Futebol
Gyokeres criticado por lenda do futebol inglês após Arsenal - Liverpool: “Não acrescenta nada”
09 Jan 2026 | 11:55
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05 Jun 2020 | 11:04 |
O Sporting CP empatou a duas bolas frente ao Vitória SC, no Estádio D. Afonso Henriques, e Rúben Amorim afirmou na conferência de imprensa de pós-jogo que apesar do empate gostou do jogo, mas que a equipa leonina vai melhorar com o tempo. Rúben Amorim começou por fazer um balanço do jogo frente ao Vitória SC, que terminou empatado a dois: “Foi um bom jogo, um pouco estranho, porque partiu cedo. O Sporting chegou à vantagem e isso ajudou-nos a assentar o nosso jogo. A partir daí equilibrámos o jogo, soubemos explorar os espaços, os jogadores começaram a ter bola e a empurrar o Guimarães para a zona defensiva deles. Depois sofremos um golo, que acontece porque queremos arriscar na construção e com a falta de jogos isso pode acontecer. Depois marcámos um golo numa boa jogada e voltámos a sofrer. Tentámos manter a nossa identidade durante todo jogo. Foi uma boa partida, estamos longe do nosso melhor e com os jogos vamos melhorar.” Sobre as estreias de Matheus Nunes e Eduardo Quaresma o técnico mostrou-se agradado com a exibição dos jovens e acredita que vão melhorar no futuro: “Estiveram muito bem. Era um jogo muito difícil para eles entrarem, por tudo. Penso que o Matheus sentiu mais isso, porque jogou no meio contra três adversários e é preciso estaleca. Mas agora vai melhorando aos poucos. O Quaresma sentiu-se mais tranquilo, mais na casa dele, porque tanto joga a defesa direito como a central e hoje esteve na posição de defesa central direito. Fez um excelente jogo.” Relativamente à inclusão de Matheus Oliveira na convocatória, Rúben Amorim afirmou o médio de 25 anos estava em condições para fazer parte dos 18 convocados: “Percebemos durante a semana e também houve lesões que secalhar não contávamos. Escolhi os melhores e o Matheus também tem estado bem nos treinos. É uma mensagem de que com trabalho tudo é possível. No Sporting quero toda a gente a acreditar. O Matheus Oliveira também conhecia a casa e, portanto, essa foi a minha ideia. Escolhi os melhores e mais bem preparados”, salientou o jovem treinador.” Quanto à ausência dos adeptos nas bancadas, afirmou que estes fazem muita falta e que com o tempo os estádios vão voltar a esta cheios: “Acho que ainda vamos a tempo de ter adeptos nas bancadas, de acordo com as ideias do Governo. Os adeptos têm de voltar, com segurança, mas têm de voltar porque vai melhorar o jogo em si. É importante voltar à normalidade” Na próxima jornada, os leões recebem o Paços de Ferreira, no Estádio José Alvalade, naquele que será o primeiro jogo no reduto do leão desde há quase três meses.
Fotografia de Sporting CP
Equipa leonina sofreu um grande desaire frente a rival e perde pontos importantes na qualificação para a próxima fase de competição europeia
09 Jan 2026 | 14:25 |
Edu Bosch, treinador de hóquei em patins do Sporting, lamentou a derrota por 4-1 frente ao Benfica, jogo da Liga dos Campeões de hóquei em patins, que se realizou no Pavilhão João Rocha, na última quinta-feira, dia 9 de janeiro.
Edu Bosch: “Não foi um grande jogo nosso”
“Acho que entrámos muito bem, mas temos de reconhecer que não foi um grande jogo nosso, sobretudo perdemos na intensidade e quando não se consegue igualar essa intensidade é muito difícil competir. Tentámos, os jogadores tentaram, porque têm coração, sentem a camisola que vestem, mas não chegámos ao que nós somos”, começou por analisar o treinador espanhol.
Bosch definiu a meta que quer cumprir na Liga dos Campeões. “O nosso objetivo é ficar entre os quatro primeiros para poder aceder a uma final-8 no mês de maio, onde vão estar oito grandíssimas equipas”.
Edu Bosch: “Estivemos menos intensos”
"Estamos em crescimento, também se cresce com estas derrotas e temos de aprender e se domingo (empate 2-2 na Luz para o Campeonato) estávamos contentes, temos de aprender. Não se decide nenhum título nesta altura e havemos de chegar a esse momento muito mais fortes. Poderia esconder-me com lesões, extracomunitários, mas hoje estivemos menos intensos do que normalmente somos nós e que estes jogos pedem", acrescentou Edu Bosch.
O Clube de Alvalade volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 11 de janeiro, frente ao CA Feira. O encontro diante da turma da terceira divisão nacional, a contar para os 16 avos de final da Taça de Portugal, jogar-se-á às 17h00, em Santa Maria da Feira.
