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Clube
25 Jun 2023 | 14:28 | Por Redação
Liliana Aguiar, ex-namorada de Rui Patricio, está, atualmente, de férias na Quinta da Marinha, em Cascais, com o Francisco Nunes, conhecido mental coach. O atual parceiro da apresentadora reservou uma estadia no Onyria Hotels & Golf Resorts e não resistiu em tirar uma foto perto da piscina. “Grandes mudanças requerem coragem! Tenho medo de tudo, mas consciente que se mergulhar neste sentimento irei crescer, pois o medo existe porque o sentimento ainda não é adulto! Só amadurece e deixa de se chamar medo se for vivido! Vamos para cima dele. Se estou certo? Sei lá, quero é viver…”, escreveu na descrição do post de Instagram. Minutos depois, a empresária publicou, nas suas stories, uma imagem do filho Salvador a nadar, nessa mesma piscina do hotel. De recordar que o casal passou por um divórcio complicado, no início deste ano, que acabou por se tornar bastante público após as queixas de violação doméstica feitas pela influencer contra Francisco Nunes. Mais recentemente, as acusações foram retiradas pela própria e os dois reconciliaram, em prol da felicidade dos seus filhos. Veja o novo post de Liliana Almeida e do seu ex-marido:
Antigo administrador da SAD centrou críticas no dirigente máximo do Clube de Alvalade e nos restantes administradores executivos
03 Out 2026 | 16:33 | Por Redação
Nuno Correia da Silva questionou os rendimentos dos administradores da Sporting SAD relativos à temporada 2025/26, colocando em causa a subida das remunerações numa época em que, na sua perspetiva, os resultados desportivos ficaram aquém das expetativas.
Num artigo publicado no jornal 'O Jogo', o antigo administrador da SAD centrou as críticas em Frederico Varandas e nos restantes administradores executivos: “Rendimentos milionários numa época sem títulos. Do ponto de vista desportivo a época foi um fracasso, o Sporting não ganhou o campeonato, teve uma prestação desastrosa na Taça de Portugal, onde perdeu na final para o Torreense, da segunda liga, e a nível europeu também não conquistou qualquer título. A pergunta que tantas vezes foi repetida, e tanto intrigava os adeptos sportinguistas, recebeu resposta no relatório e contas da SAD, referente a 2025/2026, apresentado e publicado a 22 de setembro. Era difícil identificar as razões, ou perceber o que motivou a Direção da SAD a vender mais de 90% da equipa que tinha sido bicampeã. Uma equipa equilibrada, articulada, com boa ligação entre setores e com jogadores na designada "idade de ouro". As razões estão vertidas no relatório, os administradores da SAD duplicaram os seus rendimentos com fundamento nos resultados financeiros, essencialmente, com a venda de jogadores”.
O gestor prosseguiu com a análise aos valores recebidos pelos responsáveis da SAD: “O presidente da SAD do Sporting, Frederico Varandas, recebeu 776.500€, praticamente duplicou o rendimento obtido em 2024/25, época em que ganhou 390.000€. Um aumento de quase 100%. Os restantes administradores executivos da SAD, Francisco Salgado Zenha e André Bernardo, também foram aumentados, mas mais moderadamente, passaram de 514.000€ para 586.000€. Do ponto de vista desportivo a época foi um fracasso, o Sporting não ganhou o campeonato, teve uma prestação desastrosa na Taça de Portugal, onde perdeu na final para o Torreense, da segunda liga, e a nível europeu também não conquistou qualquer título. Por isso, os prémios que os administradores atribuíram a si mesmo são resultado, essencialmente, da prestação financeira”, acrescentou.
N. Correia da Silva: “É uma situação insólita"
Nuno Correia da Silva considera que existe uma contradição entre a valorização financeira da temporada e a ausência de conquistas no plano desportivo: “É uma situação insólita, o presidente do Sporting ganha, numa época em que não ganhou nada, o dobro do que tinha ganho na época anterior em que o Sporting fez a dobradinha, ganhou tudo. Quando o resultado financeiro prevalece sobre o resultado desportivo, nas remunerações de quem decide, as opções começam a ter prioridades que subvertem o propósito do próprio clube. Estes critérios explicam muito do que não conseguíamos compreender, explicam porque se fizeram tantas vendas, por que se desmantelou uma equipa e se quebrou um ciclo vencedor”, apontou.
