Futebol
Desempregado que já esteve avaliado em 130 milhões surge com camisola do Sporting (vídeo)
09 Out 2026 | 16:41
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04 Abr 2024 | 14:20 |
A 25 de abril de 1974, Fernando Tomé fazia parte da formação do Sporting. Na celebração dos 50 anos da data histórica, o antigo médio dos leões conta, em declarações prestadas ao jornal O Jogo, onde estava no dia que ficou para sempre marcado como a revolução dos cravos, e que mudanças ocorreram no futebol português desde então.
"Eu estava integrado na comitiva do Sporting, que joga em Magdeburgo no dia 24 para a Taça da Taças. Quando vínhamos de viagem, na autoestrada que ligava as duas Alemanhas, Oriental e Ocidental, mandaram parar o autocarro. O falecido Sr. João Rocha comunicou que havia um golpe de estado em Portugal, ficámos todos apreensivos, só quando chegámos a Frankfurt é que nos disseram, mais ou menos, o que se passava. As fronteiras estavam todas fechadas, terra, ar e mar, fomos para Madrid e fizemos a viagem de autocarro para Badajoz no dia 25, mas, então, não nos deixaram entrar", explicou Fernando Tomé.
O ex Sporting continuou a contar a história de há cinco décadas: "Só no outro dia [26 de abril de 1974] e, a pedido de João Rocha, que falou com o General Spínola, é que lá abriram a fronteira para nós passarmos. Foi doloroso porque estávamos sem notícias das nossas famílias, que era o mais importante. Não havia qualquer contacto com o país. Eu fiquei em Setúbal, porque só havia autoestrada até ao Casal do Marco, apanhei uma boleia de um amigo e perguntei: Então houve muitos mortos? Ele, prontamente, respondeu ‘não pá, os tropas andam com as espingardas e cravos nos canos da mesma’. Aí eu descansei mais um pouco, depois foi chegar a casa e ver a minha família, foi doloroso", admitiu o antigo médio de Alvalade.
Fernando Tomé pronunciou-se ainda acerca da evolução que aconteceu no futebol nacional desde a data que se assinala: "Houve evolução a nível social e desportivo, acabou logo a seguir a lei da opção que não era muito boa para os profissionais na altura. Eu não me posso queixar porque ainda fui transferido para o Sporting em 1970."
"É evidente que muitas coisas foram ultrapassadas e hoje olhamos para trás e verificamos que nem tudo foi bom para o futebol, mas, enfim, essa é a evolução dos anos. E já passaram 50 anos", rematou o futebolista retirado que, a serviço do Sporting (1970/71 - 1975/76), somou 130 partidas, com direito a 17 finalizações certeiras.
Com anos muitos positivos a nível do crescimento do Clube, as melhorias começam a trazer resultados com Grande impacto europeu
09 Out 2026 | 17:44 |
Depois da última atualização relativamente aos valores de mercado das principais ligas europeias, o Transfermakt anunciou quais são as que entram no top-40 das equipas com maior valor de mercado. Sporting, Benfica e Porto são os representantes portugueses e apresentam-se nesta lista restrita de plantéis.
Com o plantel dos verdes e brancos a ocupar a 35ª posição deste ranking, com um valor de mercado estabelecido em 413,70 milhões de euros, é o clube português com a posição mais baixa nesta lista. Porto, na 27ª posição, tem o plantel avaliado em 471,50 milhões e, Benfica, no 33º lugar, avaliado em 422 milhões de euros.
Maxi Araújo, avaliado em 40 milhões de euros, é o jogador do plantel com uma maior avaliação de mercado. Posteriormente, segue-se Gonçalo Inácio - que pode estar de saída do Clube - e Geny Catamo, avaliados em 35 milhões e, ainda na “casa” dos 30 milhões, surge Luis Suárez e Rodrigo Zalazar.
No que toca ao setor das transferências e, com um mercado de verão bastante ativo por parte da estrutura leonina, o balanço total revela-se bastante positivo. Com um valor de receita avaliado nos 201,63 milhões e de despesa situado nos 123,28 milhões, o balanço integral é de 78,35 milhões de euros.