Futebolista da equipa principal do Clube de Alvalade foi chamado a falar sobre quem admira na sua posição e resposta está a dar que falar
09 Jan 2026 | 14:21 |
Rui Silva, guarda-redes do Sporting, foi convidado do programa Futebol Arte, da Sport TV, onde falou do seu percurso, das referências que o marcaram e da evolução do papel do guarda-redes no futebol moderno. Questionado sobre os nomes que o inspiraram em Alvalade, o internacional português não hesitou em destacar várias figuras marcantes da baliza leonina.
"De grandes guarda-redes que tenho memória no Sporting? Vários... desde Peter Schmeichel, Nélson, Tiago... que agora é meu treinador de guarda-redes e também Rui Patrício que é uma grande referência", começou por realçar o jogador leonino.
Rui Silva abordou ainda a transformação do guarda-redes português ao longo dos anos, sublinhando a crescente exigência técnica da posição: "Cada vez se consegue distinguir mais. No meu tempo, quando iniciei, não se falava tanto em guarda-redes. O meu primeiro treinador nessa área foi com apenas 18 anos e não tive aquela escola necessária. Sabia defender mas não estava identificado com as partes técnicas que são cada vez mais importantes".
Olhando para o futebol internacional, o 'camisola 1' do Sporting apontou Ter Stegen como um modelo a seguir: "É uma referência. Cada vez mais um guarda-redes é um jogador de equipa, muito mais solicitado, antigamente apenas servia para defender. Agora tem de ter uma leitura da profundidade, saber construir... enfim. Na minha opinião Ter Stegen é um dos mais completos. Um grande modelo para todos os guarda-redes".
Rui Silva recordou também as dificuldades sentidas na adaptação ao Betis, após vários anos em contextos competitivos distintos: "Faz sentido quando se fala de guarda-redes de equipa grande. Estive muitos anos no Nacional da Madeira e no Granada, equipas onde tive de me adaptar a uma forma diferente, pois eram os adversários que tinham posse e tinha mais trabalho. Quando cheguei ao Betis foi diferente e no início custou-me bastante. Com uma defesa muito mais subida, a controlar a profundidade, mais leitura...E qualquer deslize é fatal. Ficamos muito tempo sem participar no jogo e quando eles vão à nossa baliza temos de estar lá! É preciso manter o foco e concentração para ser eficaz. Esta posição tem muito a ver com isso: eficácia".
Antigo jogador do Clube de Alvalade acredita que o central neerlandês poderia ser útil para Rui Borges nesta fase da temporada desportiva
09 Jan 2026 | 12:32 |
A crise no eixo defensivo do Sporting voltou a ganhar destaque após a derrota frente ao Vitória SC, na meia-final da Taça da Liga, que deixou Eduardo Quaresma fora de combate, já depois da ausência de Ousmane Diomande (CAN) e de Zeno Debast, ainda lesionado. O cenário reacendeu o debate em torno de Jeremiah St. Juste, afastado da equipa principal desde a época passada.
Em declarações exclusivas ao Desporto ao Minuto, Carlos Xavier defendeu que a reintegração do central neerlandês pode fazer sentido nesta fase da temporada, marcada por jogos consecutivos e poucas opções para Rui Borges.
"Na falta de matéria... Não sei como as coisas estão, não sei se houve retrocesso sobre essa questão, mas acho que poderia ser ótimo para o Sporting se St. Juste pudesse voltar. Os castigos, por vezes, são perdoados. Está nas mãos de Rui Borges", começou por dizer o antigo jogador dos leões, que sublinha a escassez de soluções e a experiência do defesa como fatores relevantes neste contexto.
"Com todas as lesões, é óbvio que é preciso ter gente capaz e com experiência. O St. Juste já deu créditos de que pode ser útil no passado, e não sei quanto tempo irá demorar a recuperação de Zeno Debast, acho que está para breve, mas com o Diomande na CAN e o Edu a estar muito tempo parado, com certeza que temos de recorrer ao que temos... e o que temos está lá", atirou Carlos Xavier.
No entanto, Carlos Xavier reconhece que a decisão não é simples e depende de várias vontades: "Ainda assim, não sei se a intenção da direção e da equipa técnica do Sporting será devolver o St. Juste à equipa ou não. No meu ponto de vista, seria uma adição excelente. Tudo depende das vontades de todos".
Do ponto de vista do balneário, o ex-internacional português não antevê problemas numa eventual reintegração: "Ele continua a fazer parte do plantel, tendo ou não treinado com a equipa principal. Ainda é colega dos outros jogadores. Mas também depende aqui da vontade do próprio St. Juste querer ou não vir para a equipa depois de ter sido afastado".
Carlos Xavier deixa ainda uma nota final, caso o cenário não se altere: "Agora, não fazendo parte dos planos da estrutura do Sporting, é um jogador a mais e, portanto, estando a mais, não vale a pena lá estar. Aí a melhor decisão seria tentar vendê-lo".
Gyokeres criticado por lenda do futebol inglês após Arsenal - Liverpool: “Não acrescenta nada”
09 Jan 2026 | 11:55