The Daily Ronaldo
Médio rumou à liga de Cristiano Ronaldo por 60M e admite: "Não quero voltar a trabalhar"
23 Set 2026 | 13:20
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The Daily Ronaldo
13 Fev 2025 | 13:12 |
Georgina Rodriguez tem uma legião de fãs que chega aos 65 milhões de seguidores no Instagram. Apesar de ser diversas vezes associada ao companheiro e pai dos seus filhos, Cristiano Ronaldo, a empresária espanhola realiza muitos trabalhos em nome próprio e tem um império criado graças ao seu trabalho em diversas áreas. Esta quarta feira, dia 12 de fevereiro, Gio fez uma nova partilha em colaboração com uma famosa marca de vestuário desportivo.
A modelo surge frequentemente em sessões de fotografia para promover a marca Alo Yoga, que é uma marca de eleição para várias esposas de jogadores de futebol. Na publicação em questão, Georgina mostra umas meias e uma raquete de padel da mesma marca e já foi alvo de várias reações na secção de comentários.
"Apaixonada", "Uma rainha", "Campo de Padel em casa, é outro nível", "Espetacular essa raquete" e "Ela não está aqui para brincar", foram algumas das mensagens deixada à modelo da marca californiana que foi criada em 2007 e construiu uma sólida comunidade interessada num lifestyle saudável.
Recorde-se que Georgina Rodríguez coloca ao bolso até 100 mil euros por cada publicação que partilha no seu Instagram. Contudo, não se fica por aí, e, por cada 10 Instastories, a empresária recebe mais do que o dobro. No que toca à presença em eventos sociais, a mãe dos filhos de Cristiano Ronaldo, que foi assunto em França, chega a cobrar aproximadamente 150 mil euros.
Desde 2016 ao lado de Cristiano Ronaldo, conseguiu afirmar-se por mérito próprio, e, sempre presente na vida do futebolista, soube conquistar o seu espaço, lançando projetos pessoais e crescendo nas redes sociais. Devido a toda a influência que tem, destacou-se na edição espanhola da revista “Forbes” na categoria de líderes de diferentes quadrantes da sociedade com menos de 30 anos.
Confira, na publicação abaixo, as fotografias de Georgina Rodríguez:
Capitão português foi titular, mas acabou substituído aos 67 minutos por Gonçalo Ramos, deixando o relvado sob uma forte ovação dos adeptos
26 Set 2026 | 12:47 |
Portugal começou a defesa do título da Liga das Nações com uma vitória por 1-0 frente ao País de Gales, em Alvalade. João Félix marcou o único golo da partida, aos 22 minutos, num encontro que ficou também marcado pela estreia de Jorge Jesus no comando da Seleção e por uma exibição que gerou críticas a Cristiano Ronaldo.
O capitão português foi titular, mas acabou substituído aos 67 minutos por Gonçalo Ramos, deixando o relvado sob uma forte ovação dos adeptos. Apesar do apoio recebido, a prestação do avançado não passou despercebida e foi alvo de várias bocas.
Craig Burley, antigo internacional escocês e ex-jogador do Chelsea, foi particularmente duro na análise. O comentador da ESPN entende que Portugal está a cometer um erro ao manter o avançado no onze inicial e questionou também as escolhas da equipa técnica.
C. Burley: "Eles são humilhados e vão para casa mais cedo. É o que merecem por serem tão cegos sobre Cristiano Ronaldo"
"A única coisa que tenho a dizer, e estou com isto atravessado, é que os portugueses são ridículos. Hoje em dia, recebem o que merecem em todos os grandes torneios. Eles são humilhados e vão para casa mais cedo. É o que merecem por serem tão cegos sobre Cristiano Ronaldo", começou por dizer Burley, que depois voltou a criticar a presença do capitão português na equipa.
"Se tivessem feito um Campeonato do Mundo espetacular aqui na América do Norte e tivessem chegado à final, ou o tivessem ganho, ou simplesmente estivessem perto de ganhar, eu até poderia comprar isso e aceitar. Mas não foi o caso. Foram novamente desastrosos, tal como tinha acontecido na última vez, e Cristiano Ronaldo esteve envolvido em todas. Portanto, é uma situação absurda e ridícula. Eles agora têm mais um fantoche (Jorge Jesus) no comando. Parabéns, Portugal. Continuem a ser os participantes que não ganham", concluiu.
Na estreia de Jorge Jesus no comando técnico da seleção nacional, o astro português foi a escolha titular para a frente de ataque
25 Set 2026 | 15:55 |
Portugal iniciou, esta quinta-feira, a fase de grupos da Liga das Nações com uma vitória, ao levar a melhor sobre o País de Gales, no Estádio José Alvalade, por 1-0. João Félix foi o autor do único golo, aos 22 minutos. Na estreia, Jorge Jesus entregou a titularidade a Cristiano Ronaldo na frente de ataque, acabando por ser substituído por Gonçalo Ramos ao minuto 67, sob um tremendo aplauso por parte dos milhares de adeptos presentes.
