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Calendário do Sporting ganha forma e há dois jogos com data e hora para dezembro
03 Nov 2026 | 12:17
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30 Out 2024 | 12:22 | Por Redação
Já é praticamente uma certeza a saída do treinador Rúben Amorim do Sporting rumo ao Manchester United. Muitos adeptos leoninos não estão a reagir bem à saída do treinador de 39 anos de Alvalade e começam a questionar vários pormenores do negócio com o clube inglês.
Uma das pessoas que está a pôr o negócio em causa é Rodrigo Gomes, locutor da RFM e conhecido pelo seu papel no programa "O Café da Manhã", que acabou por criar uma música sobre o tema, dedicada a Joana Cruz, colega de trabalho e conhecida adepta dos leões.
“Pergunta honesta: O Sporting paga ao Braga 12 milhões pelo Amorim, quando muita gente duvidava do seu valor. Amorim estabiliza o Sporting, ganha 2 campeonatos, está a caminho de um bicampeonato e a cláusula é 10 milhões? Desvalorizou 2 milhões em 4 anos de sucesso? Qual a explicação?”, escreveu, nas redes sociais.
É importante recordar que, ao que parece, existem três cláusulas de rescisão presentes no contrato de Rúben Amorim: 30M para clubes portugueses, 20M para estrangeiros e 10M para uma lista restrita de clubes com maior renome Mundial.
Rúben Amorim chegou ao Sporting em março de 2020, oriundo do Braga, com os leões a pagarem, curiosamente, 10 milhões de euros, sendo que esse valor haveria de ser ligeiramente superior. Desde então, o técnico regista 228 encontros (161 vitórias, 34 empates e 33 derrotas) e conquistou cinco títulos: dois Campeonatos Nacionais (2020/21 e 2023/24), uma Supertaça Cândido de Oliveira (2021/22) e duas Taças da Liga (2020/21 e 2021/22).
Confira a publicação:
Jornalista não esconde a sua posição sobre a forma como terminou o ciclo do antigo treinador dos leões e aborda também a decisão de avançar para Paulo Fonseca
03 Nov 2026 | 14:49 | Por Redação
Bruno Prata abordou a saída de Rui Borges do Sporting e a forma como o processo foi conduzido pela estrutura leonina. O jornalista considera que o treinador transmontano merecia uma despedida diferente, tendo em conta os resultados alcançados na primeira temporada, a qualidade futebolística apresentada pela equipa e o compromisso demonstrado durante o seu percurso em Alvalade.
B. Prata: "Saiu de maneira ingrata"
"Rui Borges acabou cozido em lume brando: saiu de uma maneira ingrata, que não merecia, e com a desagradável distinção de ser talvez o último a saber que o Sporting tratava, nas suas costas, da substituição. Pelo que ganhou na primeira época, pela qualidade futebolística que a equipa mostrou durante largos meses, pela seriedade com que trabalhou e pelo compromisso que nunca regateou, merecia mais do que descobrir o fim da história pelas notícias", escreveu, no seu texto de opinião ao jornal Record.
As palavras mais duras são dirigidas a Frederico Varandas, com o cronista a questionar a forma como o presidente geriu a comunicação da saída. "A sensação é a de que Frederico Varandas só chamou Borges para lhe comunicar a saída quando a informação já tinha tornado insustentável a continuação do silêncio. Fica a dúvida: foi desconsideração desnecessária ou inépcia flagrante a guardar segredo de contactos que, nestas circunstâncias, são tão previsíveis como a chuva em novembro? Em qualquer dos casos, o presidente não sai bem na fotografia", apontou.
B. Prata: "O problema foi renovar quando Borges ainda tinha mais um ano de contrato"
Bruno Prata considera que a posição de Rui Borges já estava fragilizada desde a derrota com o Torreense, na final da Taça de Portugal, mas não deixa de questionar a renovação contratual anunciada em maio. "Não por lhe terem duplicado um salário baixo: isso era da mais elementar justiça para um treinador que herdou a equipa de Ruben Amorim, ganhou a Liga e Taça e manteve o Sporting competitivo durante muito tempo, acrescentando-lhe até valências que antes não tinha. O problema foi renovar quando Borges ainda tinha mais um ano de contrato e a derrota no Jamor aconselhava uma gestão mais cerebral", explicou.
