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Guitta dá que falar; Projeto do Ukhta virou pesadelo e ex Sporting vai sair
08 Jun 2026 | 15:23
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28 Jun 2024 | 04:00 |
Ângelo Girão não vai sair do Sporting antes do final de contrato, sabe o Leonino. O capitão da equipa de hóquei em patins do Clube de Alvalade assinou uma renovação em 2018, válida até 2025, e vai permanecer no conjunto verde e branco, pelo menos até ao término da época que irá começar.
Segundo informações apuradas pelo nosso Jornal, junto de fonte próxima do processo, o 'camisola 61' irá manter o seu lugar na baliza do Sporting até à chegada de Xano Edo - filho de Edo Bosch, treinador que vai orientar os leões a partir de 2024/25, depois de a Direção de Frederico Varandas ter batido a cláusula de rescisão junto da Oliveirense (saiba mais AQUI).
O jovem guardião é visto como uma das maiores promessas da modalidade e espera-se que segure o legado de Girão durante várias épocas, visto que, de momento, tem apenas 22 anos. A sua chegada é bastante aguardada pelos responsáveis leoninos que acreditam que o jovem é um substituto à altura de uma das maiores figuras od hóquei em patins verde e branco.
Ângelo Girão chegou ao Sporting em 2014, oriundo do Valongo. Desde então, o guardião realizou 360 encontros e conquistou três Ligas dos Campeões (2018/19, 2020/21 e 2023/24), duas Taças Continentais (2019/20 e 2021/22), uma Taça CERS (2014/15), dois Campeonatos Nacionais (2017/18 e 2020/21) e uma Supertaça (2015).
Concluindo a temporada com o êxito na Taça de Portugal frente às águias, craque do Clube de Alvalade aproveitou momento para fazer dedicatória especial
08 Jun 2026 | 18:42 |
Martim Costa voltou a ser decisivo na conquista de mais um troféu para a equipa de andebol do Sporting. Com sete golos apontados, incluindo um dos mais importantes da final da Taça de Portugal frente ao Benfica (41-39, após prolongamento), o internacional português assumiu papel de destaque no triunfo leonino.
Martim Costa: "Dedico o triunfo à minha mãe, que, felizmente, está a melhorar"
No final do encontro, o jogador de 23 anos não escondeu a emoção e dedicou o sucesso a uma pessoa muito especial. "Dedico o triunfo à minha mãe, que, felizmente, está a melhorar", afirmou, numa referência a Cândida Mota, que atravessa um período de recuperação após sofrer um AVC.
Martim Costa reconheceu que os últimos tempos não têm sido fáceis, mas mostrou-se feliz pelo desfecho da temporada. "Fomos guerreiros, conseguimos passar por cima das dificuldades. Muito feliz por este título. Tem sido um período um bocado difícil para mim e para a minha família, mas as coisas estão a correr bem", confessou.
Martim Costa: "Foi o jogo mais difícil da época"
O atleta leonino considerou ainda que a final frente ao eterno rival foi o desafio mais complicado da época. "Foi o jogo mais difícil da época. Já sabemos que o Benfica tem muita qualidade, apesar de ter sido um bocado irregular durante o campeonato, mas a verdade é que não os menosprezamos", explicou.
Sobre o equilíbrio do dérbi, o lateral destacou a competitividade do adversário e a dificuldade sentida até ao último segundo. "Na época transata conseguiram ganhar um jogo na Luz, pelo que já sabíamos que íamos enfrentar uma equipa super motivada, que a jogar uma final ia dar tudo. E a verdade é que as finais são sempre diferentes de tudo o resto", referiu.
Martim Costa: "A verdade é que nunca perdemos a humildade de continuar a ganhar"
Já com a temporada concluída, Martim Costa revelou os planos para as próximas semanas e destacou a importância do histórico triplete alcançada pelo Sporting. "Vou até aos Estados Unidos, ver um joguinho ou outro. Este triplete tem um sabor especial, em que o segredo é muito trabalho. A verdade é que nunca perdemos a humildade de continuar a ganhar", salientou.
Tomando ação num caso que teve início em 2022, Tribunal de Felgueiras exige presença de ambos arguidos em julgamento escandaloso
08 Jun 2026 | 17:45 |
O caso que envolve Adriano Quintanilha, antigo responsável da equipa W52-Porto, e um inspetor da Polícia Judiciária terá novos desenvolvimentos já em outubro. Os dois arguidos vão a julgamento no Tribunal de Felgueiras, acusados de terem participado num alegado esquema destinado a proteger o dirigente das consequências do processo de doping que abalou a modalidade portuguesa.
Segundo a agência Lusa, a decisão de levar os dois arguidos a julgamento foi tomada em setembro de 2025 pelo Tribunal de Instrução Criminal de Penafiel, que validou na íntegra a acusação apresentada pelo Ministério Público. Ambos tinham solicitado a abertura da fase de instrução, mas os argumentos apresentados não convenceram o tribunal.
