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Clube
05 Jun 2026 | 16:29 |
Delfim, ex-jogador dos verdes e brancos, concedeu uma entrevista ao jornal Record, onde abordou vários temas relacionados com a sua carreira - e com o estado atual do Clube. Entre eles, relatou o momento em que a sua lesão no joelho direito levou o Sporting e Fidelidade para tribunal.
No que toca à responsabilidade do Clube no caso, Delfim foi claro: “Teve de assumir, sim. Não o queria fazer, foi até ao fim do julgamento. E a seguradora preferiu chegar a um acordo comigo antes de ir para a sentença final, porque sabia que ia perder. Basicamente, foi isso”.
Relativamente às eleições do Sporting, em 2017, referiu o momento em que aceitou ser o team manager de Pedro Madeira Rodrigues, na altura, candidato ao cargo de Presidente dos leões. Na entrevista, apelidou Bruno de Carvalho de “lunático”, tendo sido este o nome escolhido pelos sócios nesse mesmo ato eleitoral.
Delfim: "Bruno de Carvalho? Lutei contra um lunático que ganhou as eleições"
“Faz parte do jogo. Mas essas pessoas omitiram que outros colegas fizeram o mesmo do que eu. Uns negociaram com o Clube e tiveram funções dentro do Clube, outros até vieram a ser treinadores. Portanto, as coisas têm de ser ditas como elas são. Eu não negoceio. Para mim, o Sporting é o Sporting. As pessoas que passam é que usam e deturpam. Lutei contra um lunático que ganhou as eleições (Bruno de Carvalho). Os sportinguistas optaram por ele, mas perceberam no que deu.”, referiu.
“Perceberam no que deu, e até já falámos dessa mudança para (Frederico) Varandas, no pós-Alcochete. Nós fomos se calhar os únicos que vimos antecipadamente, ou fora do momento, aquilo que todos os outros não queriam ver. A resposta foi dada. Mas, infelizmente, aconteceu Alcochete e tudo o resto. Ele fazia do clube a casa dele, esse Bruno de Carvalho.”, concluiu sobre o antigo Presidente do Clube.
Presidente do Clube leonino reuniu-se na companhia de representantes dos Grupos Organizados de Adeptos para discutir um possível novo protocolo entre as partes
03 Jun 2026 | 17:49 |
Frederico Varandas voltou a reunir-se com representantes das claques do Sporting, numa tentativa de aproximar posições depois de vários anos marcados por tensão entre a direção leonina e os Grupos Organizados de Adeptos (GOA). Em cima da mesa esteve a possibilidade de um novo protocolo de cooperação entre as partes, num encontro realizado esta semana em Alvalade.
Segundo o jornal Record, o presidente verde e branco colocou em discussão a hipótese de voltar a reconhecer oficialmente Juventude Leonina, Directivo Ultras XXI e Torcida Verde. Atualmente, apenas a Brigada Ultras mantém estatuto de GOA legalizado pelo Clube, estando integrada na zona ZCEAP do Estádio José Alvalade.
A mesma fonte refere ainda que a questão das zonas de 'safe standing' voltou a ser debatida entre direção e adeptos organizados. Frederico Varandas já tinha admitido anteriormente contactos com a UEFA para perceber a viabilidade da implementação deste modelo em Alvalade, embora a obrigatoriedade de identificação individual dos adeptos continue a gerar reservas junto de algumas claques.
Outro dos temas discutidos terá passado pela situação das sedes dos grupos organizados. A Brigada Ultras continua sem acesso ao respetivo espaço, enquanto Juventude Leonina, Directivo e Torcida Verde enfrentam processos relacionados com a desocupação das chamadas “casinhas” nas imediações do Estádio José Alvalade.
