Futebol
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16 Abr 2026 | 11:23
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16 Mar 2026 | 09:37 |
O jogo entre Porto e Moreirense fica marcado por mais um lance polémico de arbitragem. Ao minuto 60 do duelo da 26ª jornada da Liga Portugal Betclic, Zaidu teve uma entrada arrepiante sobre Diogo Travassos, jogador cedido pelo Sporting.
O banco da equipa de Moreira de Cónegos ficou a pedir expulsão ao lateral da equipa de Francesco Farioli. As reclamações da equipa técnica não tardaram: “Foi uma entrada imprudente, merecia um cartão vermelho”, declarou um dos membros da equipa técnica.
A indignação não ficou restrita apenas ao banco. Muitos jogadores também se manifestaram, outra um cartão de outra cor. A decisão do árbitro, que optou por mostrar apenas o amarelo, deixou atletas e equipa técnica dos minhotos incrédulos.
Vale lembrar que o Clube de Alvalade renovou o contrato de Diogo Travassos contrato até 2030, fixando uma cláusula de rescisão de 80 milhões de euros, sinal claro da confiança da estrutura no potencial de um jogador que continua a crescer e que vai ser aposta de Rui Borges em 2026/27 (Saiba mais AQUI).
Nesta temporada, Diogo Travassos - avaliado em 2,5 milhões de euros - foi emprestado pelo Sporting à formação do Moreirense, em busca de ganhar mais ritmo competitivo. Em Moreira de Cónegos, conta já com 22 partidas realizadas (1.808 minutos de utilização) com quatro golos e três assistências.
Veja o lance:
Comentador sublinhou ainda que faltou aos leões uma maior eficácia para transformar a boa exibição num grande resultado no Emirates Stadium
16 Abr 2026 | 12:33 |
Vítor Pinto elogiou a postura do Sporting nos quartos de final da Liga dos Campeões (0-0). O comentador começou por destacar o impacto emocional do final da eliminatória entre leões e ingleses, sublinhando que Mikel Arteta ficou bastante aliviado com o final do jogo.
Vítor Pinto: "O gesto espontâneo disse tudo"
“O apito final de François Letexier ainda ecoava no Emirates e Mikel Arteta, dirigindo-se a Rui Borges de mão esticada, soltou um suspiro de alívio. O gesto espontâneo disse tudo. O espanhol sentiu a ameaça de um leão que nunca se rendeu”, pode ler-se no jornal 'Record'.
De seguida, reforçou a dimensão do reconhecimento europeu alcançado pelos leões: "O Arsenal que passou todos os rivais a ferro em casa na Liga dos Campeões eleva o Sporting a um patamar de reconhecimento impensável no início da época. A força dos gunners não permitia imaginar uma eliminatória de quartos-de-final da Liga dos Campeões com o bicampeão português a cair, mas registando mais remates enquadrados que o rival inglês e acabando Rui Silva por sair de Londres com apenas uma defesa realizada”.
O cronista sublinhou ainda que faltou ao Sporting maior eficácia para transformar a boa exibição num grande resultado: “As meias-finais nunca foram uma miragem, mas o Sporting tinha de soltar os génios, de ser contundente e beneficiar de algum rasgo de qualidade perante a baliza. Os leões foram disciplinados, porfiaram, mas nem no derradeiro remate de João Simões houve uma luz verde divina a encaminhar a bola”.
Vítor Pinto deixa uma nota sobre a importância de preservar o estatuto europeu conquistado e o foco imediato no campeonato: “Quem atinge semelhante estatuto na Champions tem de o proteger, pelo que após a saída de cena com o Arsenal ganha ainda maior relevo o dérbi de domingo frente ao Benfica, um oponente que há várias semanas consegue concentrar as energias apenas no campeonato”.
Duelos entre leões e gunners não deixaram boa impressão, com várias vozes críticas à qualidade do espetáculo apresentado pelas duas equipas
16 Abr 2026 | 11:44 |
O empate entre Sporting e Arsenal (0-0), que se disputou no Emirates Stadium, não deixou boa impressão em Inglaterra, com várias vozes críticas à qualidade do espetáculo apresentado na segunda mão dos quartos de final da Liga dos Campeões.
Um dos comentários mais duros surgiu por parte de Gabriel Agbonlahor, antigo avançado do Aston Villa, que analisou o encontro num painel da rádio TalkSPORT. O ex-internacional inglês não escondeu a desilusão com o nulo registado, sobretudo quando comparado com o jogo entre Bayern Munique e Real Madrid (4-3).
Na sua análise, começou por elogiar esse outro duelo, antes de contrastar com o que viu em Londres: “Fomos presenteados com um clássico à moda antiga, do início dos anos 2000. [...] Foi de um lado ao outro, ninguém queria defender. [...] Foi inacreditável. Oportunidades falhadas de parte a parte”.
G. Agbonlahor: "Uma das piores eliminatórias da nossa geração”
Depois, apontou diretamente à falta de qualidade da eliminatória entre leões e gunners, deixando uma crítica bastante contundente: “Estava a ouvir o Sam Matterface e a pensar: ‘Coitados do Ally e do Darren Fletcher. Eles estão a assistir a uma das piores eliminatórias da nossa geração”.
Além disso, também Ally McCoist partilhou uma visão negativa sobre o encontro da prova milionária que opôs Rui Borges a Mikel Arteta, resumindo de forma curta e expressiva aquilo que foi assistir ao jogo na capital inglesa: “Tortura”.
Um dos comentários mais contundentes partiu de um antigo futebolista que não escondeu surpresa perante a atitude da equipa leonina
16 Abr 2026 | 11:32 |
A postura do Sporting frente ao Arsenal (0-0) gerou reações distintas no espaço mediático inglês, com algumas críticas duras à forma como os leões encararam a segunda mão da eliminatória. Um dos comentários mais contundentes partiu de Nigel Reo-Cocker, que não escondeu a surpresa perante a atitude da equipa leonina.
“O jogo com o Atlético de Madrid vai ser muito difícil para o Arsenal. Não vai ser fácil, vai ser uma mentalidade diferente. Se olharmos para o Sporting, no jogo de hoje... Aos 85 minutos ou assim, o Sporting tinha a posse, estava a fazer circular a bola... O Sporting não teve dentes. Estava a trincar pão sem dentes”, disse no programa 'Golazo', emitido pela estação televisiva norte-americana CBS Sports.
Nigel Reo-Cocker: "Estavam a passar a bola como se a eliminatória estivesse empatada”
Na mesma linha crítica, reforçou a ideia de que faltou agressividade e urgência por parte do Clube de Alvalade: “Isso foi o Sporting, hoje. Estavam a passar a bola, e eu a pensar ‘Eles sabem que estão a perder 1-0, certo? Não estão a ser agressivos para marcar um golo?’. Estavam a passar a bola como se a eliminatória estivesse empatada”.
Apesar das críticas ao Sporting, também deixou algumas notas sobre o desempenho do Arsenal, considerando que os ingleses cumpriram os mínimos, mas sem brilhantismo: “O Arsenal, para mim, cumpriu a tarefa. Será que foi uma exibição convincente, uma vez mais? Não. Será que foi algo de que possam tirar apontamentos positivos? Não estou a falar do resultado”.
Por fim, destacou a reação dos jogadores londrinos após o apito final como sinal de algum alívio, mais do que de celebração, concluindo: “Eles seguirão em frente, sim, mas olhem para a cara do Declan Rice, no final daquele jogo. Era um jogador a dizer ‘Ufa...’, não é um jogador a festejar ‘Estamos nas meias finais, merecemos’”.
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