Futebol
Rui Borges mantém dúvida estratégica no Sporting antes da Taça da Liga
05 Jan 2026 | 08:19
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Futebol
05 Fev 2025 | 19:43 |
Paulo Futre, uma das figuras mais controversas do futebol português, representou tanto o Sporting, como o Porto, durante a sua carreira. O internacional pela seleção nacional deu uma entrevista à Agencia Lusa onde comentou o clássico, e contou algumas histórias caricatas sobre a sua carreira profissional.
"Num clássico tudo é possível. A partir do momento que o árbitro apita tudo pode acontecer. Este FC Porto está a ser o pior da história do clube. No caso do Sporting, é incrível a dinâmica que leva. Mas este jogo representa uma final. Se o FC Porto perde mais pontos já será muito difícil manter-se na corrida pelo título", começou por explicar o antigo internacional português.
De seguida, analisou as hipótese do Sporting para o clássico: "Depois do Ruben Amorim sair tiveram vários maus resultados. Mas agora com o Rui Borges conseguiram estabilizar e regressaram a um momento de equilíbrio. Além disso, têm jogadores que se destacam. O Gyokeres é um génio. Não sei se vai estar apto mas se não estiver seria uma baixa muito importante para o Sporting. E seria ótimo para o FC Porto. Ele sozinho pode ganhar um jogo. O nível de confiança dos defesas do FC Porto ganharia muito se ele não estivesse. Se estiver vai ser um pesadelo", atirou.
Paulo Futre, jogador que foi formado no Sporting, tendo-se transferido de Alvalade diretamente para o Porto, falou, depois, de alguns episódios caricatos dos seus tempos de futebolista, e de como lidava com a pressão dos jogos grandes.
"Era muito difícil dormir. Para dormir tinha que tomar uma pastilha. Era impossível ser de outra forma. Estava já a pensar no jogo. Para este encontro acredito que os jogadores do FC Porto vão pensar muito mais do que os do Sporting, porque sabem que este jogo pode ser decisivo", rematou o antigo jogador português.
Leões realizaram a derradeira sessão de trabalhos de preparação para a meia-final da Taça da Liga nesta segunda-feira, dia 5 de janeiro
05 Jan 2026 | 11:00 |
Más notícias: Zeno Debast não fez parte do último treino do Sporting nesta segunda-feira, dia 5 de janeiro, em preparação para a meia-final da Taça da Liga, frente ao Vitória de Guimarães. Rui Borges mantém o mesmo número de ausências.
Nos primeiros 15 minutos abertos à comunicação social, todos estavam à espera da reintegração do internacional belga nos trabalhos dos verdes e brancos, mas tal acabou por não se concretizar e o mesmo continua a recuperar de lesão afastado da restante equipa.
Ainda assim, há um ponto positivo a tirar do treino do Sporting: Luis Guilherme foi apresentado como reforço dos verdes e brancos no último domingo e hoje já esteve a trabalhar às ordens de Rui Borges, podendo ser opção para o embate diante dos vitorianos.
Nesta altura, os leões têm vários jogadores indisponíveis. Gonçalo Inácio, expulso de forma polémica frente ao Gil Vicente, está suspenso, numa altura em que há seis jogadores com problemas físicos (Pedro Gonçalves, Geovany Quenda, Nuno Santos, Ricardo Mangas, Zeno Debast e Salvador Blopa), além de Geny Catamo e Ousmane Diomande que se encontram ao serviço das respetivas seleções na CAN.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo na próxima terça-feira, dia 6 de janeiro, frente ao Vitória de Guimarães. O encontro, a contar para a meia-final da Taça da Liga, diante da turma liderada por Luís Pinto, jogar-se-á às 20h00, no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria.
Antigo treinador do Sporting não terá aguentado as mais recentes discordâncias com a direção de Old Trafford depois dos últimos desenvolvimentos
05 Jan 2026 | 10:14 |
Ruben Amorim foi despedido do comando técnico do Manchester United nesta segunda-feira, dia 5 de janeiro, após as declarações polémicas no final da partida diante do Leeds, na última jornada da Premier League, na qual os red devils voltaram a empatar (1-1).
A informação foi inicialmente avançada por Fabrizio Romano, jornalista especializado no mercado de transferências, através das suas contas pessoas. A mesma fonte dá conta que a decisão foi tomada pela direção do emblema de Old Trafford esta segunda-feira de manhã. Entretanto, o próprio United já oficializou a sua saída.
