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Última hora! Jogador é dispensado da seleção e regressa ao com queixas Sporting
30 Set 2026 | 15:08
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20 Mai 2025 | 16:02 |
Rui Borges chegou ao Sporting em dezembro de 2024, contratado ao Vitória de Guimarães, e guiou a equipa verde e branca à conquista do bicampeonato. Luís Freitas Lobo, comentador desportivo, enalteceu a evolução do treinador dos verdes e brancos e elogiou as opções táticas que o técnico tomou, tudo isto num artigo de opinião publicado no jornal O Jogo.
“Rui Borges está no oposto da vocação comunicacional de Ruben Amorim. A postura, o sotaque, o trajeto, sem sorriso charmoso e sem berço de grandes clubes. Antes um percurso que saiu de trás dos montes do mais futebol profundo, o que se joga e cresce em divisões secundárias, cheias de pó, até que um dia surge um atalho para outro mundo”, começa por referir Luís Freitas Lobo.
De seguida, o especialista destaca as mudanças táticas promovidas por Rui Borges: “Começou por mudar o sistema (de 3x4x1x2 para 4x4x2) e dinâmicas de jogo. Ganhou, nesse arranque, com essa marca de rutura. A linha de “3” desaparecia e surgia a clássica de “4”, mais três médios em vez de dois. Quando, porém, essa ideia começou a encravar em certos pontos do jogo em que tentava ativar um “modo de gestão” (as tais segundas partes em que o bloco recuava demais e não atacava da mesma forma) percebeu que resgatar a memória acumulada do passado recente para juntar à sua seria a mescla ideal”.
Luís Freitas Lobo realçou, ainda, o impacto dos problemas físicos de vários jogadores na estratégia de Rui Borges - que foi muito elogiado por Frederico Varandas: “As circunstâncias (lesões de tantos médios) também condicionaram a decisão. Foi o momento tático da época. Resgatou os três centrais e o 3x4x2x1, estabilizou o jogo da equipa, posicionamento do bloco e visão das linhas desde trás a construir mesmo quando mais recuadas”.
A terminar, Luís Freitas Lobo elogia também a resposta de Rui Borges ao momento menos positivo do goleador da equipa leonina: “Gyokeres teve um ciclo em que mostrou menos os dentes e o ataque ressentiu-se, mas a capacidade de, nessa fase, sem o 'homem-golo que resolve', a equipa já ter outra capacidade tática (muita vinda do ‘chip tático’ de início de época) foi decisiva para segurar-se em muitos jogos. Foi a vitória dum treinador na capacidade de ajustar-se à realidade. Sem mudar a sua personalidade e estilo, trazer esse sotaque de outro futebol à grande cidade e conquistá-la com a simplicidade dum corte de Hjulmand ou um remate de Gyokeres”.
Apesar das suas exibições não convencerem a totalidade dos adeptos leoninos, o internacional português tem sido a primeira escolha de Rui Borges
30 Set 2026 | 16:00 |
Em direto da Liga Now, Luís Pedro Sousa, chefe de redação de Record, analisou a luta pela titularidade na baliza do Benfica. No seu entender, considera difícil determinar, convictamente, quem é o melhor guarda-redes para assumir a baliza das águias.
“Eu não te sei dizer, muito sinceramente, quem é que é melhor, se é Samuel Soares ou Trubin. O Samuel Soares é um bocadinho melhor com os pés, mas quando um guarda-redes tem de sair da baliza, Samuel Soares sai mal, Trubin não sai. Não sei o que é que é pior”, começou por dizer.
Para Luís Pedro Sousa, a posição mais recuada do terreno de jogo é essencial que seja tida em atenção já na próxima janela de transferências: “Parece-me é que o Benfica precisa, não sei se é possível já em Janeiro, de um guarda-redes que dê garantias plenas. Não estou a ver um Diogo Costa, porque isso não é acessível, mas estou a ver um guarda-redes que de alguma forma dê mais garantias do que estes. Ambos têm-se revelado um bocadinho curtos.”
Relativamente a nomes para possíveis contratações, avança com um bastante ousado: “Atenção ao que eu vou dizer, é apenas um nome, não estou aqui a sugerir nada. Um David de Gea desta vida, por exemplo. Um guarda-redes que dê experiência, que garanta que cada vez que a bola rodeia a área do Benfica não seja um “ai, jesus”.”
Em discussão de ideias, Sérgio Krithinas acaba por falar dos donos da baliza do Sporting: “O Sporting foi campeão com quem na baliza? Foi com Rui Silva e antes foi com Adán. Não sei se são exemplos de guarda-redes de topo que é preciso”, sendo que Luís Pedro Sousa não teve qualquer dúvida na sua resposta: “O Rui Silva - que tem vindo a ser contestado pelas suas exibições - é bem melhor do que o Trubin e o Samuel Soares juntos”.
