Momento de Parar para Encarreirar
Que se pare, que se identifiquem os erros – que se aprenda rapidamente – e que se prepare, desde já, essa final como se fosse o único jogo que resta
08 Ago 2020 | 09:59
Tão certo como os incêndios no Verão, ou as chuvas de janeiro, certas são as constantes entradas e saídas na “estrutura” do futebol do Sporting.
Tão certo como os incêndios no Verão, ou as chuvas de janeiro, certas são as constantes entradas e saídas na “estrutura” do futebol do Sporting.
Ali parece que ninguém aguenta muito tempo, é um corrupio tal que parece que estamos sempre no olho de um daqueles furacões que todos os anos varrem as Caraíbas e costa sudeste dos EUA que levam as casas e tudo o que encontram pela frente, e após a passagem dos quais as populações voltam a reconstruir, mas na certeza que no ano a seguir são bem capazes de estar a passar pelo mesmo.
A gestão (?) de Frederico Varandas é assim também, tira os que lá estão, entram novos, esses novos saem, pois, ao fim de uns meses já não são assim tão novos, e volta a colocar outros com cheiro a fresco que permitem dar mais umas notícias para os jornais, na aparência que está tudo controlado e se está a fazer alguma coisa.
Nestes quase 2 anos é um entra e sai daquela casa que só pode querer dizer que algo de muito errado acontece para lá daquelas portas.
Rabbani foi apresentado como o mago da performance. Chieira foi apresentado como Chief Scouting mas esteve nesse cargo 2 meses, pois, entrou Raul José com Miguel Quaresma vindos da Arábia. Da última vez que se leram notícias de Miguel Quaresma este já era Diretor Técnico e tinha mudado o modelo centrando-se agora no jogador, como se o modelo anterior se centrasse nos roupeiros. Antes disso despede-se Luís Dias com 21 anos de Formação do Sporting, promove-se Paulo Gomes a Diretor da Academia, entretanto Rabanni fica cansado de tanta performance e ao fim de 1 ano vai embora. Quem parece que agora ficou cansado de Quaresma e Raúl José foi Frederico Varandas.
Agora vem Paulo Noga, do PSG para onde esteve a trabalhar com Antero Henrique, e depois de passagem pelo FC Porto, entra para a Avaliação e Recrutamento da Formação. Esperemos que não seja um novo Bruno Maruta, que em 2010 veio do eterno rival e ao fim de 1 ano de cá estar, regressou à sua casa-mãe levando todo o Know-how da Academia e que o catapultou até aos dias de hoje em que lidera o Scouting do Benfica. Será que o Sporting não tem pessoas com anos de casa capacitadas para estes cargos? Tem.
Se a isto somarmos a entrada e saída de treinadores e respetivo staff, vê-se que Frederico Varandas transformou o Sporting numa espécie de Quinta das Celebridades, onde alguém pode ser expulso, mas também alguém pode entrar a qualquer momento, seguindo a máxima do escritor do século XIX Jean-Baptiste Alphonse Karr que dizia que “é preciso mudar as coisas, para que as coisas fiquem todas na mesma”.
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