JORNALISTA APONTA DEDO A EXTREMO ESCOLHIDO POR ROBERTO MARTÍNEZ E DEFENDE TRINCÃO, JOGADOR DO SPORTING
Vítor Pinto acredita que chamadas do selecionador nacional não têm nexo e fala do 'camisola 17' dos leões
Redação Leonino
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23 de Maio 2024, 09:17
Francisco Trincão, Roberto Martínez, Sporting

Vítor Pinto acredita que Pedro Neto não deveria ter sido chamado para o Euro 2024. O comentador desportivo dá exemplo da grande época de Francisco Trincão no Sporting e acusa Roberto Martínez de ter feito uma convocatória ‘sem nexo’.

“O Trincão tem características que encaixam precisamente naquilo que a seleção precisa. Jogadores que sejam capazes de, em determinados momentos, saltar do banco, agitar e fazer a diferença. A chamada de Pedro Neto eu concordo. Ninguém me fale do Pedro Neto porque eu via-o a jogar e estou muito atento. Foi injusto não ter ido ao Mundial”, começou por dizer, na CMTV.

“Esteve muito bem na primeira fase da época, mas esteve 71 dias parado. Jogou 12 minutos e não tem ritmo. Depois, jogadores que são campeões, que estão inspirados e que podem injetar algum ânimo na seleção e mais competitividade, não são chamados. O Pedro Neto, que deve ser um rapaz honesto, não estaria à espera de ser chamado. Pedro Neto esteve 71 dias parado, jogou 12 minutos com o Liverpool e é convocado. Depois o selecionador chora lágrimas de crocodilo pelo Ricardo Horta.

Desde o início do ano, Francisco Trincão subiu bastante o seu rendimento, sendo um autêntico reforço de inverno para Rúben Amorim. Na presente temporada, leva já 47 encontros disputados, num total de 2.928 minutos dentro das quatro linhas, ao longo dos quais registou dez remates certeiros – dois com o seu pior pé, o direito – e assistiu para finalização de colegas de equipa por nove ocasiões.

Ao todo, desde que chegou ao Sporting, oriundo do Barcelona, Francisco Trincão – avaliado em 14 milhões de euros – leva 99 jogos disputados, ao longo dos quais apontou um total de 23 golos e 13 assistências. O internacional português custou aos cofres verdes e brancos qualquer coisa como 10 milhões de euros por 50% dos direitos económicos.

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