Futebol
Souleymane Faye vai ser reforço do Sporting! Conheça os detalhes do negócio
08 Jan 2026 | 16:13
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18 Set 2023 | 22:08 |
É negócio fechado: Esta segunda-feira, dia 18 setembro, foi assinado o contrato com vista à construção da Cidade do Padel. O acordo contou com a presença de Miguel Paixão, Filipe de Botton, Martim de Botton e Miguel Marques, em representação da Smooth Odissey Lda, empresa detida por Cristiano Ronaldo e Filipe de Botton.
O avançado formado no Sporting não pôde estar presente na assinatura do contrato, uma vez que se encontrar em estágio com a sua equipa, o Al Nassr, antes da estreia na Liga dos Campeões asiática, diante do Persepolis, no Irão.
"Hoje é um dia histórico para o padel português, para a Federação Portuguesa de Padel, e para o desporto nacional. A assinatura deste contrato é o passo definitivo para o arranque da Cidade do Padel, uma infraestrutura essencial para que o padel português possa dar mais um passo no seu desenvolvimento, e que será a bandeira do nosso desporto e uma referência de qualidade a nível mundial", começou por dizer Ricardo Oliveira, presidente da Federação Portuguesa de Padel.
"Para que a concretização deste sonho fosse possível há que louvar a aposta realizada pela Câmara Municipal de Oeiras, concretizada por via do entusiasmo do seu presidente, Isaltino Morais, que, desde o início do processo, depositou a sua confiança na Federação Portuguesa de Padel para levar a cabo esta iniciativa", disse, agradecendo a Filipe de Botton e Cristiano Ronaldo.
"Não podemos, igualmente, deixar de deixar os nossos mais sinceros agradecimentos aos nossos novos parceiros, liderados por Filipe de Botton e Cristiano Ronaldo, pela forma séria, descomplicada e eficiente como a negociação do contrato decorreu, e que nos permite, hoje, seguir de mãos dadas rumo a uma ligação que se prolongará por várias décadas", afirmou.
A Cidade do Padel contará com 17 campos de padel, 11 deles cobertos, um court central com capacidade para albergar mais de dois mil espectadores, um centralito com mais de 500 lugares sentados, bem como um restaurante, um ginásio, salas de fisioterapia, entre outros.
Treinador português analisou ainda a vaga de lesões no Clube de Alvalade, destacando os principais problemas com que o técnico dos leões se depara de momento
08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
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08 Jan 2026 | 16:44 |
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Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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