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Oficial! Sporting reforçar-se com ala internacional por Portugal até ao fim de 2026/27
16 Out 2026 | 11:44
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Futsal
15 Jan 2020 | 12:00 |
Esteve cá três anos e voltou agora para o Brasil, mas relembrou todas as alegrias, contou-nos todos os porquês… e não tira de cima da mesa a possibilidade de voltar: O nosso 89, Dieguinho.
Leonino: Seria difícil que a primeira pergunta não fosse a seguinte: O que mais te custou ao sair do Sporting CP?
Dieguinho: O que mais me custou ao sair do Sporting CP foi mesmo tudo o que construí aí. O carinho que tinha de todos, desde a minha chegada até ao meu último dia, porque consegui fazer muitos amigos. E tudo o que ganhei, isso foi o que mais me custou.
Como e quando tomaste a decisão de sair?
Essa decisão foi tomada em conjunto, entre mim e a minha esposa. Tínhamos planos e achei que estava no momento, por isso tivemos de a tomar.
Na tua despedida do Clube, ficaste de fora do último jogo da época, por castigo. Querias despedir-te de outra forma?
Claro que me queria despedir de outra forma. Queria ter jogado, ter conseguido o título, mas infelizmente fui castigado e não deu. Acho que fiz uma história bacana, deixei um legado bem bonito e isso é que importa.
“Termina meu vínculo contratual ao clube, mas fica minha paixão, e gratidão (…). Esses adeptos que nunca esquecerei e que agora também faço parte, muito obrigado”. Foram estas algumas das tuas palavras quando a tua saída foi tornada pública. Tens seguido a época do Sporting CP?
Sigo sempre o Sporting CP, sigo tudo o que acontece. Além de ter amigos que ainda jogam aí, jamais vou deixar de seguir.
“O início do Sporting CP foi bem complicado”
Como vês o desempenho da equipa até agora?
Claro que não acompanho o dia-a-dia deles, mas vejo os resultados e estão a fazer uma boa campanha. Infelizmente não conseguiram passar para a final-four, mas sabemos que todos os anos fica mais difícil, porque tudo é mais competitivo. Conseguimos, durante três anos seguidos, passar à final-four, mas infelizmente este ano não conseguiram. Agora eles têm que dar ênfase ao campeonato e, se Deus quiser, tomar esse título de novo para o Sporting CP.
Qual o momento que guardas com maior felicidade destes anos passados em Alvalade?
Não é só o meu momento, mas o de todos os Sportinguistas, que é quando conseguimos o título da Champions. Era o sonho de todos, então, creio que esse é o momento que vai ficar eternizado.
O “muleque de vila” chegou e venceu na Europa. Como lidaste com as diferenças do futsal em Portugal quando chegaste?
No início foi bem complicado. Era tudo muito diferente, sobretudo o futsal brasileiro do futsal europeu. Foi um início meio conturbado, mas as pessoas acreditaram em mim e eu sabia do meu potencial. Não desisti. Fui trabalhando e com o passar do tempo fui ganhando mais confiança em todos e consegui fazer essa história, conquistando títulos e, sobretudo, o respeito de todos.
“Os golos que me deixavam mesmo feliz eram os que marcava contra o Benfica”
Lembras-te do que sentiste a primeira vez que entraste no Pavilhão João Rocha?
Foi uma sensação única. Entrar num pavilhão, do jeito que estava, com todos aqueles adeptos maravilhosos, foi muito gostoso. Nunca vou esquecer esse dia. Como tu próprio te intitulas, o rei do golo e do hat-trick, que golo te fez arrepiar enquanto vestias a camisola verde e branca?
Foram mesmo bastantes golos e fico feliz por isso. Os golos da final da Champions foram muito importantes, mas os que me deixavam mesmo feliz eram os que marcava contra o Benfica. Esses sim. Quando marcava e quando vencíamos, ia para casa numa felicidade que não tinha tamanho.
O que foi melhor ao longo destas épocas no Clube?
Acho que não tem “o que foi melhor”, para mim tudo foi bom. Foi perfeito. Os três anos que fiquei aí foram maravilhosos, que não posso esquecer e vou levar para toda a minha vida.
E o que foi mais difícil?
