Futebol
Gyokeres criticado por lenda do futebol inglês após Arsenal - Liverpool: “Não acrescenta nada”
09 Jan 2026 | 11:55
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17 Out 2024 | 10:49 |
Desde o passado sábado, dia 12 de outubro, que o universo do Sporting alterou a sua estrutura, quando anunciou oficialmente que Hugo Viana, atual direto desportivo do Clube, sairá para o Manchester City já no começo da temporada 2025/26. Neste contexto, André Geraldes, antigo diretor desportivo do Clube de Alvalade, falou sobre o tema do momento que é a possível saída de Rúben Amorim dos leões.
“O Sporting tem feito efetivamente desde a entrada do Rúben Amorim um percurso desportivo que até então não era muito usual no clube em questão. Conseguiu ganhar o título, verdade que em condições mais complexas por se tratar duma altura de covid, mas agora recentemente ganhou outro e posiciona-se para ser o principal candidato ao título”, começou por dizer, ao jornal A Bola.
“Desde a entrada de Rúben Amorim o Sporting passa a estar na montra da Europa e do mundo, e concretamente aqui no nosso continente, obviamente que com a informação que existe hoje em dia, quer ao nível do recrutamento de jogadores, de scoutting, de treinadores, de dirigentes era normal e natural que a estrutura do Sporting mais ligada à parte técnica suscitasse interesse de outros emblemas europeus”, explicou.
"Já se percebeu que da parte do Manchester City também um plano B, caso Guardiola não fique no cube inglês, que passa muito por Rúben Amorim, e, portanto, ao encontrar a solução Hugo Viana e pela relação que ambos têm não seria de facto, uma alteração grande, ao nível do treino e do que é o ADN do Manchester City nos últimos anos e que passa também muito por Guardiola. Rúben Amorim tem muito de Guardiola”, acrescentou.
“Tudo no Sporting está assente numa pessoa, e essa pessoa chama-se Rúben Amorim. Nunca esquecer o que era o Sporting antes da chegada de Amorim já com a atual administração e após a sua chegada. Isto são factos, não é indesmentível. Já tive a oportunidade de dizer que o grande desafio do Sporting vai ser no momento em que tiver que substituir Rúben Amorim”, rematou.
Assista aqui às declarações na íntegra:
Equipa leonina sofreu um grande desaire frente a rival e perde pontos importantes na qualificação para a próxima fase de competição europeia
09 Jan 2026 | 14:25 |
Edu Bosch, treinador de hóquei em patins do Sporting, lamentou a derrota por 4-1 frente ao Benfica, jogo da Liga dos Campeões de hóquei em patins, que se realizou no Pavilhão João Rocha, na última quinta-feira, dia 9 de janeiro.
Edu Bosch: “Não foi um grande jogo nosso”
“Acho que entrámos muito bem, mas temos de reconhecer que não foi um grande jogo nosso, sobretudo perdemos na intensidade e quando não se consegue igualar essa intensidade é muito difícil competir. Tentámos, os jogadores tentaram, porque têm coração, sentem a camisola que vestem, mas não chegámos ao que nós somos”, começou por analisar o treinador espanhol.
Bosch definiu a meta que quer cumprir na Liga dos Campeões. “O nosso objetivo é ficar entre os quatro primeiros para poder aceder a uma final-8 no mês de maio, onde vão estar oito grandíssimas equipas”.
Edu Bosch: “Estivemos menos intensos”
"Estamos em crescimento, também se cresce com estas derrotas e temos de aprender e se domingo (empate 2-2 na Luz para o Campeonato) estávamos contentes, temos de aprender. Não se decide nenhum título nesta altura e havemos de chegar a esse momento muito mais fortes. Poderia esconder-me com lesões, extracomunitários, mas hoje estivemos menos intensos do que normalmente somos nós e que estes jogos pedem", acrescentou Edu Bosch.
O Clube de Alvalade volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 11 de janeiro, frente ao CA Feira. O encontro diante da turma da terceira divisão nacional, a contar para os 16 avos de final da Taça de Portugal, jogar-se-á às 17h00, em Santa Maria da Feira.
Futebolista da equipa principal do Clube de Alvalade foi chamado a falar sobre quem admira na sua posição e resposta está a dar que falar
09 Jan 2026 | 14:21 |
Rui Silva, guarda-redes do Sporting, foi convidado do programa Futebol Arte, da Sport TV, onde falou do seu percurso, das referências que o marcaram e da evolução do papel do guarda-redes no futebol moderno. Questionado sobre os nomes que o inspiraram em Alvalade, o internacional português não hesitou em destacar várias figuras marcantes da baliza leonina.
