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Futebol
20 Jan 2020 | 20:35 |
O Sporting CP defronta na próxima terça-feira (21 de janeiro), pelas 19h45, o SC Braga. Em jogo a contar para as meias-finais da Allianz Cup, os leões vão tentar marcar presença pela terceira vez consecutiva na final da competição. Tal como 2019, o Clube de Alvalade terá pela frente o conjunto bracarense. O SC Braga atravessa um excelente momento de forma e, desde a mudança de treinador – Rúben Amorim substituiu Ricardo Sá Pinto -, soma três vitórias consecutivas, tendo marcado 11 golos e sofrido três. Em declarações exclusivas ao Leonino, Tomás da Cunha, comentador ElevenSports/TSF, considera que “em comparação com o período de Sá Pinto, em que a equipa apostava num futebol mais vertical e com muitos cruzamentos no último terço, Rúben Amorim tem tentado promover um estilo de jogo mais apoiado, construindo setor a setor (…) é um Braga, acima de tudo, mais criativo no processo ofensivo, a atacar em 3-4-3, que também é uma novidade, e é sobretudo uma equipa mais versátil no momento ofensivo, a tentar dominar os jogos com bola e a ser mais atrevida”. Para Tomás da Cunha, existem três jogadores preponderantes na manobra ofensiva dos arsenalistas: “A maior força deste SC Braga é a forma como a equipa consegue ligar o jogo no processo ofensivo para encontrar os dois principais criativos: Francisco Trincão e Ricardo Horta. Estes dois jogadores servem na perfeição Paulinho. Este trio é claramente a principal ameaça à equipa do Sporting CP”. Em todas as competições, estes três homens representam exatamente 50% dos golos dos bracarenses. Esta temporada, Ricardo Horta já marcou em todas as competições, tendo contabilizados 14 golos em 31 jogos. O extremo português tem também a particularidade de já ter marcado aos leões numa ocasião: a 30 de abril de 2017, na derrota arsenalista, por 3-2. Por sua vez, Paulinho soma 16 golos em 29 jogos. No caso de Trincão, apesar de menos utilizado (tem apenas 940 minutos), já fez o gosto ao pé por três vezes. Questionado sobre a possibilidade do treinador do SC Braga fazer algumas mudanças visto tratar-se de um jogo a eliminar, Tomás da Cunha entende que será pouco provável: “Rúben Amorim tem pouco tempo de trabalho e tem sido bem sucedido nestes primeiros jogos (…) é um SC Braga ainda a definir uma nova identidade e a confiar muito neste nova cara e, por isso, não creio que vá fazer muitas alterações comparativamente com aquilo que tem apresentado (…) é um treinador que, para já, tem sido muito fiel às suas ideias e está a construir um SC Braga muito coerente com as suas ideias de jogo”. O comentador ElevenSports/TSF acredita que a maior debilidade do conjunto bracarense está no seu processo defensivo: “Parecem ainda haver algumas coisas a ajustar no momento defensivo, nomeadamente a questão dos corredores laterais e aí o Sporting CP pode ter alguma vantagem, mas ainda é cedo para identificar algumas lacunas”. Os dados estatísticos parecem confirmar isso mesmo. Nos três jogos desde que Rúben Amorim assumiu o comando da equipa técnica, os bracarenses sofreram sempre golos: 7-1 frente ao Belenenses SAD, 2-1 diante do CD Tondela e 2-1 perante o FC Porto. Sporting CP e SC Braga defrontam-se na próxima terça-feira (21 de janeiro), pelas 19h45, no Estádio Municipal de Braga.
Fotografia de SC Braga
Treinador do Clube de Alvalade analisou derrota com o Vitória de Guimarães (2-1) e consequente eliminação da Taça da Liga
07 Jan 2026 | 00:00 |
Rui Borges analisou a derrota com o Vitória de Guimarães (2-1) e consequente eliminação da Taça da Liga. O treinador lamentou a eliminação do emblema verde e branco, mas acredita que o Clube de Alvalade ainda vai ser muito feliz até ao final da presente temporada desportiva.