Foi a minha chegada. Por ser um futsal diferente, a minha adaptação e, agora, a minha saída. Não foi fácil decidir sair. Então acho que esses dois momentos foram as coisas mais difíceis que passei por aí.
De 0 a 100, qual a percentagem que concedes ao Sporting CP pelo teu sucesso atual?
Realmente tenho de reconhecer que o Sporting CP foi um clube que alavancou muito a minha carreira. Não sei se tem uma percentagem, mas falando dessa forma, acho que 80% devo ao Sporting CP por todo o sucesso que está a acontecer comigo.
“Ainda tenho muitas imagens dos adeptos na minha cabeça”
O que recordas com maior carinho dos adeptos? Sendo que eras um dos mais adorados do plantel?
Ainda tenho muitas imagens dos adeptos na minha cabeça. Alguns a pedir para fazer a ‘dança do pombo’ e todas as comemorações que fazia quando marcava um golo. Isso é mesmo algo que tenho na mente.
Houve uma imagem que nunca saiu da mente de cada leão no Pavilhão João Rocha. Quando vencemos o Tricampeonato, subiste à baliza, paraste e primeiro ficaste a olhar para a festa. Depois começaste a festejar com todos os presentes. O que passou pela tua cabeça naquele momento?
Aquele era um momento de muita felicidade. Tínhamos acabado de ganhar o campeonato e subi ali na baliza e fiquei só olhando aqueles adeptos a fazer toda aquela festa. Fiquei encantado e estive alguns minutos só a olhar para todos eles a festejar e depois, claro, comecei a festejar junto deles. Podem ter a certeza que, para mim, também é um dos momentos mais marcantes que passei no Sporting CP.
Gostavas de voltar um dia?
Gostaria de voltar, sim. Possibilidades sempre vão existir e vamos estudando essas possibilidades e, quem sabe, um dia não estarei aí, de volta, representando esse clube maravilhoso e vestindo essa camisa.
Que mensagem queres deixar aos Sportinguistas?
A mensagem que deixo aos Sportinguistas é a de sempre. Que eles continuem a apoiar o clube, nunca abandonem, que façam a festa mesmo, que é o que eles sabem fazer. Quem sabe se um dia estarei de volta para dar mais alegrias e também sentir essa mesma alegria de os ver a gritar o meu nome e a fazerem-me sorrir.
Encarnados haviam deixado um duro comunicado nas suas plataformas sobre o juízes responsáveis pelo encontro diante dos leões, que mereceu queixa
20 Out 2026 | 14:04 |
O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol absolveu o Benfica no processo disciplinar instaurado após as críticas à arbitragem da derrota por 3-2 diante do Sporting, na Supertaça de futsal, disputada em Vila do Conde a 5 de setembro. Em causa estavam alegadas ofensas à honra, consideração ou dignidade da equipa de arbitragem formada por Rúben Santos e Filipe Duarte.
Após o encontro, os encarnados emitiram um comunicado no site oficial onde escreveram que uma “arbitragem inadmissível retira mais um troféu ao Benfica” e que “o futsal português não pode continuar a aceitar arbitragens que adulteram resultados e decidem troféus”. As expressões levaram a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol a apresentar uma participação disciplinar.
O Conselho de Disciplina considerou, porém, que as declarações, apesar da dureza do discurso, se enquadravam numa crítica concreta às decisões tomadas durante o duelo com o Sporting. Segundo o acórdão, “não pratica a infração disciplinar o clube que publica comunicado com formulações, apesar da sua gravidade retórica, surgem inseridas em publicação com conteúdo descritivo das incidências do encontro e funcionalmente orientadas para a crítica de concretas decisões de arbitragem e dos seus efeitos ou resultados práticos”.
O órgão disciplinar acrescentou que não foi possível concluir, com o grau de certeza necessário para uma sanção, que as palavras do Benfica sugerissem uma atuação deliberadamente parcial por parte dos árbitros. “Face de tudo o exposto, e em aplicação do princípio in dubio pro reo, consideram-se não demonstrados os factos integrantes do elemento subjetivo”, pode ler-se no acórdão.
Perante esse entendimento, o Conselho de Disciplina julgou improcedente a acusação e absolveu o Benfica da infração disciplinar. O processo fica assim encerrado sem qualquer castigo para os encarnados, depois da polémica que se seguiu à Supertaça conquistada pelo Sporting.