"Ruben Amorim deixou o cargo de Head Coach do Manchester United. Com o Manchester United no 6.º lugar da Premier League, a direção tomou, relutantemente, a decisão de que era o momento certo para fazer mudanças. Isto dará à equipa a melhor oportunidade possível de conseguir terminar o campeonato na posição mais alta possível. O clube gostaria de agradecer ao Ruben a sua contribuição e deseja-lhe o melhor para o futuro", pode ler-se no comunicado.
Vale lembrar que as relações do antigo treinador do Sporting com a estrutura do Manchester United ficaram por um fio depois das suas recentes palavras e, para já, o próprio clube confirmou que Darren Fletcher, atual treinador dos sub-18 e lenda dos red devils, irá assumir o leme da equipa principal já na próxima quarta-feira, pelas 20h15, para o confronto da 21.ª jornada da Premier League, perante o Burnley.
De acordo com o The Athletic, o contrato que une Ruben Amorim e Manchester United não contempla qualquer tipo de cláusula de rescisão. Assim sendo, salvo acordo contrário, os red devils terão de pagar ao ex Sporting a totalidade dos ordenados aos quais este teria direito até junho de 2027.
As palavras de Ruben Amorim que colocaram um ponto final na sua ligação aos red devils foram as seguintes: "Eu sei que vocês [jornalistas] recebem informação seletiva sobre tudo. Eu vim aqui para ser o manager [treinador-gestor com uma influência mais abrangente] do Manchester United, não para ser treinador. Isso é claro. Eu sei que o meu nome não é Conte, Mourinho ou Tuchel, mas sou o manager do Manchester United e assim vou continuar a ser por mais 18 meses ou até quando a direção decidir mudar. Portanto, é esse o meu ponto e vou finalizar isso. Não vou desistir. Vou fazer o meu trabalho até que outra pessoa ocupe o meu lugar".
Declarações do ex técnico do Sporting após novo empate dos red devils, desta vez frente ao Leeds, não terão caído bem junto dos responsáveis de Old Trafford
05 Jan 2026 | 08:43 |
Ruben Amorim poderá estar cada vez mais perto de deixar o comando técnico do Manchester United, na sequência do forte desabafo protagonizado no passado domingo, na conferência de imprensa que se seguiu ao empate (1-1) alcançado em Elland Road, frente ao Leeds.
Segundo revelou esta segunda-feira, 5 de janeiro, a rádio britânica talkSPORT, as declarações do antigo treinador do Sporting terão causado profundo desconforto junto da hierarquia dos red devils, apesar de, ainda em outubro, o co-proprietário do clube, Sir Jim Ratcliffe, ter assegurado publicamente que Amorim dispunha de um horizonte de “três anos” para recolocar o Manchester United no caminho dos títulos.
A mesma fonte adianta que o episódio terá sido o culminar de um clima de tensão crescente entre o técnico e o diretor de futebol, Jason Wilcox, motivado sobretudo por divergências em torno da estratégia de mercado e pela perceção, da parte de Amorim, de que a sua opinião tem sido sistematicamente desvalorizada nos processos de recrutamento.
As fricções terão começado ainda no último verão, quando o ex-treinador do Sporting identificou Ollie Watkins, do Aston Villa, como prioridade absoluta para reforçar o ataque, sublinhando o facto de o avançado já estar plenamente adaptado à Premier League. Contudo, a administração acabou por optar por Benjamin Sesko, contratado ao Leipzig por uma verba a rondar os 75 milhões de euros.
Seguiu-se a insistência em Antoine Semenyo, jogador do Bournemouth, numa altura em que Amorim defendia que os cerca de 65 milhões de libras exigidos pelo clube inglês deveriam ser investidos noutras áreas consideradas mais deficitárias do plantel. O extremo, refira-se, estará agora muito próximo de rumar ao Manchester City.
A este cenário junta-se ainda a indefinição em torno de Kobbie Mainoo. O jovem médio continua integrado no plantel principal apesar de ainda não convencer plenamente o treinador português, algo que Amorim interpreta como mais um sinal de falta de confiança da estrutura no seu critério técnico.
Confira as declarações de Ruben Amorim:
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