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Exclusivo Leonino - Avançado do Sporting recusou ir à Seleção por motivos pessoais
09 Out 2026 | 16:36
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Hóquei em patins
02 Ago 2022 | 19:37 | Por Redação
Paulo Freitas, ex-treinador de hóquei em patins do Sporting, em declarações ao Jornal ‘A Bola’ afirmou, entre outras temas, que a decisão de retirar a braçadeira a Ângelo Girão, guardião leonino, partiu da Direção verde e branca, bem como a de dispensar os serviços de Pedro Gil.
"Mas o que é um facto é que essa decisão nunca lhe foi comunicada"
Paulo Freitas começou por criticar o facto de essa mudança nos capitães de equipa nunca ter sido comunicada ao próprio Ângelo Girão: “Foi tomada a decisão dentro do clube de tirarem a braçadeira. Mais uma vez, tem a ver com a Direção. Mas o que é um facto é que essa decisão nunca lhe foi comunicada. Pelo contrário, o Girão perde a braçadeira porque a entrega. Pediu para ser ouvido, marcou uma reunião, na qual entregou a braçadeira. Foi nomeado o Pedro Gil e, quando saiu, foi entendido voltar a entregar a braçadeira de capitão ao Girão”.
Sobre a saída de Pedro Gil de Alvalade, Paulo Freitas afirmou que o ex-leão foi o melhor profissional que já orientou: “Tive pena que o Pedro saísse. O melhor profissional com quem trabalhei. Em janeiro de 2021, começamos a perspetivar algumas coisas para esta última época e levantei a questão da continuidade dele devido a conjunto de fatores”.
"Quinze dias depois do final da época, fui confrontado com a saída do Pedro sem ter sido ouvido"
O ex-técnico dos leões garantiu que, numa primeira fase, a direção leonina lhe assegurou a continuidade de Pedro Gil, mas, poucos dias após o fim da época, o atleta saiu: “Foi-me dito claramente que a continuidade dele era inequívoca e aceitei. Quinze dias depois do final da época, fui confrontado com a saída do Pedro sem ter sido ouvido”, disse o técnico, acrescentando que sente “alguma mágoa porque deixou-se sempre que algumas coisas que se passavam caíssem em cima de si, quando, na realidade, não é verdade. Não tive oportunidade de falar com o Pedro, mas entendi que não deixaria de lhe dizer tudo aquilo que pensava e então enviei-lhe um email”, terminou Paulo Freitas.
Antigo técnico do Clube de Alvalade desabafou após vitória em prova internacional e adiciona mais um título na sua experiente carreira
19 Out 2026 | 15:53 | Por Redação
Nuno Lopes conduziu a França ao primeiro título mundial da sua história no hóquei em patins, após ter derrotado a Argentina na final, nos penáltis. Após o triunfo em Assunção, o técnico português, visivelmente emocionado, descreveu o último domingo como "histórico".
N. Lopes: "É um sonho de uma vida"
"Felizmente aconteceu, é um sonho de uma vida. Eu ganhei uma Taça de Portugal pelo Sporting de Tomar e dizia: não sei o que é ser campeão do mundo, mas será uma coisa semelhante. Hoje digo que é semelhante, mas é uma coisa estratosférica. Campeão do mundo com a França, com o Pedro Chambell na baliza e a jogar com 5... Para que todos saibam que é tudo possível, assim o grupo o permita fazer. Não há chavões e não há coisas feitas antes do tempo", afirmou, em declarações à imprensa portuguesa.
O antigo técnico do Sporting defende que foi uma vitória conquistada pela alma gaulesa. "Não quero chorar porque não tenho energia para chorar. Mas acho que foi a vitória do sofrimento, a vitória do trabalho. Trabalhámos muito para isto, queríamos muito", falou.
N. Lopes: "É um dia para ficar para a história"
Nuno Lopes queria dar o Campeonato do Mundo - onde Eloi Cervera destacou-se - inédito à França. "Terminou no stick do Carlo (di Benedetto), terminou na mão do Chambell. Acho que era importante viver este momento, devolver o hóquei a mais um país. É um dia para ficar para a história, já tínhamos feito história e fizemos outra vez", concluiu.
Na capital do Paraguai, o técnico de 54 anos ergue o maior troféu da sua carreira, depois de já ter vencido uma Taça de Portugal (2022/23) pelo Sp. Tomar (o seu atual clube), uma Supertaça de Portugal (2015/16) e uma Taça CERS, ambas pelo Sporting.
