The Daily Ronaldo
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16 Fev 2026 | 12:47
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The Daily Ronaldo
06 Jul 2025 | 16:45 |
Foi no passado sábado, dia 5, às 10h00 horas que decorreu o funeral de Diogo Jota e André Silva, na Igreja Matriz de Gondomar. A cerimónia contou com a presença de familiares de ambos os futebolistas, assim como de figuras ilustres do mundo do futebol. A ausência de Cristiano Ronaldo deu que falar e gerou uma onde de comentários negativos, daí que Katia Aveiro tenha quebrado o silêncio.
Kátia Aveiro: "Quando o meu pai morreu, além da dor da perda, tivemos de lidar com a enchente de câmaras e curiosos no cemitério"
"Quando o meu pai morreu, além da dor da perda, tivemos de lidar com a enchente de câmaras e curiosos no cemitério", começou por recordar, sublinhando que as pessoas "destruíram campas, jazigos" e "subiram onde lhes calhava", numa "destruição total num cemitério nunca antes vista". "Sem respeito nenhum. E não era para prestar homenagem, como devem calcular. Em nenhum momento, conseguimos sair da capela. Só foi possível no momento do sepultamento, tal era o tumulto", começou por dizer.
Katia Aveiro avisa os críticos de que irá bloquear quem falar mal do irmão nas suas redes sociais: "Se alguém me enviar mensagens a criticar o que for do meu irmão, vou bloquear. Ou seja, só o farão uma vez. Já cansa o fanatismo, a crítica a troco de nada", garantiu ainda.
A irmão do jogador fala no mediatismo do jogador do Al Nassr: "O Cristiano Ronaldo é uma figura mediática, muito mais do que nós, família. Onde ele vai é motivo de aparato. O meu irmão não pode ir a casamentos, pois perdia-se o real foco. Não pode ir a um aniversário de um sobrinho, a um evento meu. Não pode ir a um café, a uma esplanada, por razões óbvias", refletiu.
Katia Aveiro: "Quando o meu pai morreu, há 19 anos, não houve respeito"
A influencer digital voltou a lembrar o falecimento de Dinis Aveiro, em 2005, devido a uma hepatopatia: "Quando o meu pai morreu, há 19 anos, não houve respeito. E foi o nosso pai que faleceu. Imaginem o meu irmão ir ao velório do Diogo e do André. Não vamos ser hipócritas", completou.
Ponto central do conflito terá sido a exigência do técnico neerlandês para que avançado português se adaptasse a uma nova dinâmica tática
17 Fev 2026 | 16:30 |
A relação conturbada entre Cristiano Ronaldo e Erik ten Hag no Manchester United continua a dar que falar. A rutura consumou-se em 2022, com a rescisão de contrato antes de rumar ao Al Nassr, mas os bastidores desse divórcio continuam a ser revelados. O ponto central do conflito terá sido a exigência do técnico neerlandês para que o avançado se adaptasse a uma nova dinâmica tática.
Em declarações no programa “The Good, The Bad and The Football”, Steve McClaren, então adjunto de Ten Hag, explicou que o treinador foi claro quanto às funções pretendidas para o jogador: "Havia muitas batalhas no campo de treino. Tudo o que ele quer que faças é isto, isto e isto. Ronnie, este é o teu trabalho".
S. McClaren sobre C. Ronaldo: "Se não conseguires fazer isso, não vais jogar”
A situação agravou-se quando o português começou a perder espaço no onze: “Tudo o que ele quer que faças é ser o primeiro a pressionar, fazer uma corrida, talvez duas, e depois voltar para o meio. Se não conseguires fazer isso, não vais jogar”.
Apesar da tensão, Ten Hag manteve-se firme nas suas convicções: “Era um impasse, e quem iria vencer? Erik manteve-se firme. A maioria dos treinadores acomodaria a situação. Mas ele não”, frisou, evidenciando que a coerência do treinador acabou por prevalecer.
