Futebol
Rui Borges comenta nova lesão de jogador do Sporting: "Pode ter alguma gravidade"
06 Jan 2026 | 23:17
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26 Dez 2019 | 17:00 |
Bruno Fernandes recebeu o Record de Ouro e deu uma longa entrevista a este jornal desportivo português. O capitão do Sporting CP falou de todos os assuntos, desde a possibilidade de sair do Clube ao momento atual do futebol leonino.
“Para mim, receber este prémio é um orgulho e estar no topo da pontuação que é dada jogo a jogo e ano a ano é igualmente um orgulho muito grande. Vou continuar a trabalhar para repetir todos os prémios que tenho recebido ao longo das últimas épocas”, disse o jogador sobre o prémio recebido.
O número 8 verde e branco falou também sobre a possibilidade de ir para o Tottenham, tendo dito também que recebeu propostas de clubes espanhóis, franceses, ingleses e chineses.
“No verão achei que poderia sair, acreditei que era um bom momento. Fiz a melhor época da minha carreira até hoje e depois da Liga das Nações havia muitos contatos, principalmente do Tottenham. Foi o clube que mais me quis e o único com o qual aceitei falar, porque houve outros cujo projeto não era de acordo com as minhas expetativas. O Tottenham enquadrava-se em tudo o que queria naquele momento. Não sei qual foi o budget que deram ao mister Mourinho, nem estou a par do que quer, mas a verdade é que o interesse do Tottenham era o interesse do treinador que já não está lá. O Real Madrid, ao longo destes anos todos, é o melhor clube do mundo, os títulos falam por si. A resposta é óbvia e fácil, claro que interessa a qualquer jogar, dificilmente alguém rejeita representar um clube como o Real Madrid. Pelo que sei, houve interesse, mas não de todas as partes”, referiu.
Sobre a sua renovação, Bruno Fernandes diz que o Sporting CP poupou muito dinheiro.
“Transparece para fora que o Sporting CP está a viver um momento negativo, a nível financeiro e as pessoas interrogavam-se como era possível a renovação [do meu contrato]. Foi isso que quis explicar. Toda a gente falava que o Bruno ganhava 1,2 milhões de euros e passou a ganhar 2 milhões de euros [por época]. É uma diferença de 800 mil euros que, para o Sporting, são 1,6 milhões por ano brutos. O Sporting CP teria de pagar 5 milhões, que seriam 10 milhões brutos, o Sporting CP ficou a ganhar e bastante com a minha renovação. O Sporting CP deu-me muito. A maneira de um jogador retribuir é sempre difícil, porque depende dos resultados que temos em campo. Senti que, por aquilo que o Sporting me tem vindo a dar ao longo dos tempos, era certo da minha parte fazê-lo”, explicou.
Bruno Fernandes abordou também o facto de terem existido três treinadores em pouco tempo no Sporting CP.
“Mexeu com a equipa termos três treinadores num curto espaço de tempo e cada um com uma ideia diferente de jogo. O mister Keizer era um treinador que gostava de jogar por dentro. O mister Leonel era jogar por fora e mudou a tática. O mister Silas também chegou e mudou a tática, para aproveitar as suas ideias. Fizemos várias alterações para o treinador perceber qual a tática que se adequava mais aos jogadores. O mister também trouxe mais calma, no sentido de jogo jogado, gosta de ter bola”, contou.
Por fim, o jogador falou sobre o futuro do campeonato.
“Todos os jogos daqui para a frente são tudo ou nada. A diferença pontual é muito grande e não temos margem para erros. Eles [Benfica e FC Porto] têm. O FC Porto não tem muita porque já está a quatro pontos do Benfica e interessa-lhe continuar a quatro, mas nós não temos outra opção senão ganhar daqui para a frente porque a nossa margem de erro é muito pequena devido a erros que cometemos no passado com outras equipas que agora têm de ser colmatados com os jogos contra os grandes e também contra os 'não-grandes. Há que alimentar sempre essa esperança. Não nos temos de preocupar com os de trás, quanto mais nos preocuparmos com os de trás menos nos vamos preocupar com os da frente. O importante agora é tentar recuperar pontos aos da frente, independentemente de podermos ou não ultrapassar algum deles, temos de acreditar que conseguimos e tentar fazer o melhor para ficarmos o mais perto possível deles", terminou o capitão verde e branco.
Verdes e brancos vão permitir a saída de um dos portugueses do plantel principal e o seu próximo destino parece já estar definido
07 Jan 2026 | 03:00 |
Henrique Magalhães pode vir a deixar o Sporting no final da temporada 2025/26 e já tem destino praticamente definido, sabe o Leonino. Apesar de ter estendido a sua ligação com o Clube de Alvalade em outubro deste ano, a estrutura pretende continuar a renovar o plantel de hóquei em patins e o jogador deverá prosseguir a sua carreira na Oliveirense.
A verdade é que, segundo fonte próxima do processo contou ao nosso Jornal, o internacional português, de 34 anos, esteve até para se despedir do Sporting no final da época transata, mas as saídas de pesos pesados - como Ângelo Girão, Matías Platero, João Souto e Toni Pérez -, fizeram com que os verdes e brancos aguardassem, para que a formação dos leões não perdesse todas as suas referências e jogadores com mais experiência.
Apesar de continuar a ser opção regular para Edo Bosch, os leões acreditam que o trajeto de Henrique Magalhães em Alvalade está no fim e até tem o seu substituto definido. Assim sendo, o jogador poderá regressar a uma casa que bem conhece - aliás, esteve duas temporadas na Oliveirense antes de assinar com o Sporting pela segunda vez.
