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Deportivo não quis vender Yeremay ao Sporting, mas agora quer alvo dos leões para o substituir
25 Ago 2026 | 16:17
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15 Mar 2020 | 13:13 |
Roudolphe Douala M’Bele, ou Douala, jogou duas temporadas de verde e branco. O extremo camaronês encontrou-se com o Leonino em Lisboa, para uma conversa sobre o Sporting CP. Aos 41 anos, Douala espera ver os leões campeões nacionais muito em breve.
Leonino: Representaste o Sporting CP em 65 ocasiões. Quais os momentos que guardas com mais saudade?
Douala: Será sempre a meia-final (Taça UEFA), na Holanda, contra o AZ Alkmaar, em que nos qualificamos para a final da Taça. Foi o jogo mais importante que ganhámos. Vou sempre recordar. Quando aqui chegámos (Lisboa) estavam muitos adeptos à nossa espera e foi uma festa como nunca tinha visto na minha carreira.
Marcaste 10 golos de leão ao peito. Há algum que te tenha dado particular gozo marcar?
Gostei do golo que marquei frente ao AZ Alkmaar, na primeira mão, e que, para mim, foi o melhor, pela jogada em si. Foi em Alvalade, ganhámos por 2-1, e foi muito importante porque estávamos a sofrer e eles marcaram um golo, mas logo depois marquei. Foi uma boa movimentação e gostei.
Em novembro de 2019, numa entrevista ao Mais Futebol, disseste que “Jogar no Sporting CP foi mais difícil do que ser educador de infância”. O que quiseste dizer com isso?
Era o meu trabalho, a minha paixão (ri-se). Acho que o futebol era o meu destino. Quando era jovem a minha cabeça só pensava em futebol. Cheguei ao Sporting CP numa boa idade, era muito leve, era jovem e sentia-me mesmo rápido. Cada jogador tem uma qualidade e a minha era a velocidade e quando jogava no Sporting CP era a minha vida, era o que sabia fazer.
Nessa mesma entrevista, afirmaste que “marcar um golo no Leiria não é o mesmo que marcar um golo no Sporting CP, ah ah ah. Pensar nisso enche-me o coração”.
Joguei dois anos no Sporting CP, mas antes já tinha estado no Boavista, que também era um grande, Aves, Gil Vicente e Leiria. Tive a sorte de ser sempre na primeira divisão e lá também marquei golos, mas marcar golos no Sporting CP era outra sensação. Valia mais. No dia seguinte tinhas o teu nome em todos os jornais. É normal, marquei golos lá, mas no Sporting CP é outra coisa, é um grande, dá muita alegria.
O que fazes hoje em dia?
Tive a oportunidade de trabalhar com crianças, mas desde 2020 que o futebol me está a chamar. Os amigos que fiz no futebol estão a falar comigo, com propostas, para ser treinador desportivo de crianças. Vim a Lisboa porque encontrei uns empresários, mas que precisam de alguém que conheça bem o futebol e pediram-me para vir. Estou a caminho do futebol novamente.
“O Sporting merece ser campeão”
Seria possível montar uma escola do Sporting CP em França?
Era uma boa coisa, mas nunca falámos nisso. O Sporting CP é um grande Clube e sempre foi uma grande Academia, mas hoje todos os clubes, seja em França ou África, têm a sua academia. Os clubes estão sempre com olheiros lá, tenho muitos amigos meus, que jogaram comigo, que hoje são olheiros. Era algo que gostaria de fazer, mas nunca falámos nisso. Estou muito feliz por ver que alguns ex-colegas de equipa trabalham lá e desejo-lhes toda a sorte do mundo porque espero que o Sporting CP volte a ser campeão. A última vez que o Sporting CP foi campeão o meu filho ainda não tinha um ano. É muito tempo para um Clube grande como o Sporting CP. Já estou farto disto. O Sporting CP merece ser campeão.
Jogaste com o Hugo Viana e hoje ele é uma das pessoas que dirige o futebol do Sporting CP. Achas que vai ter sucesso?
