TRINCÃO MAGOADO COM ADEPTOS DO SPORTING? EXTREMO REVELA DIFICULDADES NO INÍCIO DA ÉPOCA
'Camisola 17' de Rúben Amorim chegou a ser bastante criticado no início da temporada graças ao fraco rendimento
Redação Leonino
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17 de Maio 2024, 09:59
Francisco Trincão, Sporting, Gil Vicente, Benfica,

Francisco Trincão teve uma ‘explosão’ na segunda metade da época, ganhando protagonismo na equipa do Sporting. O ‘camisola 17’ de Rúben Amorim foi um grande ‘reforço de inverno’, melhorando substancialmente o seu desempenho. Devido ao fraco rendimento no início da temporada, o jogador dos leões chegou a ser muito criticado, mas revela não guardar mágoa.

“Tive a família, amigos, mesmo os adeptos sempre acreditaram em mim, por muito que, e era normal, exigissem de mim, e de qualquer um de nós, sempre tive muita consciência de que sabia que se jogasse e tivesse tempo ia conseguir dar a volta e fazer aquilo que eu queria, portanto, levo isso muito tranquilo”, começou por dizer, ao jornal A Bola.

“Não (ficou magoado). Acredito que no futebol é normal, o próprio Cristiano e o Messi passaram por isso, não vou passar eu? Vamos passar todos, faz parte do futebol, aceito muito bem a exigência dos adeptos e do Sporting, que querem sempre ganhar e querem sempre o melhor. Sou mais um para ajudar e enquanto depender de mim vou fazer o máximo para que eles estejam felizes, é isso que é o meu trabalho”, atirou o craque verde e branco.

Desde o início do ano, Francisco Trincão subiu bastante o seu rendimento, sendo um autêntico reforço de inverno para Rúben Amorim. Na presente temporada, leva já 46 encontros disputados, num total de 2.838 minutos dentro das quatro linhas, ao longo dos quais registou 10 remates certeiros – dois com o seu pior pé, o direito – e assistiu para finalização de colegas de equipa por nove ocasiões.

Ao todo, desde que chegou ao Sporting, oriundo do Barcelona, Francisco Trincão avaliado em 14 milhões de euros – leva 98 jogos disputados, ao longo dos quais apontou um total de 23 golos e 13 assistências. O internacional português custou aos cofres verdes e brancos qualquer coisa como 10 milhões de euros por 50% dos direitos económicos.

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