Futebol
Antonio Conte usa exemplo de Alisson Santos para criticar Nápoles; Extremo do Sporting visado
01 Mar 2026 | 10:37
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Futebol
01 Mar 2026 | 12:07 |
Paulo Futre acredita que Sporting e Porto entram em pé de igualdade na meia-final da Taça de Portugal, recusando apontar um favorito claro. Na antevisão do encontro da primeira mão, marcada para o Estádio José Alvalade, o ex jogador sublinhou que quer "que ganhe o melhor".
P. Futre: "O Sporting foi o meu pai e a minha mãe no futebol, mas também não estava aqui se não fosse o Porto e aquilo que consegui lá. Que ganhe o melhor”
"Uma equipa pode estar muito bem e perder, outra pode não estar tão bem e ganhar. Quando o árbitro apita, tudo pode acontecer. Carrego os dois eternamente. O Sporting foi o meu pai e a minha mãe no futebol, mas também não estava aqui se não fosse o Porto e aquilo que consegui lá. Que ganhe o melhor”, disse à Agência Lusa.
O antigo extremo considera que o fator emocional pode ter influência, mas apenas em circunstâncias específicas. “Só há vantagem emocional se alguém fizer uma declaração infeliz, dizer que é melhor ou que vai ganhar facilmente. A outra equipa entra com mais raiva. Hoje isso quase já não acontece”, explicou.
P. Futre: "O Porto está bem, o Sporting também está a fazer uma grande época. Para mim é 50% para cada lado"
Quanto ao desfecho da eliminatória, Paulo Futre lembra que tudo se decide em dois jogos: “Uma meia-final joga-se em 180 minutos. O primeiro jogo é apenas a primeira parte. Mesmo que alguém seja derrotado em casa, nada fica decidido. Pode resolver-se com um lance de génio, um erro ou uma bola parada. E até pode ir a penáltis. Há quem não acredite, mas eu acredito na sorte. A estrelinha é muito importante nestes momentos. O Porto está bem, o Sporting também está a fazer uma grande época. Para mim é 50% para cada lado. Espero uma grande eliminatória e que passe o melhor”.
Apesar de te ser uma das pérolas da formação verde e branca, Paulo Futre esteve apenas uma temporada na equipa principal sénior do Sporting, realizando 29 jogos com três golos marcados na época de 1983/1984, antes de rumar ao rival azul e branco - que venceu a última partida com muita polémica à mistura.
No relatório enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, SAD verde e branca destaca que se trata da maior venda da sua história
01 Mar 2026 | 11:41 |
A transferência de Viktor Gyokeres para o Arsenal marcou de forma decisiva o primeiro semestre de 2025/26 do Sporting. No relatório enviado à CMVM, a SAD verde e branca destaca que se trata da maior venda da sua história, com um valor fixo de 65,8 milhões de euros, acrescido de até 10,3 milhões mediante objetivos, dos quais 1,3 milhões já estavam assegurados até ao final de janeiro.
À data de 31 de dezembro, cerca de 20 milhões de euros já tinham dado entrada nos cofres da SAD. Ainda assim, o documento detalha que o Clube tem mais de 45 milhões por receber dos londrinos, distribuídos por diferentes prazos: 15,468 milhões a liquidar no prazo de um ano e 31,540 milhões com vencimento superior a 12 meses.
Os 65,8 milhões fixos explicam praticamente o aumento de 68 milhões de euros nas vendas face ao período homólogo de 2024/25, o que representa um crescimento de 161%. No total, as receitas com transferências ascenderam a 110,2 milhões de euros. A SAD calcula uma mais-valia de 41 milhões com o avançado sueco - que bisou no último encontro-, revelando ainda 7,7 milhões em encargos associados à operação, nomeadamente referentes ao mecanismo de solidariedade e a uma percentagem de futura venda devida ao Coventry.
O encaixe foi acompanhado por um investimento igualmente histórico no plantel, com o objetivo assumido de atacar o tricampeonato e manter a competitividade em todas as competições. A administração liderada por Frederico Varandas indica que foram aplicados 98,9 milhões de euros na equipa em 2025/26, um aumento de 34% face ao mesmo período do ano anterior.
Com a camisola do Arsenal, Viktor Gyokeres – avaliado em 70 milhões de euros – realizou 36 jogos: 26 na Premier League, seis na Liga dos Campeões, três na Taça da Liga Inglesa e um na Taça de Inglaterra. Nos 2.344 minutos em que esteve em campo, o avançado marcou 15 golos e fez duas assistências.