De acordo com a respetiva fonte, um eventual entendimento poderá permitir que as claques voltem a ser reconhecidas oficialmente pela estrutura leonina. Recorde-se que, em 2019, Frederico Varandas terminou unilateralmente os protocolos existentes com Juventude Leonina e Directivo Ultras XXI, enquanto a Torcida Verde perdeu o estatuto de grupo legalizado já em 2025.
Atualmente, a Brigada Ultras ocupa o setor B12 da bancada Sul, no segundo anel de Alvalade. Já a Juventude Leonina e a Torcida Verde mantêm-se localizadas no primeiro anel da Superior Sul, enquanto o Directivo Ultras XXI continua instalado no setor A17, na bancada Norte, apesar das divisões internas que o grupo atravessa nesta altura.
Com o filme que protagoniza a estrear no mês de junho, atriz portuguesa foi convidada a marcar presença num programa de televisão espanhol
02 Jun 2026 | 12:12 |
Margarida Corceiro foi convidada do programa espanhol La Revuelta, da RTVE, para falar sobre o filme “Todo lo que nunca fuimos”, ao lado de Maxi Iglesias. Durante a emissão, a atriz portuguesa surpreendeu o apresentador David Broncano com uma camisola autografada por todo o plantel do Sporting.
A camisola dos verdes e brancos trazia o número 7 e o nome Broncano nas costas, segundo detalhes partilhados pela produção. A peça foi oferecida pela atriz ao apresentador, como símbolo de reconhecimento entre o público português e a equipa lusa.
Antes do momento de entrega do presente ao anfitrião, Margarida descreveu a camisola do Sporting como sendo “do melhor clube do Mundo”. O gesto decorreu do contexto da entrevista, onde também foram abordados pormenores do filme que protagoniza.
Assumidamente Sportinguista, Margarida Corceiro nunca escondeu a sua afinidade clubística. Recorde-se que, mesmo durante o namoro com João Félix, na altura, jogador do Benfica, a atriz tinha presença assídua nos jogos dos verdes e brancos, no Estádio José Alvalade - onde continua a assistir às partidas do seu Clube.
A emissão contou ainda com a participação de Maxi Iglesias, consolidando o debate sobre o filme e fortalecendo a presença de artistas portugueses em programas de televisão fora de portas. A troca de presentes gerou interesse entre o público que segue conteúdos de cinema e desporto.
Veja o vídeo:
Tensão tornou-se notória no encontro da última jornada da Liga Portugal Betclic, diante do Gil Vicente, e preparam-se novas movimentações
18 Mai 2026 | 11:54 |
O encontro entre o Sporting e o Gil Vicente, do último sábado, dia 16 de maio, ficou também marcado por um reforço significativo do dispositivo policial no topo norte de Alvalade, zona habitualmente ocupada pela Directivo Ultras XXI.
Segundo revela agora o jornal A Bola, o aumento da segurança esteve relacionado com informações recolhidas pela Unidade Metropolitana de Informações Desportivas, através dos spotters destacados para o encontro no Estádio José Alvalade.
Os dados recolhidos pelas autoridades apontavam para uma forte divisão interna no grupo organizado de adeptos, cenário que levantou receios de possíveis confrontos físicos entre elementos ligados às diferentes fações da claque leonina.
A mesma fratura interna poderá, inclusivamente, estar na origem da criação de um novo grupo organizado no mesmo setor do Estádio José Alvalade. Na base do conflito estará um recente processo eleitoral vivido no seio do Directivo Ultras XXI.
Segundo uma das correntes envolvidas, o ato eleitoral terá sido marcado por alegadas irregularidades, situação que culminou na mudança da estrutura diretiva da claque e agravou as tensões entre os apoiantes, que agora se dividiram.
Atualmente, o topo sul de Alvalade continua ocupado por outras claques ligadas ao universo leonino, como a Juventude Leonina, a Torcida Verde e a Brigada Ultras. Ainda assim, entre os grupos organizados de adeptos presentes no estádio, apenas a última é oficialmente reconhecida pelo Conselho Diretivo do Sporting.