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Futebol
01 Ago 2026 | 09:12 | Por Redação
Após a vitória do Sporting frente ao Nottingham Forest, Luís Guilherme assumiu que sonha representar a Seleção do Brasil e acredita que o rendimento apresentado ao serviço dos leões será determinante para atingir esse objetivo. O extremo, de 20 anos, pretende aproveitar o novo ciclo rumo ao Campeonato do Mundo de 2030 para entrar nas opções da equipa canarinha.
Luís Guilherme: "A seleção é algo com que eu sempre sonhei e continuarei a sonhar"
Em entrevista ao portal brasileiro ‘Trivela’, o jogador deixou uma mensagem clara a Carlo Ancelotti, de que quer juntar-se a Vinicius Júnior. "A seleção é algo com que eu sempre sonhei e continuarei a sonhar, mas, para chegar lá, depende do que fizer no meu clube. É um novo ciclo de Mundial que se inicia, certamente, com novas oportunidades, e quero estar preparado para estar entre as opções e ter uma chance", afirmou.
Contratado ao West Ham há cerca de seis meses por 14 milhões de euros, valor que poderá chegar aos 17 milhões mediante objetivos, Luís Guilherme fez um balanço positivo da adaptação a Alvalade. "Chegar a meio da temporada é um pouco complicado, pois tu precisas de te ambientar rapidamente, mas foi muito tranquilo, e creio que consegui desempenhar um bom futebol. Certamente, esta próxima temporada será melhor, com uma boa pré-temporada junto do grupo e totalmente adaptado", explicou.
Luís Guilherme: "Hoje, pela direita é onde me sinto mais à vontade"
O internacional jovem brasileiro destacou ainda a versatilidade adquirida desde os tempos da formação no Palmeiras. "Desde a formação, e também no futebol profissional do Palmeiras, acostumei-me a fazer diferentes funções. Isso é bom, ajuda-me a evoluir e a ter oportunidades. Hoje, pela direita é onde me sinto mais à vontade, mas posso atuar noutros setores sempre que for necessário. Essa versatilidade é fundamental no futebol", referiu.
Luís Guilherme considera também que a passagem pela Premier League o preparou para a mudança para Portugal. "As coisas aconteceram muito rápido, e cheguei ao Sporting muito mais preparado do que ao West Ham. O período em Inglaterra fez-me amadurecer muito, evoluir dentro e fora de campo, e esta temporada tem tudo para ser ainda melhor", concluiu. O extremo representou o Brasil pela última vez em setembro de 2024, num particular dos sub-20 frente ao México.
Jogador ainda aguarda por se mostrar na equipa orientada por Rui Borges e já começa a ver possibilidades num futuro muito próximo
01 Out 2026 | 17:02 | Por Redação
Kaique Pereira continua à espera da primeira oportunidade oficial com a camisola do Sporting. Contratado ao Palmeiras no último mercado por quatro milhões de euros, o guarda-redes brasileiro trabalha em Alcochete com o objetivo de ganhar espaço nas opções de Rui Borges.
Segundo revela o jornal O Jogo, a ausência de Rui Silva, atualmente ao serviço da Seleção Nacional, tem permitido a Kaique ter maior protagonismo nos trabalhos da equipa principal e aprofundar a adaptação às ideias do treinador leonino.
O guardião chegou a Alvalade para assumir o papel de principal concorrente do internacional português. Depois de passagens por Farense, em 2024/25, e Nacional, na temporada seguinte, Kaique procura agora dar o passo seguinte e estrear-se oficialmente pelo Sporting.
A gestão feita por Rui Borges na última época deixa aberta a possibilidade de o brasileiro receber oportunidades nas competições a eliminar. João Virgínia, então alternativa a Rui Silva, foi utilizado em vários encontros da Taça de Portugal e da Taça da Liga.
Na prova rainha, Virgínia defendeu diante de Paços de Ferreira, Marinhense, Santa Clara e Aves SAD, antes de Rui Silva regressar à baliza nas meias-finais, frente ao Porto, e na final, diante do Torreense. Também na Taça da Liga houve rotação. O ex-guardião leonino jogou nos quartos de final, contra o Alverca, mas o número 1 voltou a assumir a titularidade nas meias-finais diante do Vitória de Guimarães.
