Futebol
Teve poucos minutos com Rui Borges e reação após época do Sporting mostra frustração
30 Mai 2026 | 12:14
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26 Abr 2024 | 17:33 |
O Sporting tem contado, ao longo da presente temporada, com apoio incondicional dos adeptos, estádios com lotação esgotada e receções exaltadas aos jogadores. Vítor Pinto, subdiretor do jornal Record, prestou declarações em que elogiou a gestão da euforia dos Sportinguistas levada a cabo por Rúben Amorim.
“Sem dúvida, e com mérito, para mim, completamente a caber a Rúben Amorim, a inteligência com que está a gerir este lado emocional nesta reta final da época. Poderia haver tendência – alguns treinadores às vezes vão por aí, de quase tentarem travar o vento com as mãos, tentarem isolar os jogadores da euforia, isso não é possível”, começou por dizer na CMTV.
Vítor Pinto prosseguiu: “Hoje em dia, neste mundo das redes sociais, neste mundo tão mediatizado, algo que Rúben Amorim percebeu é que não ia ser possível isolar o grupo da euforia. Portanto, só tinha uma solução – transformar essa energia em energia positiva que empurrasse o Sporting”, coisa que está a fazer, na opinião do subdiretor da Record.
Embora elogie a gestão que Amorim tem feito da euforia dos adeptos, perante uma possibilidade cada vez mais iminente de conquistarem o título, Vítor Pinto fala ainda de outra questão de peso para o Clube de Alvalade. “O Sporting nos últimos 48 pontos possíveis no campeonato, conquistou 46”, introduziu.
Vítor Pinto disse ainda, acerca do tema: “Esta regularidade, esta capacidade de ser eficiente e lidar com os altos e baixos de um período alargado de tempo, mantendo a sequência de vitórias, é fundamental para a confiança que o Sporting demonstra neste momento”, admitiu.
“Isso só é possível numa equipa que está confiante, que está forte mentalmente, que está consciente, que sabe quais são os objetivos que pretende atingir; e sobretudo, que tem uma liderança que consegue capitalizar esta energia à volta do Sporting como um fator positivo – e não como uma pressão que pudesse esmagar os jogadores na reta final da época”, remata Vítor Pinto.
Presença na próxima edição da prova milionária garante um encaixe financeiro de enorme dimensão, mas nem tudo são boas notícias
30 Mai 2026 | 15:36 |
A qualificação direta para a fase de liga da Liga dos Campeões representa uma importante vitória financeira para o Sporting, mas a entrada na prova milionária não se traduz apenas em receitas. Apesar de os leões estarem prestes a encaixar cerca de 48,36 milhões de euros graças à participação na competição, existe uma contrapartida que terá impacto imediato nas contas da SAD verde e branca.
O motivo prende-se com os acordos celebrados aquando da contratação de vários reforços. Como acontece frequentemente no mercado de transferências, o Sporting negociou valores fixos mais baixos em troca da inclusão de objetivos coletivos e individuais. Entre esses objetivos estava precisamente a qualificação para a principal competição europeia de clubes, cenário que agora se confirmou.
Um dos casos envolve Fotis Ioannidis. Quando os leões contrataram o avançado ao Panathinaikos, ficou estabelecido um pagamento adicional de 1 milhão de euros caso o Clube alcançasse a fase de liga da Liga dos Campeões. O mesmo sucede com Georgios Vagiannidis, também contratado ao emblema grego. Neste caso, apesar de o negócio ter sido fechado por uma verba inferior, existe igualmente um bónus de 1 milhão de euros associado à presença na competição.
A estes valores junta-se ainda Luis Suárez. O goleador colombiano chegou proveniente do Almería por 22,17 milhões de euros, num negócio que contempla vários objetivos que podem elevar o investimento total. Entre essas cláusulas está igualmente um prémio de 1 milhão de euros relacionado com a qualificação para a Liga dos Campeões, objetivo que o Sporting assegurou para a próxima temporada.
Feitas as contas, a entrada na competição europeia obriga os leões a desembolsar, para já, cerca de 3 milhões de euros apenas em bónus previamente acordados. Uma despesa que será naturalmente compensada pelas receitas provenientes da UEFA, mas que demonstra como o sucesso desportivo também acarreta custos adicionais.