R. Borges: "Ainda falta muito, há muitos pontos em disputa, e temos de fazer uma segunda volta ainda melhor do que a primeira"
"Vamos tentar lutar por tudo aquilo que ainda podemos, a Taça de Portugal e o campeonato. Ainda falta muito, há muitos pontos em disputa, e temos de fazer uma segunda volta ainda melhor do que a primeira. Quem vai à frente está a fazer um campeonato fora do normal. Estamos focados e concentrados naquilo que queremos. Queremos muito disputar a final da Taça de Portugal, tal como queríamos disputar esta, mas temos de dar o mérito ao adversário, que acreditou sempre".
O treinador justificou a derrota: "Nós fomos perdendo alguns ressaltos, algumas bolas, é notório que em termos coletivos não temos tanta energia e, aqui e ali, não fomos tão competentes em alguns lances. É natural que os adeptos não estejam contentes, porque este Clube quer estar sempre na disputa dos títulos e hoje não conseguimos. A tristeza é deles e é nossa".
R. Borges: "Temos apenas de perceber como controlar melhor a fase final dos jogos, mesmo com este cansaço acumulado"
Rui Borges nega que tenha faltado atitude aos seus pupilos: "Não, não, nada disso. Podíamos ter feito o 2-0 e não fizemos, tal como com o Gil Vicente. Temos apenas de perceber como controlar melhor a fase final dos jogos, mesmo com este cansaço acumulado".
Relativamente às alterações tácticas, após lesão de Fotis Ioannidis, o técnico explicou: "A capacidade individual de cada um é diferente. Metemos o Francisco Trincão para dentro, um pé esquerdo, e metemos um pé direito a jogar largura, o que não é o nosso hábito, mas o Alisson dá-nos o um para um no corredor. Faltou-nos talvez o ataque à profundidade que o Fotis nos dá, porque o Trincão é um jogador de apoio, mas em termos tácticos nada mudou, apenas aquilo que cada um dá à equipa".
Técnico mostrou-se desiludido com o desaire e confirmou lesões de futebolista do emblema verde e branco para duelo diante do Casa Pia
06 Jan 2026 | 23:45 |
Depois do afastamento nas meias-finais da Taça da Liga, Rui Borges esteve presente na sala de conferências do Estádio Dr. Magalhães Pessoa para fazer a análise à partida frente ao Vitória de Guimarães (derrota por 2-1). O técnico mostrou-se desiludido com o desaire e confirmou as lesões de Eduardo Quaresma e Fotis Ioannidis para o próximo jogo do Sporting.
R. Borges: "Por mais otimistas que sejamos, custa ver tanta gente de fora, lesionada"
"É difícil. É algo que parece de estudo. Hoje pela primeira vez sinto e acredito que a equipa sinta também: por mais otimistas que sejamos, custa ver tanta gente de fora, lesionada. Não serve de desculpa, atenção, num jogo onde podíamos ter feito o 2-0, mas o adversário acaba a acreditar no tempo de compensação e é feliz. Apenas isso", começou por dizer.
O técnico acredita que a equipa vai reagir: "A pressão é diária no Sporting, independentemente de conseguirmos ou não os objetivos e resultados. A pressão é a de ser melhor e ganhar. Mais do que os resultados, acredito que tudo aquilo que tem acontecido mexa com os jogadores. Nós, como equipa técnica, temos de encontrar forma de os levantar. Temos de seguir e focar naquilo que falta jogar na época: falta a segunda volta inteira e temos de fazer melhor do que na primeira, porque só assim podemos alcançar os nossos objetivos".
