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Claque do Sporting recusa assinar acordo e deixa forte recado a Varandas
10 Jul 2026 | 10:59
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07 Jan 2020 | 19:13 |
Jorge Jesus foi hoje ouvido no processo da invasão de Alcochete, tendo falado no Tribunal de Almada e não de Monsanto, por recomendação do seu advogado. O antigo treinador leonino falou durante quatro horas e explicou o que viu e sentiu durante a invasão.
“Quando chego à entrada do balneário, porque eu estava no relvado, encontro as quatro pessoas que estavam lá. Aquilo era uma fumarada, gritos por todo o lado. Eles já lá estavam. Vi os quatro onde estava o Fernando Mendes à porta e fui pedir ajuda. [O treinador explicou depois que os quatro eram Fernando Mendes, Aleluia e Nuno Torres, não conhecendo o quarto]”, disse Jorge Jesus.
O agora treinador do Flamengo disse, ainda, que não o deixaram entrar no balneário e que foi quando eles estavam a sair que lhe acertaram com um cinto na cara. “Porque é que ele me agrediu? Não sei. Ele sabia que eu era treinador do Sporting CP. Depois ainda levei um soco; o que me deu com o cinto tinha a cara tapada, o que me deu o soco também tinha a cara tapada, devia ter uns 23 ou 24 anos”.
“O Fernando Mendes depois juntou-se aos outros, eram uns 15. Depois saiu mais alguém e levo o soco. A seguir apareceram alguns jogadores no espaço onde eu estava, o William e o Petrovic viram-me ferido. Mostrei os ferimentos ao Fernando Mendes e disse que eram todos cobardes, disse-me que não podia fazer nada. Fernando, estás a ver o que me fizeram? Não houve tempo para nada, aquilo foi instantâneo, cinco minutos. Foi entrar e bater… Aquilo parecia um filme de terror”, disse também Jorge Jesus, que de seguida conta o que viu no balneário quando finalmente entrou.
“O balneário estava todo virado ao contrário, os jogadores a chorar… O único que vi a chorar foi o Bas Dost. Perguntou-me: ‘Mister, por que é que me fizeram isto?’. Os jogadores estavam super revoltados como eu. Aquilo estava tudo revirado, os bancos, as marquesas, muita coisa no chão. E não sei se eram tochas”.
Ruben Ribeiro devia ter sido ouvido de manhã, mas o agora jogador do Gil Vicente FC não apareceu nem deu qualquer justificação para tal. O atual clube do jogador já o veio defender, dizendo que nem ele nem o seu advogado tinham recebido qualquer notificação e que o jogador tinha estado no seu local de trabalho.
André Pinto é o jogador ouvido amanhã. Cristiano Piccini também era para ser ouvido, mas pediu para ser adiado, sendo agora ouvido no próximo dia 17.
Proposta já motivou algumas reações negativas nas redes sociais, sobretudo pela diferença em relação aos principais rivais nacionais
17 Jul 2026 | 16:52 |
O Sporting apresentou a proposta de orçamento para a temporada 2026/27, documento que será levado a votação numa Assembleia Geral marcada para 25 de julho. Entre os vários pontos em análise pelos sócios surge a possibilidade de atualização dos valores das quotas mensais, uma medida que tem gerado discussão.
A principal alteração diz respeito à categoria A, destinada aos sócios adultos, que poderá passar dos atuais 13 euros para 14 euros por mês. Caso seja aprovada, esta quota ficará acima dos valores praticados por Benfica e Porto, sendo que também as restantes categorias de associados, como a B, C e D, poderão sofrer aumentos.
A proposta já motivou algumas reações negativas nas redes sociais, sobretudo pela diferença em relação aos principais rivais. A contestação surge numa altura em que o Sporting atingiu um novo máximo histórico de sócios pagantes, ultrapassando os 125 mil associados.
Segundo a Direção, liderada por Frederico Varandas (que viu a Justiça dar-lhe razão num processo contra o Porto), a revisão dos preços das quotas surge como resposta ao atual contexto económico, marcado pelo aumento generalizado dos custos e pela subida das taxas de juro. O Clube considera que estes ajustes são necessários para assegurar a continuidade e evolução das várias atividades e projetos em curso.