Também Benni McCarthy, antigo avançado e membro da equipa técnica, admitiu que o clube poderia ter tirado maior partido do português: “Cristiano é uma grande personalidade. Ele queria um treinador que o compreendesse. Ten Hag tinha a sua filosofia e não o via como parte dela. E foi aí que os problemas começaram” (Recorde AQUI).
Antes de fechar transferência, ex dirigente de clube francês decidiu confirmar impressões junto do Capitão da Seleção Nacional
17 Fev 2026 | 11:44 |
Antes de chegar ao PSG, foi no Mónaco que Luís Campos consolidou a reputação como diretor desportivo mais influente do futebol europeu. Contratado em 2013 por Vadim Vasilyev, então diretor-geral do clube, o português foi decisivo na mudança de paradigma no principado, especialmente quando as restrições do fair-play financeiro obrigaram o Mónaco a abandonar a política de estrelas e a apostar forte na deteção e valorização de jovens talentos.
A nova estratégia implicava também um treinador alinhado com a visão do projeto e foi aí que surgiu o nome de Leonardo Jardim. Após a redução a três ou quatro nomes, a escolha recaiu no então treinador do Sporting, que vinha de uma época marcante em Portugal ao orientar uma equipa jovem até ao segundo lugar da Liga.
V. Vasilyev: “Liguei para Cristiano Ronaldo, que confirmou tudo o que pensávamos: Jardim encaixava-se no nosso projeto”
Antes de fechar a decisão, Vadim Vasilyev decidiu confirmar impressões junto de uma voz particularmente autorizada: Cristiano Ronaldo (que foi elogiado por uma estrela da NBA): “Liguei para Cristiano Ronaldo, que confirmou tudo o que pensávamos: Jardim encaixava-se no nosso projeto”, revelou o dirigente ao L’Équipe.
O técnico madeirense aceitou o desafio mesmo após vendas milionárias, sem apontar o dedo à estrutura, consolidando um “triângulo” de confiança entre treinador, diretor desportivo e administração. O sucesso culminaria no título francês de 2017, com uma equipa construída de raiz por Luís Campos e liderada por Leonardo Jardim. O telefonema a Cristiano Ronaldo ajudou a selar uma das decisões mais marcantes do projeto monegasco.
Lembrar que Leonardo Jardim orientou o Sporting na temporada desportiva de 2013/2014, atingindo o segundo posto do Campeonato Nacional. Pelo emblema verde e branco, o técnico somou 23 vitórias, oito empates e quatro derrotas em 35 jogos disputados. Rumou ao Mónaco por 3 milhões de euros.
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16 Fev 2026 | 17:17 |
Benni McCarthy, antigo jogador do Porto, recordou os tempos no Manchester United, onde foi adjunto de Erik ten Hag durante duas temporadas e trabalhou com Cristiano Ronaldo. O atual selecionador do Quénia pensa que tinha todo o direito de ensinar algo a Cristiano Ronaldo.
B. McCarthy: "Estou na terra há mais tempo do que ele"
"Cristiano Ronaldo, um dos melhores jogadores do mundo, ainda podia ensinar-lhe algo que ele não sabia, porque eu estou nesta terra há mais tempo do que ele e já o fiz antes dele, então havia algo que ele poderia aprender comigo. Então, por que devo sentir wow?', disse, em entrevista à Creamer TV.
O sul-africano ainda voltou a reforçar este tema com toda a convicção. "Admirá-lo porque é o Ronaldo e estar aqui para aprender. Não, estou aqui para retribuir, e essa era a minha mentalidade, e é por isso que sinto que tive sucesso", concluiu.
De lembrar que, em outubro, Benni McCarthy disse que a saída de CR7 nos "red devils", em 2022/2023, não foi digna. "A forma como saiu não foi digna de um jogador tão extraordinário e de classe mundial como ele", disse, na altura, a um site de apostas.
Na sua segunda passagem por Old Trafford, Cristiano Ronaldo - avaliado em 12 milhões de euros - realizou 54 partidas oficiais. Nesse período, o ponta de lança marcou 27 golos e somou cinco assistências, sem conquistar nenhum título.
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