"De grandes guarda-redes que tenho memória no Sporting? Vários... desde Peter Schmeichel, Nélson, Tiago... que agora é meu treinador de guarda-redes e também Rui Patrício que é uma grande referência", começou por realçar o jogador leonino.
Rui Silva abordou ainda a transformação do guarda-redes português ao longo dos anos, sublinhando a crescente exigência técnica da posição: "Cada vez se consegue distinguir mais. No meu tempo, quando iniciei, não se falava tanto em guarda-redes. O meu primeiro treinador nessa área foi com apenas 18 anos e não tive aquela escola necessária. Sabia defender mas não estava identificado com as partes técnicas que são cada vez mais importantes".
Olhando para o futebol internacional, o 'camisola 1' do Sporting apontou Ter Stegen como um modelo a seguir: "É uma referência. Cada vez mais um guarda-redes é um jogador de equipa, muito mais solicitado, antigamente apenas servia para defender. Agora tem de ter uma leitura da profundidade, saber construir... enfim. Na minha opinião Ter Stegen é um dos mais completos. Um grande modelo para todos os guarda-redes".
Rui Silva recordou também as dificuldades sentidas na adaptação ao Betis, após vários anos em contextos competitivos distintos: "Faz sentido quando se fala de guarda-redes de equipa grande. Estive muitos anos no Nacional da Madeira e no Granada, equipas onde tive de me adaptar a uma forma diferente, pois eram os adversários que tinham posse e tinha mais trabalho. Quando cheguei ao Betis foi diferente e no início custou-me bastante. Com uma defesa muito mais subida, a controlar a profundidade, mais leitura...E qualquer deslize é fatal. Ficamos muito tempo sem participar no jogo e quando eles vão à nossa baliza temos de estar lá! É preciso manter o foco e concentração para ser eficaz. Esta posição tem muito a ver com isso: eficácia".
Antigo jogador do Clube de Alvalade acredita que o central neerlandês poderia ser útil para Rui Borges nesta fase da temporada desportiva
09 Jan 2026 | 12:32 |
A crise no eixo defensivo do Sporting voltou a ganhar destaque após a derrota frente ao Vitória SC, na meia-final da Taça da Liga, que deixou Eduardo Quaresma fora de combate, já depois da ausência de Ousmane Diomande (CAN) e de Zeno Debast, ainda lesionado. O cenário reacendeu o debate em torno de Jeremiah St. Juste, afastado da equipa principal desde a época passada.
Em declarações exclusivas ao Desporto ao Minuto, Carlos Xavier defendeu que a reintegração do central neerlandês pode fazer sentido nesta fase da temporada, marcada por jogos consecutivos e poucas opções para Rui Borges.
"Na falta de matéria... Não sei como as coisas estão, não sei se houve retrocesso sobre essa questão, mas acho que poderia ser ótimo para o Sporting se St. Juste pudesse voltar. Os castigos, por vezes, são perdoados. Está nas mãos de Rui Borges", começou por dizer o antigo jogador dos leões, que sublinha a escassez de soluções e a experiência do defesa como fatores relevantes neste contexto.
"Com todas as lesões, é óbvio que é preciso ter gente capaz e com experiência. O St. Juste já deu créditos de que pode ser útil no passado, e não sei quanto tempo irá demorar a recuperação de Zeno Debast, acho que está para breve, mas com o Diomande na CAN e o Edu a estar muito tempo parado, com certeza que temos de recorrer ao que temos... e o que temos está lá", atirou Carlos Xavier.
No entanto, Carlos Xavier reconhece que a decisão não é simples e depende de várias vontades: "Ainda assim, não sei se a intenção da direção e da equipa técnica do Sporting será devolver o St. Juste à equipa ou não. No meu ponto de vista, seria uma adição excelente. Tudo depende das vontades de todos".
Do ponto de vista do balneário, o ex-internacional português não antevê problemas numa eventual reintegração: "Ele continua a fazer parte do plantel, tendo ou não treinado com a equipa principal. Ainda é colega dos outros jogadores. Mas também depende aqui da vontade do próprio St. Juste querer ou não vir para a equipa depois de ter sido afastado".
Carlos Xavier deixa ainda uma nota final, caso o cenário não se altere: "Agora, não fazendo parte dos planos da estrutura do Sporting, é um jogador a mais e, portanto, estando a mais, não vale a pena lá estar. Aí a melhor decisão seria tentar vendê-lo".
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09 Jan 2026 | 11:55