R. Borges: "A minha maior tristeza é sair daqui hoje sem dois jogadores para o próximo jogo"
Rui Borges recusa refugiar-se nas lesões para justificar a eliminação: "Não são as lesões musculares que têm afastado os jogadores. Por mais que seja otimista e não me agarre a isso, a minha maior tristeza é sair daqui hoje sem dois jogadores para o próximo jogo. Chega a um ponto em que é impossível não o sentirmos. Mas não temos assim tantas lesões musculares quanto isso. São sobretudo traumáticas, coisas que acontecem e temos de seguir caminho".
O treinador confessou algum desgaste nos jogadores e aborda ida ao mercado: "Há cansaço acumulado, sente-se isso e hoje notou-se na energia coletiva. Tanta lesão devia ser um caso de estudo. É inacreditável, não sei o que mais nos pode acontecer. Novos jogadores? O Sporting vive da formação e se tivermos de nos agarrar a eles, vamos fazê-lo. Não podemos ir 'assim' ao mercado, senão daqui a dois meses temos quarenta jogadores para treinar. Temos de ser cautelosos e avaliar se há alguma necessidade específica, mas à formação vamos agarrar-nos sempre", apontou.
Clube de Alvalade foi, esta terça-feira, dia 6 de janeiro, eliminado na meia-final da Allianz Cup ao perder por 2-1 frente ao V. Guimarães
06 Jan 2026 | 23:17 |
O Sporting foi, esta terça-feira, dia 6 de janeiro eliminado na meia-final da Allianz Cup ao perder por 2-1 frente ao V. Guimarães, em Leiria, num encontro em que os vimaranenses alcançaram a reviravolta no marcador já nos descontos, com um bis de Ndoye (90'+2 e 90'+11).
Rui Borges: "Mais do que termos sido penalizados no final do jogo, foi o facto de termos perdido mais dois jogadores"
Em declarações no final do encontro, Rui Borges lamentou as lesões de Fotis Ioannidis e Eduardo Quaresma (que disse ter alguma gravidade), sublinhando que os problemas físicos que assolam o plantel leonino são dignas de um "caso de estudo": "Jogo competitivo e difícil de início ao fim. O Vitória acreditou até ao final e acabou por ser feliz nesse sentido. Na segunda parte podíamos ter feito o 2-0 e não conseguimos, também por mérito do guarda-redes adversário. Triste porque parece um caso de estudo. Saímos daqui com mais duas lesões e deixa-me triste. Tem-nos acontecido de tudo. Mais do que termos sido penalizados no final do jogo, foi o facto de termos perdido mais dois jogadores", começou por dizer o técnico do Sporting, em declarações na flash interview da Sport TV.
Rui Borges: "Triste porque lesão de Edu pode ter alguma gravidade"
O treinador ficou desiludido com a eliminação: "Não é difícil, mas bate bate que amassa. Fiquei sentido com a saída dos dois. Triste porque lesão de Edu pode ter alguma gravidade. Mas é futebol. Levantar a cabeça, dar os parabéns ao adversário. Queríamos muito estar na final mas é continuar caminho".
Rui Borges elogiou a exibição de Charles: "O Vitória veio com uma pressão diferente do que tem feito e do que fez em casa. Devíamos ter procurado mais passes longos, sempre que furávamos a primeira linha de pressão do Vitória tínhamos espaço. Grandes defesas do guarda-redes do Vitória. Podíamos ter feito o 2-0. Mas é dar os parabéns ao Vitória e é isso".
Ainda assim, o técnico acredita que a equipa vai dar a volta por cima: "O grupo já demonstrou que a resiliência é enorme. Há muito campeonato ainda. Temos muito caminho pela frente. Estamos tristes por não disputarmos uma final que queríamos muito e esperar que quem está de fora, da nossa equipa, consiga recuperar porque precisamos de todos. Temos alguns dias para recuperar e respirar um bocado, mas queríamos muito estar na final. Queremos regressar às vitórias já no próximo jogo", terminou.