. Deixar também um abraço a duas equipas que fazem parte do meu trajeto: a Académica pela subida - é um clube que merece estar no patamar mais alto do futebol; e ao Académico de Viseu, o primeiro que me abriu as portas ao futebol, pela subida à 1.ª Liga. Feliz pelas suas gentes, humildes".


Futebol

Além de Morita e Quenda, Rui Borges admite saída de dupla do Sporting: "Faz parte do futebol"

Presente na antevisão à final da Taça de Portugal frente ao Torreense, disputado amanhã, 24 de maio, treinador leonino abordou hipóteses no mercado

Após Morita e Quenda despedirem-se do Sporting, Rui Borges abordou as possíveis saídas de Francisco Trincão e Maxi Araújo, neste mercado de verão
Após Morita e Quenda despedirem-se do Sporting, Rui Borges abordou as possíveis saídas de Francisco Trincão e Maxi Araújo, neste mercado de verão

23 Mai 2026 | 14:10 |

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Presente na conferência de imprensa de antevisão à final da Taça de Portugal frente ao Torreense, Rui Borges foi questionado acerca das possibilidades em torno das saídas de Francisco Trincão e Maxi Araújo neste mercado de verão. Em resposta, o treinador do Sporting admitiu que "para saírem uns, têm de entrar outros".


Rui Borges: "Sou muito frio nesse aspeto: para saírem uns têm de entrar outros"


"Eu gostava de ter todos, gostava que o Morita não fosse, que o Quenda não fosse. Fico feliz por vê-los ligados aos grandes clubes, não só o Hjulmand como o Maxi. É sinal de valorização ao longo de toda a época. Faz parte do futebol", declarou.


Mesmo destacando o seu amor pelos jogadores, Rui Borges permanece "frio": "Não mexe em nada, eu gosto muito de todos eles e não gostava de perder nenhum, mas sou muito frio nesse aspeto: para saírem uns têm de entrar outros. Estamos num grande clube e, com toda a certeza, os jogadores passam, os treinadores passam e o Sporting será sempre o Sporting".

Rui Borges: "Ficarei muito feliz se Hjulmand continuar, mas se não ficar é o futebol"


Inevitavelmente, o treinador do Sporting foi interpolado com o futuro de Morten Hjulmand: "É um jogador que tem contrato com o Clube, estava a chatear-me para se apresentar dois dias antes, até porque a seleção também joga nesta reta final."

"Ficarei muito feliz se ele continuar, mas se não ficar é o futebol. Gosto muito dele, é o nosso líder, deu sempre a cara pelo grupo e isso é muito importante. Precisamos cada vez mais de líderes assim", concluiu. Confira o ponto de situação em torno de Hjulmand, relativamente ao jogo da final.


Futebol

Craque que deixou saudades no Sporting pode juntar-se a Mourinho no Real Madrid

Antigo jogador do Clube Alvalade tem vindo a atrair vários pretendentes à sua contratação, sendo o ainda treinador do Benfica um dos interessados

Pedro Porro, ex Sporting, volta a estar no radar de um gigante europeu e poderá reencontrar José Mourinho no Real Madrid
Pedro Porro, ex Sporting, volta a estar no radar de um gigante europeu e poderá reencontrar José Mourinho no Real Madrid

23 Mai 2026 | 14:00 |

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Pedro Porro volta a estar no radar de um gigante europeu e poderá reencontrar José Mourinho no Real Madrid. O lateral-direito espanhol, que brilhou ao serviço do Sporting antes de rumar ao Tottenham, é um dos nomes apontados ao reforço da defesa dos merengues para a próxima temporada, numa altura em que Dani Carvajal está de saída do clube espanhol.


Segundo o jornal 'Sport', José Mourinho já estará a preparar o plantel do Real Madrid para 2026/27, apesar de ainda não ter sido oficializado como sucessor de Álvaro Arbeloa. O treinador considera prioritário reforçar a lateral direita e Pedro Porro surge como uma solução muito apreciada pela capacidade ofensiva e experiência acumulada nos últimos anos.


A mesma publicação refere que Diogo Dalot também integra a lista de opções do técnico português, sendo visto como uma alternativa mais defensiva para o lado direito daquela posição. Ainda assim, o antigo jogador do Sporting - que atenta á situação de Hjulmand - continua a reunir muitos admiradores em Madrid, sobretudo pela evolução demonstrada desde a saída de Alvalade.


Já o diário 'As' acrescenta que a situação delicada do Tottenham poderá facilitar uma eventual transferência. Com os spurs a atravessarem uma temporada complicada e perante a possibilidade de descida de divisão, Pedro Porro poderá acabar por sair por um valor inferior ao inicialmente esperado pelos londrinos.

O internacional espanhol, recorde-se, deixou marca no Sporting durante as duas épocas em que representou os leões, sendo peça fundamental sob comando de Ruben Amorim. Desde então, consolidou-se na Premier League e continua a despertar interesse dos maiores clubes europeus, podendo agora dar o salto para o Santiago Bernabéu pela mão de José Mourinho.



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