Jogador que representou os verdes e brancos por duas vezes no decorrer da sua carreira desportiva deixou Alvalade no último verão
20 Out 2026 | 12:23 |
Taynan está de regresso ao futsal brasileiro, dez anos depois de ter deixado o país para iniciar uma aventura internacional. O antigo jogador do Sporting foi anunciado como reforço da ACBF, atual detentora da Copa Libertadores, regressando assim à competição depois de ter terminado a ligação aos leões no final da última temporada.
O jogador terminou a segunda passagem por Alvalade depois de não ter chegado a acordo para renovar contrato. Tal como o Leonino noticiou em Exclusivo, a proposta apresentada pelo Sporting implicava uma redução de cerca de 40% no vencimento do ala, cenário que acabou por inviabilizar a continuidade do internacional cazaque no Clube.
Natural de Campina Grande, Taynan deixou o Brasil em 2016 para rumar ao Mes Sungun, do Irão, seguindo-se uma passagem de dois anos pelo Kairat. Foi durante esse período que se naturalizou cazaque e começou a representar a seleção do Cazaquistão, antes de chegar pela primeira vez ao Sporting, em 2019.
O ala representou os verdes e brancos entre 2019 e 2021 e regressou a Alvalade em 2023/24, depois de uma experiência no ElPozo Murcia. No total das duas passagens, Taynan realizou 160 encontros pelo Sporting e conquistou 10 troféus, entre os quais uma Liga dos Campeões de futsal e dois Campeonatos Nacionais.
A última temporada ficou marcada por uma lesão grave, depois de Taynan ter sofrido uma rotura do ligamento cruzado anterior e do menisco externo do joelho esquerdo. O problema limitou-o a apenas sete jogos e colocou um ponto final precoce na época, antes da saída definitiva do Sporting. Aos 33 anos, o ala regressa agora ao país natal para iniciar uma nova etapa ao serviço da ACBF.
Confira a apresentação:
Jogador chegou ao Clube de Alvalade na temporada 2025/26, mas ainda não conseguiu encontrar a sua melhor versão ao serviço dos leões
19 Out 2026 | 03:00 |
Ivan Chishkala tarda em convencer no Sporting e terá de começar a dar ao pedal para justificar o estatuto com que chegou a Alvalade, sabe o Leonino. O ala russo regressou recentemente após uma lesão que atrasou o início da temporada, mas ainda está longe de mostrar a regularidade esperada.
Ao que o nosso Jornal apurou, a estrutura leonina continua a acreditar nas qualidades do jogador, mas espera uma resposta mais consistente dentro de campo. Chishkala participou em apenas dois dos sete encontros disputados esta época pela equipa orientada por Nuno Dias e ainda não registou qualquer golo ou assistência.
O problema físico ajuda a explicar o arranque condicionado, até porque o jogador já tinha falhado o quinto e decisivo encontro da final do play-off de 2025/26. Ainda assim, o rendimento global desde a chegada ao Sporting, no último inverno, tem deixado algumas dúvidas. Na segunda metade da época passada realizou 23 partidas e marcou cinco golos.
Chishkala teve um papel importante na conquista da Liga dos Campeões, mas internamente nunca conseguiu apresentar a mesma consistência nem uma adaptação totalmente convincente às ideias de Nuno Dias. O cenário repete-se neste início de temporada, embora a lesão tenha limitado bastante as oportunidades para ganhar ritmo.
O ala chegou a Alvalade depois de ter passado cinco temporadas pelo Benfica e de uma experiência no Torpedo, na Rússia, onde marcou 17 golos em 23 jogos. A contratação surgiu com grandes expectativas e o Sporting continua a esperar que Chishkala recupere esse impacto ofensivo.
Oficial! Sporting reforçar-se com ala internacional por Portugal até ao fim de 2026/27
16 Out 2026 | 11:44
Atenção! Sporting perde guarda-redes e soma mais uma baixa por lesão
13 Out 2026 | 11:39
Capitão do Sporting perde a cabeça e é suspenso por insultar árbitro: "És um filho da p...!"
06 Out 2026 | 15:10