Futebol
Pedro Lima bisa pelo Sporting e deixa aviso importante: "Todos estão..."
28 Out 2026 | 09:30
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Futebol
14 Fev 2024 | 11:03 | Por Redação
Ousmane Diomande iniciou o Campeonato Africano das Nações (CAN) como titular inquestionável na seleção anfitriã, a Costa do Marfim, mas encerrou o torneio com apenas dois jogos e 167 minutos em campo, tendo até ficado de fora em três dos sete encontros da caminhada rumo ao título continental.
Esta situação, que causou bastante estranheza, foi atribuída, segundo avança o jornal 'A Bola', ao jogo político que resultou na saída do treinador que iniciou a competição e na despromoção de alguns jogadores mais jovens em favor de outros mais experientes, que exerceram influência no balneário.
O Ministério do Desporto também teve um papel ativo neste jogo de bastidores, que afetou não só o treinador francês Jean-Louis Gasset, mas também o jovem central de 20 anos do Sporting, entre outros jogadores com menor peso na equipa.
Peça fundamental no Sporting de Rúben Amorim, as atuações de Diomande pelos leões levaram-no à seleção da Costa do Marfim. Contratado em janeiro de 2023 ao Midtjylland por 7,5 milhões de euros, enquanto estava emprestado ao Mafra, no âmbito de um protocolo entre os dinamarqueses e o clube da Liga 2, a ascensão do defesa ao serviço do Sporting foi meteórica, e, quando partiu para a CAN, era o titular inquestionável na ala direita do trio defensivo dos leões.
Na Costa do Marfim, Diomande foi titular nos dois primeiros jogos da fase de grupos - 77 minutos no jogo contra a Guiné-Bissau (2-0) e 90 minutos no jogo contra a Nigéria (0-1). A partir daí, o central foi relegado para a bancada em três jogos: a derrota por 4-0 contra a Guiné Equatorial, a vitória por 1-1 (5-4 após penalidades) contra o Senegal nos oitavos de final, e a vitória por 2-1 contra o Mali nos quartos de final. O atleta do Sporting foi, ainda, suplente não utilizado em dois jogos: a vitória por 1-0 contra o Congo nas meias-finais e a vitória por 2-1 contra a Nigéria na final.
Contas feitas, Diomande não joga há quase um mês, desde 18 de janeiro, e regressa a Alvalade com muito pouco ritmo competitivo, o que exigirá um trabalho específico para que o número 26 dos leões possa voltar a ser uma opção inicial.
Imprensa internacional revela o interesse da federação do país sul-americano em contar com a dupla que atua ao serviço dos verdes e brancos
28 Out 2026 | 12:03 | Por Redação
Sebastián Osorio e Sergio Siza, ambos com 18 anos, estão a ser acompanhados pela Federação Colombiana de Futebol, onde já está Luis Suárez. A dupla atua atualmente na equipa de sub-23 do Sporting e começa a ganhar projeção internacional numa fase em que procura afirmar-se na estrutura verde e branca.
A informação está a ser avançada pelo jornalista Juan Camilo Ruiz, que revela que Osorio nasceu em Pereira e pode representar tanto a Colômbia como o Peru, embora o grande objetivo do jovem seja vestir a camisola da seleção colombiana. O jogador integra atualmente os sub-23 leoninos e tem vindo a dar passos importantes no respetivo processo de desenvolvimento.
Sergio Siza, por sua vez, nasceu em Bogotá e também está a ser seguido pela Federação Colombiana. O jogador chegou recentemente ao Sporting para integrar os sub-23, depois de ter representado os sub-17 do Famalicão, prosseguindo agora a evolução em Alcochete.
A dupla deixou precisamente uma amostra da qualidade na vitória da equipa de sub-23 Sporting frente ao Rio Ave, por 2-1, em encontro da 10.ª jornada da primeira fase da Liga Next Gen. Os verdes e brancos entraram fortes e chegaram à vantagem logo aos 10 minutos, numa jogada construída pelos dois jovens colombianos.
