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Varandas dá estouro em Montenegro; Líder do Sporting mete primeiro-ministro no bolso e arrasa Porto
10 Out 2026 | 09:47
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13 Out 2020 | 14:36 | Por Redação
Em mais um momento de intervenção no Sporting Grande Jornal, na Sporting TV, na passada noite de segunda-feira (12 de outubro) Miguel Braga, responsável de comunicação do Clube, comentou o facto de um grupo de Sócios apresentou a Rogério Alves requerimentos, tendo em vista a realização de Assembleias-Gerais (AG’s) Extraordinárias, com o objetivo de se realizar uma AG Destitutiva.
O porta-voz leonino deixou várias críticas, dizendo que foram cinco os pedidos apresentados. Além disso, Miguel Braga comentou a pressão que tal constitui no Conselho Diretivo (CD) e ainda os prazos da Mesa da Assembleia-Geral (MAG) para responder aos pedidos dos Sócios.
“Dificuldade enorme” em aceitar este CD
“Não tinham um, não tinham dois, não tinham três, não tinham quatro, mas tinham cinco pedidos de Assembleias-Gerais (AG). As pessoas têm que, mais uma vez, perceber que o Sporting CP já teve seis AG’s desde que esta Direção foi eleita. Se recuarmos até 2018, acho que já são dez, pelo meio já tivemos o pedido de uma 11.ª que não foi aceite pela Mesa da Assembleia-Geral (MAG). Não foi aceite porque lhes deu na cabeça, foi fundamentada e pública a sua resposta e, até hoje, não deu entrada em qualquer tribunal ou em qualquer instância judicial, um processo a fazer queixa dessa mesma decisão.
Andamos sempre à volta e chegamos sempre ao mesmo lugar. Existe uma fação do Sporting CP que tem uma dificuldade enorme de aceitar os resultados das últimas eleições. Gostavam de lá ter outro presidente, outro treinador, outro diretor desportivo e gostavam também de ter outra pessoa aqui, mas a verdade é que são estes que eles têm e, em vez de aceitarem e trabalharem e lutarem pelo bem do Clube, apoiarem as suas equipas constantemente, não”.
“Ódio que estas pessoas têm ao Presidente do Sporting CP é muito maior ao amor que eles têm ao Clube”
“O atual estado de pandemia em que a última AG foi feita, com medidas altamente restritivas relativamente à distância entre as pessoas, ao facto de não poder haver a chamada discussão dos itens, no meio disto tudo, ainda temos um grupo de Sócios, encabeçado pelo Sócio 85 mil do Sporting CP, um Sócio novo. Portanto, este Sócio novo, o grande contributo que quer dar ao Clube é a convocação de cinco AG’s. Acho que isto dá vontade de rir e que os nossos rivais ficam a rir à gargalhada com este tipo de assuntos.
Ao ver o Clube envolvido nestes atos constantes, continuo a achar que o ódio que estas pessoas têm ao Presidente do Sporting CP é muito maior ao amor que eles têm ao Clube”.
MAG responde em novembro
“Foi acordado pelas pessoas em questão que, agora, a MAG precisaria de seis semanas para analisar os cinco pedidos, todas as assinaturas correspondentes, etc. Foi tudo feito às claras, foi dado este prazo e em finais de novembro a MAG vai pronunciar-se sobre estes pedidos”.
Pressão sentida em Alvalade
“É uma pressão constante que existe porque está consagrado nos nossos estatutos. Temos de perceber que, no nosso universo de 100 mil pessoas, 100 pessoas, se tiverem dez votos cada um, podem estar constantemente a pedir AG’s. Isto parte dos estatutos ou na interpretação abusiva que existe em certo setor do Sporting CP desses mesmos estatutos. Mas se lessem mais um bocadinho dos estatutos, veriam que mais abaixo estão os deveres dos Sócios para com o Conselho Diretivo (CD). Essa parte devem ter apagado dos seus estatutos e entendem só ler esta que, infelizmente, permite isto e que, a génese desta discussão vai dar sempre ao facto de este CD gostar de implementar o i-Voting, que teria de ir a AG ser votado por todos os Sócios, mas a grande questão passa por percebermos que há certos mecanismos que nos vão permitir não estar reféns deste tipo de coisas. No fim do dia, este tipo de ação serve os propósitos do SL Benfica e do FC Porto, muito mais do que serve os do Sporting CP.
