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Futebol
26 Set 2023 | 13:29 |
Paulo Assunção, ex-jogador do Porto e pai de João Assunção - o jovem médio de 19 anos que esteve ao serviço do Famalicão, e que assinou esta segunda-feira contrato com os leões, tornando-se assim o mais recente reforço dos Sub-23 do Sporting - elogia a prestação de Sérgio Conceição a cargo do Porto, apontando que o clube azul e branco ''evolui muito à custa do grande treinador".
O ex-futebolista considera que o clássico que se avizinha esta sexta-feira (dia 30 de setembro) na Luz é o ''primeiro grande jogo da época'' e antevê um confronto de ''elevado equilíbrio''. Numa entrevista exclusiva ao jornal Record, o antigo médio afirma: "As duas equipas, como sempre, estão a lutar pelo título e será sempre complicado para qualquer uma delas. Vai ser mais um grande jogo".
Sem apontar vantagem para algum dos clubes, Assunção confessa: "Nestes jogos nunca conseguimos apontar quem é o principal favorito. Tudo vai depender de como decorrer o jogo na certeza de quem cometer menos erros vai conseguir a vitória. As duas equipas são muito fortes. O Benfica como campeão também tem bons jogadores e joga com os seus adeptos, mas o Porto, tal como demonstrou ainda há pouco tempo no jogo da Champions com os ucranianos, é uma equipa que está preparada para ganhar em qualquer estádio".
O ex-jogador do Porto está confiante numa possível vitória por parte dos dragões, realçando sempre os vigorosos elogios ao papel de comando do treinador portista, que acredita ser um dos principais autores responsáveis pelas exibições dos azuis e brancos.
Paulo Assunção, antigo jogador do Porto, do Nacional e do Atlético de Madrid, é pai de Gustavo Assunção médio de 23 anos que representa o Famalicão, de João Assunção, também ele médio, atualmente a representar o Sporting nos Sub-23, e ainda do jovem Pedro Assunção, com apenas 9 anos, que já começou a dar os seus primeiros passos no mundo do futebol a serviço do Porto.
Antigo jogador do Clube de Alvalade acredita que o central neerlandês poderia ser útil para Rui Borges nesta fase da temporada desportiva
09 Jan 2026 | 12:32 |
A crise no eixo defensivo do Sporting voltou a ganhar destaque após a derrota frente ao Vitória SC, na meia-final da Taça da Liga, que deixou Eduardo Quaresma fora de combate, já depois da ausência de Ousmane Diomande (CAN) e de Zeno Debast, ainda lesionado. O cenário reacendeu o debate em torno de Jeremiah St. Juste, afastado da equipa principal desde a época passada.
Em declarações exclusivas ao Desporto ao Minuto, Carlos Xavier defendeu que a reintegração do central neerlandês pode fazer sentido nesta fase da temporada, marcada por jogos consecutivos e poucas opções para Rui Borges.
"Na falta de matéria... Não sei como as coisas estão, não sei se houve retrocesso sobre essa questão, mas acho que poderia ser ótimo para o Sporting se St. Juste pudesse voltar. Os castigos, por vezes, são perdoados. Está nas mãos de Rui Borges", começou por dizer o antigo jogador dos leões, que sublinha a escassez de soluções e a experiência do defesa como fatores relevantes neste contexto.
"Com todas as lesões, é óbvio que é preciso ter gente capaz e com experiência. O St. Juste já deu créditos de que pode ser útil no passado, e não sei quanto tempo irá demorar a recuperação de Zeno Debast, acho que está para breve, mas com o Diomande na CAN e o Edu a estar muito tempo parado, com certeza que temos de recorrer ao que temos... e o que temos está lá", atirou Carlos Xavier.
No entanto, Carlos Xavier reconhece que a decisão não é simples e depende de várias vontades: "Ainda assim, não sei se a intenção da direção e da equipa técnica do Sporting será devolver o St. Juste à equipa ou não. No meu ponto de vista, seria uma adição excelente. Tudo depende das vontades de todos".