Golo do triunfo dos minhotos surgiu apenas no período de compensação, através da marcação de uma grande penalidade, aos 90+6 minutos
01 Mar 2026 | 11:26 |
O Braga venceu, este sábado, dia 28 de fevereiro, em casa, do Nacional por 2-1 com um bis de Rodrigo Zalazar, jogador dos arsenalistas cobiçado pelo Sporting. O golo do triunfo dos minhotos surgiu apenas no período de compensação.
A equipa de Carlos Vicens encontrou caminho fácil até à baliza de Kaique e inaugurou o marcador logo aos 11' pelo jogador uruguaio. Aos 15', Gabri Martínez furou as redes, mas o golo acabou invalidado por falta sobre o guarda-redes dos insulares. Aos 30', Víctor Gómez colocou os guerreiros outra vez perto do 2-0, mas falhou o alvo.
O remate, no entanto, serviu para acordar o Nacional que acertou várias vezes com a bola no ferro. Antes do intervalo, má notícia para os minhotos: Barisic lesionou-se e saiu do relvado, sendo rendido por Paulo Oliveira. Na segunda parte, aos 59', após várias tentativas, Paulinho Bóia assinou o golo do empate.
O Nacional insistiu, sendo que o cabeceamento de Chucho Ramírez, aos 81', saiu ao lado. O Braga pediu penálti aos 88' e 90', primeiro por falta sobre Zalazar na área, e depois, por mão na bola de Matheus Dias. Este último foi concedido e o 'camisola 10', aos 90'+6', não falhou.
Em 2025/26, Rodrigo Zalazar - avaliado em 20 milhões de euros - soma 20 golos e cinco assistências ao longo de 37 partidas com 2.668 minutos de utilização. O médio foi o responsável pelo empate do Braga frente ao Sporting (1-1), em Alvalade, ao ter marcado uma grande penalidade já em período de descontos.
Ex-juiz internacional analisou alguns dos principais casos da 24.ª jornada da Liga Portugal Betclic, nomeadamente um lance capital no jogo dos dragões
01 Mar 2026 | 10:56 |
Iturralde González, ex juiz internacional, considerou não existir qualquer infração na grande penalidade marcada ao Porto frente ao Arouca, numa altura em que o marcador estava empatado (1-1). O especialista entende que não há motivo para a marcação de falta.
Iturralde: "Não é suficiente para penálti"
"Na minha opinião, não há penálti. Não é suficiente para penálti. Mas eu creio que o que o árbitro vê, e o que ele apita em campo, é que o jogador do Porto vai rematar à baliza e o jogador do Arouca mete a perna para não o deixar rematar e atinge-o. É o que o árbitro vê no campo e por isso apita penálti, e o VAR aceita a decisão. É muito uma questão de interpretação", começou por dizer ao jornal 'Record'.
Iturralde: "Vejo que os dois vão à bola e é apenas um contacto de futebol"
O antigo árbitro explicou a decisão: "Para mim é uma jogada em que um jogador vai rematar e o outro vai tentar aliviar a bola. É uma disputa de bola e, para mim, é um contacto de futebol. O jogador do Arouca não faz nada para derrubar o jogador do Porto. Mas, como eu costumo dizer, estas são daquelas jogadas onde não há verdades absolutas. Eu compreendo o que o árbitro interpreta: que o jogador do Porto vai rematar e o outro mete a perna sem querer disputar a bola apenas para impedir o remate e rasteirá-lo. Mas eu não vejo assim. Vejo que os dois vão à bola e é apenas um contacto de futebol. Eu não marcaria penálti", referiu.
Já no encontro entre Sporting e Estoril (3-0), num lance entre Luis Suárez e Felix Bacher na área dos leões, Iturralde González diz não haver qualquer infração por parte do avançado leonino: "Há um pequeno pisão, um ligeiro pisão, mas é na procura da bola e ele não tem mais espaço para onde pisar. É que não pode pisar noutro lado. O que está à frente não vê quem está atrás, nem nada".
O ex juiz fala em "azar" do colombiano: "É uma ação que eu diria ser azar do jogo. Mas é em busca do espaço. Não é que o pise numa disputa de bola, que chegue tarde nem nada. Ou seja, ele está atrás, não vê quem ali está e o defesa que está à frente não pode pisar noutro sítio. Não é um pisão para se marcar penálti ou falta. Outra coisa seria eu ir disputar a bola, chegar tarde e pisar-te. Aí sim, já estou a assumir um risco. Mas aqui ele não podia pisar noutro sítio, sem saber sequer quem estava atrás".
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