DUARTE GOMES ANALISA ARBITRAGEM DO SPORTING - YOUNG BOYS E METE TUDO EM ORDEM: "GYOKERES ESTAVA EM..."
Antigo árbitro analisou atuação do internacional eslovaco no empate entre leões e suíços
Redação Leonino
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23 de Fevereiro 2024, 15:24
Viktor Gyokeres, Duarte Gomes, Sporting, Young Boys, Liga Europa

Duarte Gomes considera que a atuação do árbitro do Sporting – Young Boys, Yvan Kružliak, foi positiva. Em declarações ao jornal ‘A Bola’, o antigo árbitro comenta a atuação do internacional eslovaco no encontro da passada quinta-feira, considerando que o juiz esteve bem nos principais momentos da partida.

“Golo legal do Sporting, marcado por Gyokeres: o ponta de lança sueco estava em posição legal quando recebeu a bola de Francisco Trincão, que entretanto tinha sido derrubado por entrada faltosa de Amenda. Presume-se que o árbitro eslovaco tenha aplicado (muito bem) a vantagem”, defende Duarte Gomes.

“[Segunda grande penalidade favorável ao Sporting] Lustenberguer pontapeou a perna direita de Francisco Trincão, cometendo pontapé de penálti tão indiscutível quanto evitável. O defesa suíço chegou tarde à disputa e precipitou-se, anulando ilegalmente ataque prometedor conduzido pelo adversário. Na execução do castigo máximo, Gyokeres permitiu a defesa de Ballmoos. O guarda-redes da equipa visitante tinha um dos pés colocado em posição correta. Tudo certo”, atira Duarte Gomes.

“Golo bem anulado à equipa suíça: Males, o seu autor, estava adiantado quando Noah Persson cruzou bola da esquerda. Para além do médio que marcou, outros três colegas de equipa estavam igualmente em fora de jogo, mas apenas posicional. Decisão correta do árbitro assistente”, refere Duarte Gomes. 

Por fim, o antigo árbitro analisa uma das muitas faltas sofrida pelo avançado do Sporting: “Viktor Gyokeres tocou na bola, acontecendo o mesmo depois com Amenda, que disputou o lance com o sueco na área helvética. O contacto entre os dois jogadores aconteceu, mas foi decorrente da forma como ambos abordaram a jogada. Esteve bem a equipa de arbitragem ao nada assinalar”.

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