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Exclusivo Leonino - Varandas não cede e Sporting perde maior promessa da formação
15 Set 2026 | 16:01
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Futsal
15 Jan 2020 | 12:00 |
Esteve cá três anos e voltou agora para o Brasil, mas relembrou todas as alegrias, contou-nos todos os porquês… e não tira de cima da mesa a possibilidade de voltar: O nosso 89, Dieguinho.
Leonino: Seria difícil que a primeira pergunta não fosse a seguinte: O que mais te custou ao sair do Sporting CP?
Dieguinho: O que mais me custou ao sair do Sporting CP foi mesmo tudo o que construí aí. O carinho que tinha de todos, desde a minha chegada até ao meu último dia, porque consegui fazer muitos amigos. E tudo o que ganhei, isso foi o que mais me custou.
Como e quando tomaste a decisão de sair?
Essa decisão foi tomada em conjunto, entre mim e a minha esposa. Tínhamos planos e achei que estava no momento, por isso tivemos de a tomar.
Na tua despedida do Clube, ficaste de fora do último jogo da época, por castigo. Querias despedir-te de outra forma?
Claro que me queria despedir de outra forma. Queria ter jogado, ter conseguido o título, mas infelizmente fui castigado e não deu. Acho que fiz uma história bacana, deixei um legado bem bonito e isso é que importa.
“Termina meu vínculo contratual ao clube, mas fica minha paixão, e gratidão (…). Esses adeptos que nunca esquecerei e que agora também faço parte, muito obrigado”. Foram estas algumas das tuas palavras quando a tua saída foi tornada pública. Tens seguido a época do Sporting CP?
Sigo sempre o Sporting CP, sigo tudo o que acontece. Além de ter amigos que ainda jogam aí, jamais vou deixar de seguir.
“O início do Sporting CP foi bem complicado”
Como vês o desempenho da equipa até agora?
Claro que não acompanho o dia-a-dia deles, mas vejo os resultados e estão a fazer uma boa campanha. Infelizmente não conseguiram passar para a final-four, mas sabemos que todos os anos fica mais difícil, porque tudo é mais competitivo. Conseguimos, durante três anos seguidos, passar à final-four, mas infelizmente este ano não conseguiram. Agora eles têm que dar ênfase ao campeonato e, se Deus quiser, tomar esse título de novo para o Sporting CP.
Qual o momento que guardas com maior felicidade destes anos passados em Alvalade?
Não é só o meu momento, mas o de todos os Sportinguistas, que é quando conseguimos o título da Champions. Era o sonho de todos, então, creio que esse é o momento que vai ficar eternizado.
O “muleque de vila” chegou e venceu na Europa. Como lidaste com as diferenças do futsal em Portugal quando chegaste?
No início foi bem complicado. Era tudo muito diferente, sobretudo o futsal brasileiro do futsal europeu. Foi um início meio conturbado, mas as pessoas acreditaram em mim e eu sabia do meu potencial. Não desisti. Fui trabalhando e com o passar do tempo fui ganhando mais confiança em todos e consegui fazer essa história, conquistando títulos e, sobretudo, o respeito de todos.
“Os golos que me deixavam mesmo feliz eram os que marcava contra o Benfica”
Lembras-te do que sentiste a primeira vez que entraste no Pavilhão João Rocha?
Foi uma sensação única. Entrar num pavilhão, do jeito que estava, com todos aqueles adeptos maravilhosos, foi muito gostoso. Nunca vou esquecer esse dia. Como tu próprio te intitulas, o rei do golo e do hat-trick, que golo te fez arrepiar enquanto vestias a camisola verde e branca?
Foram mesmo bastantes golos e fico feliz por isso. Os golos da final da Champions foram muito importantes, mas os que me deixavam mesmo feliz eram os que marcava contra o Benfica. Esses sim. Quando marcava e quando vencíamos, ia para casa numa felicidade que não tinha tamanho.
O que foi melhor ao longo destas épocas no Clube?
Acho que não tem “o que foi melhor”, para mim tudo foi bom. Foi perfeito. Os três anos que fiquei aí foram maravilhosos, que não posso esquecer e vou levar para toda a minha vida.