Se isto de repente faz lei no Sporting CP, imaginem ter um Clube que de mês a mês tem Sócios a entregarem pedidos de AG’s destitutivas. Acho que é uma loucura e que se devia pensar um bocadinho nos atos antes de os fazer desta maneira”.
Números revelam diferenças significativas entre as quatro principais sociedades desportivas, com leões a destacar-se pelo montante pago ao Presidente
25 Out 2026 | 17:32 | Por Redação
Frederico Varandas recebeu 776.500 euros brutos na época 2025/26, entre remuneração fixa e variável, superando o valor atribuído a toda a administração do Porto. Os números revelam diferenças significativas entre as quatro principais sociedades desportivas, com o Sporting a destacar-se pelo montante pago ao Presidente.
O dirigente máximo leonino recebeu 300 mil euros de remuneração fixa e 476 500 euros de componente variável. Face a 2021/22, o valor representa um aumento de 252,2%, equivalente a mais 556 mil euros. Só no último exercício, a remuneração de Varandas cresceu 99,1%, ficando perto do total pago a todos os administradores da Benfica SAD.
No Benfica, o conjunto da administração recebeu 790.975 euros, apenas mais 14.475 euros do que Varandas auferiu individualmente. Rui Costa prescinde de remuneração da sociedade, tal como André Villas Boas no Porto. No Dragão, os encargos com a administração diminuíram 74,9% face a 2022, quando Pinto da Costa liderava o clube. Em 2022/23, o antigo presidente recebeu 1,152 milhões de euros, incluindo 480 mil euros em gratificações.
Já em Braga, a administração recebeu 1.625.697 euros, um aumento de 140,9% face ao exercício anterior. A Comissão Executiva concentrou 1 594 347 euros, contra 596 936 euros no ano precedente. No entanto, o relatório não discrimina os montantes recebidos por cada administrador nem distingue as componentes fixas e variáveis, pelo que não é possível apurar quanto recebeu individualmente António Salvador.
A comparação evidencia diferenças na transparência dos relatórios e nos modelos de remuneração das administrações. O Sporting apresenta informação individualizada sobre salários e prémios, enquanto Benfica e Porto incluem incentivos ligados ao desempenho desportivo e financeiro sem o mesmo nível de detalhe. No caso do Braga, a ausência de discriminação individual impede uma comparação direta entre o vencimento de Salvador e o dos restantes presidentes.
Associados estiveram reunidos este domingo, 11 de outubro, na reunião magna, realizada no Multidesportivo do Estádio José Alvalade
11 Out 2026 | 22:35 | Por Redação
Os sócios do Sporting aprovaram o relatório e contas relativo à temporada 2025/26, com 86,02% dos votos favoráveis, na Assembleia Geral ordinária e extraordinária realizada este domingo. A reunião magna ficou também marcada pela rejeição do recurso de Tiago Vila Nova, cuja suspensão disciplinar de 20 meses, aplicada pelo Conselho Fiscal e Disciplinar, se mantém.
Dos 568 associados que se deslocaram para votar, num total de 3722 votos, 86,02% manifestaram-se a favor do relatório e contas do último exercício financeiro. Em sentido contrário, 11,61% votaram contra o documento apresentado, que acabou por receber uma aprovação expressiva dos sportinguistas.
O segundo ponto da ordem de trabalhos dizia respeito ao recurso interposto por Tiago João do Carmo Vila Nova contra a sanção disciplinar que lhe foi aplicada pelo Conselho Fiscal e Disciplinar. Neste caso, 60,48% dos votos foram contra a revogação da suspensão, enquanto 32,80% se pronunciaram a favor. A decisão dos associados confirmou, assim, a manutenção do castigo de 20 meses.