De acordo com a mesma fonte, a acusação sustenta que Adriano Quintanilha, de 73 anos, e o inspetor da PJ, de 57, terão elaborado um Código de Conduta com o objetivo de demonstrar que a direção da associação responsável pela equipa desconhecia qualquer prática relacionada com doping.
Ainda consoante a respetiva agência, o alegado plano terá surgido após as buscas realizadas no âmbito da Operação Prova Limpa, em abril de 2022. O Ministério Público refere que Quintanilha estaria "alarmado com as consequências penais e disciplinares", tendo recorrido à ajuda de um amigo inspetor da PJ que partilhava o "mesmo sentimento de apego à equipa W52-FC Porto e ao ciclismo".
A acusação indica que o documento terá sido produzido com uma data anterior às buscas, janeiro de 2022, procurando criar a ideia de que a associação e o respetivo presidente desconheciam qualquer eventual infração às regras antidopagem. O texto alegadamente referia que tais práticas ocorreriam "à revelia, contraindicação e com o total desconhecimento da Associação".
Conforme a agência Lusa, o documento foi posteriormente apresentado ao diretor desportivo da altura, Nuno Ribeiro, bem como aos ciclistas da equipa. Para justificar a assinatura, Quintanilha terá alegado que todos estariam a "proteger a equipa de ciclismo" e os respetivos postos de trabalho.
O processo inclui acusações de falsificação de documento contra Adriano Quintanilha, a Associação Calvário Várzea e o inspetor da PJ. O antigo dirigente responde ainda por um crime de coação, enquanto o elemento da Polícia Judiciária enfrenta também uma acusação de favorecimento pessoal.
Importa recordar que, no processo principal relacionado com a Operação Prova Limpa, Adriano Quintanilha e Nuno Ribeiro já foram condenados a penas de prisão efetiva de quatro anos e nove meses. Ambos recorreram da decisão, enquanto este novo julgamento promete acrescentar mais um capítulo a um dos casos mais mediáticos do desporto português nos últimos anos.
Envolvido num autêntico escândalo, atleta ligado ao Clube de Alvalade surpreende ao integrar lista de contactos ligados à situação
08 Jun 2026 | 17:40 |
Nuno Ricardo Nogueira dos Santos foi condenado, no final de maio, a cinco anos e seis meses de prisão efetiva, na sequência de uma investigação da PSP que desmantelou uma rede de tráfico de droga que operava na região de Lisboa. O caso continua a gerar impacto mediático devido aos nomes que surgem associados ao processo através de escutas telefónicas.
Segundo o jornal Observador, entre os contactos intercetados pelas autoridades encontram-se os atores José Carlos Pereira e Marta Gil, além do judoca do Sporting, Jorge Fonseca - que sofreu uma lesão grave. A lista de clientes identificados incluía ainda participantes de programas de televisão, funcionários da TAP, empresários, médicos e profissionais de diversas áreas, alguns dos quais foram chamados a depor em tribunal.
De acordo com a mesma fonte, José Carlos Pereira foi identificado em chamadas telefónicas com o principal arguido. Numa dessas conversas, realizada durante a manhã, o ator procurava combinar um encontro com Nuno Ricardo. Apesar de constar das interceções, acabou por ser dispensado de prestar depoimento em tribunal e não respondeu aos pedidos de esclarecimento feitos pelo periódico.
Já Marta Gil negou ter adquirido droga ao arguido e garantiu desconhecer qualquer atividade de tráfico por parte do amigo. Citada pelo Observador, a atriz admitiu apenas ter consumido haxixe de forma ocasional. Questionada sobre a expressão "aquele clássico", utilizada numa conversa, explicou que se tratava de uma forma de expressão usada "quando precisava de desabafar".
No caso de Jorge Fonseca, o jornal refere a existência de uma chamada telefónica com Leonel Nhaga, alegado braço-direito de Nuno Ricardo. A defesa do judoca assegurou que o atleta ponderou uma eventual compra de ecstasy, mas acabou por desistir da ideia antes de qualquer concretização ou consumo.
A operação da PSP decorreu durante cerca de um ano e culminou, em novembro de 2024, com a apreensão de centenas de comprimidos de MDMA, LSD, cocaína, cetamina e 2C-B, além de material utilizado no acondicionamento dos estupefacientes e milhares de euros em numerário. O processo permitiu desmontar uma estrutura que abastecia regularmente consumidores na Grande Lisboa.
Guitta dá que falar; Projeto do Ukhta virou pesadelo e ex Sporting vai sair
08 Jun 2026 | 15:23
Técnico do Sporting antevê dérbis com o Benfica: "Fazer tudo o que estiver ao nosso alcance"
08 Jun 2026 | 12:57
Dupla do Sporting perde em Valência e é eliminada; Duelo ficou fechado com um 6-1
08 Jun 2026 | 13:24