E o que foi mais difícil?
Foi a minha chegada. Por ser um futsal diferente, a minha adaptação e, agora, a minha saída. Não foi fácil decidir sair. Então acho que esses dois momentos foram as coisas mais difíceis que passei por aí.
De 0 a 100, qual a percentagem que concedes ao Sporting CP pelo teu sucesso atual?
Realmente tenho de reconhecer que o Sporting CP foi um clube que alavancou muito a minha carreira. Não sei se tem uma percentagem, mas falando dessa forma, acho que 80% devo ao Sporting CP por todo o sucesso que está a acontecer comigo.
“Ainda tenho muitas imagens dos adeptos na minha cabeça”
O que recordas com maior carinho dos adeptos? Sendo que eras um dos mais adorados do plantel?
Ainda tenho muitas imagens dos adeptos na minha cabeça. Alguns a pedir para fazer a ‘dança do pombo’ e todas as comemorações que fazia quando marcava um golo. Isso é mesmo algo que tenho na mente.
Houve uma imagem que nunca saiu da mente de cada leão no Pavilhão João Rocha. Quando vencemos o Tricampeonato, subiste à baliza, paraste e primeiro ficaste a olhar para a festa. Depois começaste a festejar com todos os presentes. O que passou pela tua cabeça naquele momento?
Aquele era um momento de muita felicidade. Tínhamos acabado de ganhar o campeonato e subi ali na baliza e fiquei só olhando aqueles adeptos a fazer toda aquela festa. Fiquei encantado e estive alguns minutos só a olhar para todos eles a festejar e depois, claro, comecei a festejar junto deles. Podem ter a certeza que, para mim, também é um dos momentos mais marcantes que passei no Sporting CP.
Gostavas de voltar um dia?
Gostaria de voltar, sim. Possibilidades sempre vão existir e vamos estudando essas possibilidades e, quem sabe, um dia não estarei aí, de volta, representando esse clube maravilhoso e vestindo essa camisa.
Que mensagem queres deixar aos Sportinguistas?
A mensagem que deixo aos Sportinguistas é a de sempre. Que eles continuem a apoiar o clube, nunca abandonem, que façam a festa mesmo, que é o que eles sabem fazer. Quem sabe se um dia estarei de volta para dar mais alegrias e também sentir essa mesma alegria de os ver a gritar o meu nome e a fazerem-me sorrir.
Clube de Alvalade irá jogar em prova mundial com outras cinco equipas participantes, sendo quatro delas de países diferentes
18 Set 2026 | 16:41 |
É um Exclusivo Leonino confirmado: O Sporting vai participar na Taça Intercontinental de Clubes de futsal. A prova, considerada o Mundial de Clubes da modalidade, disputa-se entre 14 e 19 de novembro, no Brasil, e assume-se como uma das grandes metas dos verdes e brancos para 2026/27.
Esta sexta-feira realizou-se o sorteio da Fase de Grupos, com o Sporting a ser o único representante do futsal português. Os leões foram sorteados no Grupo B e vão defrontar as equipas brasileiras BTS - de Allan Guilherme - e ACBF.
Os pupilos de Nuno Dias estreiam-se na prova frente ao BTS. Na jornada seguinte, vão medir forças com a ACBF, campeão em título da Copa Libertadores. O Grupo A contém também o vencedor das últimas três edições Illes Balears Palma, o Pato Futsal e o Al-Ula FC.
Os dois primeiros classificados de cada grupo avançam para as meias-finais. A prova introduziu este ano um formato alongado, semelhante ao que estava em vigor antes da empresa Mundo do Futsal ter assumido a organização da competição em 2023.
O Sporting e ACBF apuraram-se na condição de campeões das respetivas provas continentais, o Palma como atual detentor do troféu, Al-Ula FC e BTS foram convidados por serem os campeões dos principais campeonatos nacionais das regiões do Médio Oriente e Ásia Oriental, respetivamente, e o Pato Futsal garantiu lugar por ser o anfitrião, uma vez que a competição se realiza na cidade de Pato Branco, no estado do Paraná.