A fechar, deixou uma questão sobre os critérios utilizados para definir os prémios: “A situação obriga a colocar uma pergunta: será que faz sentido os administradores receberem prémios por resultados financeiros sem existirem resultados desportivos? Desde o primeiro ano de mandato, época 2028/2019, o presidente do Sporting aumentou o seu rendimento em 550%. E o vice-presidente, Francisco Salgado Zenha, aumentou em 650%. Não há nada comparável na história do Sporting”, escreveu
Administração do Clube de Alvalade justifica iniciativa com a necessidade de aumentar a flexibilidade financeira da sociedade
03 Out 2026 | 11:37 | Por Redação
A Sporting SAD vai levar à Assembleia Geral de acionistas, marcada para 26 de outubro, uma proposta para obter autorização para realizar um ou mais empréstimos obrigacionistas num valor global que poderá atingir os 150 milhões de euros. A eventual autorização terá uma duração de cinco anos, permitindo à administração leonina recorrer a este mecanismo de financiamento até outubro de 2031.
A proposta submetida à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) estabelece ainda que cada operação poderá ter uma maturidade máxima de 10 anos. Ou seja, caso os acionistas aprovem a medida, o Sporting ficará com margem para definir diferentes operações ao longo dos próximos anos, ajustando os respetivos montantes e prazos às necessidades da SAD.
A administração liderada por Frederico Varandas justifica a iniciativa com a necessidade de aumentar a flexibilidade financeira da sociedade. O recurso ao mercado obrigacionista permite diversificar as fontes de financiamento e adaptar cada operação às condições existentes no mercado e às necessidades concretas do clube no momento em que esta seja realizada.
A autorização poderá também ser utilizada para operações de refinanciamento. Entre as possibilidades previstas está a realização de ofertas públicas de subscrição ou de troca, incluindo a substituição de obrigações atualmente existentes, como os empréstimos obrigacionistas Sporting SAD 2024-2027 e Sporting SAD 2024-2028.
A decisão ficará agora nas mãos dos acionistas da SAD, que se reúnem no Estádio José Alvalade no final de outubro. A proposta surge num momento em que o Sporting apresentou um resultado líquido positivo de 34,7 milhões de euros no exercício de 2025/26 e procura manter margem de manobra para gerir as suas necessidades de financiamento nos próximos anos.
Tema será discutido pelos acionistas na Assembleia Geral marcada para 26 de outubro, às 18h00, no Business Hub do Estádio José Alvalade
03 Out 2026 | 10:00 | Por Redação
Frederico Varandas poderá auferir 890 mil euros brutos durante a temporada 2026/27, caso a proposta apresentada pela Comissão de Remunerações da Sporting SAD seja aprovada. O tema será discutido pelos acionistas na Assembleia Geral marcada para 26 de outubro, às 18h00, no Business Hub do Estádio José Alvalade.
A proposta integra a ordem de trabalhos da reunião e prevê uma subida significativa face ao valor recebido pelo presidente da SAD leonina no exercício anterior. De acordo com os documentos enviados à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a remuneração prevista representa um aumento de 18,7% relativamente a 2025/26.
Na época passada, o dirigente recebeu 776 mil euros brutos. Desse montante, 300 mil euros correspondiam à componente fixa, enquanto os restantes 476,5 mil euros estavam relacionados com prémios variáveis, definidos em função do desempenho desportivo e dos resultados financeiros alcançados pela sociedade.
Caso a nova proposta avance, o vencimento fixo anual de Varandas passará dos atuais 300 mil para 356 mil euros. A componente variável completa o montante global previsto de 890 mil euros para o próximo exercício, ficando a concretização do valor dependente das condições estabelecidas para a remuneração.
Também Francisco Salgado Zenha e André Bernardo terão alterações na componente fixa da remuneração. Os dois administradores executivos receberam 586,125 mil euros brutos em 2025/26, sendo 225 mil euros relativos ao salário fixo e o restante correspondente ao prémio de desempenho. Para 2026/27, a proposta prevê que o vencimento fixo de cada um passe para 267 mil euros.