Futebol
Bruno Prata visa gestão da saída de Rui Borges do Sporting: "Acabou cozido em lume brando"
03 Nov 2026 | 10:41
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Futebol
03 Nov 2026 | 16:11 | Por Redação
Iturralde González, antigo árbitro espanhol, analisou dois dos lances mais discutidos do encontro entre Casa Pia e Sporting. Em causa estão um possível penálti sobre Benjamin Pauwels, num duelo com Sergi Altimira, e uma falta de Lawrence Ofori sobre Pedro Lima, que mereceram avaliações distintas por parte do especialista.
I. González: "Quanto mais o revejo, mais dúvidas tenho"
No primeiro episódio, a dúvida centra-se no contacto entre Altimira e Pauwels dentro da área. O ex juíz considerou tratar-se de uma situação particularmente difícil de avaliar, sobretudo pela ausência de imagens conclusivas que permitam perceber se o jogador do Sporting atingiu a perna esquerda do adversário. "É um dos lances mais difíceis que me deram para analisar e, quanto mais o revejo, mais dúvidas tenho", começou por explicar, em declarações ao jornal Record.
O antigo árbitro acrescentou que o VAR não terá intervindo precisamente por não existir uma imagem clara do possível contacto. Também destacou a reação de Pauwels depois de o árbitro não assinalar grande penalidade. "Mas repare-se na reação do jogador do Casa Pia, quando vê que o árbitro não apita penálti: não protesta, nem levanta a mão e segue a jogada. E é muito raro um jogador, quando sofre um penálti, aceitar a decisão. Se há contacto, da perna direita com a esquerda... penálti!; se não há contacto, como avaliou o árbitro, então devia ter sido marcado livre indireto e mostrado amarelo ao jogador do Casa Pia, por atirar-se para o relvado e simular. O que o árbitro não pode fazer é deixar seguir a jogada", analisou.
I. González: "É falta e amarelo"
Já no episódio entre Ofori e Pedro Lima, a avaliação foi bastante mais taxativa. Para Iturralde González, o jogador do Casa Pia cometeu falta sobre o atleta do Sporting, numa ação que deveria ter resultado em livre para os leões e cartão amarelo para o infrator. "É falta e amarelo também, não pela ação em si, mas por ser um ataque prometedor do Sporting. O jogador vai entrar na grande área contrária e o adversário, que vem por trás, não o deixa correr livremente, retirando-lhe o espaço e fazendo-o tropeçar. Ofori aproxima-se muito e tenta dissimular a pancada, mas é falta clara", concluiu.
O Sporting volta a entrar em campo já esta terça-feira, dia 3 de novembro, frente ao Shakhtar Donetsk. O encontro, a contar para a quarta jornada da Liga dos Campeões, diante dos ucranianos, jogar-se-á pelas 17h45, em Stamford Bridge.
Timoneiro do Porto Alto teceu comentários sobre a saída de técnico do Clube de Alvalade e repreendeu o tratamento do emblema leonino
03 Nov 2026 | 15:52 | Por Redação
Rui Borges já não ocupa o cargo de comando técnico do Sporting. O Clube de Alvalade anunciou, no último domingo, que iniciou conversações com o treinador para colocar termo ao vínculo laboral. Paulo Robles defende que o timoneiro merecia outra despedida.
P. Robles: "Não foi a melhor forma de despedimento de um treinador"
"Acho que era uma saída já anunciada e que exige ouvir todas as partes envolvidas. Mas, pelo que sabemos e ouvimos, o Rui Borges tem razões de queixa: não foi a melhor forma de despedimento de um treinador", opinou na BOLA TV.
A seguir, o treinador da AR Porto Alto analisou a contratação de Paulo Fonseca - saiba tudo sobre as suas ideias. "Tendo em conta as perspetivas de treinadores que vieram à praça pública para substituir Rui Borges, é sem dúvida juntar o útil ao agradável", falou.
Rui Borges chegou a Alvalade em dezembro de 2024, depois da saída de João Pereira, que tinha sucedido a Ruben Amorim. Na primeira temporada ao serviço dos leões, o treinador conquistou um Campeonato Nacional e uma Taça de Portugal, deixando dois títulos no seu percurso pelo Clube.
A saída abre, assim, caminho à entrada de Paulo Fonseca, que vai assumir o comando técnico leonino nos próximos dias. Até lá, Tiago Fernandes terá a responsabilidade de orientar a equipa numa fase de transição, começando já pelo compromisso europeu contra o Shakhtar Donetsk, nesta terça-feira.