Quando soube, em setembro, fiquei muito feliz. Por acaso tenho um amigo africano que trabalha na UEFA e numa foto que ele colocou nas redes sociais vi que o Hugo Viana tinha passado num curso da UEFA. Estamos a avançar, mas não estou aqui para julgar o trabalho de ninguém, mas, se ele está no Sporting CP, é porque merece e estou feliz. A semana passada também vi que o Custódio agora é o treinador do SC Braga, o que também me deixou muito feliz. Mas sobre o Viana, a única coisa que sei é que o Sporting CP está em quarto lugar, isto não é normal, e isto nunca pode acontecer a um Clube como o Sporting CP. Mas as coisas vão melhorar, contrataram agora um novo treinador e se pagaram tanto por ele é porque ele o vale. Se pagaram 10 milhões por ele, espero que isso queira dizer que, daqui a três anos, seremos campeões por duas vezes.
O que consideras que falta para o Sporting CP ser campeão?
Faltam bons jogadores. Eles têm dinheiro, agora falta contratar bons jogadores. Do que vi, fiquei surpreendido com o dinheiro que, nos dias de hoje, pagam aos jogadores. No meu tempo, não se pagava tanto. Não existem muitos clubes a pagar tanto. Em França, são poucos os que pagam tanto aos seus jogadores. É o PSG, o Lyon e talvez mais um ou outro. O que falta ao Sporting CP são bons jogadores. Têm alguns bons jogadores, mas o futebol é muito mental. Todos sabem que o Jesé é bom jogador, mas falta alguma coisa. A cabeça é o mais importante no desporto. Já vi alguns jogadores bons num clube, mas que depois chegam a outro e já não o são. O Jesé mostrou muitas coisas no Real Madrid, até no PSG, e acho que é um bom jogador, mas temos de saber o que lhe falta. Ainda é jovem, pode recuperar. Mas o Sporting CP, se contrata um treinador por 10 milhões, tem agora de comprar bons jogadores. Existem muitos bons jogadores no Brasil, na Europa, em África. Os jogadores é que jogam. O Silas é um bom treinador, também joguei com ele, e acho que era um bom treinador e existem bons jogadores, mas não está a dar e já há muito tempo que não está a dar. Antes tinham o Jorge Jesus, fizeram tudo para ser campeões, mas não chegaram lá por um ponto. O Sporting CP é um grande e tem de ser campeão, não pode ser sempre Porto e Benfica.
E nos Camarões? Existe algum jogador pronto para vingar no Sporting CP?
Existem sempre bons jogadores. Daqui a duas semanas vai haver um torneio na melhor Academia do país. Saíram de lá todos os bons jogadores que não fizeram a sua formação na Europa, como o Eto’o ou o Song. Fiz a minha formação em França, no Saint-Etiene, mas nos Camarões foi tudo ali. Sei que vão estar lá alguns clubes portugueses a observar os talentos, mas não sei se o Sporting CP é um deles. São jogadores entre os 17 e os 19 anos, alguns deles já internacionais e o futebol já é visto como um investimento em África. O talento puro está em África, existem sempre bons jogadores. Mas não é só em África que existem talentos. A América do Sul também tem muitos talentos.
Melhor jogador com que jogaste no Sporting CP?
Complicado, na altura só havia bons jogadores, mas talvez Pedro Barbosa.
"Falhámos o campeonato e a Taça UEFA numa semana. Bastava um empate para ser campeão…"
Estavas na equipa que chegou à final da Taça UEFA, em 2005. Como foi viver toda aquela histórica caminhada?
Estava num sonho, até acreditava que em 2005/2006 podíamos repetir o mesmo. Tive várias propostas para sair, mas fiquei no Sporting CP porque acreditava que tínhamos uma boa equipa e jogávamos bem, jogávamos mesmo à bola. Tínhamos bons jogadores: Hugo Viana, Custódio, Pedro Barbosa, Rochemback, Moutinho. Lembro-me que jogámos contra o Sochaux, de França, e os meus amigos de lá diziam que jogávamos muito. Os ingleses também. Falhámos o campeonato e a Taça UEFA numa semana, bastava um empate para sermos campeões… 20 anos é muito tempo sem se ser campeão, volto a dizer, com aquela Academia, não podes ficar tanto tempo sem ser campeão.
