Futebol
Exclusivo Leonino - Rui Borges faz exigência ao Sporting para tentar Tricampeonato
11 Mar 2026 | 15:39
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12 Mar 2026 | 10:03 |
A derrota do Sporting por 3-0, frente ao Bodø/Glimt, na primeira mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões da, deixou marcas não só dentro de campo, mas também nas bancadas do Aspmyra Stadion, com os leões a mostrarem o seu desagrado perante a postura da equipa.
Cerca de 400 adeptos leoninos viajaram até à Noruega para apoiar os bicampeões nacionais, mas o resultado pesado gerou momentos de tensão no final da partida. Ainda no relvado, logo após o apito final, Nuno Santos dirigiu-se à bancada onde estavam os adeptos do Sporting, pedindo calma e tentando apaziguar os ânimos depois da exibição desapontante.
A contestação continuou já fora do estádio, quando os jogadores se dirigiam para o autocarro da equipa. Um pequeno grupo de adeptos manifestou o descontentamento de forma audível, com apupos e gritos como “são uma vergonha” e “joguem à bola”.
O desaire na Noruega complica seriamente as contas do Sporting na eliminatória, deixando o conjunto orientado por Rui Borges numa posição muito difícil para chegar aos quartos de final da competição europeia, com os leões a precisarem de uma reviravolta expressiva para continuarem em prova.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo na próxima terça-feira, dia 17 de março, novamente frente ao Bodø/Glimt. O encontro, a contar para segunda mão desta ronda da Liga dos Campeões, diante da turma norueguesa, jogar-se-á às 17h45, no Estádio José Alvalade.
Confira o momento:
Capitão do Clube de Alvalade falou aos jornalistas após a pesada derrota dos leões à entrada para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões
12 Mar 2026 | 09:39 |
Morten Hjulmand foi um dos jogadores a dar a cara após a derrota do Sporting na Noruega, por 3-0, frente ao Bodø/Glimt. O capitão dos verdes e brancos analisou o encontro, mas considera que a eliminatória ainda está em aberto para a partida no Estádio José Alvalade, além de revelar um pedido de Rui Borges.
Hjulmand: "O mister pediu-nos para estarmos mais juntos nas linhas"
"Começamos bem, com posse de bola, mas sofremos dois golos porque não seguimos o homem que entrou na área. Ao intervalo, o mister pediu-nos para estarmos mais juntos nas linhas", começou por dizer o 'camisola 42' na flash interview.
"Começámos bem a segunda parte, mas o terceiro golo ‘matou’ o jogo. Agora, vamos ter de analisar muito bem o jogo e ver o que podemos fazer em Alvalade", atirou Morten Hjulmand, deixando claro que a acredita que o Sporting ainda pode virar este resultado.
Hjulmand: "Tudo é possível, ainda está em aberto, sim"
"Se ainda acho que a eliminatória ainda está em aberto? Tudo é possível, ainda está em aberto, sim", garantiu o médio dinamarquês aos jornalistas, já a pensar no encontro válido para a segunda mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.
Esta temporada, com a camisola do Sporting, Morten Hjulmand – avaliado em 50 milhões de euros – participou em 36 partidas: 22 na Liga Portugal Betclic, oito na Liga dos Campeões, quatro na Taça de Portugal, uma na Taça da Liga e outra na Supertaça. Nos 2.732 minutos em que esteve em campo, o capitão dos leões marcou dois golos e fez cinco assistências.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo na próxima terça-feira, dia 17 de março, novamente frente ao Bodø/Glimt. O encontro, a contar para segunda mão desta ronda da Liga dos Campeões, diante da turma norueguesa, jogar-se-á às 17h45, no Estádio José Alvalade.
Lance de castigo máximo que deu o primeiro golo à equipa norueguesa foi um dos mais questionáveis do encontro da Liga dos Campeões
12 Mar 2026 | 09:20 |
Pedro Henriques realizou a análise aos lances mais importantes do Bodø/Glimt - Sporting (3-0), deixando claro que a grande penalidade que coloca os noruegueses em vantagem no encontro da primeira mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões foi mal assinalada.