A análise estende-se à construção do plantel e à dimensão do investimento realizado pelo Sporting. "O Sporting vendeu por mais de 155 milhões de euros jogadores marcantes e gastou 123 milhões em reforços, muitos deles jovens com potencial, mas ainda a precisar de adaptação. Reconstruir uma equipa é difícil; fazê-lo com um treinador fragilizado é acrescentar uma segunda obra à primeira e esperar que ambas acabem no prazo", pode ler-se.
Jogador tem estado na lista dos verdes e brancos para o lugar do internacional português caso este seja vendido, mas há um novo problema
03 Nov 2026 | 14:34 | Por Redação
Tiago Gabriel, defesa-central que tem sido associado ao Sporting, não deverá abandonar o Lecce no próximo mercado de inverno. O emblema italiano decidiu fechar a porta a uma saída do internacional jovem por Portugal, numa altura em que o jogador continua a despertar atenção de vários clubes.
Segundo o jornalista Nicolò Schira, os responsáveis do Lecce pretendem rejeitar todas as propostas que cheguem por Tiago Gabriel em janeiro. O central é visto como uma peça importante no projeto desportivo dos italianos, que procuram consolidar a permanência na Serie A.
A decisão pode complicar qualquer eventual avanço do Sporting durante a próxima janela de transferências. Tiago Gabriel já foi associado aos leões como um possível substituto de Gonçalo Inácio para reforçar o eixo defensivo, mas o Lecce não demonstra, para já, qualquer abertura para negociar a saída a meio da temporada.
O português chegou ao clube italiano em janeiro de 2025, proveniente do Estrela da Amadora, numa transferência avaliada em 1,5 milhões de euros. Esta época soma 10 encontros oficiais, dois golos e uma assistência, afirmando-se como um dos elementos mais utilizados da equipa.
Tiago Gabriel tem contrato válido até 2030 e o Lecce ocupa atualmente o 14.º lugar da Serie A, com nove pontos em 10 jornadas. O Sporting poderá continuar atento à evolução do jogador, mas qualquer tentativa de contratação em janeiro esbarra, neste momento, na posição firme do emblema italiano.
Confira a publicação:
Jornalista da Media Livre comentou a relação entre o antigo técnico mirandelense e o presidente do Clube de Alvalade, dando uma opinião polémica
03 Nov 2026 | 14:16 | Por Redação
Rui Borges já não é o treinador principal do Sporting. A decisão foi comunicada no último domingo e Frederico Varandas está a ser criticado pela maneira como geriu a demissão do técnico. Mário Figueiredo lembrou que o antigo timoneiro leonino não pode pensar que o presidente é seu amigo.
M. Figueiredo: "Rui Borges estaria enganado se pensasse que Frederico Varandas é amigo dele"
"Eu sempre disse que o Rui Borges estaria enganado se pensasse que Frederico Varandas é amigo dele. Varandas é o patrão, quando tivesse de despedir, despedia. É o que todos os presidente fazem quando as coisas estão a correr mal", falou, no canal Now.
O jornalista comentou que as relações no futebol mudam depressa. "As coisas mudam com muita facilidade. Mudaram tão rápido que Rui Borges não decidiu viajar para Inglaterra porque entendeu a forma como lhe fizeram a cama", disse.
Vale lembrar que, em meados de setembro, Varandas defendeu a continuidade de Rui Borges. "Se eu alguma vez vou despedir um treinador à 7ª jornada com 3 empates em que aconteceu isto? Não, não vou despedir", declarou, no Portugal Football Globes.
Rui Borges prepara-se para deixar oficialmente o Sporting, terminando a ligação ao comando técnico dos leões numa fase de forte pressão em torno dos resultados. Paulo Fonseca será o homem que se segue em Alvalade, preparando-se para assinar um contrato até 2030.