Futebol
Erick Noriega nos planos do Sporting? Há novidades sobre processo no mercado
23 Abr 2026 | 11:45
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Futebol
05 Dez 2024 | 11:48 |
O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol informou que instaurou um processo disciplinar a João Pereira na sequência da queixa apresentada pela Associação Nacional dos Treinadores de Futebol (ANTF) pelo facto do novo técnico do Sporting não ter todas as habilitações necessárias para desempenhar as funções em causa.
O processo, tal como é possível apurar através do documento publicado, instaura um processo ainda a Tiago Teixeira, treinador-adjunto que surge, formalmente, como treinador principal nas fichas de jogo, e à SAD verde e branca, "tendo por objeto apuramento de factualidade participada relativamente a quadro técnico e habilitações de treinadores, na sequência de participação disciplinar apresentada pela Associação Nacional dos Treinadores de Futebol".
Vale lembrar que a ANTF não tardou a assumir que seria apresentada uma queixa formal relativa à situação logo após João Pereira ter sido confirmado como o sucessor de Ruben Amorim. O técnico ainda só concluiu o curso de treinador de nível III e, para além de aguardar pelo certificado, ainda tem em falta a última graduação, o UEFA Pro.
O presidente da associação, José Pereira, disse, à Antena 1, que a instituição não reconhece João Pereira como treinador do emblema verde e branco "atendendo a que não tem a certificação exigida para o desempenho das funções" e reforçou a importância de credibilizar esta profissão para assegurar o desenvolvimento e a justiça no futebol nacional (Recorde AQUI).
Recentemente, João Pereira, foi confrontado com a queixa da Associação Nacional de Treinadores de Futebol por não ter ainda o IV nível. O técnico desvalorizou o tema e disse estar mais preocupado com o trabalho diário enquanto novo treinador do Clube de Alvalade.
Treinador dos verdes e brancos utilizou estratégia que se mostrou bem sucedida para garantir a presença dos leões na final da Taça de Portugal
23 Abr 2026 | 12:55 |
Abril tem sido um mês intenso para o Sporting e a última semana espelhou isso mesmo. Entre a eliminação na Liga dos Campeões frente ao Arsenal e a derrota no dérbi com o Benfica (2-1), o cenário podia ter abalado o grupo, mas Rui Borges manteve o foco e conduziu a equipa até à final da Taça de Portugal, após o empate no Dragão frente ao Porto.
Apesar dos recentes desaires, o técnico nunca deixou cair o balneário. Pelo contrário, recorreu ao orgulho ferido dos jogadores e recordou-lhes o percurso já alcançado, como a presença nos quartos de final da Champions - algo que não acontecia desde 1982/83. A mensagem foi clara: nada de baixar os braços, até porque ainda há objetivos em jogo.
No plano estratégico, Rui Borges voltou a proteger o grupo do ruído exterior e centrou todas as atenções na eliminatória. Sem espaço para lamentos, a equipa entrou no Dragão com a vantagem da primeira mão e um plano bem definido.
Na primeira parte, os leões privilegiaram a posse de bola, obrigando o adversário a correr atrás dela e permitindo, ao mesmo tempo, gerir o desgaste físico de um plantel exigido - sobretudo depois da saída precoce de Gonçalo Inácio por lesão. Sem grandes riscos, o Sporting controlou o ritmo e chegou ao intervalo com o objetivo cumprido: manter o nulo.
Na segunda metade, o cenário mudou. Com a fadiga a instalar-se, a equipa recuou linhas, fechou os espaços interiores - zona onde o Porto mais procurava criar perigo - e apostou em saídas rápidas, ainda que com menor frescura. A prioridade passou a ser resistir.
Nesse contexto, Hidemasa Morita assumiu protagonismo no meio-campo, sobretudo após a saída de Morten Hjulmand. O japonês destacou-se nos duelos físicos e na capacidade de equilibrar a equipa, numa exibição que espelhou a identidade pedida pelo treinador: intensidade, agressividade e compromisso.