Na Holanda, depois de uma vitória em casa, por 2-1, estiveram a poucos instantes de ser eliminados, mas, ao minuto 120, o Miguel Garcia marcou o golo do empate que vos qualificou para a final. Como foi viver esse momento?
Foi uma festa. Lembro-me bem desses momentos. O golo foi marcado por um jogador que era bem visto por todos. O Miguel Garcia era daqueles elementos bons para o balneário, isto conta muito. Nunca vão ouvir alguém falar mal dele. Mas aquele golo foi uma festa. Quando chegamos ao aeroporto, em Portugal, estava tanta gente. Com a final em Alvalade, para nós, estava ganha, talvez essa tenha sido a nossa grande falha. Mas não há muitos clubes europeus a jogar uma final no seu estádio. Talvez na mesma cidade exista, mas no seu estádio… Chegámos à final já com o sabor de que estava ganho.
Na final da Taça UEFA, jogada no Estádio José Alvalade, ao intervalo, venciam por 1-0, mas acabaram derrotados por 3-1. O que é que correu mal naqueles segundos 45 minutos? Achas que o fator casa acabou por se virar contra a própria equipa?
Pode ter sido isto de entrarmos em campo com o pensamento que estava ganho. A maior parte dos jogadores que fez grande parte dos jogos da UEFA estava no banco ou na bancada. Também existiram os que jogaram, como o Custódio ou o Viana, e eu próprio, que estava no banco. Mas é o treinador que decide e, se ele tomou aquelas opções, é porque quem jogou o merecia.
Disseste que gostaste muito de trabalhar com o José Peseiro, mas também confessaste que te ficou alguma mágoa porque, na final da Liga Europa, só entraste na partida aos 79 minutos. O que é que sente um jogador quando fica no banco para um jogo desta importância?
Ficou naquele dia, mas apenas naquele dia tive alguma azia. Mas, no jogo antes, contra o Benfica, não fiz um grande jogo. Se o tivesse feito, ia jogar. Aceito a sua decisão e ele (José Peseiro), depois de sair do Sporting CP, voltou a tentar trabalhar comigo por mais que uma vez, mas nunca se proporcionou.
Achas que o clima à volta da equipa contribuiu para que a equipa não tivesse sucesso?
Isto são coisas do futebol. Com a final em casa, achas que já ganhaste. Temos de fazer tudo. Lembro-me de um dia antes do jogo com o Benfica, já não sei se ao almoço ou ao jantar, alguns jogadores não estavam felizes com o treinador e a dizer ‘ganhamos amanhã, ganhamos a UEFA e o treinador passa a ser o melhor do mundo’, era assim que falávamos. Acreditávamos mesmo que íamos ser campeões e ganhar a UEFA. Era este o sentimento dentro da equipa: que o íamos fazer o melhor treinador por ganhar tudo.
Esse clima foi prejudicial?
Claro. Um clima destes prejudica sempre. Alguns jogadores não estavam bem e nós só soubemos quem ia jogar no lanche antes do jogo. O jogo era pelas 20h00, salvo erro, e só soubemos quem ia jogar perto do jogo.
Em 2004/05, com duas jornadas para o final do campeonato, estavam no primeiro lugar, em igualdade pontual com o SL Benfica, mas acabaram por ser derrotados, nos últimos minutos, com aquele célebre lance entre o Ricardo e o Luisão. Como é que foi viver aquele jogo dentro das quatro linhas?
Vi esse jogo recentemente com um amigo meu Sportinguista, que mora em França. Aos 87 minutos, o jogo estava quase a acabar. Foi um golo que acabou com o jogo. Foi um lance polémico, ficamos a três minutos do título. Depois desse encontro, ainda havia um jogo em casa e, se precisássemos, não íamos falhar.
