Futebol
Erick Noriega nos planos do Sporting? Há novidades sobre processo no mercado
23 Abr 2026 | 11:45
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28 Dez 2024 | 13:34 |
Rui Borges falou com a imprensa, em conferência de antevisão da décima sexta jornada da Liga Portugal Betclic. O novo treinador do Sporting admitiu ter encontrado os jogadores 'tranquilos', e recusa-se a dar o favoritismo ao adversário. Antes de lá chegar, falou com muita confiança sobre Viktor Gyokeres.
"Não tenho dúvidas nenhumas de que o Viktor vai voltar aos golos. É um jogador diferenciado e pode dar muito à equipa, ele e os colegas têm noção disso. Precisamos de tirar rendimento dele, mas também dos nossos médios, extremos, alas, laterais... Não podemos é dar demasiada importância à fase menos positiva", começou por dizer.
Abordou, depois, a partida: "Não entrego o favoritismo ao Benfica. É um dérbi, são jogos diferentes, competitivos, jogamos em casa e os adeptos serão muito importantes. Será um grande jogo, muito competitivo. Em alguns momentos, mais do que a qualidade, vai ser o lado competitivo que vai levar o jogo para bom ou menos bom. Favoritismo, para mim, é igual nesse sentido", explicou.
Teve tempo, ainda, para comentar a relação com os jogadores: "Gosto de estar perto, brincar, entendê-los, conhecê-los. Todos são diferentes. Para mim, essa é a tarefa mais difícil num treinador. Saber lidar com todos da mesma forma, mas de forma diferente. Todos têm maneiras diferentes de sentir, falar, até de comer. E o Ruben dizia isso... Olho e sinto os jogadores motivados, com vontade de aprender e capazes de ouvir. Olho para eles e estão completamente tranquilos", atirou.
Por último, tocou nas ambições do Clube: "O Sporting é candidato ao título, ponto final. É tão simples quanto isso. Às vezes, valorizamos demasiado as palavras, ou os pontos, e não estamos a 10 pontos. O Sporting é candidato ao título. É uma grande equipa, candidato, e lutará até ao fim para voltar a ser campeão", rematou Rui Borges.
Treinador dos verdes e brancos utilizou estratégia que se mostrou bem sucedida para garantir a presença dos leões na final da Taça de Portugal
23 Abr 2026 | 12:55 |
Abril tem sido um mês intenso para o Sporting e a última semana espelhou isso mesmo. Entre a eliminação na Liga dos Campeões frente ao Arsenal e a derrota no dérbi com o Benfica (2-1), o cenário podia ter abalado o grupo, mas Rui Borges manteve o foco e conduziu a equipa até à final da Taça de Portugal, após o empate no Dragão frente ao Porto.
Apesar dos recentes desaires, o técnico nunca deixou cair o balneário. Pelo contrário, recorreu ao orgulho ferido dos jogadores e recordou-lhes o percurso já alcançado, como a presença nos quartos de final da Champions - algo que não acontecia desde 1982/83. A mensagem foi clara: nada de baixar os braços, até porque ainda há objetivos em jogo.
No plano estratégico, Rui Borges voltou a proteger o grupo do ruído exterior e centrou todas as atenções na eliminatória. Sem espaço para lamentos, a equipa entrou no Dragão com a vantagem da primeira mão e um plano bem definido.
Na primeira parte, os leões privilegiaram a posse de bola, obrigando o adversário a correr atrás dela e permitindo, ao mesmo tempo, gerir o desgaste físico de um plantel exigido - sobretudo depois da saída precoce de Gonçalo Inácio por lesão. Sem grandes riscos, o Sporting controlou o ritmo e chegou ao intervalo com o objetivo cumprido: manter o nulo.
Na segunda metade, o cenário mudou. Com a fadiga a instalar-se, a equipa recuou linhas, fechou os espaços interiores - zona onde o Porto mais procurava criar perigo - e apostou em saídas rápidas, ainda que com menor frescura. A prioridade passou a ser resistir.
Nesse contexto, Hidemasa Morita assumiu protagonismo no meio-campo, sobretudo após a saída de Morten Hjulmand. O japonês destacou-se nos duelos físicos e na capacidade de equilibrar a equipa, numa exibição que espelhou a identidade pedida pelo treinador: intensidade, agressividade e compromisso.