Defesa do Barcelona, que está na mira do emblema verde e branco, abriu o marcador logo aos 6 minutos e deu início à vitória espanhola
14 Out 2026 | 15:40 | Por Redação
Portugal sofreu a primeira derrota no Campeonato do Mundo de hóquei em patins, ao perder por 4-2 frente à Espanha, na segunda jornada do Grupo A. Depois da goleada por 10-0 diante da Suíça, a Seleção Nacional sofreu o primeiro desaire na prova. Eloi Cervera, defesa do Barcelona que está na mira do Sporting, marcou o primeiro para 'La Roja'.
O alvo dos leões inaugurou o marcador aos seis minutos, com um remate de longe, e Nil Roca ampliou a vantagem aos oito, após assistência de Pau Bargalló. Portugal tentou reagir, mas encontrou em Càndid Ballart um obstáculo difícil de ultrapassar.
O início da segunda parte voltou a complicar a missão portuguesa. Aos 27 minutos, Marc Grau fez o 3-0, novamente com Pau Bargalló a assumir o papel de assistente. A equipa orientada por Reinaldo Ventura procurou reduzir a diferença e esteve perto de marcar, mas Zé Miranda acertou no poste.
A reação portuguesa chegou aos 40 minutos, quando Miguel Rocha disparou de longe para fazer o 3-1. A esperança cresceu nos instantes finais, sobretudo depois de Marc Grau ter visto cartão azul. Em superioridade numérica, Gonçalo Alves reduziu para 3-2 a pouco mais de 50 segundos do fim, mas a Espanha aproveitou a baliza portuguesa deserta para fechar o resultado em 4-2, por intermédio de Pol Manrubia.
A Seleção Nacional fica em desvantagem na luta pelo melhor posicionamento no Grupo A, mas continua com margem para recuperar nas próximas partidas. A derrota frente ao rival ibérico serve de alerta para uma equipa que terá de evitar novas entradas em falso.
Jogador do Clube de Alvalade deixou a sua opinião sobre o que faltou aos leões para fazer frente aos encarnados e ainda abordou o futuro
12 Out 2026 | 15:44 | Por Redação
Xano Edo acredita que o Sporting tem condições para lutar por todos os títulos esta temporada. O guarda-redes dos leões reconheceu que a última época terminou com algum sabor amargo, mas destacou o crescimento de uma equipa que passou por muitas alterações e mesmo assim conquistou três troféus.
Xano Edo: "Talvez não tenhamos sido tão consistentes como o Benfica"
Em entrevista ao ‘Flashscore’, o internacional português admitiu que faltou consistência ao conjunto verde e branco nos momentos decisivos. “Olhando para trás e comparando as duas equipas, talvez não tenhamos sido tão consistentes como o Benfica. Uma equipa que não perde qualquer jogo ao longo de toda a época e acaba por ser campeã merece esse reconhecimento. Nesse sentido, talvez tenha sido o desfecho mais justo".
O guardião recordou que o Sporting viveu praticamente um “ano zero”, com várias mudanças no plantel, e considera que essa adaptação acabou por pesar na fase decisiva. “Na Liga dos Campeões existia ainda uma regra que nos impedia de utilizar todos os jogadores e isso acabou por nos afetar bastante. Penso que essa limitação já não existirá na próxima temporada. No campeonato, vínhamos de uma meia-final em que vencemos o Porto por 3-0 e jogámos muito bem. Depois, perder a final por 3-0 foi uma facada".
Xano Edo: "Jogadores que chegam vêm acrescentar qualidade"
Para a nova temporada, Xano Edo valoriza precisamente a continuidade da base da equipa e as chegadas de Nil Cervera e António Marante. “Acima de tudo, já trazemos as dinâmicas da época passada. Os jogadores que chegam vêm acrescentar qualidade e ajudar-nos a melhorar pequenos detalhes que nos faltaram.” O guarda-redes acredita que uma maior estabilidade poderá permitir ao Sporting apresentar maior regularidade.
A ambição, essa, não podia ser mais clara. “Queremos conquistar a Liga dos Campeões e o campeonato, naturalmente, mas também não queremos conquistar menos de três títulos. Sabemos que é um objetivo muito difícil, mas também sabemos que é possível. Se conseguimos três títulos na última época, temos condições para voltar a fazê-lo. Estamos confiantes".
Xano Edo deixou ainda claro que não pensa numa saída de Alvalade. “Tenho um contrato longo, de três anos, e estou muito bem no Sporting. Como disse, estou a gostar de viver em Lisboa e a minha namorada também está muito feliz aqui. Prefiro olhar para a carreira época a época. Foi assim que tenho feito até agora e sinto que me tem ajudado bastante. Se estou bem, feliz e realizado, isso acaba por ser o mais importante".
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09 Out 2026 | 16:36
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07 Ago 2026 | 15:00