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Extra Sporting
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Extra Sporting; Julio Iglesias afastou-se dos holofotes para viver de forma recatada. No entanto, parece que já não é esse o cenário em relação à saúde de Iglesias, e que agora as informações serão tidas como verdadeiras. O artista estará, alegadamente, a sofrer de "doença grave", e praticamente "imóvel" da cintura para baixo.
De acordo com a revista 'Vidas', foi o amigo Carlos Herrera quem contou tudo, no programa de rádio 'Poniendo las Calles': o cantor padece de uma doença grave que o fragiliza e lhe reduz consideravelmente a mobilidade. Trata-se de um osteoblastoma, tumor benigno que "afeta a coluna vertebral e que, aos 81 anos, reduz consideravelmente a qualidade de vida do artista", que já chegou a dizer que, da cintura para baixo, é como "se tivesse 500 anos".
O cantor espanhol, cuja vida deverá inspirar, em breve, uma série biográfica na Netflix, refere-se também, é submetido a "sessões diárias de fisioterapia", para que mantenha "as pernas tão operacionais quanto possível", mas não consegue contrariar a doença.
Apesar das sessões diárias de fisioterapia, que têm como objetivo manter as pernas o mais funcionais possível, a doença tem-se revelado implacável. No entanto, segundo o amigo do cantor, este continua com o seu espírito inabalável e não perde o sentido de humor, assegurando que, da cintura para cima, está "fantástico".
Os médicos garantem que este problema não tem qualquer relação com o grave acidente de viação que o cantor sofreu aos 20 anos. Na altura, Iglesias ficou praticamente paralisado durante ano e meio, o que colocou um ponto final no seu sonho de ser jogador do Real Madrid. Mas foi precisamente nessa fase difícil que descobriu a música e deu início a uma das carreiras mais bem-sucedidas da indústria.
Tragédia aconteceu num "terreno privado, onde três pessoas se encontravam a cortar eucalipto"; Óbito do homem de 79 anos foi declarado no local
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Extra Sporting; Um homem morreu, este sábado, dia 29 de março, quando foi atingido por uma árvore que estava a cortar, no concelho de Cantanhede, informaram à Lusa fontes da Proteção Civil e da GNR, de acordo com o Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana de Coimbra.
O acidente aconteceu num "terreno privado, onde três pessoas se encontravam a cortar eucalipto". Uma das árvores acabou por cair em cima de um homem de 79 anos, cujo óbito foi confirmado no local, referiu a GNR. O Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil de Coimbra informou que o alerta para o acidente foi dado pelas 08h25, na localidade de Venda Nova, na freguesia do Bolho.
No local estiveram três viaturas dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, a GNR e a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do hospital de Coimbra. A mulher da vítima terá chegado cinco minutos antes, assistiu a tudo e foi ela que em desespero com os gritos alertou os outros dois homens, avança o 'Notícias de Coimbra'.
Jorge Almeida, amigo da vítima, conta que soube da informação através de um vizinho e logo se dirigiu para o local. O mesmo revela ainda que o idoso morava em Venda a Nova, perto da Serração. Uma carrinha funerária procedeu à recolha do corpo do idoso.
“Andavam a deitar madeira abaixo. O senhor estava a ver e foi atingido por um eucalipto”, explicou ao 'Diário das Beiras', José Oliveira, comandante dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede (BVC). A equipa de psicólogos do INEM foi também acionada, “para dar apoio à família”, acrescentou o comandante.
Primeiro-ministro português esteve no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, durante sete horas, e já esclareceu o que o levou à unidade em causa
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Extra Sporting: Luís Montenegro esteve internado na última sexta-feira, 28 de março, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, situação que durou cerca de sete horas e que só foi justificada mais tarde, no momento da saída do primeiro-ministro desta unidade.
O primeiro-ministro, já no interior do carro que o levou de volta a casa, falou com os jornalistas e esclareceu o que aconteceu, sem fugir a um tom alegre e divertido: "Está tudo bem, foi um episódio de arritmia cardíaca, uma questão que me aflige de quando em vez, muito esporadicamente".
Na rede social X, antigo Twitter, algumas horas depois, Montenegro voltou a dar justificações ao país sobre o sucedido, aproveitando, ainda, para deixar elogios ao Serviço Nacional de Saúde: "É com tranquilidade que estou a caminho de casa para descansar no fim de semana, depois de uma passagem pelo Hospital de Santa Maria, onde tratei um episódio de arritmia cardíaca. Mais uma vez testemunhei a excelência do atendimento médico e a competência dos profissionais do SNS. Muito obrigado a todos e aproveito para agradecer também as muitas mensagens de carinho que recebi".
A imprensa nacional dá conta, ainda, de que o regresso ao trabalho do político está previsto para a próxima segunda-feira, 31 de março, e que o primeiro-ministro já se encontra recuperado e pronto para assumir, de novo, todos os seus compromissos.
Vale lembrar que esta situação mais delicada acontece poucas semanas depois do Parlamento ter rejeitado, no último dia 11 deste mês, uma moção de confiança que ditou a queda do governo minoritário de centro-direita do primeiro-ministro Luís Montenegro. As novas eleições estão agora marcadas para o próximo dia 18 de maio.
Leia, abaixo, a partilha feita por Luís Montenegro na rede social X:
Terramoto no sudeste asiático tem causado um autêntico rasto de destruição, com várias vítimas mortais e muitas pessoas ainda desaparecidas
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Extra Sporting: Na manhã de sexta feira, dia 28 de março, um terramoto causou o caos no sudeste asiático. O sismo na Tailândia, com epicentro a 16 km a noroeste da cidade birmanesa de Sagaing, perto da cidade de Mandalay, deixou o país em alvoroço.
O desastre natural teve magnitude de 7,7. Para além da Tailândia, o sismo foi sentido em múltiplos países, nos quais se incluem: China, Tailândia, Bangladesh, Índia e Laos, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
No local, o risco de sismos é uma realidade: Myanmar está localizado muito perto de uma zona de grande atividade tectónica. Tal acontece devido à pressão entre a placa do subcontinente indiano, a sul, e a placa euro-asiática, a norte. No entanto, o terramoto que se sentiu esta sexta feira tem uma das maiores magnitudes já registadas. Em 2016, outro desastre natural tinha assolado a zona, na altura com magnitude de 6,8.
Poucos minutos depois do sismo, sentiu-se na Tailândia uma réplica com 6,4 de magnitude. Estes dois fenómenos causaram um rasto de destruição, marcado pela queda de pontes, prédios, e todo o tipo de infraestruturas.
O número de mortos e desparecidos está em constante atualização, e continua a crescer. Pelo menos três pessoas morreram devido à queda de um prédio, e cerca de 20 devido ao desabamento de uma Mesquita.