O documento apresentado contempla ainda a criação de uma nova categoria de associado, denominada “sócio base”. A modalidade terá menos direitos do que os sócios tradicionais, não permitindo votar, participar em AG's ou integrar processos eleitorais, mas possibilitando o acesso a benefícios como descontos, eventos e atividades promovidas pelo Clube.
Ambiente em torno dos leões aquece antes da nova temporada e um dossiê sensível está a provocar forte agitação no Clube de Alvalade
15 Jul 2026 | 12:24 |
O Sporting enfrenta um novo foco de tensão fora das quatro linhas. Quando parecia existir margem para aproximar a administração liderada por Frederico Varandas dos grupos organizados de adeptos, o cenário sofreu uma reviravolta e o entendimento ficou seriamente comprometido, deixando um dos projetos mais ambiciosos da SAD praticamente sem efeito.
A proposta apresentada pelo Clube para criar um novo protocolo com as claques encontrou forte resistência. Segundo as informações do jornal Record, Directivo Ultras XXI, Juventude Leonina e Torcida Verde deverão rejeitar o acordo proposto pela SAD, sendo que apenas a Brigada Ultras Sporting estará disponível para assinar o documento.
A intenção da administração passava por recuperar a histórica Curva Sul do Estádio José Alvalade, através da criação de uma Gamebox específica, do apoio financeiro às deslocações dos grupos organizados de adeptos e ainda da implementação de uma zona de safe standing, com lugares em pé protegidos.
Entre os principais motivos para a rejeição estão a obrigatoriedade da identificação através da zona ZCEAP (Cartão do Adepto) e a situação das sedes das claques. Enquanto a Brigada já recebeu ordem para abandonar o espaço que ocupava no estádio, as sedes da Juventude Leonina, Torcida Verde e Directivo continuam envolvidas em processos judiciais, sem que tenha sido encontrada uma solução considerada satisfatória pelos adeptos.
Assim, o objetivo de Frederico Varandas de reunir novamente os grupos organizados na Curva Sul fica, para já, longe de se concretizar. Salvo uma alteração inesperada nas negociações, apenas a Brigada deverá formalizar o protocolo com a administração leonina.
Equipamento mantém as tradicionais listas horizontais verdes e brancas, mas apresenta algumas novidades em relação à época passada
14 Jul 2026 | 09:50 |
O Sporting apresentou oficialmente a camisola principal para a temporada 2026/27, revelando um equipamento que presta homenagem aos 120 anos de história do Clube. O novo modelo já se encontra à venda nas plataformas oficiais, com um preço de 100 euros para o público em geral e de 90 euros para os Sócios.
Nas redes sociais, os adeptos verdes e branco aprovaram o novo kit, mas manifestaram-se quanto ao preço do mesmo: "Levem já a minha carteira de vez" e "Bom, lá se vai o subsídio de férias e de Natal" ou "É lindíssima, vou ter mesmo de comprar" são alguns dos exemplos.
A nova camisola mantém as tradicionais listas horizontais verdes e brancas, mas apresenta algumas novidades em relação à época passada. O verde surge num tom mais escuro, o equipamento estreia o novo símbolo do Sporting e inclui detalhes dourados que assinalam o 120.º aniversário. O conjunto fica completo com calções pretos e meias verdes e brancas às riscas.
O Sporting destacou o simbolismo do novo equipamento e a ligação às raízes do Clube: “Listas que carregam o peso de 120 anos de história. Listas que contam a história de quem somos. De quem as eternizou. De um caminho de vitórias e derrotas: A quem nada foi dado e tudo foi conquistado. As tuas listas. As listas que representam quem tu és. Que te representam. Um legado. Listas que não têm fim. A próxima começa agora”, escreveu o Clube na mensagem que acompanhou o lançamento.
O equipamento marca também uma nova fase na história dos leões, sendo o primeiro a exibir o recente símbolo apresentado pelos leões. A camisola será utilizada pela equipa de Rui Borges ao longo da temporada 2026/27 e assinala oficialmente o início das comemorações dos 120 anos.