Situação remonta à última temporada desportiva, mas apenas agora foi conhecida uma nova sanção, da qual os leões optaram por recorrer
17 Set 2026 | 11:16 |
Wesley, jogador de futsal do Sporting, foi suspenso por oito dias pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol. O ala brasileiro foi ainda multado em 102 euros por ter entrado na quadra no dérbi com o Benfica, apesar de se encontrar a cumprir castigo.
No documento publicado pela FPF, é explicado que o episódio aconteceu após o final do quarto jogo da final da Liga Placard, disputado a 25 de junho e vencido pelo Sporting por 3-2. “Após o final do jogo, o jogador Wesley França, que se encontrava a cumprir a sanção de um jogo de suspensão, acedeu à superfície de jogo e à zona técnica, tendo sido prontamente retirado por um delegado do Sporting ao jogo".
O Conselho de Disciplina acrescenta ainda que o jogador tinha conhecimento das limitações impostas pela suspensão. “O jogador Wesley França, sabia e não podia ignorar que, encontrando-se a cumprir sanção de um jogo de suspensão, não podia aceder à zona técnica nem à superfície de jogo”, pode ler-se.
Wesley estava castigado devido a um cartão amarelo visto no encontro anterior, realizado na Luz, e acabou por entrar na quadra após o apito final do duelo seguinte. A infração motivou agora a sanção disciplinar aplicada ao ala leonino.
O Sporting, contudo, recorreu da decisão, pelo que Wesley continua disponível para as opções da equipa. O brasileiro chegou mesmo a ser utilizado frente ao Fundão na última quarta-feira, no Pavilhão João Rocha, em jogo antecipado da sétima jornada da Liga Placard.
Jogador que se encontra ao serviço das águias revelou alguns bastidores sobre a sua transferência para a Luz, que poderia ter sido para Alvalade
16 Set 2026 | 12:24 |
O Sporting esteve entre as hipóteses para o futuro de André Coelho quando o internacional português decidiu regressar ao país após cinco anos no futsal espanhol. O fixo acabou por voltar ao Benfica, mas admitiu que o destino poderia ter sido Alvalade.
Em entrevista ao ‘Zerozero’, durante o Open Day da Federação Portuguesa de Futebol, André Coelho explicou que o regresso a Portugal foi uma decisão tomada em conjunto com a mulher e que, naquele momento, não existia uma garantia absoluta de voltar às águias.
André Coelho: "Poderia ter voltado para o Sporting também”
“Eu e a minha mulher sentimos que estava na altura de voltar. Falta-me um grande objetivo na minha carreira, que é ganhar uma Liga dos Campeões pelo Benfica. Estive fora cinco anos e o Sporting foi muito dominador. Não havia 100 por cento de certeza que voltava para o Benfica e, sendo um profissional, poderia ter voltado para o Sporting também”, confessou.
Ainda assim, André Coelho manteve sempre uma ligação emocional ao Benfica e admitiu que ficou com a sensação de ter deixado trabalho por concluir. “Estando por fora, ficava sempre aquele gostinho um dia que gostava de regressar”, referiu.
O internacional português recordou ainda a saída para o Barcelona, onde cumpriu um dos grandes objetivos da carreira. “Quando saí para o Barcelona, senti que o meu trabalho não estava 100 por cento feito no Benfica. Saí campeão, estive cá duas épocas, a primeira perdemos no quinto jogo e na segunda fomos campeões. Quando saí ficou aquele gostinho que o meu trabalho no Benfica não estava feito, mas fui cumprir mais um sonho que era ir jogar em Espanha e jogar no Barcelona”, concluiu.
Exclusivo Leonino - Varandas não cede e Sporting perde maior promessa da formação
15 Set 2026 | 16:01
Sporting vence, mas leva puxão de orelhas de figura-chave: "Exibição tão pobre"
12 Set 2026 | 10:13
Exclusivo Leonino - Sporting define conquista da Taça Intercontinental como grande objetivo
11 Set 2026 | 14:41