Futebol
Luís Paixão Martins rebenta com arbitragem no Famalicão - Sporting e fala em "corrupção"
15 Set 2026 | 14:56
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16 Mar 2026 | 16:23 |
A arbitragem de Carlos Macedo no encontro entre Porto e Moreirense, da 26.ª jornada da Primeira Liga, foi analisada por Pedro Henriques, que apontou um erro disciplinar importante durante o jogo. O antigo árbitro destacou um lance polémico entre Zaidu e Diogo Travassos, que, na sua opinião, deveria ter terminado com expulsão.
O momento aconteceu aos 58 minutos, quando o defesa dos dragões entrou de forma dura sobre o atleta emprestado pelo Sporting. No jornal 'A Bola', o especialista escreveu que se tratou de uma ação enquadrada na definição de falta grosseira prevista nas leis do jogo: “A Lei 12 (faltas e incorreções), página 118, define falta grosseira sancionada com cartão vermelho como ‘uma entrada que ponha em perigo a integridade física de um adversário ou envolva o uso de força excessiva ou brutalidade’”.
Pedro Henriques: "Zaidu estica a perna direita e, com a sola e os pitons, acerta em cheio, pisando a zona acima do tornozelo esquerdo de Travassos"
Na análise do antigo árbitro, a entrada do defesa encaixa claramente nesse critério: “Aqui, com a bola a distância jogável, Zaidu estica a perna direita e, com a sola e os pitons, acerta em cheio, pisando a zona acima do tornozelo esquerdo de Travassos. Entra com impetuosidade, velocidade e alguma malícia, usando força excessiva e pondo em causa, de forma clara, a segurança e integridade física do adversário”.
Pedro Henriques entende que o lance deveria ter sido revisto com auxílio do vídeoárbitro: “O árbitro mostra apenas amarelo, vendo a ação como negligente, mas as repetições sucessivas deixam claro tratar-se de falta grosseira, exigindo intervenção do VAR”.
Nesta temporada, Diogo Travassos - avaliado em 2,5 milhões de euros - foi emprestado pelo Sporting à formação do Moreirense, em busca de ganhar mais ritmo competitivo. Em Moreira de Cónegos, conta já com 22 partidas realizadas (1.808 minutos de utilização) com quatro golos e três assistências.
Comentador analisou atual cenário e deixou reparos à forma como Clube tem reagido às dificuldades que têm surgido nas últimas jornadas
15 Set 2026 | 17:30 |
O empate diante do Famalicão voltou a colocar o Sporting no centro das atenções, com o momento da equipa e algumas decisões da estrutura leonina a motivarem críticas. Mário Figueiredo analisou o atual cenário e deixou reparos à forma como o Clube tem reagido às dificuldades que têm surgido nas últimas jornadas.
O comentador destacou ainda os problemas defensivos que têm afetado os leões, com os autogolos de Gonçalo Inácio a merecerem particular atenção. Na sua perspetiva, uma eventual saída do defesa do onze inicial poderá até ser uma forma de proteger o jogador perante a fase menos positiva que atravessa.
As maiores críticas de Mário Figueiredo, contudo, foram dirigidas à postura do Sporting perante os erros de arbitragem. O comentador estabeleceu uma comparação com as posições públicas assumidas por Benfica e Porto e considerou que os responsáveis leoninos deveriam assumir uma intervenção mais firme neste capítulo.
M. Figueiredo: "Este Sporting parece estar a entrar num estado quase catatónico"
Foi nesse contexto que deixou uma das frases mais duras sobre o atual momento do Clube: "Este Sporting parece estar a entrar num estado quase catatónico". O analista defendeu ainda que é necessária uma reação pública da direção leonina, sublinhando de forma direta: "Alguém do Sporting tem que falar".
O empate em Famalicão surge numa altura particularmente delicada, sobretudo pelos pontos que o Sporting deixou escapar e pela aproximação do clássico. Mário Figueiredo entende que esse cenário aumenta a pressão sobre Rui Borges, que passa a enfrentar um contexto cada vez mais exigente.