Apesar do objetivo alcançado na prova rainha, o treinador não abdica da luta no campeonato. Enquanto for matematicamente possível, o foco mantém-se no título; caso contrário, a meta passa por assegurar o segundo lugar, que garante acesso à fase de qualificação da Liga dos Campeões, e tentar juntar esse feito à conquista da Taça de Portugal.
Antigo árbitro português deixou a sua habitual análise aos lances mais polémicos do Clássico que garantiu a passagem dos leões à final da Taça de Portugal
23 Abr 2026 | 12:46 |
Pedro Henriques deixou a sua análise aos vários lances do Porto - Sporting, que terminou num empate sem golos, garantindo a passagem dos leões à final da Taça de Portugal. No caso, o antigo árbitro concordou com a expulsão de Alan Varela e acredita que deveria ter existido mais uma: Gabri Veiga.
Pedro Henriques: "Passível de cartão vermelho"
"15’: Falta grosseira. Uma entrada fora de tempo, com uso excessivo de força que pôs em risco a segurança e a integridade física, passível de cartão vermelho, na ocasião Gabri Veiga, com o pé direito, de sola, e com os pitons, pisou o tornozelo de Hjulmand", começou por dizer, ao jornal A Bola.
Pedro Henriques: "Bem o VAR na intervenção que fez"
"88’: Bem o VAR na intervenção que fez, para reverter o cartão amarelo que foi mostrado a Alan Varela, pois a entrada foi por trás, fora de tempo, com impetuosidade, velocidade e em salto, acertando de sola e com os pitons no calcanhar direito de Luis Suárez", vincou Pedro Henriques, em concordância.
Com este empate – o oitavo em 50 encontros na presente temporada –, os comandados de Rui Borges carimbam o passaporte para a final da Taça de Portugal. Agora, o Sporting aguarda o desfecho da eliminatória entre Torreense e Fafe, que apenas jogam quinta-feira, 23 de abril.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 26 de abril, frente ao AVS SAD. O encontro, a contar para a 31.ª jornada da Liga Portugal Betclic, diante da turma liderada por João Henriques, jogar-se-á na Vila das Aves, às 20h30.
Leões vivem um momento de enorme expectativa após a chegada à final da Taça de Portugal, com o presidente novamente no centro das atenções
23 Abr 2026 | 12:43 |
A presença do Sporting na final da Taça de Portugal voltou a colocar o clube num momento decisivo da temporada. Em Alvalade, cresce a expectativa em torno do desfecho da competição e também em torno do impacto que pode ter na liderança de Frederico Varandas.
O presidente prepara-se para um possível novo marco na sua presidência. Caso conquiste mais um troféu, o líder leonino pode aproximar-se da dezena de títulos conquistados desde que assumiu o cargo em 2018. Um registo que conta com três Campeonatos Nacionais, duas Taças de Portugal, duas Taças da Liga e uma Supertaça, ou seja, oito títulos ao todo.
Desde que chegou à liderança do Sporting, Varandas apenas ficou sem conquistar títulos em duas épocas específicas (2019/2020 e 2022/2023). Essa consistência ajudou a consolidar uma era competitiva em Alvalade e agora o clube volta a estar numa posição de decisão.
O historial recente também inclui um momento simbólico importante, com o triunfo frente ao rival Benfica na final da Taça de Portugal da época passada. Essa vitória foi determinante para o crescimento do palmarés do atual presidente e elevou o estatuto do seu mandato.
Com mais uma final em perspetiva, o Sporting entra numa fase em que cada detalhe pode fazer a diferença. Varandas surge como o presidente mais titulado da história recente do clube e a possibilidade de atingir a marca da dezena de troféus aumenta a pressão e a expectativa em Alvalade.
Erick Noriega nos planos do Sporting? Há novidades sobre processo no mercado
23 Abr 2026 | 11:45
Trincão comenta 'problemas' na chegada do Sporting ao Dragão: "Quando cheguei..:"
23 Abr 2026 | 11:08
Clássico dá que falar: "Andaram à procura dos jogadores do Sporting para dar cabo deles"
23 Abr 2026 | 10:42