Pedro Henriques: "Ambos os jogadores esticam as suas pernas"
"29’ A UEFA quer, em lances de contacto, disputa de bola, cargas para conquista ou ganho de posição, que se deixe jogar, considerando as cargas dentro do espírito do jogo quando esses contactos são laterais, próximos, em que ninguém tem a bola dominada ou controlada. Neste caso específico, ambos os jogadores esticam as suas pernas para tentar jogar a bola, Sondre Fet o pé esquerdo e Georgios Vagiannidis o pé direito e com o esférico ao alcance de ambos", começa por dizer, ao jornal A Bola.
Pedro Henriques: "Não concordo com a infração de castigo máximo que foi assinalada"
"O contacto existiu, mas não houve empurrão, não há braço esticado e o contacto ao nível da anca é fruto do movimento de ambos na projeção das pernas para a frente e na direção da bola. Quanto ao VAR na UEFA, uma vez mais a sua intervenção tem de ser no muito claro e obvio e com uma situação de contacto, que existiu, na qual provavelmente a análise seria sempre feita ao nível da intensidade, da causa e da consequência, e o protocolo nunca iria deixar intervir para reverter, sendo que as imagens que iria mostrar dariam sempre o contacto que houve, daí a validação por parte do VAR, provavelmente não porque concorde em absoluto com a decisão, mas sobretudo por não poder provar o contrário, não penálti, de forma absoluta e inequívoca. Não concordo com a infração de castigo máximo que foi assinalada", atirou Pedro Henriques.
Com esta derrota – a sexta em 42 encontros na presente temporada –, os comandados de Rui Borges estão em desvantagem para a segunda mão dos oitavos-de-final da prova milionária e, agora, terão de vencer por três golos para empatar e eliminatória, ou vencer por mais que esse número em Alvalade para seguirem para os 'quartos'.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo na próxima terça-feira, dia 17 de março, novamente frente ao Bodø/Glimt. O encontro, a contar para segunda mão desta ronda da Liga dos Campeões, diante da turma norueguesa, jogar-se-á às 17h45, no Estádio José Alvalade.
Treinador dos verdes e brancos falou aos jornalistas após a pesada derrota na Noruega, válida para a primeira mão dos 'oitavos' da Liga dos Campeões
12 Mar 2026 | 09:04 |
Após a derrota frente ao Bodø/Glimt, por 3-0, Rui Borges, treinador do Sporting, fez a leitura ao encontro em conferência de imprensa. O técnico respondeu à contestação dos adeptos, da falta de intensidade competitiva e da sua crença no apuramento. Confira tudo o que disse.
Insatisfação dos adeptos
"É natural e normal. Não estão mais chateados do que nós. Faz parte, não ganhámos. Peço-lhes que estejam lá no segundo jogo, precisamos da energia de todos, tal como temos precisado sempre ao longo do tempo em que eu aqui estou. Acredito mesmo que poderemos e teremos de dar outra imagem".
Eliminatória não está fechada
"Que nos sirva de lição a todos. A mim, porque assumo a responsabilidade, mas também à equipa. Os jogadores têm de sentir e perceber isso, porque estavam bem avisados para a energia que teríamos de ter perante esta equipa, que é uma grande equipa. Mas, para mim, a eliminatória não está fechada"
'Mea culpa'
"A responsabilidade é do treinador. É minha, não é de mais ninguém. Tivemos dificuldades em vários momentos do jogo, em duelos, na pressão, deixámos ir o jogo para aquilo que o adversário queria"
Dificuldades sentidas
"Na primeira parte, tivemos muitas dificuldades em perceber as marcações, a variabilidade de posições deles, e isso criou-nos desconforto. Mas, mais do que isso, tem muito que ver com a disponibilidade. Era um jogo que iria exigir de nós muita disponibilidade física e não a tivemos"
Falta de intensidade
"Não tivemos essa intensidade competitiva para nos batermos com esta equipa. Jogar bem não chega, principalmente nesta competição. Eles estão nos oitavos de final com muito mérito, ganharam a grandes equipas", acrescentou, antes de sublinhar que o facto de o jogo se ter disputado num relvado sintético "não pode servir de desculpa"
Sintético e problemas físicos
"Claro que condiciona, especialmente uma equipa como a nossa, que gosta de ter bola, mas não pode servir de desculpa. A parte competitiva tinha de estar lá. Há jogadores que não estão no seu máximo, mas que temos de ter lá, mesmo não estando na sua plenitude física. O Luis Suárez é um exemplo, porque também não tínhamos outras soluções"