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Sporting vê vida a complicar-se por defesa referenciado para o lugar de Gonçalo Inácio
03 Nov 2026 | 12:48
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03 Nov 2026 | 15:52 | Por Redação
Rui Borges já não ocupa o cargo de comando técnico do Sporting. O Clube de Alvalade anunciou, no último domingo, que iniciou conversações com o treinador para colocar termo ao vínculo laboral. Paulo Robles defende que o timoneiro merecia outra despedida.
P. Robles: "Não foi a melhor forma de despedimento de um treinador"
"Acho que era uma saída já anunciada e que exige ouvir todas as partes envolvidas. Mas, pelo que sabemos e ouvimos, o Rui Borges tem razões de queixa: não foi a melhor forma de despedimento de um treinador", opinou na BOLA TV.
A seguir, o treinador da AR Porto Alto analisou a contratação de Paulo Fonseca - saiba tudo sobre as suas ideias. "Tendo em conta as perspetivas de treinadores que vieram à praça pública para substituir Rui Borges, é sem dúvida juntar o útil ao agradável", falou.
Rui Borges chegou a Alvalade em dezembro de 2024, depois da saída de João Pereira, que tinha sucedido a Ruben Amorim. Na primeira temporada ao serviço dos leões, o treinador conquistou um Campeonato Nacional e uma Taça de Portugal, deixando dois títulos no seu percurso pelo Clube.
A saída abre, assim, caminho à entrada de Paulo Fonseca, que vai assumir o comando técnico leonino nos próximos dias. Até lá, Tiago Fernandes terá a responsabilidade de orientar a equipa numa fase de transição, começando já pelo compromisso europeu contra o Shakhtar Donetsk, nesta terça-feira.
Treinador português deverá chegar muito em breve para ocupar o lugar de Rui Borges no comando técnico dos leões e comentador deixou a opinião sobre a escolha
03 Nov 2026 | 15:31 | Por Redação
Tomás da Cunha analisou a chegada iminente de Paulo Fonseca ao comando técnico do Sporting e considera que o treinador português terá vários desafios importantes pela frente. Entre eles estão a definição da ideia de jogo, o aproveitamento dos jovens de Alcochete e a necessidade de estabilizar uma equipa que tem revelado problemas defensivos.
Tomás da Cunha: "Cchegar com tudo a provar enquanto treinador de um grande português é importante"
Nas redes sociais, o analista começou por destacar o contexto em que Paulo Fonseca chega a Alvalade. “Sobre Paulo Fonseca, o facto de chegar com tudo a provar enquanto treinador de um grande português é importante. No essencial, já esteve em vários projectos que se assemelham ao que vai encontrar em Alvalade. Pede-se definição concreta da ideia de jogo e o enquadramento/desenvolvimento de jovens, também valorizando Alcochete".
Tomás da Cunha: "Possivelmente, não será o plantel-tipo de Paulo Fonseca"
Tomás da Cunha lembrou ainda que o novo treinador terá de trabalhar com um plantel construído para outra ideia. “Vale lembrar, ainda assim, que o plantel está montado. Possivelmente, não será o plantel-tipo de Paulo Fonseca. Precisará de redimensionar o meio campo, à partida assumindo o 4-3-3. Sem revolução, mas tentando melhorar dinâmicas de construção e o entendimento em criação".
O processo defensivo surge, para o comentador, como uma das questões mais urgentes a resolver. “O tema mais interessante, no imediato, até é como vai estabilizar o processo defensivo de uma equipa carente de rigor e sem referências absolutas”, escreveu, numa referência às dificuldades que o Sporting tem apresentado sem bola.
Por fim, Tomás da Cunha sublinhou que o Paulo Fonseca que chega agora a Alvalade é diferente daquele que passou pelo Porto. “Fonseca não é o mesmo treinador que passou pelo Porto. A equipa técnica mudou. O contexto de balneário mais complicado, em Milão, dificilmente se repete. Entra com margem, pelo atraso na liga, mas com um estatuto que o obriga a impacto imediato”, concluiu.
Confira a publicação:
Antigo jogador do Mónaco e Marselha está revoltado com a saída do treinador português para Alvalade, deixando o Lyon após duas épocas e meia
03 Nov 2026 | 15:10 | Por Redação
A iminente saída de Paulo Fonseca do Lyon rumo ao Sporting continua a dar que falar em França. Depois de Christophe Dugarry, foi Éric Di Meco a revoltar-se pelo estado da Liga francesa, argumentado com a ida do técnico de 53 anos para Portugal.