Sebastián Osorio arrancou pelo corredor esquerdo e assistiu Sergio Siza, que apareceu em zona de finalização para fazer o primeiro golo do Sporting. O entendimento entre ambos surge numa altura particularmente interessante, já que a Colômbia acompanha de perto a evolução dos dois jogadores e pode vir a chamá-los para os respetivos escalões jovens.
Confira a publicação:
Treinador português encontra-se atualmente ao comando técnico do Flamengo e é um dos nomes apontados para o lugar de Rui Borges
28 Out 2026 | 11:22 | Por Redação
Leonardo Jardim pode ficar livre já em dezembro e o cenário ganha especial relevância para o Sporting, numa altura em que o técnico português é um dos nomes equacionados para uma eventual sucessão de Rui Borges. Apesar de liderar o Brasileirão, a continuidade no Flamengo para 2027 está longe de ser garantida.
De acordo com a ‘ESPN Brasil’, a tendência passa por Leonardo Jardim deixar o clube no final da temporada, mesmo que consiga conquistar o título brasileiro. Internamente, existirá a sensação de que a ligação entre o plantel e a equipa técnica se deteriorou e de que a evolução coletiva, tanto do ponto de vista tático como técnico, ficou aquém do esperado.
Uma saída imediata, contudo, estará afastada. O Flamengo lidera atualmente o Brasileirão, com mais um ponto do que o Palmeiras de Abel Ferreira, e continua totalmente envolvido na luta pelo campeonato. A eliminação nas meias-finais da Libertadores aumentou o desgaste, mas não deverá provocar uma rutura antes do final da prova.
O jornal Record acrescenta, porém, que ainda não existe uma decisão definitiva. Leonardo Jardim e os responsáveis do Flamengo pretendem aguardar pelo desfecho da temporada antes de acertarem o futuro, apesar de uma separação por mútuo acordo em dezembro ser apontada como uma possibilidade forte. O treinador tem contrato válido até ao final de 2027.
A eventual disponibilidade em dezembro encaixa num dos cenários que o Sporting tem vindo a estudar caso avance para uma mudança no comando técnico. Leonardo Jardim e Abel Ferreira estão entre os nomes considerados, embora Frederico Varandas ainda não tenha qualquer sucessor fechado para Rui Borges. Se Jardim terminar mesmo a ligação ao Flamengo no final do Brasileirão, poderá surgir como uma opção muito mais acessível para os responsáveis leoninos.
Antigo árbitro português deixou a sua análise à arbitragem de Iancu Vasilica na partida válida para os quartos de final da Taça da Liga
28 Out 2026 | 10:45 | Por Redação
Pedro Henriques analisou os principais casos do Sporting - Marítimo (2-1) e deixou uma crítica forte a Iancu Vasilica, árbitro do encontro da Taça da Liga. O antigo juiz português não viu motivo para grande penalidade num lance envolvendo Geny Catamo, mas apontou uma falha que considerou incompreensível.
O lance com o internacional moçambicano aconteceu aos 60 minutos, quando Geny caiu na área após um contacto com Romain Correia. Pedro Henriques, em análise para o jornal A Bola, entendeu que o defesa se limitou a ocupar legalmente o espaço e, por isso, validou a decisão da equipa de arbitragem de deixar seguir.
Pedro Henriques: "Não havia motivo para pontapé de penálti"
“Romain Correia, ao fazer a rotação, acaba por ocupar o espaço por onde ia passar Geny Catamo, não havendo obstrução, apenas contacto legal na ocupação de espaço e disputa de bola. O árbitro nada assinalou, e bem, já que não havia motivo para pontapé de penálti”, explicou o antigo árbitro português.
A grande crítica de Pedro Henriques surgiu, porém, relativamente aos equipamentos utilizados pelas duas equipas. Para o especialista, as cores escolhidas dificultaram seriamente a distinção entre Sporting e Marítimo, sobretudo para quem acompanhou o encontro através da televisão.
“As duas equipas devem usar cores que as distingam. Acredito que ao nível da relva não tenham gerado tanta dificuldade de distinção, mas ao nível televisivo é uma autêntica confusão, com a pergunta, quem é quem? Incompreensível o árbitro ter autorizado”, atirou Pedro Henriques, deixando assim a principal queixa à atuação de Iancu Vasilica.