Futebolista em questão esteve na mira dos verdes e brancos no último defeso e agora falou sobre a possibilidade que teve que envolvia quantia absurda
30 Set 2026 | 15:43 |
Gustavo Sá, médio que esteve referenciado pelo Sporting no último mercado de verão, confirmou ter recusado uma proposta milionária para rumar à Arábia Saudita. O antigo jogador do Famalicão tinha em mãos um contrato superior a 17,5 milhões de euros por três temporadas no Al Ittihad, na altura orientado por Sérgio Conceição.
Gustavo Sá: "Não era por me darem muito dinheiro que ia imaginar essa mudança"
Em entrevista à Liga Portugal, o atual jogador do Olympiakos confirmou que o emblema minhoto até tinha aceitado a proposta. “Houve uma proposta e o Famalicão aceitou. Contudo, sempre estive de pé atrás, porque não era um passo que imaginava na minha carreira. Não era por me darem muito dinheiro que ia imaginar essa mudança”.
O jogador de 21 anos explicou que a vertente financeira nunca foi suficiente para o convencer. “Não é por me darem mais um milhão ou menos um milhão - e estamos a falar de milhões como se fossem euros. Claro que às vezes penso que podia ser diferente, mas não me tira o sono. Creio que foi o melhor para mim”, afirmou.
Gustavo Sá também esteve na órbita do Sporting durante o verão de 2026. Os leões acompanhavam o médio há algum tempo e voltaram a analisar o seu nome, numa altura em que a eventual saída de Francisco Trincão podia abrir espaço para uma investida pelo então jogador do Famalicão.
As exigências dos minhotos acabaram, porém, por dificultar qualquer avanço. O Famalicão pretendia um encaixe entre 20 e 25 milhões de euros, além de uma percentagem de uma futura venda, e o Sporting acabou por seguir outros caminhos na reformulação do meio-campo.
Internacional colombiano mostrou alguma frustração após a prova rainha, mas adversário não poupou o jogador dos verdes e brancos
30 Set 2026 | 15:18 |
Luis Quintero recordou a histórica vitória do Torreense sobre o Sporting, por 2-1, na final da Taça de Portugal e revelou um episódio curioso vivido com Luis Suárez logo após o encontro. O colombiano tentou ficar com a camisola do avançado leonino, mas recebeu uma resposta negativa.
Luis Quintero: "Quando acabou fui pedir a camisola ao Luis Suárez e ele disse-me que não"
Em declarações no podcast ‘El After’, do Post United, reproduzidas pelo jornal A Bola, o extremo contou o momento. “Quando acabou fui pedir a camisola ao Luis Suárez e ele disse-me que não. Contou-me uma história, que tinha de dar à mãe dele. Até eu tinha três equipamentos para o jogo".
Quintero brincou depois com a situação e admitiu acreditar que a derrota do Sporting pesou na decisão. Os jogadores dos leões “têm mil camisolas” e, na opinião do colombiano, Suárez recusou “de certeza por causa da dor de ter perdido a final”. “Disse-me: ‘Não, não dou’. Cumprimentei-o antes do jogo, tudo perfeito. Mas perdeu a final e, por alguma razão, não me deu a camisola".
O jogador do Torreense também recuperou vários momentos da decisão no Jamor. A equipa entrou em vantagem muito cedo e chegou ao intervalo a acreditar plenamente que podia surpreender o Sporting. “Vamos para o intervalo, olhámos uns para os outros e dissemos ‘Podemos ganhar isto! Estamos a ganhar 1-0, faltam 45 minutos’”.
Luis Quintero: "Eles não tiveram mais nenhuma ocasião clara"
Luis Suárez ainda restabeleceu a igualdade aos 54 minutos e Geny Catamo viu posteriormente um golo ser anulado. Quintero considerou, ainda assim, que o conjunto de Torres Vedras nunca perdeu o controlo emocional do encontro. “Não fomos encostados nos últimos minutos, estávamos bem posicionados. Chega o prolongamento e foi um festival nosso!”.
Stopira acabaria por marcar o 2-1 aos 106 minutos, garantindo o troféu ao Torreense. “Eles não tiveram mais nenhuma ocasião clara. Metemos o autocarro, não passámos muito mal acabámos por vencer a Taça de Portugal ao Sporting”, recordou o extremo.
A conquista ficou como um dos momentos mais marcantes da carreira de Quintero, que admite ter sido inundado de mensagens após o apito final. “Nunca recebi tantas mensagens na minha vida”, confessou, num balanço em que a vitória sobre o Sporting assumiu naturalmente lugar de destaque.