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Calendário do Sporting ganha forma e há dois jogos com data e hora para dezembro
03 Nov 2026 | 12:17
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03 Nov 2026 | 15:10 | Por Redação
A iminente saída de Paulo Fonseca do Lyon rumo ao Sporting continua a dar que falar em França. Depois de Christophe Dugarry, foi Éric Di Meco a revoltar-se pelo estado da Liga francesa, argumentado com a ida do técnico de 53 anos para Portugal.
E. Di Meco: "Desesperante"
"Podemos fazer um concurso de desespero na Ligue 1. Portanto, o que é mais desesperante? O Lyon perder o seu treinador porque precisa de dinheiro ou o Marselha contratar zero jogadores... Isto não existe. Nunca vi um clube não contratar nem sequer um tipo que passa na rua, alguém vê que deu muitos toques. Nem sequer isso!", ironizou, no Super Moscato Show, da RMC Sport.
O antigo lateral de Mónaco e Marselha não consegue compreender a gestão que o Lyon tem feito. "A Ligue 1 é desesperante! E é assim, eu parto do princípio de que os treinadores são muito importantes. Cada vez mais importantes no desporto, tenho a impressão, e no futebol em particular. Mas não me tiras da cabeça que mais vale ter um bom plantel e ter de escolher um treinador do que o contrário: ter um grande treinador e um plantel mediano", comentou.
E. Di Meco: "Acho que o problema do Lyon é que tem bastantes lesionados"
Éric Di Meco refere que o clube gaulês tem qualidade individual, sendo que o problema centra-se na quantidade de lesões. "Acho que o problema do Lyon é que tem bastantes lesionados, mas é um bom plantel. Mostraram-no no ano passado até à reta final da época", afirmou.
No final, o antigo internacional francês revelou que acredita que o Lyon tem tudo para ter sucesso mesmo sem Paulo Fonseca. "Vêm de uma época de transição e vimos isso agora desde o início da época. Portanto, está logo ali atrás. Sim, é desesperante, mas se fizerem a escolha certa têm equipa para acabar no pódio. Basta fazerem a escolha certa", rematou.
Jornalista não esconde a sua posição sobre a forma como terminou o ciclo do antigo treinador dos leões e aborda também a decisão de avançar para Paulo Fonseca
03 Nov 2026 | 14:49 | Por Redação
Bruno Prata abordou a saída de Rui Borges do Sporting e a forma como o processo foi conduzido pela estrutura leonina. O jornalista considera que o treinador transmontano merecia uma despedida diferente, tendo em conta os resultados alcançados na primeira temporada, a qualidade futebolística apresentada pela equipa e o compromisso demonstrado durante o seu percurso em Alvalade.
B. Prata: "Saiu de maneira ingrata"
"Rui Borges acabou cozido em lume brando: saiu de uma maneira ingrata, que não merecia, e com a desagradável distinção de ser talvez o último a saber que o Sporting tratava, nas suas costas, da substituição. Pelo que ganhou na primeira época, pela qualidade futebolística que a equipa mostrou durante largos meses, pela seriedade com que trabalhou e pelo compromisso que nunca regateou, merecia mais do que descobrir o fim da história pelas notícias", escreveu, no seu texto de opinião ao jornal Record.
As palavras mais duras são dirigidas a Frederico Varandas, com o cronista a questionar a forma como o presidente geriu a comunicação da saída. "A sensação é a de que Frederico Varandas só chamou Borges para lhe comunicar a saída quando a informação já tinha tornado insustentável a continuação do silêncio. Fica a dúvida: foi desconsideração desnecessária ou inépcia flagrante a guardar segredo de contactos que, nestas circunstâncias, são tão previsíveis como a chuva em novembro? Em qualquer dos casos, o presidente não sai bem na fotografia", apontou.