A imprensa internacional esteve atenta à sua prestação e não deixou escapar o nome de Cristiano Ronaldo. O jornal britânico Daily Mail, reforçou a "noite de frustração" que o avançado viveu num palco que já foi seu, aquando da passagem pelo Sporting, com “uma oportunidade de ouro” desperdiçada e um “golo anulado” por posição irregular.
A estação televisiva Sky Sports, por seu lado, enumerou os seis únicos momentos de destaque do astro português. Mais concretamente, um pontapé-livre "direito à barreira", aos 36 minutos, um remate "em volley" que saiu ao lado, aos 37, a "defesa confortável" que permitiu a Danny Ward, aos 40, o falhanço, aos 49, o golo anulado, aos 59 e, por fim, a saída, aos 67.
O canal francês RMC Sport também mencionou "uma noite dececionante" do capitão da equipa das quinas, que "jogou durante mais de uma hora, em Lisboa, ao cabo da qual desperdiçou uma oportunidade de ouro e, depois, marcou um golo que foi, no final, anulado, por fora de jogo".
O portal gaulês FootMercato vai mais longe, e adjetiva a exibição de Cristiano Ronaldo de "naufrágio", que desfrutou de "um grande número de ocasiões" que não foi capaz de concretizar", depois de, na véspera, "não ter hesitado em criticar a imprensa portuguesa" - pela forma como utilizam o seu nome.
Apesar da crítica internacional, Jorge Jesus garantiu que a substituição foi meramente tática e que não esteve relacionada com a prestação de CR7 dentro das quatro linhas. "Tirei o Ronaldo quando faltavam 25 minutos porque achei que era importante ter um jogador fresco e pressionante a defender, que não deixasse que os centrais adversários construíssem com facilidade, e sabia que o Gonçalo faria isso, mesmo que perdesse alguma técnica em relação ao Cris. O Cris podia ficar mais cinco ou dez minutos", esclareceu.
Numa retrospetiva realizada por um jornal espanhol pela carreira do ex internacional português, relação com atacante do Al Nassr não passou despercebida
24 Set 2026 | 12:55 |
O jornal espanhol Sport publica um artigo dedicado a Ricardo Quaresma. Entre testemunhos a propósito da contratação do português pelo Barcelona, no verão de 2003, por uma verba de 6 milhões, o intuito foi perceber o motivo para não ter corrido como esperado para nenhuma das partes.
Em Barcelona, Quaresma esteve às ordens de Frank Rijkaard e foi opção em apenas 28 partidas, tendo marcado em apenas uma ocasião. Um ano depois, regressou a Portugal para jogar pelo Porto, no âmbito das negociações por Deco.
Um dos entrevistados foi Toñito, com quem partilhou balneário, no Estádio José Alvalade, e que não esquece a parceria que formou com Cristiano Ronaldo - que continua nos convocados da seleção nacional: "Os dois recebiam muitos raspanetes e queixas dos veteranos, devido às barbaridades que faziam, no um contra um".
"É vantajoso dizer, hoje em dia, que já sabia que iriam conseguir o que conseguiram, mas era óbvio que seriam profissionais. A diferença entre um e outro era a capacidade mental. O Cristiano tinha uma mentalidade diferente, e o Quaresma uma qualidade técnica infinita. No final, os dois demonstraram que deixaram marca, e o Cristiano continua a deixar", acrescentou.
Já Jaume Langa, na altura, fisioterapeuta do "No Sporting, havia muitas queixas de Cristiano Ronaldo e Quaresma", levou as explicações sobre Ricardo Quaresma para outro plano: "Era um tipo de jogador com um físico ao estilo do de Cristiano, um extremo muito explosivo, com uma mudança de ritmo que deixava o lateral sentado. Se começava a jogada, quase sempre a concluía ele próprio".
Em Camp Nou, o antigo internacional português travou amizade com Óscar López, que explica a união entre ambos: "Sentaram-nos próximos, no balneário, e tivemos uma ligação. Nas concentrações, passávamos muito tempo juntos". Destacou também a “fome” do português: “Ele chegou com muita vontade de triunfar, mas calhou-lhe uma temporada dura e cheia de dificuldades”
Finalmente, Rafa Cabeleira, colunista do El País que acompanhou com particular atenção o ocaso de Ricardo Quaresma, lembrou: "Para mim, é um jogador absolutamente fetiche, por várias razões. A primeira, porque é português, que, para mim, é uma variedade de galego, mas com o orgulho de pertença muito exacerbado. A segunda, devido à sua forma de entender o jogo. Parece-me totalmente subversiva, totalmente excessiva e carente de sentido. O que nos leva à terceira. Eu penso que é um daqueles futebolistas que se dedicam a fazer coisas que, na realidade, não servem para nada, a não ser para se divertir", refletiu.
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