E houve falta naquele lance?
Para ser franco, não há falta. Ninguém apitava aquilo hoje. Eu gosto muito do Ricardo, mas vi o lance recentemente e não existe qualquer falta.
O que é que falhou naquele jogo?
Foi azar. Lembro-me que, quando voltámos ao hotel, o treinador disse que, quem queria ficar, ficava e quem não queria podia sair. Poucos dias depois, tínhamos a final da UEFA. Foi incrível, estávamos mal. Não estive bem nesse jogo. O Benfica em casa é sempre forte e defenderam muito bem.
“Foi a semana mais dura da minha carreira”
Estiveram perto de alcançar a glória e, numa semana, acabaram por não ganhar nada. O que é que falhou para que não tivessem conseguido o sucesso? O que poderia ter feito a diferença?
Foi a semana mais dura da minha carreira. Foi uma grande deceção. Bastava um empate com o Benfica e tínhamos a final em casa. Foi uma grande tristeza. Não se consegue explicar. Parecia que estava a ter um pesadelo. E, quando é assim, é sempre a descer. Ainda perdemos o último jogo do campeonato, em casa, com o Nacional (4-2). Estávamos todos em queda.
Saíste do Clube sem nunca ter conquistado um troféu. Ficou-te alguma mágoa por isso?
Não. Sem conquistar um título, mas estava bem no Sporting CP. Tão bem que não quis sair. Nunca quis sair porque estava bem. Porque acreditava. Fiquei com amor ao Sporting CP e estava feliz com o meu trabalho. Quando se está bem, joga-se bem, e eu estava mesmo muito bem. Foi por isso que não quis sair. Se fosse por dinheiro, tinha saído. Tinha mais valor estar no Sporting CP do que ir ganhar melhor para um clube mais pequeno.
Na época seguinte, José Peseiro acabou por ser despedido ainda bem cedo. Achas que a equipa ficou marcada por esse momento?
Quando o Peseiro saiu, as coisas não estavam a correr bem. Desde que decidi ficar no Sporting CP, as coisas começaram a correr mal. A melhor coisa era sair, agora que penso de fora. Olhando para trás, deveria ter saído e voltado depois, como Rochemback. Estava bem naquela altura e pensei que íamos jogar a Liga dos Campeões, mas acabámos eliminados pela Udinese. Até marquei em Itália. Depois o novo treinador mudou a maneira de jogar e já não era a mesma coisa.
Com Paulo Bento, acabaste por jogar menos. Tinhas um bom relacionamento com ele?
Não tenho nada contra ele. Não sou daqueles que critica o treinador por não jogar. Só se não me punha a jogar nem deixava sair. Foi o que chegou a acontecer. Faz parte da minha personalidade.
Mais recentes declarações do Presidente dos verdes e brancos continuam a ser tema de conversa e motivo para várias abordagens
25 Ago 2026 | 17:30 |
Bruno Francisco analisou as recentes declarações de Frederico Varandas sobre a situação de Luis Suárez e considera que o Presidente do Sporting procurou encerrar, de uma vez por todas, a polémica que tem acompanhado o avançado colombiano desde o início da temporada.
Bruno Francisco: "O tom fez lembrar aqueles tempos áureos de Pinto da Costa"
Na A BOLA TV, o comentador começou por destacar a forma utilizada pelo líder leonino para abordar o tema. “O tom fez lembrar aqueles tempos áureos de Pinto da Costa, com aquele humor mais corrosivo. Explicando o que se estava a passar, mas fazendo algumas alegorias.”
Bruno Francisco entende, contudo, que o mais importante para os leões é colocar rapidamente um ponto final no assunto. “É do interesse da estrutura do Sporting e, neste caso, do Presidente do Sporting, acabar com esta novela o mais rápido possível. Porque, para todos os efeitos, foi o caso maior do arranque da temporada do Sporting. A saída do treino, eventuais guerras com o treinador, colegas, estar à parte do plantel no sentido de ter poucas relações”.