B. Prata: "O problema foi renovar quando Borges ainda tinha mais um ano de contrato"
Bruno Prata considera que a posição de Rui Borges já estava fragilizada desde a derrota com o Torreense, na final da Taça de Portugal, mas não deixa de questionar a renovação contratual anunciada em maio. "Não por lhe terem duplicado um salário baixo: isso era da mais elementar justiça para um treinador que herdou a equipa de Ruben Amorim, ganhou a Liga e Taça e manteve o Sporting competitivo durante muito tempo, acrescentando-lhe até valências que antes não tinha. O problema foi renovar quando Borges ainda tinha mais um ano de contrato e a derrota no Jamor aconselhava uma gestão mais cerebral", explicou.
A análise estende-se à construção do plantel e à dimensão do investimento realizado pelo Sporting. "O Sporting vendeu por mais de 155 milhões de euros jogadores marcantes e gastou 123 milhões em reforços, muitos deles jovens com potencial, mas ainda a precisar de adaptação. Reconstruir uma equipa é difícil; fazê-lo com um treinador fragilizado é acrescentar uma segunda obra à primeira e esperar que ambas acabem no prazo", pode ler-se.
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03 Nov 2026 | 14:34 | Por Redação
Tiago Gabriel, defesa-central que tem sido associado ao Sporting, não deverá abandonar o Lecce no próximo mercado de inverno. O emblema italiano decidiu fechar a porta a uma saída do internacional jovem por Portugal, numa altura em que o jogador continua a despertar atenção de vários clubes.
Segundo o jornalista Nicolò Schira, os responsáveis do Lecce pretendem rejeitar todas as propostas que cheguem por Tiago Gabriel em janeiro. O central é visto como uma peça importante no projeto desportivo dos italianos, que procuram consolidar a permanência na Serie A.
A decisão pode complicar qualquer eventual avanço do Sporting durante a próxima janela de transferências. Tiago Gabriel já foi associado aos leões como um possível substituto de Gonçalo Inácio para reforçar o eixo defensivo, mas o Lecce não demonstra, para já, qualquer abertura para negociar a saída a meio da temporada.
O português chegou ao clube italiano em janeiro de 2025, proveniente do Estrela da Amadora, numa transferência avaliada em 1,5 milhões de euros. Esta época soma 10 encontros oficiais, dois golos e uma assistência, afirmando-se como um dos elementos mais utilizados da equipa.
Tiago Gabriel tem contrato válido até 2030 e o Lecce ocupa atualmente o 14.º lugar da Serie A, com nove pontos em 10 jornadas. O Sporting poderá continuar atento à evolução do jogador, mas qualquer tentativa de contratação em janeiro esbarra, neste momento, na posição firme do emblema italiano.
Confira a publicação:
Jornalista da Media Livre comentou a relação entre o antigo técnico mirandelense e o presidente do Clube de Alvalade, dando uma opinião polémica
03 Nov 2026 | 14:16 | Por Redação
Rui Borges já não é o treinador principal do Sporting. A decisão foi comunicada no último domingo e Frederico Varandas está a ser criticado pela maneira como geriu a demissão do técnico. Mário Figueiredo lembrou que o antigo timoneiro leonino não pode pensar que o presidente é seu amigo.
M. Figueiredo: "Rui Borges estaria enganado se pensasse que Frederico Varandas é amigo dele"
"Eu sempre disse que o Rui Borges estaria enganado se pensasse que Frederico Varandas é amigo dele. Varandas é o patrão, quando tivesse de despedir, despedia. É o que todos os presidente fazem quando as coisas estão a correr mal", falou, no canal Now.
O jornalista comentou que as relações no futebol mudam depressa. "As coisas mudam com muita facilidade. Mudaram tão rápido que Rui Borges não decidiu viajar para Inglaterra porque entendeu a forma como lhe fizeram a cama", disse.
Vale lembrar que, em meados de setembro, Varandas defendeu a continuidade de Rui Borges. "Se eu alguma vez vou despedir um treinador à 7ª jornada com 3 empates em que aconteceu isto? Não, não vou despedir", declarou, no Portugal Football Globes.
Rui Borges prepara-se para deixar oficialmente o Sporting, terminando a ligação ao comando técnico dos leões numa fase de forte pressão em torno dos resultados. Paulo Fonseca será o homem que se segue em Alvalade, preparando-se para assinar um contrato até 2030.