Do ponto de vista do balneário, o ex-internacional português não antevê problemas numa eventual reintegração: "Ele continua a fazer parte do plantel, tendo ou não treinado com a equipa principal. Ainda é colega dos outros jogadores. Mas também depende aqui da vontade do próprio St. Juste querer ou não vir para a equipa depois de ter sido afastado".
Carlos Xavier deixa ainda uma nota final, caso o cenário não se altere: "Agora, não fazendo parte dos planos da estrutura do Sporting, é um jogador a mais e, portanto, estando a mais, não vale a pena lá estar. Aí a melhor decisão seria tentar vendê-lo".
Avançado internacional sueco voltou a ser alvo de “raspanetes” em Inglaterra depois de mais uma exibição discreta e sem golos
09 Jan 2026 | 12:19 |
Contratado ao Sporting no último verão por uma verba a rondar os 65 milhões de euros, Viktor Gyokeres foi novamente titular no jogo do Arsenal frente ao Liverpool, que terminou 0-0, a contar para a Premier League, e acabou substituído aos 64 minutos por Gabriel Jesus, depois de uma atuação praticamente invisível.
Durante o tempo em que esteve em campo, Gyokeres tocou apenas oito vezes na bola, uma delas para dar o pontapé de saída, não somou qualquer remate, drible ou cruzamento e perdeu o único duelo individual que disputou, apesar de ter acertado seis dos sete passes tentados.
Gary Neville, antigo capitão do Manchester United e atual comentador da Sky Sports, foi particularmente duro na análise, apontando falta de impacto e de envolvimento no jogo por parte do avançado sueco. “Gyokeres não tem sido eficaz, não acrescenta nada e tem de fazer muito mais”, afirmou.
Apesar das críticas que tem sofrido nos últimos tempos, Mikel Arteta voltou a defender o avançado na conferência de imprensa, sublinhando sinais de evolução e destacando a falta de serviço ofensivo, numa fase em que Gyokeres soma sete golos em 24 jogos oficiais e não marca desde 20 de dezembro.
Antes de rumar a Londres, Gyokeres - avaliado em 70 milhões de euros - destacou-se ao serviço do Sporting, onde deixou números expressivos: em duas temporadas(2023/2024 e 2024/2025) de leão ao peito, marcou 97 golos e somou 27 assistências em 102 jogos oficiais.
Numeração fatídica do Clube leonino voltou a cumprir a fama que a acompanha há quase três décadas, e pérola é o mais recente alvo
09 Jan 2026 | 11:54 |
Geovany Quenda é mais um nome da lista amaldiçoada da camisola 7. Tudo começou em julho, quando o Sporting anunciou a renumeração do plantel e entregou o número 7 ao jovem jogador, decisão que gerou fortes reações entre os adeptos.
O pior acabou por acontecer no dérbi frente ao Benfica, disputado a 5 de dezembro, na Luz. Quenda fraturou o quinto metatarso do pé direito, lesão que obrigou a intervenção cirúrgica em Londres, com o regresso à competição previsto apenas para março. Este novo capítulo de infortúnio reacende a lenda negra associada à camisola 7 em Alvalade, cuja origem remonta a 1995, quando Luís Figo deixou o Sporting para rumar ao Barcelona, marcando o início de uma sequência de episódios difíceis de ignorar.
Desde então, 13 jogadores envergaram o número 7 do Sporting nomes como Bojinov, Jeffrén e Shikabala, e grande parte enfrentaram lesões graves ou fases marcadas por adversidade. Este registo levou até que em nove épocas distintas, o número ficasse sem dono no plantel principal, um dado que ajuda a explicar porque tantos adeptos continuam a temer aquela que é, talvez, a camisola mais maldita de Alvalade.
Na presente temporada desportiva, com a camisola do Sporting, Geovany Quenda - avaliado em 45 milhões de euros - participou em 22 partidas dos leões. Nos 1.271 minutos em campo, o prodígio do Clube de Alvalade soma já cinco golos e oito assistências.