Momento vivido pelo emblema verde e branco continua a gerar debate, sobretudo em torno da continuidade do técnico mirandelense
15 Set 2026 | 16:31 |
O momento vivido pelo Sporting continua a gerar debate, sobretudo em torno da continuidade de Rui Borges. Gonçalo Monteiro abordou precisamente esse cenário e deixou uma indicação clara sobre a possibilidade de Sérgio Conceição chegar a Alvalade.
Para o comentador do Now, a atual situação não justifica uma decisão precipitada por parte da estrutura liderada por Frederico Varandas e lembrou que os clubes devem ser conduzidos pelas suas administrações e não pela pressão exterior, numa referência à contestação que tem surgido entre os adeptos.
"Os clubes não são geridos de fora para dentro e isto é o normal. É bom que assim seja. Os adeptos são emoção". Nesse sentido, o analista destacou também a confiança que Varandas tem demonstrado em Rui Borges. Na sua perspetiva, não faria sentido colocar em causa o trabalho do treinador.
G. Monteiro: "Há um histórico entre Varandas e Conceição, o que significa que logo aqui à partida, é mesmo praticamente impossível"
Quanto à hipótese de Sérgio Conceição poder assumir o comando técnico dos leões, Gonçalo Monteiro foi bastante mais categórico. O comentador entende que existe um obstáculo evidente: "Neste caso em concreto, há um histórico entre Varandas e Conceição, o que significa que logo aqui à partida, é mesmo praticamente impossível que isso alguma vez aconteça, porque isso significava engolir um sapo".
Assim, apesar do nome de Sérgio Conceição surgir no debate em torno de um eventual futuro técnico do Sporting, Gonçalo Monteiro considera que a relação existente entre o treinador e Frederico Varandas praticamente elimina essa possibilidade.
Técnico voltou a referir que um dos filhos é adepto do Clube de Alvalade e que continua a acompanhar jogos do emblema verde e branco
15 Set 2026 | 15:24 |
Ruben Amorim voltou a falar sobre a saída do Sporting e reconheceu que a forma como deixou Alvalade poderia ter sido diferente. O atual treinador do Milan - que esteve interessado em Gonçalo Inácio - abordou o assunto na antecâmara do encontro com o Benfica e admitiu que, ao dia de hoje, faria as coisas de forma diferente.
"Jogam muito bem, são muito fortes. Precisam de tempo para mudar muita coisa. Havia jogadores que já jogavam de olhos fechados e, obviamente que um treinador precisa de tempo. E a verdade é que continuam com capacidade atacante, mas obviamente estão a mudar algumas coisas e as pessoas precisam de ter paciência. O ciclo não tinha acabado, mas às vezes faz bem começar a ser feito antes de acabar mesmo", explicou, em declarações à Sport TV.
A ligação emocional de Amorim ao Sporting, contudo, permanece intacta, apesar da relação com os adeptos ter ficado marcada pela saída para Manchester. O treinador garante que continua a acompanhar os leões e admite compreender a reação dos Sportinguistas: "Sigo o campeonato e o carinho com o Sporting está lá, apesar de ainda estrem muito chateados comigo. Aquilo que me deram e o que vivi lá não vai mudar", afirmou.
R. Amorim: "Toda a gente sabe a história e, se calhar, hoje faria as coisas de forma diferente"
Foi precisamente sobre a forma como abandonou o Clube que Amorim deixou a declaração mais reveladora. O técnico admite que, olhando agora para o passado, teria tomado outras decisões: "Toda a gente sabe a história e, se calhar, hoje faria as coisas de forma diferente. Mas amadurecemos e há coisas que acontecem na vida. Não tem a ver com a ida para Manchester, foi a forma como fui. Compreendo que quando se gosta muito de uma pessoa, sente-se traído e acontece isto. Faz parte do futebol".
Amorim revelou ainda que o filho é Sportinguista e que continua a acompanhar os jogos dos leões, afastando a ideia de que exista alguma necessidade de fazer as pazes com os adeptos: "O meu filho é sportinguista e eu tenho de assistir aos jogos todos os fins de semana. Mas não há pazes nenhuma para fazer, porque eu estou bem com a vida e eles também. Só precisam de tempo porque estão a construir algo especial outra vez", concluiu.
Ruben Amorim mandou boca ao tradutor:
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