Treinador português deverá chegar muito em breve para ocupar o lugar de Rui Borges no comando técnico dos leões e comentador deixou a opinião sobre a escolha
03 Nov 2026 | 15:31 | Por Redação
Tomás da Cunha analisou a chegada iminente de Paulo Fonseca ao comando técnico do Sporting e considera que o treinador português terá vários desafios importantes pela frente. Entre eles estão a definição da ideia de jogo, o aproveitamento dos jovens de Alcochete e a necessidade de estabilizar uma equipa que tem revelado problemas defensivos.
Tomás da Cunha: "Cchegar com tudo a provar enquanto treinador de um grande português é importante"
Nas redes sociais, o analista começou por destacar o contexto em que Paulo Fonseca chega a Alvalade. “Sobre Paulo Fonseca, o facto de chegar com tudo a provar enquanto treinador de um grande português é importante. No essencial, já esteve em vários projectos que se assemelham ao que vai encontrar em Alvalade. Pede-se definição concreta da ideia de jogo e o enquadramento/desenvolvimento de jovens, também valorizando Alcochete".
Tomás da Cunha: "Possivelmente, não será o plantel-tipo de Paulo Fonseca"
Tomás da Cunha lembrou ainda que o novo treinador terá de trabalhar com um plantel construído para outra ideia. “Vale lembrar, ainda assim, que o plantel está montado. Possivelmente, não será o plantel-tipo de Paulo Fonseca. Precisará de redimensionar o meio campo, à partida assumindo o 4-3-3. Sem revolução, mas tentando melhorar dinâmicas de construção e o entendimento em criação".
O processo defensivo surge, para o comentador, como uma das questões mais urgentes a resolver. “O tema mais interessante, no imediato, até é como vai estabilizar o processo defensivo de uma equipa carente de rigor e sem referências absolutas”, escreveu, numa referência às dificuldades que o Sporting tem apresentado sem bola.
Por fim, Tomás da Cunha sublinhou que o Paulo Fonseca que chega agora a Alvalade é diferente daquele que passou pelo Porto. “Fonseca não é o mesmo treinador que passou pelo Porto. A equipa técnica mudou. O contexto de balneário mais complicado, em Milão, dificilmente se repete. Entra com margem, pelo atraso na liga, mas com um estatuto que o obriga a impacto imediato”, concluiu.
Confira a publicação:
Antigo jogador do Mónaco e Marselha está revoltado com a saída do treinador português para Alvalade, deixando o Lyon após duas épocas e meia
03 Nov 2026 | 15:10 | Por Redação
A iminente saída de Paulo Fonseca do Lyon rumo ao Sporting continua a dar que falar em França. Depois de Christophe Dugarry, foi Éric Di Meco a revoltar-se pelo estado da Liga francesa, argumentado com a ida do técnico de 53 anos para Portugal.
E. Di Meco: "Desesperante"
"Podemos fazer um concurso de desespero na Ligue 1. Portanto, o que é mais desesperante? O Lyon perder o seu treinador porque precisa de dinheiro ou o Marselha contratar zero jogadores... Isto não existe. Nunca vi um clube não contratar nem sequer um tipo que passa na rua, alguém vê que deu muitos toques. Nem sequer isso!", ironizou, no Super Moscato Show, da RMC Sport.
O antigo lateral de Mónaco e Marselha não consegue compreender a gestão que o Lyon tem feito. "A Ligue 1 é desesperante! E é assim, eu parto do princípio de que os treinadores são muito importantes. Cada vez mais importantes no desporto, tenho a impressão, e no futebol em particular. Mas não me tiras da cabeça que mais vale ter um bom plantel e ter de escolher um treinador do que o contrário: ter um grande treinador e um plantel mediano", comentou.
E. Di Meco: "Acho que o problema do Lyon é que tem bastantes lesionados"
Éric Di Meco refere que o clube gaulês tem qualidade individual, sendo que o problema centra-se na quantidade de lesões. "Acho que o problema do Lyon é que tem bastantes lesionados, mas é um bom plantel. Mostraram-no no ano passado até à reta final da época", afirmou.
No final, o antigo internacional francês revelou que acredita que o Lyon tem tudo para ter sucesso mesmo sem Paulo Fonseca. "Vêm de uma época de transição e vimos isso agora desde o início da época. Portanto, está logo ali atrás. Sim, é desesperante, mas se fizerem a escolha certa têm equipa para acabar no pódio. Basta fazerem a escolha certa", rematou.
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