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Futebol

NÃO CHEGA JÁ? ALÉM DE ARSENAL E BARCELONA, GYOKERES TEM MAIS DOIS CLUBES A TENTAR TIRÁ-LO DO SPORTING

Temporada soberba valem lote de interessados ao avançado sueco, que está feliz em Alvalade

Leonino - Onde o Sporting é notícia
Leonino - Onde o Sporting é notícia

27 Jul 2024 | 15:30 | Por Redação

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Viktor Gyokeres não pára de arrecadar pretendentes depois de uma temporada soberba. Desta feita, Tottenham e Liverpool juntaram-se à corrida pelo avançado do Sporting, fazendo frente ao Arsenal - para já o melhor colocado para contratar o sueco, como noticiou, em Exclusivo o Leonino - e ao Barcelona.


A informação está a ser avançada pelo portal Football Insider, garantindo que, tanto os spurs como os reds têm o ponta de lança muito bem referenciado para a próxima temporada. O Chelsea também tem o nome do craque em lista, mas está num patamar bem mais abaixo.


A mesma fonte refere, no entanto, que a cláusula de rescisão do internacional pela Suécia é "demasiado alta" para os clubes da Premier League e que, o mais provável, é continuar no Sporting, a menos que a Direção de Frederico Varandas aceite baixar o valor negocial do futebolista.


Em 2023/24, ao serviço do Sporting, Viktor Gyokeres – avaliado em 65 milhões de euros – fez 48 encontros realizados (3.957 minutos), 41 golos e 14 assistências, sendo uma das grandes figuras da turma de Rúben Amorim. O avançado tem contrato com os leões até junho de 2028 e a maior cláusula de rescisão do plantel, fixada na ordem dos 100 milhões de euros.

Inicialmente, Sporting pagou 20 milhões, mais 4 por objetivos e custos de intermediação, por Viktor Gyokeres. Contas feitas, ao dia de hoje, o ponta de lança já custou 24,8 milhões aos cofres leoninos, sendo que existem, ainda, 3 milhões em objetivos por alcançar, o que pode atirar o investimento no internacional pela seleção da Suécia para bem perto dos 30 milhões de euros (27,8).



Futebol

Paulo Fonseca orientou 1.º treino no Sporting com duas baixas

Treinador foi apresentado na última quarta-feira e hoje já começou a preparar oficialmente a 11.ª jornada da Liga Portugal Betclic, frente ao Moreirense

Paulo Fonseca orientou, esta quinta-feira, o primeiro treino como treinador dos leões. Debast e Nuno Santos foram baixas. Fotografia de Sporting CP
Paulo Fonseca orientou, esta quinta-feira, o primeiro treino como treinador dos leões. Debast e Nuno Santos foram baixas. Fotografia de Sporting CP

05 Nov 2026 | 16:57 | Por

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Paulo Fonseca orientou, esta quinta-feira, o primeiro treino como treinador do Sporting, um dia depois de ter sido oficialmente apresentado em Alvalade. A sessão decorreu na Academia Cristiano Ronaldo, em Alcochete, já com a preparação da receção ao Moreirense, marcada para sábado.


O novo técnico leonino encontrou um grupo de jogadores bem disposto, numa sessão marcada também pelos aplausos de Paulo Fonseca ao longo dos trabalhos. O encontro da 11.ª jornada coloca no caminho do Sporting o atual nono classificado da Liga, que soma 11 pontos, fruto de três vitórias, dois empates e cinco derrotas.


Ainda sem subir ao relvado continuam Zeno Debast e Nuno Santos. O defesa belga prossegue a recuperação de queixas musculares, mantendo-se afastado do trabalho com os restantes companheiros nesta fase inicial de Paulo Fonseca à frente dos verdes e brancos.


Nuno Santos encontra-se na fase final do plano de fortalecimento físico, depois de uma paragem prolongada devido à rotura total do tendão rotuliano do joelho direito sofrida em outubro de 2024. O ala foi submetido a cirurgia e tem vindo a cumprir um processo de recuperação de longa duração.

O Sporting volta a treinar na manhã de sexta-feira, novamente na Academia, antes da estreia oficial de Paulo Fonseca no banco leonino. Às 13h00, o treinador fará a conferência de imprensa de antevisão ao duelo com o Moreirense, primeiro compromisso desde que assumiu o comando técnico dos leões.



Futebol

Associado ao Sporting, Sérgio Conceição pode assumir 8.º classificado da Serie A

Treinador português foi um dos nomes apontados aos verdes e brancos antes de Paulo Fonseca assumir oficialmente o comando técnico

Sérgio Conceição pode estar perto de regressar ao ativo, após ter sido associado ao Sporting. Treinador é aponta ao Nápoles, 8.º lugar da Serie A
Sérgio Conceição pode estar perto de regressar ao ativo, após ter sido associado ao Sporting. Treinador é aponta ao Nápoles, 8.º lugar da Serie A

05 Nov 2026 | 16:15 | Por Redação

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Sérgio Conceição pode estar perto de regressar ao ativo, depois de ter sido associado ao Sporting como possível sucessor de Rui Borges. O treinador português, atualmente livre no mercado, surge agora como um dos nomes fortes para assumir o comando do Nápoles caso Massimiliano Allegri deixe o cargo.