Apesar do objetivo alcançado na prova rainha, o treinador não abdica da luta no campeonato. Enquanto for matematicamente possível, o foco mantém-se no título; caso contrário, a meta passa por assegurar o segundo lugar, que garante acesso à fase de qualificação da Liga dos Campeões, e tentar juntar esse feito à conquista da Taça de Portugal.
Antigo árbitro português deixou a sua habitual análise aos lances mais polémicos do Clássico que garantiu a passagem dos leões à final da Taça de Portugal
23 Abr 2026 | 12:46 |
Pedro Henriques deixou a sua análise aos vários lances do Porto - Sporting, que terminou num empate sem golos, garantindo a passagem dos leões à final da Taça de Portugal. No caso, o antigo árbitro concordou com a expulsão de Alan Varela e acredita que deveria ter existido mais uma: Gabri Veiga.
Pedro Henriques: "Passível de cartão vermelho"
"15’: Falta grosseira. Uma entrada fora de tempo, com uso excessivo de força que pôs em risco a segurança e a integridade física, passível de cartão vermelho, na ocasião Gabri Veiga, com o pé direito, de sola, e com os pitons, pisou o tornozelo de Hjulmand", começou por dizer, ao jornal A Bola.
Pedro Henriques: "Bem o VAR na intervenção que fez"
"88’: Bem o VAR na intervenção que fez, para reverter o cartão amarelo que foi mostrado a Alan Varela, pois a entrada foi por trás, fora de tempo, com impetuosidade, velocidade e em salto, acertando de sola e com os pitons no calcanhar direito de Luis Suárez", vincou Pedro Henriques, em concordância.
Com este empate – o oitavo em 50 encontros na presente temporada –, os comandados de Rui Borges carimbam o passaporte para a final da Taça de Portugal. Agora, o Sporting aguarda o desfecho da eliminatória entre Torreense e Fafe, que apenas jogam quinta-feira, 23 de abril.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 26 de abril, frente ao AVS SAD. O encontro, a contar para a 31.ª jornada da Liga Portugal Betclic, diante da turma liderada por João Henriques, jogar-se-á na Vila das Aves, às 20h30.
Leões vivem um momento de enorme expectativa após a chegada à final da Taça de Portugal, com o presidente novamente no centro das atenções
23 Abr 2026 | 12:43 |
A presença do Sporting na final da Taça de Portugal voltou a colocar o clube num momento decisivo da temporada. Em Alvalade, cresce a expectativa em torno do desfecho da competição e também em torno do impacto que pode ter na liderança de Frederico Varandas.
O presidente prepara-se para um possível novo marco na sua presidência. Caso conquiste mais um troféu, o líder leonino pode aproximar-se da dezena de títulos conquistados desde que assumiu o cargo em 2018. Um registo que conta com três Campeonatos Nacionais, duas Taças de Portugal, duas Taças da Liga e uma Supertaça, ou seja, oito títulos ao todo.
Desde que chegou à liderança do Sporting, Varandas apenas ficou sem conquistar títulos em duas épocas específicas (2019/2020 e 2022/2023). Essa consistência ajudou a consolidar uma era competitiva em Alvalade e agora o clube volta a estar numa posição de decisão.
O historial recente também inclui um momento simbólico importante, com o triunfo frente ao rival Benfica na final da Taça de Portugal da época passada. Essa vitória foi determinante para o crescimento do palmarés do atual presidente e elevou o estatuto do seu mandato.
Com mais uma final em perspetiva, o Sporting entra numa fase em que cada detalhe pode fazer a diferença. Varandas surge como o presidente mais titulado da história recente do clube e a possibilidade de atingir a marca da dezena de troféus aumenta a pressão e a expectativa em Alvalade.
Erick Noriega nos planos do Sporting? Há novidades sobre processo no mercado
23 Abr 2026 | 11:45
Trincão comenta 'problemas' na chegada do Sporting ao Dragão: "Quando cheguei..:"
23 Abr 2026 | 11:08
Clássico dá que falar: "Andaram à procura dos jogadores do Sporting para dar cabo deles"
23 Abr 2026 | 10:42