Jogadores do Clube de Alvalade não têm qualquer descanso nesta pausa para compromissos internacionais e Rui Borges vê problema
01 Out 2026 | 16:44 | Por Redação
Maxi Araújo e Rodrigo Zalazar vão regressar ao Sporting depois de uma autêntica maratona ao serviço da seleção do Uruguai. Quando voltarem a Lisboa, os dois jogadores terão percorrido cerca de 42.750 quilómetros durante esta pausa internacional, cenário que preocupa Rui Borges antes da deslocação ao terreno do Braga.
A dupla começou a viagem ao deixar Lisboa rumo a Montevideu, num percurso de aproximadamente 9.510 quilómetros. Depois do estágio inicial na capital uruguaia, Maxi e Zalazar viajaram para Sendai, no Japão, somando mais 18.530 quilómetros.
No primeiro encontro da digressão, o Uruguai perdeu por 3-1 frente ao Japão. Maxi Araújo cumpriu 84 minutos e marcou um golo, enquanto Rodrigo Zalazar foi utilizado durante 22. Seguiu-se nova deslocação, desta vez de 1.280 quilómetros até Seul, na Coreia do Sul.
A seleção orientada por Diego Forlán respondeu com um triunfo expressivo por 4-1. O lateral do Sporting jogou os 90 minutos e ainda assistiu De Arrascaeta para um dos golos, enquanto Zalazar somou apenas 13 minutos, acumulando assim muito menos desgaste competitivo do que o companheiro.
A comitiva uruguaia seguiu depois para Mumbai, na Índia, numa viagem de cerca de 5.580 quilómetros. O último encontro desta pausa está marcado para terça-feira, diante da seleção indiana, sendo que Maxi poderá ser alvo de alguma gestão depois da elevada utilização nos primeiros dois jogos.
Concluído o compromisso, os dois jogadores terão ainda pela frente cerca de 7.850 quilómetros até Lisboa. Feitas as contas, Maxi Araújo e Rodrigo Zalazar completarão aproximadamente 42.750 quilómetros entre viagens pela seleção antes de voltarem às mãos de Rui Borges, com o Sporting a jogar no terreno do Braga a 9 de outubro, para o qual ambos estão em dúvida.
Médio espanhol chegou ao Clube de Alvalade no último mercado de transferências e é o reforço que tem dado mais garantias a Rui Borges
01 Out 2026 | 16:16 | Por Redação
Sergi Altimira demorou pouco tempo a assumir um papel central no Sporting. Contratado ao Betis por 18,25 milhões de euros, o médio espanhol de 25 anos transformou-se numa das principais garantias de estabilidade de Rui Borges numa equipa profundamente renovada.
Os números oficiais da Liga ajudam a explicar a importância do camisola 6. Altimira lidera isolado o ranking de recuperações de bola, com 59 ações, deixando Pedro Pacheco, do Santa Clara, no segundo lugar, com 50, e Clément Lenglet, do Benfica, em terceiro, com 43.
A capacidade para recuperar a posse, posicionar-se e dar continuidade à construção permitiu ao espanhol assumir uma missão particularmente exigente no Sporting: preencher o espaço deixado por Morten Hjulmand no meio-campo leonino.
A confiança de Rui Borges também fica evidente na utilização. Altimira é o jogador de campo com mais minutos nesta fase da temporada, somando 718, apenas dois abaixo de Rui Silva, que lidera globalmente o plantel com 720 minutos.
O peso do médio aumentou ainda durante a recente pausa para compromissos internacionais. Enquanto grande parte do plantel esteve ao serviço das respetivas seleções, Altimira foi um dos poucos elementos do núcleo principal que permaneceu na Academia Cristiano Ronaldo.
Rui Borges aproveitou esse período para trabalhar mais de perto as dinâmicas do espanhol, tanto na decisão com bola como nos movimentos sem posse. O objetivo passa por torná-lo ainda mais influente na organização coletiva e consolidar os automatismos do novo meio-campo do Sporting.