Relativamente ao valor de receita, a maior venda do Clube de Alvalade foi mesmo a de Geovany Quenda, ao Chelsea, avaliada em 50,78 milhões. No que toca às despesas, surge Rodrigo Zalazar, de forma destacada, numa compra avaliada em 30 milhões de euros, a maior aposta de sempre do Sporting.
Antigo funcionário do Clube de Alvalade teceu comentários sobre rumores que associam craque leonino a gigante europeu e lançou uma sugestão
09 Out 2026 | 17:30 |
Gonçalo Inácio é a principal prioridade do Milan para o mercado de janeiro. O central do Sporting está no topo da lista de reforços dos italianos, que veem no internacional português um elemento ideal para o projeto de Ruben Amorim. Akil Momade acredita que este é o momento ideal para sair de Alvalade.
A. Momade: "Se não der o salto agora, quando é que vai dar?"
"Se não der o salto agora, quando é que vai dar?", questionou, em entrevista ao jornal Record, o antigo elemento do departamento de prospeção do Sporting que indicou o central a Aurélio Pereira, depois de tê-lo visto em ação com as cores do Almada Atlético Clube.
O antigo olheiro dos leões reforça a sua visão. "Chega a uma altura em que os jogadores precisam de novos desafios, pois, consciente ou inconscientemente, acabam por se acomodar. Depois, pelas suas características, o Gonçalo Inácio rende muito mais numa estrutura de três centrais do que numa de dois. Além disso, conhece muito bem o treinador (Ruben Amorim), que apostou nele sem hesitar, quando chegou ao Sporting", disse.
A. Momade: "Não é rápido e explosivo"
Akil Momade recorda, que nos sub-19, Inácio foi diversas vezes utilizado como lateral-esquerdo, algo que, claramente, contraria as características do seu futebol. "Até aos sub-19 era utilizado como lateral-esquerdo. O Gonçalo nunca será lateral-esquerdo, porque não é rápido, não é explosivo. Colocavam-no ali porque tinha muita qualidade técnica e uma visão de jogo extraordinária", realçou.
Para terminar, o antigo treinador do Oeiras socorreu-se de uma estatística recente, relativa à época 2025/26, para garantir que as qualidades do central verde e branco permanecem intactas. "Tem uma percentagem de passes muito assertiva - na ordem dos 90 por cento - e, além disso, é muito fiável, comete muito poucos erros", sublinhou.
Sem ser uma aposta clara do treinador do Arsenal, o antigo jogador dos verdes e brancos está disposto a procurar um novo clube para representar
09 Out 2026 | 17:17 |
Mesmo tendo vivido um bom momento de forma nesta pausa internacional, Viktor Gyökeres tem estado a passar por uma fase desportiva bastante delicada ao serviço do Arsenal. Sem ser aposta frequente de Mikel Arteta, o avançado sueco tem tido poucas oportunidades para estar em campo.
Neste seguimento, segundo avança o portal Football Insider, os gunners estarão dispostos a libertar o ex-Sporting por 75 milhões, no próximo mercado de verão. De recordar que o jogador tem contrato até junho de 2030, depois de ter sido comprado aos verdes e brancos, por 65,8 milhões de euros.
Esta mesma fonte avança que a estrela da seleção sueca - que tem vindo a sofrer uma queda no valor de mercado - também está recetivo a uma saída do clube de Londres. Desiludido por não ser uma escolha recorrente do técnico espanhol, pretende encontrar uma nova equipa onde possa assumir um papel de maior protagonismo.
Recordar que na temporada de estreia na Premier League, apesar de ter tido um início contestado, o avançado contabilizou 21 golos e duas assistências em 55 partidas, tendo sido um dos fortes responsáveis para ajudar a conquistar o título de campeão nacional e alcançar a final da Champions League.
Em sentido inverso, esta temporada, em cinco encontros do campeonato inglês, o jogador apenas foi utilizado 29 minutos, divididos por duas partidas, sem somar nenhuma titularidade. Em conjunto com as outras competições, participou num total de cinco jogos, onde realizou 207 minutos.