Treinador português voltou a estar em destaque no futebol internacional, num jogo decisivo que terminou com título, mas também com momentos de grande tensão
30 Mai 2026 | 14:32 |
Ricardo Sá Pinto voltou a celebrar um título no estrangeiro ao conduzir o Pafos à conquista da Taça do Chipre, mas a final frente ao Apollon Limassol, onde atuam os ex Sporting Bruno Gaspar, Lazar Markovic e Pedro Marques, ficou longe de ser apenas uma história de sucesso desportivo. O encontro terminou com uma vitória por 2-0 para a equipa orientada pelo técnico português, num jogo decidido apenas nos instantes finais.
Os golos surgiram já perto do apito final, com Jajá a inaugurar o marcador aos 85 minutos e o português Pêpê a fechar as contas aos 90+2, garantindo assim o segundo troféu da história do clube. No relvado alinharam ainda vários nomes conhecidos do futebol português, como Alexandre Brito, Dani Silva, Domingos Quina e o próprio Pêpê. Porém, a partida ficou marcada por outro momento.
Após o apito final, gerou-se uma enorme confusão entre elementos das duas equipas. O ambiente aqueceu rapidamente no relvado, com discussões e empurrões, situação que acabou por envolver diretamente Sá Pinto, que perdeu a calma numa fase já de grande tensão.
A escalada do conflito levou mesmo à expulsão do treinador português, que acabou por abandonar a zona técnica após os incidentes com elementos do Apollon Limassol, incluindo o jogador Garry Rodrigues, num cenário de grande agitação que surpreendeu os presentes no estádio.
Ainda assim, o Pafos garantiu a conquista da Taça do Chipre, o segundo título da história do clube e o sexto troféu enquanto treinador para Sá Pinto - na qual elogiou Luis Suárez -, que chegou recentemente ao comando da equipa e precisou apenas de seis jogos para conquistar o primeiro título no novo projeto.
Ponta de lança colombiano foi o melhor marcador da Liga Portugal Betclic com 28 golos marcados, um registo notável por parte do dianteiro
30 Mai 2026 | 13:33 |
Depois de ter sido o artilheiro da segunda divisão espanhola em 2024/25 pelo Almería, Luis Suárez bisou em solo português. O internacional pela Colômbia tornou-se no segundo "cafetero" da história a ser o artilheiro do campeonato português, sucedendo a Jackson Martínez – vencedor em 2012/13, 2013/14 e 2014/15. O goleador do Sporting não sabia que o ex Porto tinha sido melhor marcador em Portugal.
Luis Suárez: "É uma honra e um privilégio ter este registo"
"Bem, a verdade é que não sabia que o Jackson Martínez tinha ganho. É uma honra e um privilégio ter este registo do melhor marcador colombiano numa temporada, superando dois grandes jogadores (Jackson e Radamel Falcão) ", revelou, em entrevista exclusiva ao jornal Record.
O atleta de 28 anos disse que nem nos seus pensamentos sonhava com este momento. "Desde criança, nem nos meus sonhos mais loucos, pensaria nisto. A verdade é que é muito gratificante", falou, não escondendo o orgulho por receber tal herança.
Na mesma entrevista, Luis Suárez não fechou a porta a uma eventual mudança no futuro. "O futebol é incerto, como todos sabemos, mas agora a minha cabeça está no Mundial e, posteriormente, em descansar. A partir daí, só tenho isso em mente. Tenho contrato aqui com o Sporting, mas o futuro é incerto" , disse.
Esta temporada, com a camisola do Sporting, Luis Suárez – avaliado em 30 milhões de euros – esteve em 53 encontros: 32 na Liga Portugal Betclic, 12 na Liga dos Campeões, sete na Taça de Portugal, um na Taça da Liga e outro na Supertaça Cândido de Oliveira. Nos 4.367 minutos que esteve em campo, o ponta de lança marcou 38 golos e fez sete assistências.
Teve poucos minutos com Rui Borges e reação após época do Sporting mostra frustração
30 Mai 2026 | 12:14
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30 Mai 2026 | 11:34
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30 Mai 2026 | 10:30