O comentador alertou ainda para as consequências que todo o ruído pode trazer, tanto a nível desportivo como no próprio mercado. “Este tipo de novelas é mau em todos os sentidos. Não só desestabiliza o grupo de trabalho, como cria ruído todo à volta dos adeptos, não só do Sporting, mas do mundo do futebol. E também, caso o Sporting queira vender o jogador, isto é mau porque acaba por o desvalorizar”.
Por isso, Bruno Francisco acredita que Frederico Varandas pretendeu estabilizar definitivamente a situação do camisola 97. “Diria que é do interesse do Sporting ter o jogador focado, diminuir ao máximo este ruído, acabar com este caso o mais breve possível e depois resolver: ou fica, ou alguém paga o que o Sporting quer. No fundo, acho que foi isso que Frederico Varandas quis fazer”.
Capitão dos verdes e brancos não foi opção na partida diante do Alverca e decisão do treinador do Clube de Alvalade pode vir a repetir-se
25 Ago 2026 | 16:45 |
Zeno Debast e Ibrahima Ba aproveitaram a oportunidade diante do Alverca e podem ter vindo para ficar no eixo defensivo do Sporting. Rui Borges ficou satisfeito com a resposta dos dois centrais na vitória por 3-1 e deverá continuar a apostar na dupla.
Segundo o jornal Record, o treinador leonino considera que os perfis dos dois jovens se complementam. Debast oferece maior qualidade na construção e no passe, enquanto Ba acrescenta capacidade física, agressividade nos duelos e presença defensiva.
Os números diante do Alverca reforçaram essa ideia. Debast terminou com 87,32% de eficácia no passe e colocou sete bolas com sucesso no último terço, enquanto Ba registou 89,16%, ganhou três dos quatro duelos disputados, fez cinco recuperações e três interceções.
A aposta obrigou Gonçalo Inácio e Eduardo Quaresma, respetivamente capitão e subcapitão, a começar no banco. Depois de os dois terem formado a dupla nas primeiras jornadas, Rui Borges encontrou em Debast e Ba uma combinação que lhe deu sinais mais positivos nos dois momentos do jogo.
Gonçalo Inácio continua, ainda assim, com o futuro em aberto até ao fecho do mercado. Apesar de o Sporting não ter recebido qualquer proposta oficial, existem sondagens de clubes italianos e da Arábia Saudita, sendo que a SAD pretende pelo menos 40 milhões de euros para negociar o central.
Verdes e brancos regressaram aos trabalhos na Academia Cristiano Ronaldo nesta terça-feira, 25 de agosto, para preparar o embate com o Rio Ave
25 Ago 2026 | 16:32 |
Fotis Ioannidis está recuperado dos problemas na região lombar e voltou esta terça-feira ao trabalho sem limitações. O avançado grego integrou normalmente o treino do Sporting e já aponta ao regresso às opções de Rui Borges para a deslocação ao terreno do Rio Ave.
O internacional helénico trabalhou no relvado totalmente integrado com os restantes companheiros, deixando para trás o problema físico que o impediu de defrontar o Alverca na última jornada do campeonato, algo visível até pelas imagens partilhadas pelos leões nas redes sociais.
A recuperação de Ioannidis reabre também a luta pela titularidade no ataque leonino. Luis Suárez foi o escolhido frente aos ribatejanos e respondeu com um golo, mas o grego volta agora a apresentar-se em condições para disputar o lugar no onze.
Rui Borges terá assim mais uma opção importante para o encontro de sexta-feira, às 20h15, em Vila do Conde. O treinador poderá escolher entre dois avançados com características diferentes para liderar a frente de ataque dos verdes e brancos.
O plantel do Sporting volta a treinar na manhã desta quarta-feira, dia 26 de agosto, novamente à porta fechada na Academia Cristiano Ronaldo, prosseguindo a preparação para o duelo com o Rio Ave, válido para a 4.ª jornada da Liga Portugal Betclic.