E. Di Meco: "Desesperante"
"Podemos fazer um concurso de desespero na Ligue 1. Portanto, o que é mais desesperante? O Lyon perder o seu treinador porque precisa de dinheiro ou o Marselha contratar zero jogadores... Isto não existe. Nunca vi um clube não contratar nem sequer um tipo que passa na rua, alguém vê que deu muitos toques. Nem sequer isso!", ironizou, no Super Moscato Show, da RMC Sport.
O antigo lateral de Mónaco e Marselha não consegue compreender a gestão que o Lyon tem feito. "A Ligue 1 é desesperante! E é assim, eu parto do princípio de que os treinadores são muito importantes. Cada vez mais importantes no desporto, tenho a impressão, e no futebol em particular. Mas não me tiras da cabeça que mais vale ter um bom plantel e ter de escolher um treinador do que o contrário: ter um grande treinador e um plantel mediano", comentou.
E. Di Meco: "Acho que o problema do Lyon é que tem bastantes lesionados"
Éric Di Meco refere que o clube gaulês tem qualidade individual, sendo que o problema centra-se na quantidade de lesões. "Acho que o problema do Lyon é que tem bastantes lesionados, mas é um bom plantel. Mostraram-no no ano passado até à reta final da época", afirmou.
No final, o antigo internacional francês revelou que acredita que o Lyon tem tudo para ter sucesso mesmo sem Paulo Fonseca. "Vêm de uma época de transição e vimos isso agora desde o início da época. Portanto, está logo ali atrás. Sim, é desesperante, mas se fizerem a escolha certa têm equipa para acabar no pódio. Basta fazerem a escolha certa", rematou.
Jornalista não esconde a sua posição sobre a forma como terminou o ciclo do antigo treinador dos leões e aborda também a decisão de avançar para Paulo Fonseca
03 Nov 2026 | 14:49 | Por Redação
Bruno Prata abordou a saída de Rui Borges do Sporting e a forma como o processo foi conduzido pela estrutura leonina. O jornalista considera que o treinador transmontano merecia uma despedida diferente, tendo em conta os resultados alcançados na primeira temporada, a qualidade futebolística apresentada pela equipa e o compromisso demonstrado durante o seu percurso em Alvalade.
B. Prata: "Saiu de maneira ingrata"
"Rui Borges acabou cozido em lume brando: saiu de uma maneira ingrata, que não merecia, e com a desagradável distinção de ser talvez o último a saber que o Sporting tratava, nas suas costas, da substituição. Pelo que ganhou na primeira época, pela qualidade futebolística que a equipa mostrou durante largos meses, pela seriedade com que trabalhou e pelo compromisso que nunca regateou, merecia mais do que descobrir o fim da história pelas notícias", escreveu, no seu texto de opinião ao jornal Record.
As palavras mais duras são dirigidas a Frederico Varandas, com o cronista a questionar a forma como o presidente geriu a comunicação da saída. "A sensação é a de que Frederico Varandas só chamou Borges para lhe comunicar a saída quando a informação já tinha tornado insustentável a continuação do silêncio. Fica a dúvida: foi desconsideração desnecessária ou inépcia flagrante a guardar segredo de contactos que, nestas circunstâncias, são tão previsíveis como a chuva em novembro? Em qualquer dos casos, o presidente não sai bem na fotografia", apontou.
B. Prata: "O problema foi renovar quando Borges ainda tinha mais um ano de contrato"
Bruno Prata considera que a posição de Rui Borges já estava fragilizada desde a derrota com o Torreense, na final da Taça de Portugal, mas não deixa de questionar a renovação contratual anunciada em maio. "Não por lhe terem duplicado um salário baixo: isso era da mais elementar justiça para um treinador que herdou a equipa de Ruben Amorim, ganhou a Liga e Taça e manteve o Sporting competitivo durante muito tempo, acrescentando-lhe até valências que antes não tinha. O problema foi renovar quando Borges ainda tinha mais um ano de contrato e a derrota no Jamor aconselhava uma gestão mais cerebral", explicou.
A análise estende-se à construção do plantel e à dimensão do investimento realizado pelo Sporting. "O Sporting vendeu por mais de 155 milhões de euros jogadores marcantes e gastou 123 milhões em reforços, muitos deles jovens com potencial, mas ainda a precisar de adaptação. Reconstruir uma equipa é difícil; fazê-lo com um treinador fragilizado é acrescentar uma segunda obra à primeira e esperar que ambas acabem no prazo", pode ler-se.
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