Na última temporada, o hoquista português realizou 45 partidas oficiais, onde registou um total de nove golos. No Sporting desde 2021/22, Henrique Magalhães já conquistou mais de uma dezena de títulos, entre os quais duas Ligas dos Campeões, um Campeonato Nacional e um Mundial de Clubes.
O Clube de Alvalade volta a entrar em campo na próxima quinta-feira, dia 8 de janeiro, novamente frente ao Benfica. O encontro diante da turma liderada por Edu Castro, a contar para a quarta jornada da Liga dos Campeões, jogar-se-á às 16h00, no Pavilhão João Rocha.
Treinador do Clube de Alvalade analisou derrota com o Vitória de Guimarães (2-1) e consequente eliminação da Taça da Liga
07 Jan 2026 | 00:00 |
Rui Borges analisou a derrota com o Vitória de Guimarães (2-1) e consequente eliminação da Taça da Liga. O treinador lamentou a eliminação do emblema verde e branco, mas acredita que o Clube de Alvalade ainda vai ser muito feliz até ao final da presente temporada desportiva.
R. Borges: "Ainda falta muito, há muitos pontos em disputa, e temos de fazer uma segunda volta ainda melhor do que a primeira"
"Vamos tentar lutar por tudo aquilo que ainda podemos, a Taça de Portugal e o campeonato. Ainda falta muito, há muitos pontos em disputa, e temos de fazer uma segunda volta ainda melhor do que a primeira. Quem vai à frente está a fazer um campeonato fora do normal. Estamos focados e concentrados naquilo que queremos. Queremos muito disputar a final da Taça de Portugal, tal como queríamos disputar esta, mas temos de dar o mérito ao adversário, que acreditou sempre".
O treinador justificou a derrota: "Nós fomos perdendo alguns ressaltos, algumas bolas, é notório que em termos coletivos não temos tanta energia e, aqui e ali, não fomos tão competentes em alguns lances. É natural que os adeptos não estejam contentes, porque este Clube quer estar sempre na disputa dos títulos e hoje não conseguimos. A tristeza é deles e é nossa".
R. Borges: "Temos apenas de perceber como controlar melhor a fase final dos jogos, mesmo com este cansaço acumulado"
Rui Borges nega que tenha faltado atitude aos seus pupilos: "Não, não, nada disso. Podíamos ter feito o 2-0 e não fizemos, tal como com o Gil Vicente. Temos apenas de perceber como controlar melhor a fase final dos jogos, mesmo com este cansaço acumulado".
Relativamente às alterações tácticas, após lesão de Fotis Ioannidis, o técnico explicou: "A capacidade individual de cada um é diferente. Metemos o Francisco Trincão para dentro, um pé esquerdo, e metemos um pé direito a jogar largura, o que não é o nosso hábito, mas o Alisson dá-nos o um para um no corredor. Faltou-nos talvez o ataque à profundidade que o Fotis nos dá, porque o Trincão é um jogador de apoio, mas em termos tácticos nada mudou, apenas aquilo que cada um dá à equipa".
Técnico mostrou-se desiludido com o desaire e confirmou lesões de futebolista do emblema verde e branco para duelo diante do Casa Pia
06 Jan 2026 | 23:45 |
Depois do afastamento nas meias-finais da Taça da Liga, Rui Borges esteve presente na sala de conferências do Estádio Dr. Magalhães Pessoa para fazer a análise à partida frente ao Vitória de Guimarães (derrota por 2-1). O técnico mostrou-se desiludido com o desaire e confirmou as lesões de Eduardo Quaresma e Fotis Ioannidis para o próximo jogo do Sporting.
R. Borges: "Por mais otimistas que sejamos, custa ver tanta gente de fora, lesionada"
"É difícil. É algo que parece de estudo. Hoje pela primeira vez sinto e acredito que a equipa sinta também: por mais otimistas que sejamos, custa ver tanta gente de fora, lesionada. Não serve de desculpa, atenção, num jogo onde podíamos ter feito o 2-0, mas o adversário acaba a acreditar no tempo de compensação e é feliz. Apenas isso", começou por dizer.
O técnico acredita que a equipa vai reagir: "A pressão é diária no Sporting, independentemente de conseguirmos ou não os objetivos e resultados. A pressão é a de ser melhor e ganhar. Mais do que os resultados, acredito que tudo aquilo que tem acontecido mexa com os jogadores. Nós, como equipa técnica, temos de encontrar forma de os levantar. Temos de seguir e focar naquilo que falta jogar na época: falta a segunda volta inteira e temos de fazer melhor do que na primeira, porque só assim podemos alcançar os nossos objetivos".
R. Borges: "A minha maior tristeza é sair daqui hoje sem dois jogadores para o próximo jogo"
Rui Borges recusa refugiar-se nas lesões para justificar a eliminação: "Não são as lesões musculares que têm afastado os jogadores. Por mais que seja otimista e não me agarre a isso, a minha maior tristeza é sair daqui hoje sem dois jogadores para o próximo jogo. Chega a um ponto em que é impossível não o sentirmos. Mas não temos assim tantas lesões musculares quanto isso. São sobretudo traumáticas, coisas que acontecem e temos de seguir caminho".
O treinador confessou algum desgaste nos jogadores e aborda ida ao mercado: "Há cansaço acumulado, sente-se isso e hoje notou-se na energia coletiva. Tanta lesão devia ser um caso de estudo. É inacreditável, não sei o que mais nos pode acontecer. Novos jogadores? O Sporting vive da formação e se tivermos de nos agarrar a eles, vamos fazê-lo. Não podemos ir 'assim' ao mercado, senão daqui a dois meses temos quarenta jogadores para treinar. Temos de ser cautelosos e avaliar se há alguma necessidade específica, mas à formação vamos agarrar-nos sempre", apontou.