Segundo o jornalista Santi Aouna, Aurelio De Laurentiis aprecia bastante o perfil de Sérgio Conceição e vê no português uma solução séria para o futuro. O treinador já esteve, de resto, muito perto de assumir o Nápoles em duas ocasiões anteriores, primeiro em 2021 e depois em 2023.


O interesse surge numa altura em que Conceição mantém a intenção de regressar apenas para um projeto que lhe permita competir ao mais alto nível. De acordo com informação avançada pelo ‘Bola na Rede’, o técnico quer aguardar por uma oportunidade numa das cinco principais ligas europeias, cenário em que o Nápoles encaixa perfeitamente.


Sérgio Conceição também esteve recentemente muito associado ao Fenerbahçe, mas as negociações não chegaram a bom porto. Entretanto, o nome do treinador foi igualmente relacionado com o Sporting durante o processo que acabou por levar Paulo Fonseca até Alvalade.

Livre para escolher o próximo passo da carreira, Sérgio Conceição poderá assim encontrar em Nápoles uma oportunidade alinhada com aquilo que procura. Para já, tudo dependerá do futuro de Massimiliano Allegri, que comanda o emblema italiano desde julho de 2026.


Confira a publicação:


Futebol

Editor d’A Bola questiona projeto de Varandas no Sporting: "E se se chamava Ruben Amorim?"

Jornalista deixou um texto de opinião sobre a gestão do Presidente dos verdes e brancos desde a saída do atual técnico do Milan de Alvalade

Francisco Vaz de Miranda, editor executivo do jornal A Bola, deixou várias críticas à gestão de Varandas após saída de Amorim. Fotografia de Sporting CP
Francisco Vaz de Miranda, editor executivo do jornal A Bola, deixou várias críticas à gestão de Varandas após saída de Amorim. Fotografia de Sporting CP

05 Nov 2026 | 15:43 | Por Redação

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Francisco Vaz de Miranda, editor executivo do jornal A Bola, deixou várias críticas à condução do futebol do Sporting após a saída de Rui Borges e a chegada de Paulo Fonseca. Num texto de opinião intitulado “Sporting: e se o projeto se chamava Ruben Amorim?”, o jornalista questiona sobretudo a coerência de Frederico Varandas na gestão do comando técnico depois da saída do atual treinador do Manchester United.


Francisco Vaz de Miranda: "E se o projeto se chamava Ruben Amorim?”


O responsável editorial recorda que, a 21 de setembro, Varandas garantiu que o lugar de Rui Borges “nunca esteve em causa” e questionou o que seria do presidente do Sporting se decidisse em função da contestação. Para Francisco Vaz de Miranda, as derrotas com LASK Linz e Académico de Viseu acabaram por precipitar um cenário que já vinha a desenhar-se, criticando a falta de apoio público ao treinador: “Se Varandas mantinha toda a fé em Borges, porque o deixou ser queimado em lume brando ao longo de quase três semanas sem nada dizer?”.


O jornalista aponta também para a profunda remodelação do plantel como uma das causas da quebra da equipa. Recorda as saídas de Ousmane Diomande, Morten Hjulmand, Francisco Trincão e Pote e entende que o Sporting se tornou “mais físico e vertical e menos pensador”, perdendo também referências de liderança. Na sua análise, mudar tantos elementos de uma só vez ajudou a explicar a dificuldade dos leões em reagirem perante momentos de adversidade.

Francisco Vaz de Miranda: "Rui Borges foi o penso rápido que segurou a equipa e a levou à dobradinha"


Francisco Vaz de Miranda estabelece depois uma comparação com o período de Ruben Amorim, defendendo que, nessa altura, existia uma ideia clara e um caminho definido, mesmo durante as fases negativas. João Pereira é descrito como um “erro de casting” e Rui Borges como “o penso rápido que segurou a equipa e a levou à dobradinha”, valorizando a decisão de recuperar o modelo anterior para dar continuidade ao que funcionava.

Apesar de reconhecer que Rui Borges também poderia ter comunicado melhor em alguns momentos, o autor considera que o processo da sua saída foi mal conduzido. “Deixá-lo sem amparo e sozinho contra os lobos não foi bonito”, escreve, antes de olhar para Paulo Fonseca como uma escolha decisiva para ambas as partes: o Sporting procura recuperar terreno na luta pelo título, enquanto o novo treinador, aos 53 anos, tenta provar que pode também ter sucesso num projeto de máxima exigência.


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