O caso remonta a 29 de março de 2025, antes do encontro entre Sporting e Estrela da Amadora, nas imediações do Estádio José Gomes, na Reboleira. O associado foi alvo de um processo disciplinar na sequência de uma tentativa de agressão a um agente da polícia, alegadamente com uma cabeçada.
Já Pedro Almeida Cabral, Presidente da Mesa da AG, fez um balanço positivo, destacando a participação dos associados e o diálogo com os órgãos sociais. "Foi um dia de Sporting, em que os Sócios puderam participar na Assembleia Geral, colocando questões aos Órgãos Sociais, em especial ao Conselho Diretivo e ao Conselho Fiscal e Disciplinar e a Assembleia decorreu de forma ordeira, pacífica, livre e democrática. Acho que, quando as Assembleias Gerais decorrem desta maneira, só podemos esperar que o Clube fique prestigiado e que os seus valores sejam mais uma vez engrandecidos", sublinhou.
Presidente marcou presença no Fórum VI da Game Changers, realizado na MEO Arena, onde partilhou a sua visão sobre liderança e gestão
11 Out 2026 | 10:43 | Por Redação
Frederico Varandas marcou presença no Fórum VI da Game Changers, realizado na MEO Arena, onde partilhou a sua visão sobre liderança e gestão. O Presidente do Sporting recordou que, logo após ser eleito em 2018, admitiu aos elementos da sua direção que o mandato poderia durar apenas seis meses, caso fosse necessário tomar decisões difíceis.
F. Varandas: "Meus senhores, não sei se vamos durar seis meses ou seis anos"
"A primeira vez que reunimos depois de eleitos em 2018, todos os meus colegas de Conselho Directivo estavam muito felizes, orgulhosos, mas estraguei aquele ambiente de festa logo aos três minutos. Disse-lhes: Meus senhores, não sei se vamos durar seis meses ou seis anos, porque vamos fazer o que tem de ser feito", contou.
O dirigente, que participou num painel sobre liderança antes da intervenção do antigo presidente dos Estados Unidos Barack Obama, recorreu também à experiência militar para explicar a importância de conhecer os próprios limites e decidir sob pressão. Varandas recordou a missão no Afeganistão e a forma como essas vivências influenciaram a sua maneira de liderar: "Mais do que os resultados, as pessoas seguem valores. O que tiro da minha formação militar (ainda sou capitão do exército com muito orgulho) e da experiência da missão no Afeganistão, com os comandos, é a capacidade de conhecer os meus limites. Somos testados em condições altamente desfavoráveis, tendo de continuar a trabalhar, a decidir sob pressão, muitas vezes nesse limite", afirmou.
Além do mais, relatou ainda um episódio vivido durante uma missão em Kandahar, quando um oficial demonstrou nervosismo antes de uma patrulha numa zona dominada pelos talibãs. "Aprendi que nós, líderes, temos de tomar decisões difíceis. Quando premimos o gatilho, temos medo? Temos. Mas temos, sobretudo, de não transmitir esse medo aos nossos colaboradores, aos nossos soldados", sublinhou.
Varandas - que recentemente deu um estouro em Luís Montenegro - abordou também a sua perspetiva sobre as características necessárias para liderar, afastando a ideia de que a vontade, por si só, permite alcançar qualquer objetivo: "A liderança penso-a exatamente da mesma maneira: temos de ter características inatas para ser um líder com competências e resultados. Todos melhoramos, sim, com treino, mas um verdadeiro líder, que aguenta momentos difíceis... isso nasce connosco".
Varandas dá estouro em Montenegro; Líder do Sporting mete primeiro-ministro no bolso e arrasa Porto
10 Out 2026 | 09:47
Villas-Boas admite semelhanças entre Porto e Sporting e afirma 'confronto' com Varandas
09 Out 2026 | 16:05
João Maria Jonet explode contra bicadas de Luís Montenegro sobre o Sporting: "Cobarde"
09 Out 2026 | 13:31